sábado, 19 de março de 2011

Em directo da praia

sábado, 5 de março de 2011

À "caça" dos esquilos em Monsanto

Hoje fomos à caça. Calma, calma, não era para capturar os bichos. Era só para admirar os pequenos roedores. E também para os "caçar" e levar para casa numa pequena máquina fotográfica de 3.2 MP.

Mas os malandros irrequietos deviam andar entretidos a ver quem é que conseguia saltar para um pinheiro mais distante e não quiseram nada connosco. Também poderiam andar a apanhar folhas e galhos para o ninho... Coitadinhos, não sabem que deve haver uns ninhos bem giros no IKEA, e vêm naquelas embalagens planas que facilitam o transporte. O IKEA de Alfragide fica ali próximo era só dar lá uma saltada, umas 20 ou 30 árvores, deve dar para fazer numa manhã.



Percorremos todos os carreiros bem conhecidos do BTT e nada, nada de bichinhos saltitantes. Só saudades do BTT! Já faltou mais...

Uma passeata com patos



Para não ter chatices com um primo de um conhecido do meu vizinho do segundo-andar, que está a tirar uma pós-graduação sobre biodiversidade, não vou dizer o nome das espécies de patos que hoje vimos. Ah, e também não sei se, com base no novo acordo ortográfico ou nos anteriores, "segundo-andar" e "pós-graduação" se escrevem com hífen (ou com tracinho). Também não me interessa, este blog é meu. São muitas horas em frente a um pequeno monitor a carregar nas teclas, com as duas mãos! Por isso escrevo como quero, desde que se perceba...

A caminhada foi pequena, logo não levámos nada para comer. Se tivéssemos levado umas barritas do Pingo Doce, partilhávamos com os patos. Eles iriam gostar, as barritas do Pingo Doce são muito boas. Há muito tempo atrás (ou a long long time ago, em estrangeiro) já fizemos um pic-nic com patos ali para os lados do Parque Eduardo VII. Era no tempo que tínhamos duas saudosas bicicletas dobráveis (estas).

E consegui fazer um relato sobre patos sem falar no arroz... Oh não!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Centro de Interpretação Ambiental da Pedra do Sal

Tantas vezes o cântaro vai à fonte, até que parte. Um provérbio Português que hoje se aplicou, tantas vezes já passei na estrada marginal e nunca tinha parado no Centro de Interpretação Ambiental da Pedra do Sal ali para os lados de São Pedro do Estoril e bem perto da, bem frequentada, praia de São Pedro.

Neste local, para além de apreciarem o desfazer das ondas nos rochedos pontiagudos também podem tomar um cafézinho. Podem ainda, através do "Miradouro Virtual" (maquineta produzida pela YDREAMS, fica sempre bem esta referência para o caso de um dia enviar para lá o meu CV) aceder a informação - sob a forma de texto, imagens e vídeo - da biodiversidade e de alguns dos monumentos da Costa do Estoril.





O nosso passeio foi muito agradável aproveitando uma abébia da meteorologia que tem andado mal disposta nos últimos dias. Mesmo assim, durante o nosso passeio esteve um sol bem quentinho.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Estrada até à Ericeira

Este sábado, aproveitando uma abébia de quem manda chuva cá para baixo - ou para cima (de nós) -, fui ver o mar da Ericeira.

Na companhia do Jaime, da Carla e do Paulo lá fomos em direcção às subidas. Era hoje que ia ver como se sobe com uma bicicleta de estrada. Gostei da experiência, até andei bem e aproveitei para aprender a pedalar de pé.

Depois de muito subir, parámos na Malveira por um bom motivo. Bom, doce e barato. Comi uma trouxa, bebi um café e não paguei nada. Há que saber escolher os amigos com quem se pedala...

Com a barriga composta passámos pelo Convento de Mafra, mas rapidinho pois tínhamos acabado de pecar, a gula é pecado não é?

Acho que depois foi sempre a descer até à praia. Na realidade ficámos por um miradouro, onde tirámos a foto de grupo.





(Foto de Jaime, http://www.pedalandoateasestrelas.blogspot.com)



O regresso foi "sei lá por onde", só sei que fomos dar ao topo do cabeço de Montemor. Óptimo, porque a seguir era sempre a descer até Loures. Despedidas feitas dos meus companheiros e toma lá chuva. Foi giro, passar pelas congestionadas ruas de Loures debaixo de chuva intensa. Toda a gente no conforto dos seus automóveis e eu à chuva, um dilúvio.

Foi por pouco tempo, mal saí de Loures a chuva passou e aí dei ao pedal o máximo que consegui. Cheguei a casa todo "amassadinho", terá sido dos trinta e muitos quilómetros por hora?

Não, foi de tudo. 95 quilómetros com 1150 metros de acumulado de subidas já faz mossa a qualquer ciclista de fim-de-semana.

Se não fossem as corridas estava bem tramado, assim nem me custou muito. Para a semana aumenta-se a parada...