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domingo, 18 de outubro de 2009

Mata do Paraíso - Pneus - Central Eléctrica - Fanhões - Montachique - Loures

Enquanto não chega a época das chuvas é precisa aproveitar todos os "bocadinhos" para pedalar. Este fim-de-semana aproveitámos o sábado e o domingo.

A voltinha começou pela Mata do Paraíso, em versão simplificada. Descer a abrir para ganhar balanço para a subida dos Pneus. Na segunda curva virámos à direita e upa upa até à Central Eléctrica de Fanhões. Mais uma subidita e já estávamos a embalar na descida para Fanhões. Seguiu-se a subida até ao sopé do cabeço Montachique. O jvmh comparou aquele trilho aos da zona de Minde. Dá para perceber a existência de pedrinhas?
Subimos até ao topo do cabeço. Depois da descida (está um pouco estragada pela chuva) passámos por cima da A8 e fomos fazer uma descida ainda pior. Voltámos a subir em alcatrão e depois sempre a descer, ao lado da A8, até à ribeira sem água da GR do Oeste. Mais uma pequena subida e novamente a descer até ao Infantado. Rolar até Alpriate e empinar por ali acima.

À hora marcada - uns minutos antes das 13h - estávamos em casa.

Estatística:
Distância: 43.69 km
Tempo a pedalar: 3:35
Acumulado positivo: 1026 m

sábado, 17 de outubro de 2009

Mata do Paraíso - Bucelas - Sta Eulália - Mata do Paraíso

Ao décimo sétimo dia do mês de Outubro do ano da graça de 2009, juntaram-se em Alpriate o clã da Póvoa de Santa Iria e o clã de Lisboa/Sacavém. Tínhamos um empate, 3-3. miguelna, TÂNIAROCHA e jvmh pela Póvoa e Cepo, Pacha e MoreiraBTT por Lisboa/Sacavém. E agora? Como desenpatamos? Felizmente chegou o El Paso e a Póvoa de Santa Iria ganhou!

Seguimos para a Mata do Paraíso pelos trilhos habituais. Desta vez não fomos provocar os cães e descemos um pouco antes. Aqui a Tânia sentiu que alguma coisa não estava bem com os pneus. Pois... Ainda estavam com pressão a mais da última volta...

O trilho paralelo às pedreiras faz-se bem "a abrir". Mas hoje fizemo-lo devagarinho à procura de um trilho que nos levaria rapidamente a Bucelas. Andámos, parámos, procurámos, andámos mais um bocadinho, parámos, procurámos e... Nada.

Andámos mais um pouco e... Cá está ele. O trilho que o Cepo procurava. Ora montados na bike, ora com ela à mão, lá avançámos por ali a baixo. O trilho é brutal, mas como se disse: "precisa de ser usado". Nota-se que não passa por ali ninguém. Tem muitas pedras e mato ávido de nos dilacerar as pernas e os braços.

Com mais ou menos tecido nos jerseys e mais ou menos pele lá chegámos a Bucelas. Fizemos uma pausa para café.

A seguir esperava-nos parte do trilho das Bragadas de 2007. Só o nome assusta, apesar de eu não ser desse tempo. Subidas e mais subidas por entre vinhas e ainda até Santa Eulália. E depois de uma grande subida? Exacto, uma grande descida até Vialonga, passando novamente pela Mata do Paraíso.

O clã de Lisboa/Sacavém seguiu pelo Trancão e nós subimos até ao parque de Santa Iria. Ainda fizemos uns trilhos na Póvoa de Santa Iria.

Estatística:

Distância: 39.73 km
Tempo a pedalar: 3:23
Acumulado positivo: 770 m





Nota: o telemóvel do El Paso não parou de tocar a volta toda. Ou é um gajo muito ocupado ou fazia anos e não disse nada para não pagar o café em Bucelas.

domingo, 6 de setembro de 2009

Da Mata do Paraíso, passando por Bucelas, até ao Sobralinho

Era um tarefa difícil mas, como se costuma dizer, alguém tinha de o fazer. Ligar, por trilhos, a Mata do Paraíso, passando por Bucelas, até ao Sobralinho.



Partimos, os três, logo a subir pela Mata do Paraíso. Após termos conseguido distrair os cães descemos para a estrada que nos levaria a Bucelas. Daí foi sempre a subir até Santiago dos Velhos. Um track marcado através do Google Earth, mas correu bem. Havemos de lá voltar no Inverno. Parece que irá ser giro...

De Santiago dos Velhos, foi quase sempre a descer até à zona da "agonia". Não a descemos. Optámos por fazer um trilho alternativo que tínhamos conhecido na semana passada. Faz-se melhor a descer ou a subir? Que venha o Mafarrico e escolha. Mas foi giro. Passámos com distinção.

Depois voltámos a subir, para depois descer a célebre subida do Sobralinho. Aqui sim, faz-se melhor a descer LOL. Depois foi a rolar pela zona do Trancão, com umas malvadezas lá pelo meio...

Foi uma volta em que elas, as meninas, estavam em vantagem. Mesmo assim, fui eu que escolhi o track e não se queixaram dos quase 1000 metros de acumulado. Parece que só a última subida é que era "desnecessária".



GPSies - Póvoa Santa Iria, Bucelas, Sobralinho, Alverca

domingo, 2 de agosto de 2009

Duas amoras aqui, três acolá e muitas subidas pela frente.

Há dias fomos fazer umas subidas para os lados da Mata do Paraíso e central eléctrica de Fanhões. Gostámos tanto que hoje fomos repetir tudo isso e acrescentar a subida até ao Cabeço de Montachique. Foram pouco mais de quarenta quilómetros com mil e tal de acumulado. Ainda bem que o tempo ajudou mas ainda deu para transpirar.

Na subida e descida à Mata do Paraíso não há nada para contar. Já conhecíamos o trilho da volta recente e por isso foi sempre a andar, apesar de alguns locais mais traiçoeiros.

No início da subida dos "pneus" o canito, que apareceu da outra vez, hoje atrasou-se. Quando deu por nós já tínhamos passado à porta dele. E não lhe apeteceu vir atrás de nós. Era a subir. Ainda nos incentivou. Acho eu. "Ão, ão, ão" latia o pequenote!

Ainda bem que não veio atrás de nós. Se não apanhava-nos alguns metros acima a fazer o nosso abastecimento. De... Amoras. É verdade, esta foi a volta das amoras. Só apareciam nas subidas. Que chatice LOL, vamos ter de parar para descansar... Ops, comer umas amoras. É caso para dizer: as silvas são nossas amigas. Vá,... Só um bocadinho! Sem exageros.



Depois de várias paragens para comer amoras, chegámos à central eléctrica de Fanhões. Fazia algum vento lá em cima, por isso decidimos subir ainda mais para a descida, para Fanhões, ser maior. Foi giro. Valeu a pena.

De Fanhões, subimos o trilho que sempre fiz a descer. Fico sempre com dores nos pulsos. Posso confirmar que é melhor de fazer a subir. Pelo menos, não ficamos com dores.

Após um sobe e desce divertido chegámos ao sopé do cabeço de Montachique. Como íamos subir até lá a cima, parámos e fizemos um abastecimento de amoras. As bananas hoje voltaram para casa. Foi uma volta Low-cost.

O cabeço de Montachique está bom e recomenda-se principalmente os últimos metros da subida... Para quem gosta de subir com grandes declives. A descida também se recomenda para quem domina a técnica do desviar das pedras.







Depois foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão e a habitual subida para chegar a casa. Foi uma volta amorosa, que é como quem diz, com muitas amoras.

sábado, 18 de julho de 2009

Subir pela Mata do Paraíso e "pneus".

A volta combinada pelos Maníacos do Pedal para este sábado foi inédita para nós.

Subir a Mata Do Paraíso até ao moinho! Nunca tínhamos feito a subir, só a descer. Mas a subir também é giro.

Descer até aos Pneus! Ah, aqui a descer é bastante mais fácil. Embora aqui a palavra fácil não seja a mais indicada. Porquê? Vão lá ver...

Subir os Pneus até metade! Aqui é que eu estava mais céptico. Mas, sim, é possível subir aquilo que até a descer é difícil.

Depois virámos à direita para um single maravilha. "Maravilha" porque os sapatos não escorregam mesmo em pisos inclinados...

Subimos até à central eléctrica e depois uma descida que trouxe à memória outras voltas.

Daí até casa foi um pulinho. Foram cerca de meia centena de quilómetros com alguma adrenalina.

sábado, 20 de junho de 2009

Monumento a Hércules. Sobralinho - Mata do Paraíso.

Quem passa na auto-estrada A1, na zona de Alhandra, já deve ter reparado num monumento escultórico que se destaca pela sua posição altimétrica dominante (18 metros). Trata-se do Monumento a Hércules, comemorativo da vitória das Linhas de Torres, erguido nos finais do século XIX no local onde se iniciava a primeira linha de defesa. As linhas de Torres eram linhas de fortificações militares que faziam parte do complexo defensivo, construído pelas tropas luso-britânicas, para travar as invasões napoleónicas.



Esta volta foi a primeira da "7 às 10 series". Com a chegada do calor temos de acordar bem cedo para chegarmos a casa antes do calor se tornar insuportável. Diz-se que "deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer". Saúde quanto mais melhor, crescer é que não. Depois tinha de ir actualizar o cartão do cidadão!

Bem, a volta começou cedo com a descoberta de uns trilhos novos, pelas traseiras do estádio do FC Alverca. Uma boa alternativa à N10 que a haveríamos de cruzar mais à frente para apanhar um trilho que segue por baixo da A1 em direcção ao Sobralinho.

Na Sobralinho fomos visitar o já referido Monumento a Hércules. Vistas fantásticas para a lezíria de... abrir o apetite. Era cedo, mas o estômago lá pediu qualquer coisita.

Depois da contemplação apanhámos um single-track, a subir, que nos levou aos habituais trilhos do Sobralinho. Sempre a subir... Já algum tempo que não passava por lá. Agora o trilho está quase 100% ciclável pois retiraram aquelas pedras enormes que tapavam o caminho. Já devem estar estar britadas. Só não é 100% porque tenho vertigens e medo do vento traiçoeiro!



Passámos pelo trilho da cobra. Apesar de ir preparado... De máquina fotográfica em punho, o raio da cobra não apareceu. Este trilho é complicado todo o ano: no Verão são as cobras e no Inverno são as pedras roliças e escorregadias.

As voltas pelo Sobralinho incluem quase sempre o desafio "agonia". Desta vez foi: Somos pelos Gatos 2, "Agonia" 0. Yeahhhh



E, mais do mesmo, por ali a cima até ao marco geodésico para um bom registo fotográfico. Só possível graças à arte e empenho da menina da foto.



Mais uma paragem para abastecimento onde aproveitei para procurar um trilho alternativo. Mas como o Sol já começava a estar mais perto da Terra, decidimos não inventar e siga para A-do-Mourão que era descer. Paragem obrigatória no Lavadouro público para refrescar.

Depois de uma pequena subida foi novamente sempre a descer até virar para o Cabeço da Rosa. Seguiu-se um constante sobe e desce, até Santa Eulália, com umas vistas fantásticas. À esquerda para a metrópole e à direita para Vila de Rei e Bucelas.





O Sol estava impiedoso e assim que avistámos a Mata do Paraíso pensámos logo nas sombras refrescantes dos seus trilhos. Logo que vimos um trilho a descer nessa direcção, nem pensámos. Foi sempre a descer até que...



O trilho acabou e, no seu lugar, desenvolve-se uma pedreira (ou outra coisa parecida). Mas não eram aqueles montes de terra remexida que nos iam fazer apanhar um escaldão. Logo logo procurámos uma forma de sair dali, sem voltar a subir. Com esse imprevisto simplificámos a nossa passagem pela Mata do Paraíso.

Foi mais uma manhã recheada história e estórias.

domingo, 31 de agosto de 2008

Obrigaram-me a levantar cedo para ir pedalar.

"Miguel, Miguel, levanta-te. Já são 7 horas". Hoje acordei assim. Sem vontadinha nenhuma de ir pedalar. Mas a Tânia foi mordida por algum bicho que não lhe dá sono aos domingos de manhã. Ainda para mais, depois de um sábado complicado.

A muito custo lá tive de me levantar e ir preparar as bikes: verificar a pressão dos pneus, estado das pastilhas ("Que pena, ainda não estão gastas!", pensei eu) e retirar as luzes do nocturno. Esqueci-me de retirar a de trás. Por isso me custou tanto fazer as subidas...

Ainda fui ao fórum ver se cancelaram a volta. Mas não. Pelos vistos tinha mesmo de ir para as Bragadas.

Saímos de casa e começámos a subir. Nas calmas, claro. No mais leve possível, a ver se chegávamos atrasados ao ponto de encontro e o pessoal já ter zarpado. Mas quase todos chegaram atrasados... Hoje não era o meu dia de sorte. Nem as frases que pronunciava faziam sentido.

O grupo foi aumentando até 14, penso eu. E partimos em direcção ao empeno. Rolar ao encontro das subidas.

Fizemos, a subir, trilhos que habitualmente fazemos a descer. Trilhos muito técnicos tanto a subir como a descer. Maioritariamente com pedras. Mas também havia raízes. E cobras! Isso mesmo, cobras rastejantes. Rastejantes não. Aquela dava saltos na vertical. Eu vi-a toda enroladita e fiquei mais a cima a avisar. Então o raio da cobra, quando a Tânia ia a passar, deu um salto na vertical. Ainda bem que não lhe conseguiu acertar. Nunca tinha visto coisa igual... Foi a primeira vez que vi a Tânia a pedalar tão rápido. E era a subir!

Ainda em relação aos trilhos, foi uma reedição da versão curta do Raid das Bragadas. As subidas eram demasiado técnicas para mim. A certa altura, farto de desmontar, montei-me e lá fui eu serra acima decidido a não desmontar. Consegui. Passei por pedras, valas e mais pedras mas lá me consegui equilibrar. Gostámos muito de uns singles-tracks na Mata do Paraíso. Muito fixe. As descidas também eram fixes. Talvez por isso, a Tânia tenha dito "Gostei, gostei, gostei.".

Chegámos a casa cansados mas satisfeitos. Ainda bem que não ficámos em casa, pois foi uma volta muito porreira. Bons trilhos com pessoal 5 estrelas.

Aqui estava a Tânia a chegar à ZA:



Vejam os malandros dos cabritos a fazerem-nos pirraça em cima das pedras. Deviam estar a querer dizer: vejam como é fácil!

A descer em direcção à Mata do Paraíso:



E aqui vou eu num single-track antes da descida para o restaurante dos pneus.



São estas paisagens que nos tiram o sono:



Mini-Bragadas

domingo, 30 de dezembro de 2007

A última volta do ano...

... e talvez a mais dura/técnica de sempre.

Não houve tempo para tirar mais fotos.



Local: Mata do Paraíso, Cabeço da Rosa e arredores.