Mostrar mensagens com a etiqueta Arruda-dos-Vinhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arruda-dos-Vinhos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 8 de agosto de 2010

VIII Passeio Pedestre do Arrudense



Tal como no BTT, os eventos de caminhada, aparecem por aí como os cogumelos. Diz-se que os cogumelos nascem por todo o lado menos ao pé da nossa casa. Mas este evento era aqui bem perto, em Arruda-dos-Vinhos. Zona bem nossa conhecida de outras lides de BTT.

A caminhada começou pouco depois da hora marcada, 18:30, muito bem escolhido esta horário pela organização. Está de parabéns o Clube Recreativo Desportivo Arrudense por ter conseguido mobilizar tanta gente para sair de casa e ir queimar umas calorias e ganhar alguma massa muscular por entre vinhas e pomares de Arruda dos Vinhos.

A inscrição foi grátis e ainda tivemos, para além dos guias, carrinha de apoio e águas. Vamos estar atentos aos próximos eventos.

A caminhada foi feita a bom ritmo, mas com o grupo todo junto. Só na parte final é que o grupo se alongou. Não sei se pelo cansaço ou porque estavam a gostar e não queriam que acabasse...

No final, fomos jantar à casa do Benfica da Arruda. É nestes momentos, de derrota, que se vêem os verdadeiros benfiquistas. Podíamos ter ido jantar, por exemplo, ao Fuso. Mas não, fomos "apoiar a equipa"...

Hoje tivemos a companhia do Jaime e da Carla, pela indumentária (até cajado traziam), parece-nos que também estão a apostar nas caminhadas. Os caminhos do apóstolo Tiago esperam por nós...

Detalhes da caminhada aqui.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Começámos o ano na estrada

Ora cá estamos nós para mais um ano. Para quem cá anda há algum tempo é também uma nova década que agora se inicia. Nascemos sem pedir, morremos sem querer. Temos de viver o intervalo. Nós cá vamos vivendo à nossa maneira. A passagem de ano foi o costume. Champanhe para todos e a rolha para o gato. Assim todos se divertem. Por isso, o primeiro dia do ano é complicado acordar antes do meio-dia. Este ano a tradição manteve-se.

Dia 2, com o que tem chovido ultimamente, a única alternativa era fazer estrada. E para começar o ano da melhor forma, fomos tirar a ferrugem às Specialized Hardrock. Têm pneus mais adequados à estrada, embora no Verão tenham andando várias vezes no Trancão. Mas há mais novidades. Aproveitámos as prendas dos amigos do Facebook - são uns queridos e todos nos deram dinheiro - e fizemos um upgrade às Specialized. Agora sim, temos bicicletas bem equipadas para todo o tipo de terreno e distâncias. Ficaram lindas. Foram uns fantásticos pedais de encaixe Shimano m520. Usados! Mas já habituados aos pezinhos do menino e da menina. Eram os pedais das CANYON. Agora sim, posso levar as Canyon à balança. Devem pesar menos de 12 Kg. Há é um pequeno pormenor, não têm pedais... Ai, ai... Devo ter bebido champanhe a mais...

Quanto à volta, foi a papel químico (de fraca qualidade) desta.

Começámos na N10, rotunda dos Caniços, Vialonga. Primeira paragem, junta da Central de Cervejas. Não, ainda não estávamos com sede. Além disso, lá em casa bebe-se de outra marca. A ideia era ver a cantina e esplanada decorada pelos "queridos" do "Querido Mudei a Casa". Não conseguimos encontrar a cantina...

Seguimos para Alverca. Apesar da indicação A10/Arruda, optámos por subir em direcção ao Cabeço da Rosa. Preferimos subidas. Na descida para o Calhandriz conseguimos transformar os nossos "abrandadores" em travões. Estavam a precisar de uso. Não travam como os da CANYON mas fazem o serviço.

A paragem principal é... Nos bolos da Arruda. É impossível passar lá à porta e não entrar. Desta vez optámos por miniaturas. Confesso que já ando um bocado farto de doces.



Após esta paragem estratégica seguimos para Sobral de Monte Agraço. Tivemos a companhia de um "amigo" de quatro patas. Apesar de pedalarmos devagar acho que o vencemos pelo cansaço. Tal como apareceu também desapareceu.

Mais uma vez não parámos no Sobral para ganhar fôlego para a subida até à pista de motocross. Estava curioso quanto ao comportamento das bikes numa subida tão inclinada. Deu para fazer sem chamar a avozinha. Yeahhh!

Lá em cima parámos para a foto de grupo.



Vejam as nossas lindas bikes. Com reflectores como manda o código da estrada.





A partir daqui só tínhamos uma subida grande em Montachique. Com a ameaça da chuva e das previsões meteorológicas, só parámos em casa. Fizemos 70 quilómetros com 1200 metros de acumulado positivo.

Como acontece em quase todos os sábados, passámos a tarde a ver os episódios de "As regras do jogo" no MOV, a beber licor Beirão e a comer kiwis com banana.



Bom ano de 2010 para todos nós!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Doces, pão-com-chouriço e estrada

Hoje a temperatura estava como os preços do Pingo Doce. Mesmo assim aparecemos 3 em Alpriate. Com muito frio, fizemo-nos à estrada: eu e duas meninas.

Para aquecer subimos até ao Cabeço da Rosa, descemos para o Calhandriz e seguimos para os bolos na Arruda. Saborosos, como sempre.



Com o pequeno-almoço tomado, subimos até ao Sobral. Não parámos para comer bolos. Não parámos para nada. Mas passámos em frente de um sítio onde os há, e bons. Foi sempre a andar até ao pão-com-chouriço. Disseram-me que estava soboroso. Vamos ser clientes em próximas voltas.

O horário estava a apertar e ainda faltava a subida de Montachique. Por esta altura já não havia frio. Descemos para Loures e cada um foi à sua vida.

A voltinha foi sempre por estrada, 75 km com 1200 de acumulado e apenas duas paragens. Estava frio.

Gostei da volta, acho que as meninas também gostaram. Apesar de ser estrada, havia pouco trânsito. A repetir.

sábado, 24 de outubro de 2009

Fomos tomar café a Arruda-dos-Vinhos

Esta volta foi com 5 estrelas: o João, o Lúcio, a Carla, o Miguel e a Tânia.



Passámos pelas piores (ou melhores, depende do ponto de vista) subidas da região. A primeira foi subir de Vialonga até ao topo do Monte Serves. No início andámos por umas veredas a ver se deixávamos peso para trás... Acho que todos deixámos. Deixem-me confirmar aqui nas minhas pernas... Confere!

Depois fizemos algum sobe e desce até Arruda. Para aqueles lados ou andamos por alcatrão ou por trilhos manhosos. Não há meio termo.

Correu tudo bem menos para a Carla. Imaginem quem pagou a conta destes comilões esfomeados? Não fui eu nem a Tânia, nem o João, nem o Lúcio... Já adivinharam? Obrigado Carla.



Com a barriga composta despedimo-nos de Arruda sempre a subir. Valente subida. Mas foi giro, seguimos todos juntos a falar de comboios...

Depois vimos a Agonia e contornámos as dificuldades, que é como quem diz: fomo-nos meter noutra pior já nossa conhecida... Os cães até roiam a rede à nossa passagem. Devem ter apostado um com o outro: "Eu rôo esta rede de aço se aqueles gajos conseguirem subir por ali"...

Quando a coisa melhorou foi sempre a subir até apanhar a descida para Bucelas. Aquela subida da GR do Oeste. A descer é que é giro.

E foi mais ou menos isto. Quando quiserem ir tomar um café a Arruda, vão com a Carla.

Ah, e caraças dos cães!

sábado, 11 de abril de 2009

Serra de Montejunto

Em Janeiro, a chuva decidiu aparecer à última da hora. E não conseguimos participar no Arruda-Montejunto-Arruda de 2009. Ficámos com muita pena mas com vontade de repetir o track assim que possível. E a data possível era sexta-feira santa. Só que a meteorologia decidiu estragar os planos outra vez. Segundo as previsões, sábado só choveria umas pinguitas de manhã. Fixe! Ao sábado é que é bom...

Sábado, arrumámos as "tralhas" no comboio que nos levou até Vila Nova da Rainha. Iríamos apanhar o track do Arruda-Montejunto-Arruda em Carmarnal. Até lá o track foi desenhado com a ajuda do Google Earth.

O Céu estava escuro, a ameaçar mandar chuva cá para baixo. É de ser cedo, pensámos nós. O tempo estava muito instável. Ora escurecia e caiam umas pequenas gotas ou ficava Sol. A temperatura mantinha-se constante, logo seguíamos com um pequeno impermeável vestido suficiente para nos proteger na chuva.

O início da nossa volta era bastante rolante por alguns trilhos já conhecidos de outras voltas pela zona. Desta vez estávamos a percorrê-los ao contrário. Isso deve ter baralhado os coelhos que em vez de se deixarem estar nas tocas, saiam cá para fora para correrem à nossa frente. Calma, coelhitos bravos. Nós nem gostamos de coelho guisado. Agora, se for assado no forno, bem tostadinho... Mham mham... E coelhos de chocolate... Mham mham...



Este track é muito rolante até São Salvador, no sopé da Serra de Montejunto. Foi aí que fizemos a nossa paragem para abastecimento. Sabíamos que depois era sempre a subir e só se parava no final da subida.



Loooooonga, deve ter chovido e feito sol umas duas ou três vezes. Mas a chuva era pouca e logo evaporava. A nossa roupa mantinha-se seca.



No final da subida fizemos uma pequena pausa para repor energias. A seguir passámos por trilhos fantásticos pelo meio da serra de Montejunto. Com mais ou menos pedra solta, com mais ou menos subidas, com mais ou menos descidas e com o tempo ajudar seguíamos encantados com os trilhos.





Quando chegámos à zona da fábrica do gelo o céu começou a ficar escuro e a ameaçar chover. O nosso almoço teria de esperar. Decidimos ir lá a cima às antenas antes que chovesse. Mal lá chegámos fomos recebidos por rajadas de vento brutais e chuva miudinha a ajudar nas honras de casa. É assim que recebe quem vai de longe? Mas não nos sentimos incomodados, ainda andámos por lá a tirar uma fotos, algumas com zoom provocado pelas gotas de água nas lentes da máquina.



Na verdade, não tínhamos muita pressa em prosseguir. A seguir vinha um longo single-track, a descer, que já tinha lido comentários sobre a sua dureza. Encostámos as bikes ao convento Dominicano de Nossa Senhora Das Neves que, apesar de em ruínas, ainda nos protegia do vento. A nós e mais dois bttetistas que tinham acabado de chegar.

Mas a chuva não passava e nós avançámos. Afinal o single-track não é assim tão duro. Bem, é. É um bocado. Porra, vou desmontar, isto é demais para mim. Isto foi o meu estado de espírito nos primeiros metros.





Algumas partes até a pé foi difícil. Então sentámo-nos e comemos ali o nosso almoço. A bela sandes de ovo.





A partir daí, com a barriga composta, foi sempre a andar e apreciar os vários moinhos de vento. Uns impecavelmente recuperados, outros infelizmente em ruínas :( .



Ainda nos esperavam umas valentes subidas, com bom piso mas a subir bem. A chegada à Arruda foi por um trilho que ainda não conhecia. Não me convidem para o fazer a subir. A não ser que seja na época das vindimas ;). Logo a seguir à Arruda voltámos a subir bem, por alcatrão. A volta teve mais de 1800 metros de acumulado de subidas. Por isso, quando chegámos à zona da subida da "agonia" já não havia pernas para subir mais e fazer o trilho do Sobralinho ao contrário. Foi sempre a descer até Alverca, durante muito tempo a quase 50 km/h...

Em Alverca, encontrámos o Sr. Administrador do fórum dos Maníacos do Pedal que nos disse que tinha andado pelos moinhos da Arruda... de carro. Embraiagem, travão, acelerador, travão, embraiagem, acelerador, travão, embraiagem, travão... Resultado: micro-rotura na coxa. LOL

Estas grandes rotas, a dois, são fantásticas. Agora é esperar até sábado pela próxima.

Vila Nova da Rainha - Montejunto - Arruda


GPSies - Vila Nova da Rainha - Montejunto - Arruda - Póvoa de Santa Iria

sábado, 21 de março de 2009

Um café e um pastel de nata em Arruda dos Vinhos

Este sábado fomos tomar um café e um pastel de nata a Arruda dos Vinhos. Mas para que a balança lá de casa não começasse a "dizer" disparates, deixámos o carro em casa e fomos de bike. E para termos a certeza que a balança se vai continuar a "portar bem" fomos pelos trilhos do Sobralinho.

Para não enjoar dos trilhos da zona, desta vez houve novidades. Evitámos uma descida mais manhosa mas ganhámos uma zona mais técnica com muita pedra e... cobras. A Tânia vinha mais a trás e assustou-se com o meu grito! Sim, tive de gritar. Ouvi qualquer coisa ao meu lado direito. Eu a pensar que ia ver mais um (sim já tinha visto vários) coelhito a querer fazer competição comigo mas o que vi foi uma cobra, preta e bem grande. A correr ao meu lado em arco. Só parei um quilómetro à frente mas ainda era bem visível os meus pêlos todos arrepiados. É a chamada pele de galinha. Agora percebo porque é que o pessoal "pró" depila as pernas...



Continuámos a explorar trilhos novos e virámos, literalmente, as costas à subida da agonia e seguimos para Arruda. Trepámos cercas, dissemos "olá" a uns cavalitos e respectivas crias, apanhámos uns trilhos mais manhosos mas lá chegámos a Arruda para o prometido café e pastel de nata. Deliciosos.

A seguir ainda descobrimos um trilho junto à ribeira de Arruda mas depois apanhámos o alcatrão para casa. Como a tentação de explorar trilhos é grande ainda fizemos algumas incursões pela terra e até por ciclovias.

Ainda deu tempo para explorar uns trilhos entre Alverca e Póvoa de Santa Iria.



Pelo Sobralinho até Arruda

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Arruda-Atlântico-Arruda. O relato!

Então cá vai o aguardado relato.



Desde que vimos a referência a este evento que ficámos de olho... Tentámos arranjar companhia mas não conseguimos. Seria a nossa primeira aventura em autonomia. Porque não? Vamos lá. Estava decidido.

Domingo, 21 de Setembro, rumámos à Arruda. Localidade já conhecida de outros trilhos, nada fáceis mas espectaculares.

Fomos dos primeiros a chegar. Entretanto foi chegando mais pessoal. Seriam cerca de 40 pessoas. Entre os participantes estavam 3 meninas.

Começámos a "tirar a pinta" ao pessoal e confirmava-se a nossa suspeita. O nosso carro estaria muito sozinho quando regressássemos do Atlântico...

Pouco depois da hora combinada, arrancámos para os prometidos 95 km com 1300m de acumulado. Calmamente, todos juntos, a aquecer os músculos pelas ruas da Arruda. E eis que surge o momento infeliz do dia. Um automobilista a buzinar constantemente e depois conseguiu dar um encosto a um colega provocando uma queda. Nada de grave mas fica a atitude desta gentinha.

A partir daí foi sempre a subir. De início começámos a ficar só os dois. Já se sabe que a Tânia sobe devagar. Mas sobe.

Até que apanhámos algumas desciditas e umas zonas rolantes. Aí fomos encontrando mais pessoal.

Os primeiros 30 km (aproximadamente) foram muito duros. Muitas subidas e algumas descidas técnicas que não dava para descansar. Fiz algumas à mão, claro. Ainda por cima depois de ter visto um colega cair à minha frente. Não valia a pena arriscar. Era uma descida com um trilho de 30cm rodeado de 2 valas. O mínimo descuido e...

Já disse mas volto a dizer, os primeiros 30km eram muito duros. Quase que não dava para descansar. Nem fotos tirei.

À medida que nos aproximávamos do Atlântico as subidas já não eram tão prolongadas e havia mais zonas rolantes.

Na foto seguinte estávamos no última subida antes de chegar ao Atlântico.



No cimo da subida estava uma placa a dizer "até que enfim". Dá para imaginar a subida, não dá?

Daí para a frente já se sentia a brisa do Atlântico. Estava um tempo muito agradável. Sem vento e muito ameno.

E avistámos água. Ainda não era do mar. Era do rio Alcabrichel. Mas a satisfação não foi muito grande porque entrámos num trilho de calhaus. Durante cerca de 400 metros tivemos de aumentar o ritmo para nos mantermos equilibrados em cima da bike. FS power!

A seguir, uns dos momentos fotogénicos do dia.



Daqui até à Praia de Porto Novo e Santa Rita foi um instante. Apanhámos a ciclovia a subir! Estava difícil chegar ao restaurante... Depois virámos para um trilho fantástico pela falésia até ao local onde tomámos uma pequena refeição.





Aqui está o grupo que chegou quase ao mesmo tempo ao Atlântico.



Estivemos ali parados mais de uma hora a recuperar energias.

E foi aí que a Tânia se lembrou: "Miguel, não parámos em lado nenhum!!". Pois foi, eheh, sempre a andar. Estávamos ansiosos por ver o mar... Como o trilho era, apesar de exigente, muito diversificado nem nos lembrámos de fazer uma pausa. Por vezes íamos em grupo, outras vezes só os dois, e nem demos pelo passar do tempo.

Após do almoço, regressámos todos junto em direcção à Arruda. Éramos cerca de 15 pessoas a pedalar. Como vínhamos em grupo foi muito agradável e até parecia que não tínhamos feito tantos quilómetros até aí.



Ah, também estávamos muito contentes por termos chegado ao Atlântico com 1000 metros de acumulado. Significava que o regresso seria canja.

Mas eis que começa a chover. Paragem para vestir o impermeável.



Mas a chuva foi pouca e pouco depois foi preciso voltar a tirar roupa porque as subidas estavam de regresso.

Depois veio o pior. Tinha chovido bastante por aqueles lados, provocando o aparecimento de lama. Ora, os NOBBY NIC 2.25 e a lama amam-se. Assim que se encontram não há quem os separe. Foi muito complicado transpor algumas zonas. Tive que parar imensas vezes para tirar a lama dos pneus. Até tive de lavar a corrente com água Luso e lubrificar. A Tânia lá se conseguia desviar da zonas piores.

Ainda deu para provar 3 castas diferentes da região do Oeste. Preferi a branca...

Olhando para a altimetria no GPS pensei: "O raio do aparelho está maluco! Dei tanto dinheiro por isto e não vale um caneco!". É que já tínhamos ultrapassado os prometidos 1300 metros de acumulado e continuávamos a subir. Ah, e a Arruda ainda estava longe. Mas, afinal, todos os GPS excederam - em muito - os 1300 metros de acumulado.

O grupo reagrupou-se no santuário de Nossa Senhora dos Milagres. Onde fizemos uma pequena pausa. Que belo alperce que me ofereceram! Onde será que se compram? Vou cuscar...



A partir dali foi sempre a descer (mais ou menos) até à Arruda. Ainda houve tempo para eu quase cair para dentro de uma enorme poça de água. Mas foi só o pé.

Chegámos à Arruda, cerca das 17:30, com 100km feitos e 1550 metros de acumulado. Cumprimos todo o track e chegámos cansaaaaaaaaaaados mas satisfeitos. Muito satisfeitos.

Foi a melhor volta que fizemos até hoje. Foi memorável. Um grande desafio à partida, confirmado pela exigência dos primeiros 30km e agravado pela lama no regresso. Mas foi liiiiiiiiiiiiindo.

Nós fomos dos últimos a passar pelos trilhos e não vimos lixo no chão. Foi o primeiro evento a que fomos em que vimos os trilhos limpos. Muito bem.

Queremos agradecer aos organizadores pelo excelente dia de BTT que nos proporcionaram e, em especial, ao César pela companhia no regresso à Arruda. Na ida para Santa Cruz, fomos-nos cruzando com ele várias vezes o que nos transmitia uma grande confiança. Afinal, havia alguém por perto que conhecia bem a zona.

Ah, afinal o nosso carro ainda estava acompanhado quando chegámos à Arruda.

Arruda-Atlântico

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Passeio grátis em Arruda-dos-Vinhos com tudo incluído

Neste fim-de-semana alargado a disponibilidade não é muita. Mas o vício já é grande e toca a sair para os trilhos. Tivemos conhecimento de um passeio na Arruda-dos-Vinhos e aí vamos nós.

"Hmmm, aquilo é um passeio. Deve ser uma voltita soft". Pois, não era soft. Principalmente no iníco era subir, subir e continuar a subir.

Aqui a Tânia a mostrar a doutrina dos Maníacos:



Momentos para apreciar a paisagem. Afinal compensou subir aquilo tudo.



Força Tânia:



À chegada, depois do banho tomado e lavadas as bikes (pois o passeio também tinha zonas de lama), soube mesmo bem a boa bifana no pão.



O almoço eram grelhados na brasa, canja de galinha e fruta. Tudo servido no fresquinho do jardim municipal.



As únicas meninas presentes: a Tânia e a Sónia:



Elas andam aí. São poucas mas valentes.

E o Sol já começa a ser mais uma dificuldade.