Bla, bla, bla (isto para começar um post, promete...), que este ano é o do Sporting, que o Sporting olé, que só eu sei porque não fico em casa, e bla, bla, bla...
Eu fui ver.
Inscrevi-me na corrida do Sporting, equipei-me com uma cor neutra e fui ver a toca do leão.
Mas não vi, estava tudo fechado. Guardei um pouca de energia para o sprint final, em glória, dentro do estádio, mas a meta era nos arredores... Ainda por cima a subir!
A minha prestação, em modo de treino para outras paragens, teve duas partes distintas. A primeira em modo mostra-o-que-vales e a segunda em modo estás-todo-queimadinho-agora-aguenta. Gostei mais da primeira parte, apesar do resultado negativo da prova de aferição...
Brioooooooooooooooooosa...
Adenda: agora que fui ver as classificações, é capaz de ser - mesmo - o ano do Sporting. Acho que nunca fiquei tão bem classificado numa prova! Fiquei em 973.º em 4240 participantes (3150 com um tempo inferior a uma hora).
Disclaimer: não sou adepto de nenhum clube dos chamados grandes.
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domingo, 1 de dezembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
20kms, entre o trabalho e o jantar.
Esta sexta-feira foi dia de fazer algo diferente. Ir a correr, depois do trabalho, para casa!
Depois de um breve aquecimento nos jardins do Campo Grande, fiz-me à estrada. Primeiro pelo bairro de Alvalade - com receio de levar alguma bolada (dizem-me que este ano há muitos golos por lá) - avenida do brasil e, primeira dificuldade do dia, subir da rotunda do relógio para a zona da feira do relógio.
Depois, tenho a dizer o seguinte: a avenida Marechal Gomes da Costa é enooooorme... Felizmente era a descer, o que não trouxe grande vantagem pois a ideia do treinador era ir num ritmo minimamente confortável.
A opção de descer até ao Parque das Nações, adicionou mais quilómetros mas tem a vantagem de não ter trânsito. É certo que perdi o diploma de atleta-com-mais-quase-atropelamentos-nas-passadeiras-dos-olivais-encarnação-e-portela, o que - se calhar - até é bom.
Na foz do rio Trancão, termina a parte agradável e começa a parte pior: correr na N10. Não há grande história para contar para além do óbvio: barulho, poluição, mau cheiro da ETAR, fábricas... Chega? É que ainda há aquelas pessoas que buzinam e tiram a cabeça de dentro do carro para gritar não sei o quê... Não vale a pena, não ouço. Não dispenso os phones, pelo menos em zona urbana.
Já cheguei de noite, embora a última parte tenha sido feita em passeios, trilhos e zonas residenciais.
Aqui fica o registo, fotos não há. Uma falha grave na história deste blogue, mas para a próxima tiro uma às linhas longitudinais da estrada. É melhor tirar às guias, para não ter de ir para o meio da estrada.
Depois de um breve aquecimento nos jardins do Campo Grande, fiz-me à estrada. Primeiro pelo bairro de Alvalade - com receio de levar alguma bolada (dizem-me que este ano há muitos golos por lá) - avenida do brasil e, primeira dificuldade do dia, subir da rotunda do relógio para a zona da feira do relógio.
Depois, tenho a dizer o seguinte: a avenida Marechal Gomes da Costa é enooooorme... Felizmente era a descer, o que não trouxe grande vantagem pois a ideia do treinador era ir num ritmo minimamente confortável.
A opção de descer até ao Parque das Nações, adicionou mais quilómetros mas tem a vantagem de não ter trânsito. É certo que perdi o diploma de atleta-com-mais-quase-atropelamentos-nas-passadeiras-dos-olivais-encarnação-e-portela, o que - se calhar - até é bom.
Na foz do rio Trancão, termina a parte agradável e começa a parte pior: correr na N10. Não há grande história para contar para além do óbvio: barulho, poluição, mau cheiro da ETAR, fábricas... Chega? É que ainda há aquelas pessoas que buzinam e tiram a cabeça de dentro do carro para gritar não sei o quê... Não vale a pena, não ouço. Não dispenso os phones, pelo menos em zona urbana.
Já cheguei de noite, embora a última parte tenha sido feita em passeios, trilhos e zonas residenciais.
Aqui fica o registo, fotos não há. Uma falha grave na história deste blogue, mas para a próxima tiro uma às linhas longitudinais da estrada. É melhor tirar às guias, para não ter de ir para o meio da estrada.
domingo, 30 de setembro de 2012
Vodafone Meia Maratona RTP Rock 'n' Roll
Já sou, oficialmente, metade de alguma coisa. Concluí a Vodafone Meia Maratona RTP Rock 'n' Roll.
Tempo Final 1:55:07
Tempo Chip 1:54:47
Classificação por Escalão (M35): 359/796
Classificação Geral: 2027/4894
Não foi a prestação pretendida, foi a possível. Mas ficou o gosto pela experiência, a repetir.
Tempo Final 1:55:07
Tempo Chip 1:54:47
Classificação por Escalão (M35): 359/796
Classificação Geral: 2027/4894
Não foi a prestação pretendida, foi a possível. Mas ficou o gosto pela experiência, a repetir.
domingo, 10 de outubro de 2010
A primeira prova: Corrida do Aeroporto

Ultimamente temos percorrido meio Portugal e arredores em BTT. Fizemos peregrinações, travessias de três dias, de dois dias, voltas de um dia inteiro ou simplesmente voltinhas de uma manhã. Era tempo de diversificar, arranjar outros desportos. As caminhadas estão a levar-nos a conhecer outro meio mundo, como recentemente nos Picos de Europa.
A Tânia não gosta de correr, apesar disso os seus Pegasus já têm uns quilómetros... Mas, tal como no BTT, a parte competitiva é que lhe passa completamente ao lado!
Eu propus-me experimentar duas corridas aqui na zona de Lisboa: Corrida do Aeroporto e Corrida do Tejo. Obviamente que a vertente competitiva é comigo próprio, saber se vou ser mais rápido na próxima corrida, já que não tenho tempo nem paciência para grandes treinos. Por isso estou condenado a ser classificado para lá do meio da tabela.
A primeira corrida foi este domingo, organizada pelo ClubeANA de Lisboa, a Corrida do Aeroporto.
Levantei o dorsal e o chip no dia anterior. Quando abri o envelope, deparei-me com uma peça de plástico branco (o chip) e um pedaço de papel pouco mais pequeno de um A5 (dorsal). O que fazer com isto? Lá descobri que o chip era para fixar dos atacadores e o dorsal fixava-se com alfinetes, felizmente havia uns cá por casa. Parece que levava um arco-íris à volta do dorsal mas não foi ao vento.
Cheguei alguns minutos antes da partida, ainda a tempo de participar numa sessão de aquecimento (alongamentos). Perto das 10:10 (hora oficial de partida) o aquecimento acabou e era tempo de ocupar um lugar na partida. "Quem for fazer a caminhada de 3km é favor não ocupar os lugares da frente", ouvia-se da speaker de serviço. Oh, mas havia lá tanta gente a precisar de uma consulta aquele médico com um nome complicado de dizer, otorrinolaringologista!
Depois de ultrapassar uma muralha de pessoas, acelerei o ritmo. E desatei a correr como se não houvesse amanhã. Ou melhor, como se a corrida só tivesse 3 quilómetros. Pouco tempo depois, já estava com dor-de-burro e vontade de arrotar. Tinha entrado na pista de atletismo Mário Moniz Pereira. A suavidade da passada não me trouxe grandes melhorias, estava cansado, pouco depois estava a placa dos 5 quilómetros! Bonito serviço, estava a meio da corrida e já não podia com um porco pelo rabo. Sim, com um porco, com um gato claro que podia mas não se deve fazer isso aos gatos!
Nunca tinha corrido mais de 7 quilómetros, comecei a ver a coisa complicada. Abrandei o ritmo, no abastecimento peguei numa garrafa de água e bebi uns goles em andamento, usei o resto da água para me refrescar e deixei-me ir a gerir os esforço. Ía mais ou menos ao ritmo dos meus companheiros, mas nas descidas passavam por mim umas 20 ou 30 pessoas e eu não conseguia correr mais depressa. Decididamente tenho de treinar descidas...
A partir dos 6 quilómetros comecei a sentir-me melhor, aumentei o ritmo e recuperei algumas posições. Inesperadamente, visualizei a meta antes da placa dos 9km, aumentei ainda mais o ritmo e terminei ao sprint. Impensável pelo que passei no meio da corrida.
No final, soube que afinal a corrida teve apenas 9 quilómetros devido a obras na zona da prova.
Consegui o tempo de 46 minutos e 10 segundos, classificando-me no lugar 455 entre 1172 atletas, com uma passada de 05:07 min/km. Acho que foi muito bom, não esperava um tempo tão bom. Nem a Tânia que quase não me via passar, pela primeira vez, uma linha de meta!
No final mais uma sessão de alongamentos patrocinada pela organização.
Até breve, na Corrida do Tejo.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Newbie runner
Quando a cabeça não tem juízo... O corpo é que paga!

Com tanta coisa para comprar logo havia de ter a infeliz ideia de comprar umas sapatilhas para correr. Sim, para correr!
Podia ter comprado uns moccasin da Geox (respira!) ou uns earthkeepers da Timberland. Mas não, foram umas sapatilhas para correr!
Ou mesmo umas Crocks, ou simplesmente uns chinelos para ir à praia. Mas não, foram umas sapatilhas para correr!
Se queria comprar alguma coisa, pelo menos podia ter feito a menina feliz. Mais feliz, vá! Podia-lhe ter oferecido umas sabrinas ou umas Hunter para usar no Inverno. Sim, eu sei que está calor, mas já cá ando há umas boas primaveras para saber que a chuva e o frio estão à espreita... Mas não, foram umas sapatilhas para correr! Para mim. Podiam ser para ela, mas o tamanho 44 era capaz de lhe ficar um bocado largo naqueles pezinhos de princesa.
Será que dão para calçar em casa para ver televisão, comer tremoços e beber cerveja preta? Não, são umas sapatilhas para correr!
Com tanta coisa para comprar logo havia de ter a infeliz ideia de comprar umas sapatilhas para correr. Sim, para correr!
Podia ter comprado uns moccasin da Geox (respira!) ou uns earthkeepers da Timberland. Mas não, foram umas sapatilhas para correr!
Ou mesmo umas Crocks, ou simplesmente uns chinelos para ir à praia. Mas não, foram umas sapatilhas para correr!
Se queria comprar alguma coisa, pelo menos podia ter feito a menina feliz. Mais feliz, vá! Podia-lhe ter oferecido umas sabrinas ou umas Hunter para usar no Inverno. Sim, eu sei que está calor, mas já cá ando há umas boas primaveras para saber que a chuva e o frio estão à espreita... Mas não, foram umas sapatilhas para correr! Para mim. Podiam ser para ela, mas o tamanho 44 era capaz de lhe ficar um bocado largo naqueles pezinhos de princesa.
Será que dão para calçar em casa para ver televisão, comer tremoços e beber cerveja preta? Não, são umas sapatilhas para correr!
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