O Arruda-Montejunto já dispensa apresentações, uma evento com alguma dificuldade (principalmente devido à altimetria), guiado por GPS e completamente gratuito. A organização disponibiliza o track para o GPS e à hora marcada, apesar de ser no Inverno, o estacionamento junto da praça de touros enche de carros com bicicletas em cima ou desmontadas na bagageira.
À hora marcada partimos todos juntos em direcção à serra da Montejunto, o grupo vai-se dispersando à medida que as dificuldades (subidas) vão aparecendo. Há também muita gente que, mesmo não tendo GPS, se consegue juntar a grupos que tenham e aí está a camaradagem no BTT.
Este ano apanhámos alguma lama, principalmente no início da subida para Montejunto. Por vezes pedalava-se mas a bike não saía do sítio ou andava mesmo para trás!
O final da subida foi feita por estrada o que ajudou imenso, a subida do ano passado era impraticável.
À nossa espera no topo da serra estava o Sol. E a Tânia. E uma garrafa de Licor Beirão! A Tânia foi-nos levar um miminho lá ao topo da serra. Obrigado.
A organização ainda disponibilizou um abastecimento, completamente grátis, em Montejunto.
A descida também foi um miminho. Claro que não a fiz toda montado na bike, era demasiado técnica. E perigosa, não podia arriscar. Ainda estava longe de casa.
Participei nesta aventura com uma mão cheia da Maníacos do Pedal.
Depois da descida, e de uma paragem para abastecimento, arrancámos a todos o gás e acho que só parámos na Arruda. Eu aproveitei o "balanço" e vim a pedalar para casa! Foram quase 80 quilómetros. Se isto fosse o Facebook já colocava aqui um 'like'...
Este domingo fizemos parte da trupe dos Maníacos do Pedal às ordens dos entroncamentenses (ou egitanenses) Beta e Manel. Fomos todos convidados para uma voltinha para aquelas bandas, com banhoca e almoço no final.
As voltinhas para aqueles lados têm de levar aspas, aquilo é só subidas!
Logo à chegada fomos presenteados com um café quentinho de um termo XXL. Conversa para aqui e conversa para ali, está na hora de pedalar. Já conhecia a maioria dos trilhos, mas mais limpos.
Ao chegar a casa enchi a banheira de betadine e meti-me lá dentro. Tenho os braços e pernas todos arranhados. Não, não foi o gato. Com esta brincadeira ainda arranjei problemas cá em casa, agora o gato pensa que foi outro gato que me arranhou! Vamos lá ver se vou trabalhar de mangas compridas ou quero-lá-saber-dos-olhares-e-comentários e vou de manga curta. Uma coisa é certa, vou esgotar o stock de betadine cá em casa. E a menina também. Já andou ali no baú à procura de vestidos compridos...
O destino era o Aqueduto de Pegões, próximo de Tomar. Aliás, este aqueduto foi construído precisamente para abastecer de água o Convento de Cristo. Após a foto de grupo, demos meia volta e regressámos ao Entroncamento. Só que o trilho estava quase fechado de silvas, cardos e todo o tipo de mato ideal para arranhar os nossos braços e pernas desprotegidas. Até havia carraças...
Já perto do final, antes de entrar no refrescante Parque do Bonito, a organização providenciou um banhinho de água fresca..
No final, banhos de água quente, uma cortesia da Câmara Municipal do Entroncamento. E siga para o almoço.
Aqui fica um vídeo de alguns trilhos que fizemos. Obrigado aos anfitriões e até breve. Vou só ali a Sintra plantar umas silvas...
... E Sacavém, Unhos, Frielas, Fanhões, Vialonga e mais uma quantas lá pelo meio.
Mais um feriado, desta vez religioso (festa da Imaculada Conceição), mais uma voltinha pelos montes e vales em BTT. Começámos por estrada, primeiro a rolar, depois a empinar bem até ao cabeço de Montemor. Ali para os lados de Loures. Subimos até um santuário, não me recordo do nome. Mas hei-de lá voltar só para tirar uma foto. Tem uma vista fenomenal. Dá para ver a capital, Sintra e a margem sul. Vê-se bem o Cristo Rei. Com um bocadinho (grande) de imaginação até dá para ver um grupo de turistas Japoneses com as últimas novidades em máquinas fotográficas da SONY a fotografar tudo e todos...
A seguir andámos por alguns trilhos, pesados da chuva que tem caído, e depois novamente a subir, e bem, até Montachique. Trilhos até Fanhões e bora lá para casa que já é meio-dia e meia...
Fotos? Bem, só uma e à chegada:
Na volta, apesar de algum entra e sai, chegámos a ser 10.
Com tantas subidas, o acumulado já se está mesmo a ver: atingiu os quatro dígitos!
Mais um dia em que a previsão de chuva era para a tarde e às 9 da manhã já chovia. Ninguém percebe nada disto... Ou o "tempo" é mais esperto e troca as voltas às previsões!
Nunca tinha andando com tanto nevoeiro. A 5 metros de distância já não se via nada. Por isso evitámos andar por estrada o mais possível. Fizemos uns trilhos porreiros lá para os lados do Calhandriz. Mas quando o tempo secar é que vai ser giro ;)
Demos meia volta, subimos a "Agonia" e mais um pouco até que apanhámos a descida para Bucelas. Num "pulinho" já lá estávamos. Felizmente o nevoeiro levantou porque agora seguíamos por alcatrão.
Foi uma voltinha curta, com muitas subidas, dificultada pelo nevoeiro e pelo terreno pesado.
Há uns largos anos (Em 1640, precisamente. Tempos de monarquia.) iniciava-se uma revolta para restaurar a independência de Portugal. Nós agradecemos o feito, porque agora é feriado, e fomos comemorar para Monsanto.
Acho que comemorámos bem a coisa. Não fizemos motins nem desrespeitámos, como se fazia naquela altura, mas pedalámos 70 km com 800 metros de acumulado.
Éramos 10:
Como saímos cedo de Monsanto, ainda fomos ver a nova ciclovia de acesso ao parque de Monsanto. Agora é mais fácil atravessar a cidade.
Cá estamos nós na ciclovia:
(Foto do Carlos)
Ainda fomos ver a árvore de Natal da ZON e depois sempre a descer até ao Marquês de Pombal, Rossio, Rua Augusta, zona ribeirinha e sempre a rolar até casa.
Acordámos com o despertador. Mas quem é que colocou o despertador para esta hora da madrugada?!!! Pensei eu. Ops, fui eu! Pior foi levantar, ir à janela, e não se via absolutamente nada com tanto nevoeiro. Mas pelo BTT, ainda por cima em Sintra, fazemos qualquer coisa.
O IC19, desta vez, deu-nos uma boa notícia. Apesar do nevoeiro intenso em Lisboa, em Sintra estava um lindo dia de Sol.
Antes de chegar ao azul da lagoa, parámos no verde da estação da BP, antes do arco do Ramalhão, para tomar o pequeno almoço: um café e uma queijada. Mesmo assim ainda chegámos a horas.
Quanto aos trilhos, nada a dizer. Espectacular, como sempre. Maníacos do Pedal e Sintra é sempre um espectáculo.
A chuva, por aqueles lados, quando cai não estraga muito e é sempre uma alternativa para os dias de Inverno que se aproximam.
Trilho dos jipes, maravilha, Capuchos, Monge e muitos mais que não sei o nome mas garanto que são fixes. Por vezes apareceram umas "paredes" mas a pé ou a pedalar fizemos aquilo tudo e chegámos ao carro felizes.
Este sábado fomos andar pelos trilhos da Tomada dos Fortes. Atalhámos na zona de A-do-Mourão (já conhecíamos) mas fizemos o trilho todo na zona de Arranhó, A-dos-Arcos, (atalhámos nas eólicas), A-de-Camondes, Bemposta e Freixial. Como começou a chover, apanhámos o track de fuga - também da Tomada dos Fortes - até Bucelas e pedalámos o mais que pudemos porque estava a ficar frio.
Trilhos muito bons, alguns à prova de lama (calçada militar ou romana, não sei), poças de água, descidas técnicas e trilhos sabotados...
Mas começando pelo início. Estava com algum receio de encontrar os trilhos estragados pela lama. Mas o vento dos últimos dias secou a lama e em alguns locais parecia alcatrão.
Uma subida, algo técnica, no inicio das voltas para estes lados também estava muito melhor. Com a passagem da trupe da Tomada dos Fortes, as pedras foram todas afastadas do trilho. É uma pena. Assim já não tem tanta graça.
Hoje também era dia da Transconcelhia. Um passeio de BTT organizado pela câmara municipal de Vila Franca de Xira. Este ano com o tema: "Invasões Francesas. Tenente Coronel Richard Fletcher - A cronstrução secreta das Linhas de Torres".
Claro que quando vimos o senhor coronel parámos logo as burras. Afinal o coronel era de... Papel.
Aproveitámos e tirámos a foto de grupo:
A ideia inicial era ir só até A-de-Camondes. Mas as meninas ainda queriam subir mais e, então, fomos até às eólicas a avistar Sobral de Monte Agraço. Começou a chover... Que chatice, as previsões diziam que só chovia depois das 13 horas.
Começámos a descer, por uma calçada (a tal militar ou romana, não sei) traiçoeira.
A chuva ora parava ou chateava. Os trilhos também começavam a ficar mais pesados. Por vezes quase impossíveis. Apanhámos duas descidas... Interessantes. As poças de água começavam a ser mais frequentes e maiores. O trilho até ficou "picante". Decidimos apanhar a estrada e regressar à base (casa).
Ah, ainda apanhámos um trilho sabotado por uma enorme árvore caída a ocupar todo o trilho.
Este fim-de-semana estava pensada uma "voltinha", a dois, para descobrir trilhos novos. Durante a semana delineámos o track com a ajuda do Google Earth. À última da hora juntou-se a nós a Carla e o BOY_SCOUT. A volta "solitária" transformou-se num dia de excelente camaradagem com direito a dois banquetes, construção civil e muitas subidas, claro. Foi mesmo giro, obrigado por terem vindo.
Começámos pelo trilho do café em Arruda, contornámos os cães e subimos até A-do-Mourão. Só parámos na habitual ZA, junto a um moinho de vento com vista para Arruda-dos-Vinhos. Até lá era sempre a descer por estrada.
Mas nós gostamos é de trilhos. Virámos à esquerda, passámos por Louriceira de Cima e... Apanhámos as primeira amostras de lama. Nada que impedisse a nossa passagem. Foi sempre a andar até o trilho marcado no GPS nos levar até à construção de uma ETAR. Bem vedada para impedir a nossa passagem. E agora? Voltámos a trás, passámos por um campo de cultivo e apanhámos outro trilho até Monfalim. Para compensar o tempo perdido, arranjei um atalho - bem empinadinho - por alcatrão.
Logo a seguir entrámos num single-track espectacular. Tinha muitas pedras e paus mas ora a pedalar ora à mão deu para fazer. Só não deu para continuar quando vimos uma bica de água a sair de uma mina. "Ai, um riacho, até dá para beber água", ouvi eu que tinha ficado lá atrás a filmar. A Tânia até fez umas cócegas à água. Está no vídeo: "cutchi cutchi"...
Aquilo era um trilho à moda de Sintra, deixámos ir o BOY_SCOUT à frente. Fomos encontrá-lo a aplicar os seus dotes de engenheiro civil na reconstrução de uma ponte que tinha sido levada pela água. Isto é camaradagem, pode haver quem não a aproveite e passe com a bike à mão... Deve ter tido boa nota a Dinâmica de Estruturas. Não sei se fez uma Análise Estática da Estrutura, mas deu para passar. A medo...
Mais uma subidinha e estávamos em Sobral de Monte Agraço. O local da ZA já estava há muito escolhido, já nos tinham convidado para ir lá tomar um café, o famosíssimo Pau da Canela. Chegámos, olhámos e constatámos... É chique demais para entrarmos lá assim vestidos. Ninguém queria lá ir buscar os cafés... Solução? Entrámos todos...
Com o bolinho na barriga subimos, de seguida, uns 200 metros de altimetria. Quase no topo passámos por um caminho militar do tempo das Linhas Defensivas de Torres Vedras. As linhas de Torres eram linhas de fortificações militares que... Bem, esta história fica para a semana, depois da Tomada dos Fortes.
Como o vento estava forte, começámos a ouvir o barulho de motores a 2 tempos. Avançámos com cuidado porque os trilhos eram estreitos. Mas afinal essas máquinas, que para andar basta rodar o punho, andavam numa pista própria. As coordenadas são: 38°58'59.11''N, 9° 9'52.54''W.
Apanhámos novamente o trilhos do "O Oeste é que é giro". Desta vez não queria passar pela descida onde rebentei o pneu, a alternativa arranjada "em cima do joelho" é igualmente a descer e ficou aprovada.
Com mais ou menos estórias chegámos à Charneca, para o segundo banquete. Ah, antes da Charneca o BOY_SCOUT viu uma cadeira abandonada. Deixámos as meninas irem embora e nós fomos fazer poses para a foto.
A ZA veio mesmo a calhar para o BOY_SCOUT. Ainda lhe perguntei se queria partilhar uma coca-cola, mas ele respondeu "até bebo duas!!" Aproveitámos também para alongar os músculos. Esperáva-nos a subida a Montachique. E era preciso chegar lá também. Ainda faltavam umas boas subidas. Seguimos todos juntinhos não fosse a Tânia perder-se outra vez naquela zona...
Chegados a Montachique, deixámos a subida até lá a cima para outro dia. Afinal, há gente que trabalha ao sábado... Não pensem que se livram! Para a próxima é que é...
Então, virámos para Fanhões. Sempre a descer e o resto já se sabe: dores nos pulsos para toda a gente.
E foi assim este sábado pedalante. Obrigado Carla e BOY_SCOUT pela vossa companhia.
Estatística (desde Alpriate): Distância: 70.44 km Tempo a pedalar: 5:33 Acumulado positivo: 1653 m
Uma nota final sobre o vento. Estava forte e por vezes muito forte. Mas nunca o apanhámos de frente. Só de lado e, às vezes, até nos ajudava. É um porreiro...
Depois de lá termos estado e pensado: "olha, aqui está uma boa ideia para uma GR dos Maníacos!", apresentámos a ideia e conseguiu-se juntar 10 pessoas.
Para já vejam aqui o que o pessoal achou da GR. Parece que foi giro.
Esta volta foi com 5 estrelas: o João, o Lúcio, a Carla, o Miguel e a Tânia.
Passámos pelas piores (ou melhores, depende do ponto de vista) subidas da região. A primeira foi subir de Vialonga até ao topo do Monte Serves. No início andámos por umas veredas a ver se deixávamos peso para trás... Acho que todos deixámos. Deixem-me confirmar aqui nas minhas pernas... Confere!
Depois fizemos algum sobe e desce até Arruda. Para aqueles lados ou andamos por alcatrão ou por trilhos manhosos. Não há meio termo.
Correu tudo bem menos para a Carla. Imaginem quem pagou a conta destes comilões esfomeados? Não fui eu nem a Tânia, nem o João, nem o Lúcio... Já adivinharam? Obrigado Carla.
Com a barriga composta despedimo-nos de Arruda sempre a subir. Valente subida. Mas foi giro, seguimos todos juntos a falar de comboios...
Depois vimos a Agonia e contornámos as dificuldades, que é como quem diz: fomo-nos meter noutra pior já nossa conhecida... Os cães até roiam a rede à nossa passagem. Devem ter apostado um com o outro: "Eu rôo esta rede de aço se aqueles gajos conseguirem subir por ali"...
Quando a coisa melhorou foi sempre a subir até apanhar a descida para Bucelas. Aquela subida da GR do Oeste. A descer é que é giro.
E foi mais ou menos isto. Quando quiserem ir tomar um café a Arruda, vão com a Carla.
Enquanto não chega a época das chuvas é precisa aproveitar todos os "bocadinhos" para pedalar. Este fim-de-semana aproveitámos o sábado e o domingo.
A voltinha começou pela Mata do Paraíso, em versão simplificada. Descer a abrir para ganhar balanço para a subida dos Pneus. Na segunda curva virámos à direita e upa upa até à Central Eléctrica de Fanhões. Mais uma subidita e já estávamos a embalar na descida para Fanhões. Seguiu-se a subida até ao sopé do cabeço Montachique. O jvmh comparou aquele trilho aos da zona de Minde. Dá para perceber a existência de pedrinhas? Subimos até ao topo do cabeço. Depois da descida (está um pouco estragada pela chuva) passámos por cima da A8 e fomos fazer uma descida ainda pior. Voltámos a subir em alcatrão e depois sempre a descer, ao lado da A8, até à ribeira sem água da GR do Oeste. Mais uma pequena subida e novamente a descer até ao Infantado. Rolar até Alpriate e empinar por ali acima.
À hora marcada - uns minutos antes das 13h - estávamos em casa.
Estatística: Distância: 43.69 km Tempo a pedalar: 3:35 Acumulado positivo: 1026 m
Ao décimo sétimo dia do mês de Outubro do ano da graça de 2009, juntaram-se em Alpriate o clã da Póvoa de Santa Iria e o clã de Lisboa/Sacavém. Tínhamos um empate, 3-3. miguelna, TÂNIAROCHA e jvmh pela Póvoa e Cepo, Pacha e MoreiraBTT por Lisboa/Sacavém. E agora? Como desenpatamos? Felizmente chegou o El Paso e a Póvoa de Santa Iria ganhou!
Seguimos para a Mata do Paraíso pelos trilhos habituais. Desta vez não fomos provocar os cães e descemos um pouco antes. Aqui a Tânia sentiu que alguma coisa não estava bem com os pneus. Pois... Ainda estavam com pressão a mais da última volta...
O trilho paralelo às pedreiras faz-se bem "a abrir". Mas hoje fizemo-lo devagarinho à procura de um trilho que nos levaria rapidamente a Bucelas. Andámos, parámos, procurámos, andámos mais um bocadinho, parámos, procurámos e... Nada.
Andámos mais um pouco e... Cá está ele. O trilho que o Cepo procurava. Ora montados na bike, ora com ela à mão, lá avançámos por ali a baixo. O trilho é brutal, mas como se disse: "precisa de ser usado". Nota-se que não passa por ali ninguém. Tem muitas pedras e mato ávido de nos dilacerar as pernas e os braços.
Com mais ou menos tecido nos jerseys e mais ou menos pele lá chegámos a Bucelas. Fizemos uma pausa para café.
A seguir esperava-nos parte do trilho das Bragadas de 2007. Só o nome assusta, apesar de eu não ser desse tempo. Subidas e mais subidas por entre vinhas e ainda até Santa Eulália. E depois de uma grande subida? Exacto, uma grande descida até Vialonga, passando novamente pela Mata do Paraíso.
O clã de Lisboa/Sacavém seguiu pelo Trancão e nós subimos até ao parque de Santa Iria. Ainda fizemos uns trilhos na Póvoa de Santa Iria.
Estatística:
Distância: 39.73 km Tempo a pedalar: 3:23 Acumulado positivo: 770 m
Nota: o telemóvel do El Paso não parou de tocar a volta toda. Ou é um gajo muito ocupado ou fazia anos e não disse nada para não pagar o café em Bucelas.
Era para ser um fim-de-semana com uma voltinha soft ali para os lados de Coruche. Mas quando vi que o Arruda-Atlântico era já dia 27 mudou tudo. Tinha de arranjar, à pressa, uma volta grande para cansar as pernas. De um momento para outro já tínhamos uma trupe de Maníacos do Pedal para nos acompanhar em mais uma edição de "O Oeste é que é giro". Como éramos muitos, não podia inventar muito no percurso. Por isso, foi juntar tracks que já tinha percorrido. A volta ficou com 70 quilómetros e 1400 metros de acumulado (ou 1600 para assustar)...
Já viram que estes Maníacos falam falam... E pedalam ainda mais. Eu queria manter o ritmo lento para evitar paragens mas não os consegui abrandar. Deixei-os seguir na dianteira serras acima.
Nas descidas normalmente ia à frente. Aqui não podia haver enganos. Numa dessas descidas, bem enlameada por águas de rega, ouvi a minha roda de trás a fazer fffffffffff. Tou lixado! O raio do pneu rebentou. Consegui controlar a bike e encostei-me a uma parede. Depois disto foi uma hora a resolver a situação. Obrigado a todos pela ajuda. Em casa retirei o acidentado Schwalbe Racing Ralph e voltei aos Nobby Nic. Agora tenho muito mais grip.
A partir daí parece que levava um cesto de ovos na mão. Estava sempre com medo que o rasgão se abrisse mais. Qualquer dia vou lá voltar para me vingar...
A volta continuou até à única ZA prevista. Depois do "almoço", para surpresa minha, só tivemos duas baixas (uma por lesão e outra pelo adiantado da hora). Com o adiantado da hora pensei que toda a gente queria atalhar a volta. Mas estávamos ali para fazer BTT, e como o dia estava reservado, "bora lá" enfrentar as subidas.
Após a dura subida da serra de Montemuro foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão. Estava completa a nossa grande rota que se transformou numa memorável grande rota maníaca.
Era um tarefa difícil mas, como se costuma dizer, alguém tinha de o fazer. Ligar, por trilhos, a Mata do Paraíso, passando por Bucelas, até ao Sobralinho.
Partimos, os três, logo a subir pela Mata do Paraíso. Após termos conseguido distrair os cães descemos para a estrada que nos levaria a Bucelas. Daí foi sempre a subir até Santiago dos Velhos. Um track marcado através do Google Earth, mas correu bem. Havemos de lá voltar no Inverno. Parece que irá ser giro...
De Santiago dos Velhos, foi quase sempre a descer até à zona da "agonia". Não a descemos. Optámos por fazer um trilho alternativo que tínhamos conhecido na semana passada. Faz-se melhor a descer ou a subir? Que venha o Mafarrico e escolha. Mas foi giro. Passámos com distinção.
Depois voltámos a subir, para depois descer a célebre subida do Sobralinho. Aqui sim, faz-se melhor a descer LOL. Depois foi a rolar pela zona do Trancão, com umas malvadezas lá pelo meio...
Foi uma volta em que elas, as meninas, estavam em vantagem. Mesmo assim, fui eu que escolhi o track e não se queixaram dos quase 1000 metros de acumulado. Parece que só a última subida é que era "desnecessária".
A subida da "Agonia" que se cuide! É que já arranjámos alternativa, por trilhos. Ou será que temos de ser nós a cuidarmo-nos?!! É que a alternativa ainda é pior...
Do resto da volta há a dizer mais duas coisas. Fomos mostrar uns trilhos novos que descobrimos na zona do Sobralinho e apanhámos uma caloraça que até fez dor-de-cabeça.
Ah, e também fomos presenteados com uma alucinante descida em direcção a Calhandriz. Feita a ritmo de caracol. É que se não acertasse com as rodas no pequeno pontão... Já se está a ver o resto, não?
Fotos?!! Só à chegada a casa. Olhem para este single tão giro!
Este sábado subimos até ao Cabeço de Montemor com os Maníacos do Pedal. Se da última vez apanhámos alguma lama, desta vez os trilhos estavam bem secos convidativos a largar os travões nas descidas.
O pior foi a avestruz a complicar a foto de grupo. Estavam todos com medo de ser "picados". Mas ela foi nossa amiga.
Hoje juntámos-nos aos Maníacos do Pedal para umas pedaladas por Monsanto. Estas voltas com atravessamento de Lisboa inclui sempre gelado ou bolos. Hoje, como o dia até estava fresco, foi... Gelado!
O dia acordou claro e nós com vontade de pedalar. Preparámos as coisas e pedalámos até ao ponto de encontro. Chegámos alguns minutos atrasados mas a tempo do inevitável café e vamos lá até ao segundo ponto de encontro, junto à RTP. Na subida dos Olivais o Maníaco Cepo fez as "honras do trilho" de um single-track que era espectacular de fazer a descer. Haveríamos de o fazer no final da volta. Muito bom, não fossem umas razias com o capacete a algumas árvores.
Então e o gelado? Foi onde?
Ainda não foi agora. Era cedo e estava tudo fechado. Avançámos rapidamente pelas ruas de Lisboa até à mata de Monsanto. Após conversação para definir o trilho, o Cepo passou para a frente. Estamos tramados, pensei eu. Vêm aí descidas loucas. Mas não. Foi subir, subir e subir mais ainda até ao Parque de Desporto no Penedo. Estávamos a 174 metros acima do nível médio da água do mar. Afinem essas "cebolas"...
Então e o gelado? Foi aí? Junto ao moinho de vento?
Não! Agora era tempo de descer. E subir, para voltar a descer, um trilho (na zona dos Montes Claros) bom para as carraças. Hoje deviam estar de folga ou a fazer greve porque não nos pegaram.
Olhem lá. Nos Montes Claros tem um restaurante. Devem ter gelados...
Pois, se calhar têm. Mas não foi lá. Foi na Igreja de Caselas que encontrámos o Jaime e a Carla. Há paletes de tempo que não pedalávamos juntos. Esperem aí! Não foi na Igreja. Foi junto da Igreja. Gostámos de vos ver a pedalar.
E depois o que é que há? Quem conhece sabe que são aquelas escadas esquisitas em que os degraus são do tamanho da bike e as duas rodas caem ao mesmo tempo, de degrau em degrau.
A partir daqui foi sempre a descer até Algés.
Não, não foi na estação de Algés que tomámos o gelado. Mas fica uma pista: estação.
"Estação"? Então é fácil. Foi na estação do Oriente. É sempre...
De Algés até ao Jamor foi um pulinho. Fomos "visitar" uns trilhos na margem esquerda da ribeira. Muito gira a vista para a foz do rio Tejo. Um bom local para a foto de grupo. Belo tripé que eu construí, literalmente (private joke).
Descemos, passámos a ribeira (pela ponte) e fomos fazer os habituais trilhos do outro lado da ribeira. Bela descida...
E "bora lá" para Monsanto outra vez fazer uns trilhos rápidos porque o gelado estava à nossa espera... Na estação de comboios de Sete-Rios. Delicioso. Nota-se, não?
Bons trilhos, melhor companhia e um acumulado com 4 dígitos.