Mostrar mensagens com a etiqueta Arrábida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arrábida. Mostrar todas as mensagens

domingo, 17 de abril de 2011

Arrábida, o melhor que sei e posso.

Quem me conhece sabe que eu faço sempre o melhor que sei e posso! Quando não faço ronha, claro. No BTT tenho duas modalidades: passeio, grandes passeios que dou com a Tânia onde se pára por tudo e por nada, e voltinhas (ou voltitas) onde se pedala com convicção tentando tirar o máximo prazer da bicicleta e dos trilhos.

Hoje tivemos uma voltinha na Arrábida, quarenta e cinco quilómetros do melhor que há na Arrábida. Muitos trilhos, muitas subidas, algumas descidas (muitas também) e até uma ligação em alcatrão para podermos conhecer outros trilhos dentro do horário que tínhamos disponível.

A nossa foto de grupo, xiiii tantos! Estão a ver quem são?



Não?!! E agora?



Éramos poucos mas bons, as paragens foram poucas e, assim, conseguimos fazer muitos quilómetros por trilhos exigentes como é o caso da Arrábida. Chamam-lhe a "serra mãe", eu não sei se é a mãe ou o pai, mas que aquilo não é fácil toda a gente sabe. E para quem não sabe eu digo, aqueles trilhos são manhosos. Claro que há por lá muitos estradões, ainda cheios de lama do Inverno, mas nós optámos pelas grandes subidas e ainda maiores descidas.

Começámos por subir um pouco por Palmela para apanhar a descida da "romana".



Está cada vez pior, ou melhor. Chegámos lá a baixo com as inevitáveis dores nos pulsos de tamanho abananço que é aquela descida. Feita "a frio" também não ajuda. Também ainda "a frio" subimos a "jibóia" em direcção ao topo da serra de São Luís.



As descidas continuavam complicadas, agora em direcção a Setúbal. Não para visitar a indústria conserveira, que essa já fechou há uma mão cheia de décadas, mas para pedalar.



Apanhámos um trilho meio lavrado, mas para a frente é que é o caminho porque eu gosto de carreiros, e à frente eu lembrava-me que havia um!



Nos ingredientes de hoje havia uma segunda estrada romana, desta vez a subir. O dia era para passar pelo melhor da Arrábida. O melhor não quer dizer que sejam os trilhos mais fáceis, de todo!



A meio da descida para o Sado, fomos ver Tróia por um canudo... Canudo não, foi mesmo a olho nú. Oportunidade para o primeiro abastecimento do dia. A vista poderia parecer de um restaurante caro, o menu é que era fraco: bananas. Também não foi boa ideia termos feito um abastecimento a meio da descida. Nas descidas quanto mais peso melhor... Ah, lembrei-me agora, tiramos a comida da mochila para a barriga. Portanto o peso manteve-se, excepto a casca. Andamos a carregar um casca de banana pesadíssima para depois a dar aos cabritos! Quando há cabritos, às vezes são ovelhas ranhosas. E outras nem isso, fica por ali a casca a torrar ao Sol.. Olhem se os fabricantes de barritas inventam um invólucro de casca de banana! Não queiram meus senhores, não queiram. Ninguém as ia comprar... As nossas mochilas já vão cheias com câmaras de ar e ferramenta. Não temos mais espaço.



Depois de uma breve passagem na Comenda para abastecer de água, subimos logo quinhentos metros de acumulado (ou parecido) em direcção ao heliporto. E as subidas, tipo duracel (e duram e duram, e duram!) continuavam...



E agora o momento fofo (para não lhe chamar outra coisa) do dia.





O segundo abastecimento foi numa zona fresquinha, ninguém quis molhar o pezinho por isso passámos pelo pontão. Não confundir com o Pontal que isso mais para sul e vamos voltar a ouvir falar dessa localidade lá para meados de Agosto, isto se o FMI não fizer "estragos"...



Depois do momento fofo e do momento fresquinho tivemos uma aceleração em alcatrão até ao parque de campismo e nova subida até ao trilho do "Chico das Saias". Depois de servir de cicerone na cabana onde ele vivia, procurei um bom spot. Saíu-me este na carteirinha...





Por esta altura já estávamos a pedalar em direcção ao carro, não quer dizer que tivéssemos escolhido o trilho mais fácil. Depois do carreiro da vedação, junto do restaurante que serve umas óptimas sandes de choco frito (só não digo o nome porque não chegámos a acordo com o número de sandes a oferecer em troca de publicidade), subimos pelo estradão que vai dar à estrada do clube BTT Vale de Barrios. Podíamos ter seguido por essa estrada e num instante estávamos em Palmela. Mas como somos fortes e gostamos de um bom trilho, subimos o fio-dental. Sim, subimos o fio-dental, virámos as costas ao cai-de-costas e seguimos em direcção aos moinhos na serra do Louro. Eheheh, ou seja, fizemos o contrário do que os maioria dos mortais fazem...







No trilho dos moinhos escolhemos sempre os carreiros no topo da serra, estávamos com tempo e é sempre mais engraçado. Também é bom para as lojas de bicicletas porque a probabilidade de bater com os discos ou desviador nas pedras é grande. Não tão certa como o Natal ser a 25 de Dezembro mas é grande... Não, hoje não foi o dia!

Apesar dos trilhos manhosos (já tinha dito) por onde andámos não tivemos nenhum azar. Nem quedas nem problemas mecânicos, um mimo de volta. Até houve fotos com florzinhas...

O momento se-eu-avisasse-não-ficava-uma-boa-foto:



Uma private joke para o Nuno, conjuntamente com o Rui foram os meus companheiros desta manhã.

Coisa rara nas nossas voltas, tínhamos apontado chegar às 12:45 mas chegámos 15 minutos antes. Excelente manhã de BTT e um obrigado especial ao Rui pela boleia no seu "bus".

O resto da tarde, depois do peixinho grelhado, foi passado com as pernas esticadas a dar mimos... Ao gato.

Sabem onde é que há mais fotos? Mesmo mesmo boas, sabem? No meu picasa. Mas coloco mais tarde, tá? Agora já têm aqui muito para ler...

sábado, 20 de novembro de 2010

A primeira caminhada molhada



Desde que começámos a fazer caminhadas mais a sério esta foi a nossa primeira caminhada molhada.

Mas se calhar, ainda não fazemos caminhadas a sério! Farta-mo-nos de rir: ou porque um desce cheio de medo enquanto outro enfia as mãos nos bolsos a desce aquilo a assobiar uma música do José Cid...

Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
P'ra me sentir feliz


Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar


Não sei se caía neve em Nova Iorque, mas pela Arrábida estava assim para o frescote. O vento estava impiedoso a gelar o nosso suor no cimo das subidas. Não lhe demos hipótese e caminhámos ainda mais rápido para nos mantermos quentinhos. Mas por mais rápido que andássemos o frio perseguia-nos. Mais tarde descobrimos que dentro do carro é que se estava bem...

A chuva que tinha caída nos últimos dias (e de noite acho que também choveu, não dava para ver bem mas penso que sim, ouvia-se a chuva a cair) trouxe a lama para os trilhos e a água para os ribeiros que habitualmente conhecíamos como secos.

Andámos pelos moinhos de Palmela desviando-nos das explorações arqueológicas e pela Serra dos Gaiteiros a apreciar a panorâmica sobre a cidade do moscatel e do choco frito também conhecida por Setúbal.

Apesar do frio, ainda conseguimos tirar umas fotos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Gruta da lapa de Santa Margarida

Depois dos 3000 e dos 2000 metros de acumulado andávamos a precisar de um passeio calminho para descansar as pernas. Pegámos nas Specialized, colocámos os pseudo-atrelados e assim descansámos também as costas. A ideia era ir descobrir a gruta da lapa de Santa Margarida e ir molhar o pezinho à praia.

Quem quer ir ver a gruta da lapa de Santa Margarida onde é que deixa o carro? Lá para os lados do Portinho da Arrábida, não é? Pois, mas nós deixámos em Palmela... Está-se mesmo a ver que não conseguimos fugir das subidas. Nem da chuva...

Começámos o nosso passeio às 11 horas da manhã. Deixámos o dia "amadurecer" para ver se chovia ou não. Parecia que não ia chover, mas à chegada a Palmela, tivemos a visita da chuva! Dentro do carro não chove, na rua também choveu por pouco tempo.

Quinta do Anjo, Cabanas e Vila Nogueira de Azeitão. Sempre por estrada que a malta anda farta de terrenos moles. A chuva também queria vir connosco. Encontrámos uma árvore centenária e escondemos as bikes, e nós também, debaixo das sua copa até ela passar. Nunca mais a vimos.



A chuva andava a vigiar-nos de longe. As subidas é que estavam ali mesmo à nossa frente, era preciso subir a serra. Os pneus Schwalbe Hurricane, com perfil semi slick, deram uma ajuda.

Da estrada avistámos um miradouro, fomos até lá tirar uma foto de grupo e definir estratégias para pesquisar a tal gruta.



Aqui a foto de grupo dentro da gruta de Santa Margarida.



A história deste sítio arqueológico pode ser lida aqui. Quando lerem a parte dos 200 degraus, desconfiem. É certo que o ermitão queria viver isolado, mas subir (ou descer) tantos degraus cansa qualquer um. Nós, como éramos dois, cansou ainda mais...

Se a descer já cansou, imaginem a subir...



Para recuperar fomos até ao Portinho da Arrábida, uma pequena aldeia e também uma praia muito concorrida no verão.





Para sair de lá tivemos de vencer uma subida com uma inclinação considerável, não levei o inclinómetro.

Já na estrada, em direcção à cidade do moscatel, do choco frito e dos golfinhos, passámos pelas nossas praias de eleição: Coelhos, Galapinhos e Galápos. Ai que nunca mais chega o Verão...



Como o acesso a estas praias não é fácil, fomos molhar os pés na praia da Figueirinha, um pouco mais à frente.





Seguimos para Setúbal para tentar encontrar o restaurante de uma amiga. Mas o telemóvel com o número tinha ficado em casa. Ohhhh, fica para a próxima. Regressámos a Palmela, só que subida fez-nos lembrar que ainda não tínhamos almoçado. O único sítio que apareceu foi um McDonalds... Quando saímos, uns metros mais à frente tínhamos choco frito, petinga, jaquinzinhos e outros petiscos. Fica para a próxima, já sabemos onde é.

O capacete da menina veio dali...



Foram férias meus amigos, foram férias! Se o tempo tivesse ajudado estaríamos hoje a chegar de uma grande aventura...

sábado, 13 de março de 2010

A dança do Sol

Este sábado fomos até ao Clube BTT de Vale de Barrios participar na "Dança do Sol".

Há algum tempo que não ia pedalar pela serra da Arrábida. Até já me tinha esquecido o quanto os trilhos podem ser matreiros. Por exemplo um drop no final da descida. Problema? Não, a CANYON resolve...

Foi, seguramente ou talvez não, o passeio mais técnico que fizemos na Arrábida. Tanto a descer como a subir. Aquela subida ("Louva-a-Deus"?) - foi qualquer coisa de... De... Vão treinar malandros!

A certa altura, quando o trilho permitiu descansar um pouco, lembrei-me daqueles trilhos. Já os tínhamos feito na Conquista do Três Castelos, em sentido contrário.

Aqui fica o vídeo da "Dança do Sol".



E umas fotos:



Temos de voltar com mais frequência à Arrábida.

domingo, 29 de novembro de 2009

Somos por isto e por aquilo e agora também pelas Caminhadas!

Hoje, depois de um saboroso e nutritivo almoço (espetada à moda da ilha da Madeira, com banana frita e tudo!) fomos ver como estavam os trilhos dos Moinhos na serra da Arrábida. Só que as bikes ficaram em casa. Fomos fazer caminhada.





Foram cerca de 5 quilómetros a andar por trilhos técnicos (LOL). A caminhar é que é giro, sente-se a envolvência dos trilhos onde pudemos recuar na história e testemunhar o modo de vida das populações anteriores, através de um importante conjunto de achados arqueológicos.

sábado, 19 de julho de 2008

Arrábida: à descoberta do trilho do Chico das Saias.

Hoje rumámos até à Arrábida para descobrir um trilho novo: o trilho do Chico das Saias. O Chico das Saias era um eremita que vivia na serra da Arrábida.



Começámos pelo trilho dos moinhos mas com mais adrenalina. Uaaaau até parece que as rodas vão no ar...



Mais à frente ia eu calmamente a pedalar quando ouço uma bike a aproximar-se. Olhei para trás e... não vi nada. Voltei a olhar rapidamente para a frente mesmo a tempo de vislumbrar uma bttetista no seu treino matinal. Foi uma motivação para as meninas verem-na a subir o cai de costas. Impressionante a velocidade com que transpunha a subida.

Mas nós escolhemos um trilho mais acessível: o fio dental.



Após umas raízes...



descemos o fim-do-mundo e seguimos em direcção ao parque de campismo. E daí, serra acima, em direcção ao trilho do Chico das Saias.

Aqui está o que resta da cabana onde morava o Chico das Saias.



O trilho é espectacular. É um single track longo coberto, em grande parte, pela vegetação. Tem algumas valas e raízes em algumas zonas mas faz-se bem. Este é um dos melhores trilhos onde já pedalei.



Como a volta teve dois problemas técnicos, um furo e um disco de travão empenado, não deu para alongar os 35km. Parámos num café para abastecer com água fresquinha, parte no estado sólido, e regressámos a Palmela pelo trilho do costume.

Mais fotos:

Arrábida_ChicoDasSaias


Foi uma linda volta. Das últimas duas vezes que fui à Arrábida foi para descobrir trilhos novos. Qual se seguirá???

sábado, 12 de julho de 2008

Arrábida com GPS

Ufa!

Foi preciso uma semanita a banhos para nos recompormos do empeno.



No domingo (06/JULHO/2008) lá fomos, mais uma vez, percorrer os trilhos da serra da Arrábida. Saímos do ponto de encontro, na estação de serviço da ponte Vasco da Gama, à hora combinada. Nem reparei no telemóvel. Pouco depois liga a Andreia a dizer que tinha enviado um SMS a dizer que estavam 5 minutos atrasados. Então parámos na [censurado] à espera deles. Foi rápido. Mais um bocadito e chegámos a Palmela onde aguardava mais um companheiro. Nesta volta éramos 7 Maníacos.

Foi a volta de estreia do nosso novo brinquedo: um GPS para BTT.

Seguimos pelos moinhos, fio dental e por aí a diante. Não fizemos o cai-de-costas porque a volta seria longa. Era preciso poupar energia. Junto ao fim-do-mundo ainda mostrei a descida à Andreia, mas hoje não era por aí! Continuámos em frente, seguindo o trilho pelo GPS.

Um pouco mais à frente a primeira dúvida com o track. Seguimos em frente. Mal! Já devíamos saber que na dúvida sobe-se... Foram só uns 50 metros a mais.

A volta continuou normalmente até ao abastecimento. Aí decidimos simplificar e não fazer a subida mais técnica. Afinal tínhamos de subir a cobra até Palmela.

Fizemos um trilho novo: um single track a subir por uma colina. Lindo! Imperdível nas próximas voltas pela Arrábida, o "trilho do tronco".



Do cimo do monte foi uma alucinante descida até ao trilho da Comenda. Não gosto nada destas descidas... não dá para parar se tiver algum problema. Tenho de arranjar uma alternativa para sair do trilho do tronco.

Ainda fomos até à Comenda, junto ao rio Sado. Mas é de evitar. Muita confusão. Até cheirava mal... Após o abastecimento saímos a grande velocidade em direcção a uma parte nova onde nunca passámos. Começámos a subir. A coisa assustava. Até que o track manda sair da estrada e seguir por um single track. Estava toda a gente assustada porque tínhamos um monte enorme à nossa frente. Até me ofereceram porrada se estivesse mais calor! A minha sorte é que o tempo até estava ameno.

Era um single-track longo, sem grande inclinação. Fez-se muito bem.

A seguir tive mais uma dúvida com o track. As indicações no local também não ajudavam:



Não era por aí!

À custa disto tivemos de fazer uma valente subida, uns com a bike à mão (como eu) outros montados, até reencontrar o trilho. A partir daqui o trilho era um pouco mais técnico. Lembro-me de uma descida com pedras tipo calçada romana. Que bem que ficava aqui uma foto da Andreia a descer aquilo a toda a velocidade. Mas não tirei muitas fotos porque o meu estômago estava estranho. Quem me conhece sabe que fico sempre com fome e tenho de ir comendo qualquer coisa. Mas desta vez o CamelBak chegou cheio a casa.

E chegámos ao alcatrão. Ainda se falou em regressar já a Palmela. Mas o GPS mandava descer. E aí vamos nós... até o track mandar novamente para o mato. Mas já era tarde, estávamos cansados e sem água. Decidiu-se ir almoçar a Setúbal. O nosso guia passou a ser o Luís.

O que é que eu estaria a propor aos Maníacos que a Tânia e o André nem quiseram ouvir e outros estão a olhar assim para mim?!!



Após o almoço, regressámos a Palmela por estrada.

Foi uma volta diferente, algo dura na parte final. Mas que será repetida em breve.

sábado, 3 de maio de 2008

Guia dos Maníacos do Pedal pela Arrábida

Hoje fui guia dos Maníacos do Pedal pela Arrábida!

A foto de grupo:



Miguel, Tânia, Vasco, Soraia, Carla, Andreia, André, Lúcio, Vitinha, Bytes, Aurélio, Cristina e mais 3 pessoas que não me recordo do nome. Talvez Filipe, Paulo e ???.

Começámos pelo trilho dos Moinhos onde dá para fazer umas cenas. Aqui a Carla em grande estilo:



As coisas começaram a piorar:



Está tudo com medo:



Seguimos em direcção ao cai-de-costas, mas virámos à esquerda para um single-track.

Esta foto é da parte final:



Depois voltámos a subir por estradão para fazer o cai-de-costas, YEAHHHH. Consegui fazer aquela merd.... PIIIIIIIIIIII
Fiquei contente, as pulsações chegaram às 193bpm. Mas consegui!!! A Tânia ficou quase...

Daí seguimos pela casa abandonada até à descida do fim-do-mundo.



Foi sempre a descer, com um subidita puxada, até aos trilhos que nos levariam até à Comenda, junto ao Sado.



Os trilhos junta da Comenda são impossíveis de fazer quando chove, como se adivinha pela foto:



Passagem do rio:



O abastecimento foi na Comenda. Daí seguimos por singles e estradões de volta até Palmela.

As meninas:



Esta foto foi tirada enquanto se esperava por alguns homens que estavam a fazer a subida! Elas a esperar por eles! :exactly:

Consegui fazer uma média porreira: 15.42 km/h.

Foi giro, não foi?!!