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domingo, 21 de novembro de 2010

Infiltrado



Este domingo peguei num jersey que estava esquecido - ou à espera da oportunidade - no fundo da gaveta, vesti-o sobre uma roupa mais quente e fui até Sintra infiltrar-me num encontro informal do clube KTM (bicicletas).

Ouvi o gato resmungar por me levantar tão cedo. Arrumei as coisas nas calmas, tomei o pequeno e fui até à Lagoa Azul. O passeio começaria às 8:30 mas só começou às 9:30! Uma hora depois, portanto. Cumprir horários é chato como o caraças, apanha-se frio (por vezes chuva, como este domingo) a fazer tempo enquanto outros estão no bem bom da caminha ou do ar condicionado do carro. São opções...

O passeio desta vez teve uma visita aos travesseiros. A Tânia não pôde ir aos travesseiros mas não foi por isso que ficou sem eles. Fazer BTT com uma caixa de travesseiros no Camelbak é muito mais doce, especialmente se me espalhar para cima deles. Não foi o caso... Chegaram comestíveis para o lanche.

A volta de BTT foi ao estilo veste-o-impermeável-agora-despe-depois-veste-agora-já-não-é-preciso-olha-veste-lá-outra-vez-é-melhor-deixar-vestido. Ora chovia, ora até fazia sol. Essa chuva não nos deixou ir aos trilhos mais fofos, mas aproveitámos para conhecer outros não reconhecidos a semana passada. Estes Maníacos do Pedal, conhecem a serra de trás-para-a-frente e da frente-para-trás ou melhor: de-cima-para-baixo e de baixo-para-cima. Se bem que às vezes parece que é só de baixo-para-cima: subir, subir, subir... Subir!

O spot do dia era o trilho do Abano. Cumpriu, até há vídeos disso no final desta página.

Acho que me infiltrei bem, estava prevista uma manhã, mas acabou por ser quase um dia inteiro!

sábado, 13 de novembro de 2010

Reconhecimento para encontro do clube KTM em Sintra



Hoje fui até Sintra ajudar no reconhecimento dos trilhos para encontro do clube KTM. Na próxima semana quando os senhores das bikes laranjinhas por lá andarem, todos contentes, a desfrutar dos trilhos, lembrem-se de mim: eu ajudei a reconhecer os trilhos.

Quando alguém disser que não podem ir pelos Trilhos Húmidos, foi porque eu (e mais alguns) arriscámos a levar com um pau no desviador. Esse trilho está cheio de lenha. O que até é bom se tiverem lareira, é o chamado "arranjar lenha para se queimar"...

Os senhores da KTM vão ter mais sorte que eu. O guia não nos quis levar à Piriquita comer um travesseiro. Para a semana parece que esse ex-libris de Sintra vai fazer parte da vossa manhã.

Bem, manhã é o meu lado optimista a escrever. Para ultrapassarem todas as subidas e descidas com muitas malandrices, às vezes escondidas, é melhor reservarem um dia inteiro.

Ou então façam como eu, arranjem boleia ali para os lados do Guincho e assim poupam uma belas subidas e uma descida com enguiço para alguns Maníacos do Pedal.

Ah, na descida para a praia, quando o guia estiver no meio de uns pinheiros a dizer "vamos vamos, em frente", desconfiem... Pela frente têm um salto de um metro ou 100 centímetros que até parece mais.

A volta até começa bem, pelas margens da lagoa azul. Quando virem uma lagoa com água escura, não procurem mais. É essa a lagoa azul, chamam-lhe azul mas é uma lagoa normalíssima com alguma poluição. Cuidado com esse trilho, está cheiro de raízes para complicar as descidas.

Depois têm a subida do jipes, cerca de quatro quilómetros a subir. A inclinação não é muita, se o guia não alterar o percurso até estão com sorte, conheço uma alternativa bem mais inclinada nada boa para fazer a frio. Pelo sim, pelo não, é melhor fazerem o trilho na lagoa com elevada cadência para aquecer os músculos.

A seguir tem um trilho com pouca inclinação que é bom para aumentar o ritmo, vão ver que assim é mais giro de fazer.

A chegada a Sintra é feita pela rampa da pena. Uma descida imprópria para quem tem extensores no guiador. Quando lá passarem vão perceber porquê.

Já com os travesseiros de Sintra na barriga vão subir bastante até aos Quatro Caminhos e mais ainda até à Peninha. Por esta altura devem estar fartos de subir... Para desenjoar seguem-se algumas descidas malandrecas (engraçadas, vá) até junta da praia.

Quando estiverem junto do mar, mentalizem-se ainda vão ter muito que subir até à lagoa azul.

Mas é isso que todos gostamos, não é? Ééééé....

No domingo se virem por lá alguém com uma bike preta anodizada, pode ser que seja eu...

sábado, 3 de julho de 2010

Maníacos do Pedal & Friends em Sintra

Aqui estão as fotos do passeio em Sintra dos Maníacos do Pedal & Friends. As palavras vêm depois...

domingo, 13 de junho de 2010

Dia de Santo casamenteiro em Sintra

Diz-se que o Santo António era um conciliador de casais. Por isso também é conhecido como Santo casamenteiro... E o que é que isso tem a ver com o BTT? Nada... Ou melhor, tudo. Como tínhamos esta volta marcada deixei de comer pelo menos uma dúzia de sardinhas ao som de música pimba!

O ponto de encontro foi na lagoa azul, fomos os primeiros a chegar dando tempo para, calmamente, preparar as bikes. Brevemente chegou o restante pessoal, alguns com histórias infelizes para contar para quem usa os comboios para se deslocar...

As voltas por Sintra, normalmente, começam pelo estradão dos jipes. Normalmente, porque também nos dá para subir logo a empinar em direcção a Santa Eufémia ou ao Castelo dos Mouros.

Desta vez não foi estradão dos jipes, mas um estradão muito mais íngreme. Sempre a subir até ao trilhos maravilha, húmidos e, como mais sobe e menos desce, Peninha!




A novidade do dia, prometida pelo nosso guia (Filipe), era o trilho das Turfas. Um espectáculo, quase fechado pela vegetação (um nome bem agradável para as silvas), com alguns drops e muitos paus e raízes. Enfim, um trilho de Sintra!





O conta quilómetros não chegou a contabilizar 30 quilómetros, mas as pernas não queriam muito mais. Isto cansa, mas em Sintra cansa muito mais.

Foto de grupo:



E o grupo de fotos:

sábado, 12 de dezembro de 2009

Praia e serra: Guincho-Sintra-Guincho

Da minha extensa lista de blogs, que dou uma espreitadela, despertou-me a curiosidade de um post no "O Limpaneves". Uma volta por Sintra, que por si já é bom, mas com partida da praia do Guincho e regresso novamente ao Guincho com passagem pelas falésia desde a Azoia e praia do Abano. Mais tarde descobri que havia mais Maníacos a pensar no assunto. Consegui conter-me e aguardar pela companhia. Hoje foi o dia!

Aqui estão os cinco magníficos. Olhando para a nossa cara não restam dúvidas das qualidades do trilho.



Da praia do Guincho seguimos em direcção a Zambujeiro. Muitos single-tracks, algumas subidas com pedras e com alguma inclinação. Também havia alguns estradões para recuperar o tempo perdido a desviar das pedras. O ritmo aqui era lento, mais à frente teríamos a conhecida subida do estradão dos jipes. Quatro quilómetros a subir.

O trilho maravilha faz-nos esquecer logo da chatisse da subida. É sempre a dar trabalho, muito, às suspensões.

Chegámos aos Capuchinhos por um trilho novo que não conhecia. Fomos encontrar uma pequena mina. Só para apanhar balanço para descer até aos Capuchinhos.

Nos Capuchos olhámos para subida que nos leva ao Monge. Hoje foi só olhar mesmo. Deixá-mo-la à direita e seguimos em frente, primeiro a descer e depois a subir bem até ao posto de vigia da Pedra Amarela.



A visão lá de cima compensa a subida. A descida é tramada: estradão, mas cheia de regos. Uns grandes outros, mesmo tramados, do tamanho do pneu. Passámos (descemos) bem. Por esta altura passámos por um grupo com uns jerseys da selecção nacional de BTT. Andavam a treinar e nós no lazer...

A hora já ia avançada, por isso foi sempre a andar. Literalmente, no trilho das Minas. Não conhecia, mas não devo lá voltar. Perigoso demasiado para o meu gosto. Depois disto, almoçar comida fria ou aquecida no micro-ondas era uma realidade. Quem ganhou foram as operadoras de telemóveis, como dizia uma há uns anos atrás: "Onde você estiver está lá". "Ah e tal, vou chegar tarde", ouvia-se por lá.

Depois do trilho das Minas subimos bem até avistar a Peninha. Mais subidas e uma espectacularmente rápida descida. Mais um pouquinho e estávamos na estrada de alcatrão e no cruzamento para a Azoia.

Passámos junto da quinta do Rio Touro e entrámos na zona mais aguardada. Os trilhos das falésias. A minha bike até voava sobre tantas pedras, pedrinhas, pedregulhos e drops. Quando o trilho "acalmava" lá podíamos olhar para a direita e contemplar o Atlântico.



Pela primeira vi voodoo e outras bruxarias na serra de Sintra. Pelo menos em dois locais diferentes. Desviei a minha bike desses restos. Como dizem os nuestros hermanos: "No creo en brujas, pero que las hay, las hay".

Esta volta vai direitinha para o top das melhores das melhores. Quarenta quilómetros, com 1100 metros de acumulado, e muito divertimento.

sábado, 28 de novembro de 2009

O IC19 levou-nos à luz... De Sintra!

Acordámos com o despertador. Mas quem é que colocou o despertador para esta hora da madrugada?!!! Pensei eu. Ops, fui eu! Pior foi levantar, ir à janela, e não se via absolutamente nada com tanto nevoeiro. Mas pelo BTT, ainda por cima em Sintra, fazemos qualquer coisa.

O IC19, desta vez, deu-nos uma boa notícia. Apesar do nevoeiro intenso em Lisboa, em Sintra estava um lindo dia de Sol.

Antes de chegar ao azul da lagoa, parámos no verde da estação da BP, antes do arco do Ramalhão, para tomar o pequeno almoço: um café e uma queijada. Mesmo assim ainda chegámos a horas.

Quanto aos trilhos, nada a dizer. Espectacular, como sempre. Maníacos do Pedal e Sintra é sempre um espectáculo.

A chuva, por aqueles lados, quando cai não estraga muito e é sempre uma alternativa para os dias de Inverno que se aproximam.

Trilho dos jipes, maravilha, Capuchos, Monge e muitos mais que não sei o nome mas garanto que são fixes. Por vezes apareceram umas "paredes" mas a pé ou a pedalar fizemos aquilo tudo e chegámos ao carro felizes.





domingo, 18 de janeiro de 2009

Sintra. Chuva e Nevoeiro.

Depois de uma semana a comer massas, eis que a meteorologia decidiu mudar à última da hora. Preparámos tudo no sábado. As bikes bem afinadas e lubrificadas, roupa pronta a vestir, sandes e outras coisas boas e energéticas. Até um patch de reparação de pneus coloquei no Camelbak. As pilhas do GPS e da máquina fotográfica devidamente recarregadas e pilhas de reserva também estavam na lista. O track também foi devidamente carregado e verificado para o GPS.

Hoje, assim que acordei fui consultar alguns "informadores" sobre as previsões da meteorologia. Davam chuva para todo o dia. Assim não dá para ir fazer uma volta com 85km e 1800m de acumulado... Fica para o ano.

E alternativas? Para compensar da frustração nada melhor do que os trilhos de Sintra. Fomos verificar o fórum do BTT Lisboa mas a volta estava esgotada! Mesmo assim avançámos, os dois, até à Lagoa Azul.

E foi debaixo de uma chuva miudinha que pedalámos em direcção a Sta Eufémia. Mas antes de lá chegar virámos para o Castelo dos Mouros porque a calçada estava muito escorregadia. Por vezes pedalávamos mas a bike andava para trás!

Aqui já tinhamos transposto as muralhas:



A seguir ao Castelo, a bela descida rápida e um pouco de alcatrão até entrar nos Trilhos Maravilha. Aqui encontrámos o grupo do Balsinha do BTT Lisboa. Mesmo a calhar. Seguimos com eles por uma sequência de trilhos maravilha. Muitos single-tracks super rápidos, cheios de água, lama e raízes. Ainda dançámos (sim, dançámos) um pouco em cima de uma raizes, mas correu bem... Para os dois!

A foto de grupo:



Depois da foto de grupo, o BTT Lisboa desceu pelos trilhos de freeride. Mas nós, em vez de seguir logo para a Lagoa Azul, fomos gastar as calorias ingeridas em excesso durante a semana. Subimos o Monge e a Peninha. E depois sim, estava na hora de ir para casa.



Na Peninha a Tânia ainda se assustou que eu fosse desaparecer tal D. Sebastião.



A nossa intenção era fazer pelos menos 4 dígitos de acumulado de subidas. Falhámos! Ficamos pelos 950. Cerca de metade do Arruda-Montejunto-Arruda!

Sintra. Chuva e Nevoeiro.


NOTA: algumas fotos foram copiadas do Fórum BTT Lisboa.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Sintra - Em busca dos óculos encantados

Nada melhor para começar um novo ano do que pedalar no dia 1 de Janeiro. Mas melhor ainda é descansar no primeiro dia do ano e ir pedalar para Sintra no dia 2. E foi isso que fizemos.

Juntámos-mos aos Maníacos, ainda em Lisboa, e rumámos todos juntos até à Lagoa Azul. Apesar do nevoeiro intenso, o tempo até estava bom. Não chovia e a temperatura estava amena.

Começámos com uns trilhos rolantes para aquecer as pernas antes de iniciarmos a subida para o Castelo. Mas a chuva decidiu aparecer no passeio. Malandra! Chegou atrasada e não nos largou nem um bocadinho. Para a próxima combina-se a volta por SMS para ela não saber! Voltámos a vestir os impermeáveis e seguimos viagem. A ziguezaguear pelo Castelo dos Mouros.

Para descansar um pouco, a seguir uma boa descida. Foi pena estar um pouco molhada tornando-a perigosa. As pedras e os paus estavam atentos para nos tramar. Mas a única coisa que conseguiram foi "roubar" os óculos da Tânia.

Apanhámos um pouco de estrada até voltarmos a entrar nos trilhos. Aí a chuva decidiu aumentar de intensidade. Até os madeireiros pararam de trabalhar. Estavam dentro dos carros a ver-nos passar...

A Tânia deu por falta dos óculos e lembrava-se onde tinham caído. Decidimos dar mais uma voltinha e repetir o trilho ao contrário.

O pior veio quando saímos dos trilhos e regressámos ao alcatrão. Em 5 minutos ficámos todos molhados.

Os óculos lá estavam, intactos, no final da subida. Mesmo junto ao Castelo.

Descemos pela escorregadia Calçada Portuguesa e depois em direcção à Lagoa Azul. Curiosamente, deixou de chover.

Pacha, desculpa o plágio pelo título mas achei piada.

Sintra - Em busca dos óculos encantados

domingo, 23 de novembro de 2008

Castelo dos Mouros (Sintra)

O parque de estacionamento, junto dos Arcos do Ramalhão, encheu-se esta manhã por um grupo de bttetistas dispostos a "conquistar" o castelo de Sintra aos Mouros. O Clube BTT Lisboa lançou o repto e ninguém ficou com medo. Apareceram mais de 40 bravos prontos para o "combate". E bravas...

Os guias delinearam a melhor estratégia de aproximação à fortaleza. Decidiram que era melhor separar os combatentes em dois grupos, consoante o andamento de cada um. Não sei o que o andamento tem a ver com combate a Mouros mas OK. Também não sei porque fomos incluídos no grupo avançado (hihihi).

E aí vamos nós. Sobe, sobe, sobe, uffff, sobe, sobe...

Não sei se foi do cansaço, mas pareceu-me ter visto uma aparição de Nossa Senhora e, tal como na lenda de Melides, nos disse:

"Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte."

Chegados à fortaleza, encontrámos a porta aberta. Entrámos sem pedir licença. Um a um, subimos os íngremes caminhos interiores da fortaleza do castelo dos Mouros.

Chegados ao topo gritámos:

"Vinde a nós se tenhais coragem, Mouros!".

E os Mouros: nada.

Esperámos um pouco e repetimos a ameaça. Mas dos Mouros nem rasto. Alguém se lembrou de ecoar um grito de guerra. Mas aquilo mais parecia um grito tirolês. Ganhámos por falta de comparência do adversário. Como o castelo já era nosso, aproveitámos e tirámos a foto de grupo.

[BREVEMENTE A FOTO DE GRUPO]



Mais tarde descobri que o castelo já era nosso desde 1147. E foi conquistado pelo culpado de não sermos Espanhóis: D. Afonso Henriques.

A história do castelo de Sintra (ou castelo dos Mouros) está na Wikipedia.

FONTE: Wikipedia

A seguir ao castelo apanhámos uma grande descida com folhas soltas até à estrada do Palácio da Pena. Depois de um sobe e desce por alguns trilhos já conhecidos e novidades chegámos à ZA.



Hoje também foi o dia das descidas. Como andam a fazer limpeza na mata, os trilhos estão cheios de paus e folhas. Nunca se sabe o que vamos encontrar. Quando não havia folhas, havia pedras. Também houve outras descidas mais técnicas, onde não é possível parar.

Já disse que também houve descidas?! Mas foi muito giro. Só desmontei umas... duas vezes...



No regresso, gostei do trilho à volta da lagoa azul. Mesmo ali à mão e nunca lá tinha passado!

domingo, 16 de novembro de 2008

Sta Eufémia e Parque de Monserrate (Sintra)

O sítio de Santa Eufémia é um dos mais antigos locais de povoamento humano da serra de Sintra (existiu lá um aglomerado neolítico, datado de 4000 a.C.). As privilegiadas condições de defesa do local terão determinado uma tão ancestral ocupação humana. O sítio de Santa Eufémia é um dos locais mais altos da serra de Sintra.

Mas nem isso nos demoveu, e ao grupo BTT Lisboa, de subir até lá a pedalar. Foi a nossa primeira volta com este grupo. Muitas outras se seguirão. Cada relato que lêmos no Fórum nos deixa com mais vontade que o próximo domingo chegue depressa.

A volta começou logo a subir por calçada portuguesa e alcatrão. Em alguns troços empinava tanto que a bike queria levantar de frente. Mas lá nos conseguimos aguentar. Os dois! E... chegámos ao sítio de Santa Eufémia. Soube a pouco. Então já chegámos?!! Eu estava à espera que fosse preciso subir mais. Mas não. Era já ali. Depois de dar umas voltinhas para recuperar o batimento cardíaco, fomos tirar a foto de grupo.



Como depois de uma subida há sempre uma descida seguimos rápidos em direcção ao Trilho Maravilha 1 (afinal o trilho tem nome!). A semana passada estava mais húmido.

E daí sempre a descer até ao Parque de Monserrate. Outrora quinta de pomares e culturas, existe como tal desde o séc. XVIII, quando Gerard DeVisme alugou a quinta à família Melo e Castro, sua proprietária. Desde então, todos os que se seguiram - William Beckford, a família Cook, o Estado Português e, finalmente, desde Setembro de 2000, a Parques de Sintra-Monte da Lua, S. A. - esforçaram-se por criar um maravilhoso jardim botânico, ímpar nas suas características.

Houve quem fosse aos medronhos (ver fotos). Eu entreti-me a fazer festas a um gatito (bem grande!) que por lá andava (estava, praticamente não se mexeu).





E, a seguir, subir até aos Capuchos para ir fazer um pequeno trilho mais técnico. Não fiz o drop. Fica para a próxima. Mas com tanta pedra antes e como não conhecia o trilho não consegui encontrar a melhor trajectória de aproximação. Desculpas...

Voltámos aos Capuchos e apanhámos um trilho que nos levou ao cimo da subida que normalmente fazemos nas voltas Maníacas. Apanhámos o trilho habitual até ao alcatrão e virámos à direita em direcção ao palácio da Pena.

Mas não fomos lá. Descemos por um trilho fantástico até ao palácio de Seteais.

Virámos à direita em direcção a Sintra, passando pelo palácio da Regaleira e, mais à frente, passando próximo da Piriquita, muito conhecido pelas queijadas e pastéis.

E chegámos ao fim. Obrigado ao grupo BTT Lisboa por esta manhã muito bem passada. Contem connosco para continuar a conhecer os encantos da serra de Sintra, em BTT.

A seguir ficam algumas fotos (algumas copiadas do Fórum do BTT Lisboa).

StaEufemiaSintra

domingo, 9 de novembro de 2008

Sintra

Depois de, na semana passada, termos feito alguma estrada, hoje fomos até Sintra "esticar as pernas". Foi uma voltinha típica com 30km e 750m de acumulado de subidas.

À chegada à Lagoa Azul, o Boy Scout ainda nos convidou para integrar o passeio do BTT Lisboa mas não podíamos esperar mais e avançámos para as subidas de Sintra. Havíamos de nos cruzar com eles na subida do Monge.

Foi uma bela manhã de BTT, a dois.

Apanhámos alguns engarrafamentos à entrada dos single-tracks (tal era a quantidade de BTTtistas que por lá andava), alguma lama nos "túneis" provocados pela vegetação e downhillers... no Caminho dos Carreiros.

A foto de grupo:

domingo, 26 de outubro de 2008

Sintra, nas pistas de Downhill

A Maníacada desta semana foi até Sintra. Olhem para nós a disfarçar o cansaço de ter subido aquilo tudo:



A volta começou pela habitual subida. E depois... seguimos pelo trilho errado. E apanhámos uma descida que nos levou... até meio da subida que já tínhamos feito. Resultado: voltar a subir aquilo tudo. Eu, a Tânia, o nosso guia (Nuno) que veio ao nosso encontro e um colega novo nestas andanças. Mas compensou pela excelente descida!

O resto da volta foi parecida com outras até entrarmos nas pistas de downhill. Foi giro. Estávamos habituados a descer da Peninha, por estradão, até à Barragem. Desta vez, também encontrávamos o estradão, mas na transversal...

Consequência, tivemos de subir muito mais em direcção aos carros.

Foi uma volta muito fixe. Não foi Tânia?!!!








Sintra

domingo, 14 de setembro de 2008

Volta de aniversário dos Maníacos do Pedal, em Sintra

A volta de hoje foi de aniversário... dos Maníacos do Pedal. O segundo!

Rumámos a Sintra para uma volta muito porreira, como tem sido hábito.

Aqui estamos nós no sítio do costume para a foto de grupo.



Finalmente conheci o trilho das pontes. Conheci o suficiente para perceber que aquilo não é para mim. As opiniões, aqui por casa, não são consensuais. Mas para mim não. Afinal até há uma alternativa logo ali ao lado.

A Tânia era a única menina mas andou muito bem. Foi a primeira vez que fizemos um trilho separados: eu por estradão e a Tânia pelo trilho das pontes!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Dia do trabalhador em Sintra, sem espiga!

Hoje é o Dia da Espiga. Segunda a sabedoria popular, colhe-se um ramo de oliveira para se ter azeite, a espiga de trigo para se ter pão, malmequeres amarelos para se ter ouro e papoilas para se ter alegria. Sempre em número ímpar. Este ramo deve ser guardado durante um ano e colocado atrás da porta de casa.

Nós fomos até Sintra para colher estes "componentes". Mas nunca mais nos lembrámos. Aqueles trilhos são fantásticos!

Assim, depois de chegar a casa, fomos para o campo construir o nosso raminho. Ficou giro. Pelo menos o gato gostou: mnham mnham. Lá se vai o ramo...



Bom, em relação ao BTT em Sintra: foi um espectáculo. Agora, powered by Canyon, é muito mais fácil subir.

Foi a nossa segunda vez em Sintra. A primeira foi algo dolorosa, mas esta correu bem. Da Lagoa Azul até aos 4 Caminhos, Capuchos, Peninha e barragem da Mula. Sempre a curtir!

Lá estamos nós a posar para a fotografia no sítio de costume:



Vale mesmo a pena subir até lá a cima:

segunda-feira, 3 de março de 2008

Quase KO muscular em Sintra

A Tânia ia estrear, nos trilhos, uma bike nova e era também a nossa estreia em Sintra. A ansiedade era tanta que chegámos meia hora antes do combinado. Ainda deu para ir namorar (LOL) para a Lagoa Azul.

Esperávamos uma volta com pouco elementos - apenas três tinham confirmado - mas apareceram mais de dez.

E aí vamos nós experimentar a serra de Sintra. Um km de alcatrão a descer e vira para o mato. Subir, subir, subir, ai subir - onde é que estão os outros - subir e subir. Finalmente chegámos junto ao grupo. A Carla estava com problemas técnicos nos travões (ainda bem para nós!). O conta km marcava 5.4 km, portanto foram cerca de 4.5km a subir.

Depois houve umas descidas porreiras em singles e meio-singles e até em sítios onde alguém se lembrou de apagar as luzes. Muito fixe.

Após o reabastecimento, seguimos em direcção à Peninha. Que senhora subida!





Aqui a Tânia começou a sentir as primeiras dores devidas à mudança de bike, a geometria é diferente.

A descida foi feita no meio dos Burros, literalmente. Havia actividades de tempos livres para crianças e pais onde o objectivo era passear os Burros à corda!

Esta subida teve consequências físicas para a Tânia que chegou ao seu limite na subida a seguir. Disse-me que lhe apetecia deitar-se no chão e... Não, não vou dizer. Prometi que não ia dizer! Sou amigo não sou Tânia?

Obrigado ao Nuno por nos ter vindo repescar.

E prontos, após um pequeno descanso conseguimos reagrupar e seguir em direcção à Lagoa Azul.

Durante a volta a Tânia disse que preferia a Specialized!!! Não acredito, deve ter sido das dores musculares.