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sábado, 4 de setembro de 2010
sábado, 7 de novembro de 2009
Pelos trilhos do "O Oeste é que é giro".
Este fim-de-semana estava pensada uma "voltinha", a dois, para descobrir trilhos novos. Durante a semana delineámos o track com a ajuda do Google Earth. À última da hora juntou-se a nós a Carla e o BOY_SCOUT. A volta "solitária" transformou-se num dia de excelente camaradagem com direito a dois banquetes, construção civil e muitas subidas, claro. Foi mesmo giro, obrigado por terem vindo.
Começámos pelo trilho do café em Arruda, contornámos os cães e subimos até A-do-Mourão. Só parámos na habitual ZA, junto a um moinho de vento com vista para Arruda-dos-Vinhos. Até lá era sempre a descer por estrada.

Mas nós gostamos é de trilhos. Virámos à esquerda, passámos por Louriceira de Cima e... Apanhámos as primeira amostras de lama. Nada que impedisse a nossa passagem. Foi sempre a andar até o trilho marcado no GPS nos levar até à construção de uma ETAR. Bem vedada para impedir a nossa passagem. E agora? Voltámos a trás, passámos por um campo de cultivo e apanhámos outro trilho até Monfalim. Para compensar o tempo perdido, arranjei um atalho - bem empinadinho - por alcatrão.
Logo a seguir entrámos num single-track espectacular. Tinha muitas pedras e paus mas ora a pedalar ora à mão deu para fazer. Só não deu para continuar quando vimos uma bica de água a sair de uma mina. "Ai, um riacho, até dá para beber água", ouvi eu que tinha ficado lá atrás a filmar. A Tânia até fez umas cócegas à água. Está no vídeo: "cutchi cutchi"...

Aquilo era um trilho à moda de Sintra, deixámos ir o BOY_SCOUT à frente. Fomos encontrá-lo a aplicar os seus dotes de engenheiro civil na reconstrução de uma ponte que tinha sido levada pela água. Isto é camaradagem, pode haver quem não a aproveite e passe com a bike à mão... Deve ter tido boa nota a Dinâmica de Estruturas. Não sei se fez uma Análise Estática da Estrutura, mas deu para passar. A medo...
Mais uma subidinha e estávamos em Sobral de Monte Agraço. O local da ZA já estava há muito escolhido, já nos tinham convidado para ir lá tomar um café, o famosíssimo Pau da Canela. Chegámos, olhámos e constatámos... É chique demais para entrarmos lá assim vestidos. Ninguém queria lá ir buscar os cafés... Solução? Entrámos todos...

Com o bolinho na barriga subimos, de seguida, uns 200 metros de altimetria. Quase no topo passámos por um caminho militar do tempo das Linhas Defensivas de Torres Vedras. As linhas de Torres eram linhas de fortificações militares que... Bem, esta história fica para a semana, depois da Tomada dos Fortes.
Como o vento estava forte, começámos a ouvir o barulho de motores a 2 tempos. Avançámos com cuidado porque os trilhos eram estreitos. Mas afinal essas máquinas, que para andar basta rodar o punho, andavam numa pista própria. As coordenadas são: 38°58'59.11''N, 9° 9'52.54''W.

Apanhámos novamente o trilhos do "O Oeste é que é giro". Desta vez não queria passar pela descida onde rebentei o pneu, a alternativa arranjada "em cima do joelho" é igualmente a descer e ficou aprovada.
Com mais ou menos estórias chegámos à Charneca, para o segundo banquete. Ah, antes da Charneca o BOY_SCOUT viu uma cadeira abandonada. Deixámos as meninas irem embora e nós fomos fazer poses para a foto.

A ZA veio mesmo a calhar para o BOY_SCOUT. Ainda lhe perguntei se queria partilhar uma coca-cola, mas ele respondeu "até bebo duas!!" Aproveitámos também para alongar os músculos. Esperáva-nos a subida a Montachique. E era preciso chegar lá também. Ainda faltavam umas boas subidas. Seguimos todos juntinhos não fosse a Tânia perder-se outra vez naquela zona...
Chegados a Montachique, deixámos a subida até lá a cima para outro dia. Afinal, há gente que trabalha ao sábado... Não pensem que se livram! Para a próxima é que é...
Então, virámos para Fanhões. Sempre a descer e o resto já se sabe: dores nos pulsos para toda a gente.
E foi assim este sábado pedalante. Obrigado Carla e BOY_SCOUT pela vossa companhia.
Estatística (desde Alpriate):
Distância: 70.44 km
Tempo a pedalar: 5:33
Acumulado positivo: 1653 m
Uma nota final sobre o vento. Estava forte e por vezes muito forte. Mas nunca o apanhámos de frente. Só de lado e, às vezes, até nos ajudava. É um porreiro...
Começámos pelo trilho do café em Arruda, contornámos os cães e subimos até A-do-Mourão. Só parámos na habitual ZA, junto a um moinho de vento com vista para Arruda-dos-Vinhos. Até lá era sempre a descer por estrada.
Mas nós gostamos é de trilhos. Virámos à esquerda, passámos por Louriceira de Cima e... Apanhámos as primeira amostras de lama. Nada que impedisse a nossa passagem. Foi sempre a andar até o trilho marcado no GPS nos levar até à construção de uma ETAR. Bem vedada para impedir a nossa passagem. E agora? Voltámos a trás, passámos por um campo de cultivo e apanhámos outro trilho até Monfalim. Para compensar o tempo perdido, arranjei um atalho - bem empinadinho - por alcatrão.
Logo a seguir entrámos num single-track espectacular. Tinha muitas pedras e paus mas ora a pedalar ora à mão deu para fazer. Só não deu para continuar quando vimos uma bica de água a sair de uma mina. "Ai, um riacho, até dá para beber água", ouvi eu que tinha ficado lá atrás a filmar. A Tânia até fez umas cócegas à água. Está no vídeo: "cutchi cutchi"...
Aquilo era um trilho à moda de Sintra, deixámos ir o BOY_SCOUT à frente. Fomos encontrá-lo a aplicar os seus dotes de engenheiro civil na reconstrução de uma ponte que tinha sido levada pela água. Isto é camaradagem, pode haver quem não a aproveite e passe com a bike à mão... Deve ter tido boa nota a Dinâmica de Estruturas. Não sei se fez uma Análise Estática da Estrutura, mas deu para passar. A medo...
Mais uma subidinha e estávamos em Sobral de Monte Agraço. O local da ZA já estava há muito escolhido, já nos tinham convidado para ir lá tomar um café, o famosíssimo Pau da Canela. Chegámos, olhámos e constatámos... É chique demais para entrarmos lá assim vestidos. Ninguém queria lá ir buscar os cafés... Solução? Entrámos todos...
Com o bolinho na barriga subimos, de seguida, uns 200 metros de altimetria. Quase no topo passámos por um caminho militar do tempo das Linhas Defensivas de Torres Vedras. As linhas de Torres eram linhas de fortificações militares que... Bem, esta história fica para a semana, depois da Tomada dos Fortes.
Como o vento estava forte, começámos a ouvir o barulho de motores a 2 tempos. Avançámos com cuidado porque os trilhos eram estreitos. Mas afinal essas máquinas, que para andar basta rodar o punho, andavam numa pista própria. As coordenadas são: 38°58'59.11''N, 9° 9'52.54''W.

Apanhámos novamente o trilhos do "O Oeste é que é giro". Desta vez não queria passar pela descida onde rebentei o pneu, a alternativa arranjada "em cima do joelho" é igualmente a descer e ficou aprovada.
Com mais ou menos estórias chegámos à Charneca, para o segundo banquete. Ah, antes da Charneca o BOY_SCOUT viu uma cadeira abandonada. Deixámos as meninas irem embora e nós fomos fazer poses para a foto.
A ZA veio mesmo a calhar para o BOY_SCOUT. Ainda lhe perguntei se queria partilhar uma coca-cola, mas ele respondeu "até bebo duas!!" Aproveitámos também para alongar os músculos. Esperáva-nos a subida a Montachique. E era preciso chegar lá também. Ainda faltavam umas boas subidas. Seguimos todos juntinhos não fosse a Tânia perder-se outra vez naquela zona...
Chegados a Montachique, deixámos a subida até lá a cima para outro dia. Afinal, há gente que trabalha ao sábado... Não pensem que se livram! Para a próxima é que é...
Então, virámos para Fanhões. Sempre a descer e o resto já se sabe: dores nos pulsos para toda a gente.
E foi assim este sábado pedalante. Obrigado Carla e BOY_SCOUT pela vossa companhia.
Estatística (desde Alpriate):
Distância: 70.44 km
Tempo a pedalar: 5:33
Acumulado positivo: 1653 m
Uma nota final sobre o vento. Estava forte e por vezes muito forte. Mas nunca o apanhámos de frente. Só de lado e, às vezes, até nos ajudava. É um porreiro...
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domingo, 13 de setembro de 2009
"O Oeste é que é giro" aka "O Oeste é que é duro"
Era para ser um fim-de-semana com uma voltinha soft ali para os lados de Coruche. Mas quando vi que o Arruda-Atlântico era já dia 27 mudou tudo. Tinha de arranjar, à pressa, uma volta grande para cansar as pernas. De um momento para outro já tínhamos uma trupe de Maníacos do Pedal para nos acompanhar em mais uma edição de "O Oeste é que é giro". Como éramos muitos, não podia inventar muito no percurso. Por isso, foi juntar tracks que já tinha percorrido. A volta ficou com 70 quilómetros e 1400 metros de acumulado (ou 1600 para assustar)...

O que se disse depois da volta:
http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258
E antes:
http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258
Já viram que estes Maníacos falam falam... E pedalam ainda mais. Eu queria manter o ritmo lento para evitar paragens mas não os consegui abrandar. Deixei-os seguir na dianteira serras acima.
Nas descidas normalmente ia à frente. Aqui não podia haver enganos. Numa dessas descidas, bem enlameada por águas de rega, ouvi a minha roda de trás a fazer fffffffffff. Tou lixado! O raio do pneu rebentou. Consegui controlar a bike e encostei-me a uma parede. Depois disto foi uma hora a resolver a situação. Obrigado a todos pela ajuda. Em casa retirei o acidentado Schwalbe Racing Ralph e voltei aos Nobby Nic. Agora tenho muito mais grip.
A partir daí parece que levava um cesto de ovos na mão. Estava sempre com medo que o rasgão se abrisse mais. Qualquer dia vou lá voltar para me vingar...
A volta continuou até à única ZA prevista. Depois do "almoço", para surpresa minha, só tivemos duas baixas (uma por lesão e outra pelo adiantado da hora). Com o adiantado da hora pensei que toda a gente queria atalhar a volta. Mas estávamos ali para fazer BTT, e como o dia estava reservado, "bora lá" enfrentar as subidas.
Após a dura subida da serra de Montemuro foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão. Estava completa a nossa grande rota que se transformou numa memorável grande rota maníaca.
NOTA: Este relato está um pouco aligeirado devido à falta de tempo. Mais um relato em: http://apedalarequeagenteseentende.blogspot.com/2009/09/o-oeste-e-que-e-giro.html

O que se disse depois da volta:
http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258
E antes:
http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258
Já viram que estes Maníacos falam falam... E pedalam ainda mais. Eu queria manter o ritmo lento para evitar paragens mas não os consegui abrandar. Deixei-os seguir na dianteira serras acima.
Nas descidas normalmente ia à frente. Aqui não podia haver enganos. Numa dessas descidas, bem enlameada por águas de rega, ouvi a minha roda de trás a fazer fffffffffff. Tou lixado! O raio do pneu rebentou. Consegui controlar a bike e encostei-me a uma parede. Depois disto foi uma hora a resolver a situação. Obrigado a todos pela ajuda. Em casa retirei o acidentado Schwalbe Racing Ralph e voltei aos Nobby Nic. Agora tenho muito mais grip.
A partir daí parece que levava um cesto de ovos na mão. Estava sempre com medo que o rasgão se abrisse mais. Qualquer dia vou lá voltar para me vingar...
A volta continuou até à única ZA prevista. Depois do "almoço", para surpresa minha, só tivemos duas baixas (uma por lesão e outra pelo adiantado da hora). Com o adiantado da hora pensei que toda a gente queria atalhar a volta. Mas estávamos ali para fazer BTT, e como o dia estava reservado, "bora lá" enfrentar as subidas.
Após a dura subida da serra de Montemuro foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão. Estava completa a nossa grande rota que se transformou numa memorável grande rota maníaca.
NOTA: Este relato está um pouco aligeirado devido à falta de tempo. Mais um relato em: http://apedalarequeagenteseentende.blogspot.com/2009/09/o-oeste-e-que-e-giro.html
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