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domingo, 18 de janeiro de 2009

Sintra. Chuva e Nevoeiro.

Depois de uma semana a comer massas, eis que a meteorologia decidiu mudar à última da hora. Preparámos tudo no sábado. As bikes bem afinadas e lubrificadas, roupa pronta a vestir, sandes e outras coisas boas e energéticas. Até um patch de reparação de pneus coloquei no Camelbak. As pilhas do GPS e da máquina fotográfica devidamente recarregadas e pilhas de reserva também estavam na lista. O track também foi devidamente carregado e verificado para o GPS.

Hoje, assim que acordei fui consultar alguns "informadores" sobre as previsões da meteorologia. Davam chuva para todo o dia. Assim não dá para ir fazer uma volta com 85km e 1800m de acumulado... Fica para o ano.

E alternativas? Para compensar da frustração nada melhor do que os trilhos de Sintra. Fomos verificar o fórum do BTT Lisboa mas a volta estava esgotada! Mesmo assim avançámos, os dois, até à Lagoa Azul.

E foi debaixo de uma chuva miudinha que pedalámos em direcção a Sta Eufémia. Mas antes de lá chegar virámos para o Castelo dos Mouros porque a calçada estava muito escorregadia. Por vezes pedalávamos mas a bike andava para trás!

Aqui já tinhamos transposto as muralhas:



A seguir ao Castelo, a bela descida rápida e um pouco de alcatrão até entrar nos Trilhos Maravilha. Aqui encontrámos o grupo do Balsinha do BTT Lisboa. Mesmo a calhar. Seguimos com eles por uma sequência de trilhos maravilha. Muitos single-tracks super rápidos, cheios de água, lama e raízes. Ainda dançámos (sim, dançámos) um pouco em cima de uma raizes, mas correu bem... Para os dois!

A foto de grupo:



Depois da foto de grupo, o BTT Lisboa desceu pelos trilhos de freeride. Mas nós, em vez de seguir logo para a Lagoa Azul, fomos gastar as calorias ingeridas em excesso durante a semana. Subimos o Monge e a Peninha. E depois sim, estava na hora de ir para casa.



Na Peninha a Tânia ainda se assustou que eu fosse desaparecer tal D. Sebastião.



A nossa intenção era fazer pelos menos 4 dígitos de acumulado de subidas. Falhámos! Ficamos pelos 950. Cerca de metade do Arruda-Montejunto-Arruda!

Sintra. Chuva e Nevoeiro.


NOTA: algumas fotos foram copiadas do Fórum BTT Lisboa.

domingo, 23 de novembro de 2008

Castelo dos Mouros (Sintra)

O parque de estacionamento, junto dos Arcos do Ramalhão, encheu-se esta manhã por um grupo de bttetistas dispostos a "conquistar" o castelo de Sintra aos Mouros. O Clube BTT Lisboa lançou o repto e ninguém ficou com medo. Apareceram mais de 40 bravos prontos para o "combate". E bravas...

Os guias delinearam a melhor estratégia de aproximação à fortaleza. Decidiram que era melhor separar os combatentes em dois grupos, consoante o andamento de cada um. Não sei o que o andamento tem a ver com combate a Mouros mas OK. Também não sei porque fomos incluídos no grupo avançado (hihihi).

E aí vamos nós. Sobe, sobe, sobe, uffff, sobe, sobe...

Não sei se foi do cansaço, mas pareceu-me ter visto uma aparição de Nossa Senhora e, tal como na lenda de Melides, nos disse:

"Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte."

Chegados à fortaleza, encontrámos a porta aberta. Entrámos sem pedir licença. Um a um, subimos os íngremes caminhos interiores da fortaleza do castelo dos Mouros.

Chegados ao topo gritámos:

"Vinde a nós se tenhais coragem, Mouros!".

E os Mouros: nada.

Esperámos um pouco e repetimos a ameaça. Mas dos Mouros nem rasto. Alguém se lembrou de ecoar um grito de guerra. Mas aquilo mais parecia um grito tirolês. Ganhámos por falta de comparência do adversário. Como o castelo já era nosso, aproveitámos e tirámos a foto de grupo.

[BREVEMENTE A FOTO DE GRUPO]



Mais tarde descobri que o castelo já era nosso desde 1147. E foi conquistado pelo culpado de não sermos Espanhóis: D. Afonso Henriques.

A história do castelo de Sintra (ou castelo dos Mouros) está na Wikipedia.

FONTE: Wikipedia

A seguir ao castelo apanhámos uma grande descida com folhas soltas até à estrada do Palácio da Pena. Depois de um sobe e desce por alguns trilhos já conhecidos e novidades chegámos à ZA.



Hoje também foi o dia das descidas. Como andam a fazer limpeza na mata, os trilhos estão cheios de paus e folhas. Nunca se sabe o que vamos encontrar. Quando não havia folhas, havia pedras. Também houve outras descidas mais técnicas, onde não é possível parar.

Já disse que também houve descidas?! Mas foi muito giro. Só desmontei umas... duas vezes...



No regresso, gostei do trilho à volta da lagoa azul. Mesmo ali à mão e nunca lá tinha passado!