Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de janeiro de 2011

A Madeira no Campo Pequeno



Na Madeira há coisas boas, desde os rebuçados de funcho ao Bolo do Caco passando pela refrescante Brisa. Já há algum tempo que tudo isso está disponível no supermercado SÁ, no centro comercial do Campo Pequeno em Lisboa. Sim, há lá mais "vida" para além dos cupcake.

O caminho para lá já era nosso conhecido. Desta vez, decidimos fazer uma pequena caminhada para compensar (ou descompensar) as coisas boas que iríamos levar para casa. Aproveitámos e ainda fomos tomar um café à Mexicana.

As fotos captadas com o telemóvel vêm já a seguir.

Este post também se podia chamar: fomos às compras à "Madeira". Colocava-se aspas no nome da ilha e percebia-se que havia uma marosca qualquer.

domingo, 14 de novembro de 2010

Corrida pela Diabetes

Para assinalar o Dia Mundial da Diabetes, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) organizou uma corrida pela principais avenidas do centro de Lisboa com a presença dos campeões olímpicos Rosa Mota e Carlos Lopes.

Eu participei na corrida e a Tânia na marcha.

A corrida teve cerca de 11 quilómetros com partida do jardim do Príncipe Real, passagem pelo Rato em direcção ao Marquês de Pombal. Subimos até ao Saldanha e pela grande avenida da República até ao Campo Grande. Regresso à Praça Marquês de Pombal e descer a avenida da Liberdade até à meta instalada nos Restauradores.

Gostei muito desta corrida, correr por estas avenidas nobres livres de carros foi o atractivo principal.

A corrida correu-me bem do início ao fim, talvez devido ao aquecimento do dia anterior. Não houve confusão na partida, por isso comecei logo a correr sem necessidade de grandes esforços para ultrapassar os caminhantes.

A chegada ao Marquês de Pombal foi rápida, depois na subida até ao Saldanha fui controlando o esforço, segui ao meu ritmo evitando reagir ao ritmo dos companheiros que passavam por mim.

Nos túneis da avenida da República tentei aprender a correr nas descidas, acho que já estou melhor. Pelo menos já não sou ultrapassado por muita gente...

Fui correndo e apreciando a arquitectura dos prédios para esquecer o passar dos quilómetros. Depois de dar a volta no Campo Grande e chegar ao Saldanha, já sabia que era sempre a descer até à meta.

Aqui apertei o ritmo e a coisa correu bem até ao fim.

Na chegada tinha uma claque dos Maníacos do Pedal e a Tânia. Apareçam mais vezes...

O saco de ofertas tinha um pão de Seia (museu do pão) que calhou mesmo bem para o nosso almoço de sopa de coentros à alentejana.

Houve algumas falhas organizativas: não havia casa de banho junto da partida (a do jardim estava fechada) e faltou uma garrafa de água a meio do percurso. De qualquer forma, não foi dito que existiam estas "comodidades". Por isso toda a gente sabia ao que ia.

Quanto à minha prestação, demorei 52 minutos a percorrer os cerca de 11 quilómetros. Fiquei muito satisfeito com este tempo, agora vamos lá ver se sempre arrumo as sapatilhas até regressar o bom tempo...

domingo, 10 de maio de 2009

Nós pedalamos... Por um corredor verde!

Nós pedalámos por um corredor verde em Lisboa.

Tal como na última edição, fomos voluntários e ajudámos o GEOTA a divulgar esta causa.

Mais informação em: http://www.nospedalamos.org/.

20090510_NosPedalamos_LisboaLoures

domingo, 3 de maio de 2009

Coimbra-Tomar-Lisboa. A nossa primeira travessia.

Yessssssssssss, conseguimos. Já está! Venha a próxima. Mas mais acessívelzinha que esta deixou marcas no traseir...

Como não foi possível ir a Santiago de Compostela, tivemos de arranjar uma maneira de nos vingarmos. E que vingança! Travessia Coimbra - Lisboa, pelos Caminhos de Santiago, em dois dias.

1.ª Etapa (2 de Maio): Coimbra-Tomar

Este era o dia mais duro, segundo a altimetria do track. A zona também era completamente nova para nós, por isso era melhor não abusar, fazer "apenas" 100 kms e pernoitar na cidade dos templários: Tomar.

Saímos de Coimbra-B cerca das 9 horas, um pouco tarde mas não foi possível sair antes. A primeira paragem seria na Igreja de Santa Cruz.



Daí até à Ponte de Santa Clara foi muito rápido, só foi preciso alguma atenção para nos desviarmos do que sobrou da noite da queima das fitas. A próxima paragem foi inevitável, junto do Portugal dos Pequenitos.



Nesta altura, era preciso acelerar porque o sol já ia alto. Guardámos a máquina e siga até Conimbriga. Aqui a máquina decidiu não colaborar.

A próxima paragem foi na zona do Rio dos Mouros, serviu de ZA. Este trilho tinha algumas zonas com alguma pedra, nada compatíveis com o sistema de carga que coloquei na bike. Está aprovado!



Seguimos por trilhos rodeados de paisagens lindíssimas que por vezes até nos esquecíamos de parar para comer alguma coisa ou simplesmente fazer uma pausa. Nem sequer nos preocupava se íamos a bom ritmo. Era só apreciar a paisagem...

Passámos por Zambujal, Alvorge e Ansião, onde passámos pelo meio de um casamento. Cada grande rota que fazemos temos de "apanhar" com eles. Ouvi dizer que os casamentos estão a sair de moda. Deve ser igual aquela história do Alentejo ser plano.

A seguir veio uma valente subida, por trilhos, até uma simpática aldeia que não sei o nome. Mas lembro-me que me teria sabido bem lavar a cara e as mãos na fonte pública, infelizmente não tinha água. Tão bem localizada no Adro da capela e sem água! Mesmo assim fizemos ali a nossa refeição. Versão low-cost: sandes de ovo feitas de véspera. Só faltou a Coca-Cola, passo a publicidade. Só saciámos o nosso desejo em Alvaiázere.

Olhando para o GPS, já tínhamos ultrapassado os prometidos 900 metros de acumulado. Como estávamos quase a chegar a Tomar, abrandámos o ritmo porque no dia seguinte era para bater recordes. A certa altura, reconhecemos os trilhos de uma volta recente. Que maravilha repetir aquele trilho junto ao rio Nabão.



Quase 100 quilómetros depois de termos saído de Coimbra e 1650 metros de acumulado de subidas chegámos a Tomar.



O descanso da guerreira (esta foi para a foto):



Fotos do banho não há. Mas garanto que estava bom, com água quentinha.

Depois, fomos dar uma volta (a pé) pela cidade. Infelizmente a máquina ficou no quarto. Jantámos choco grelhado com batata a murro, delicioso e de fácil digestão. E fomos descansar as perninhas.

Foi assim o primeiro dia da nossa primeira travessia. Correu tudo bem, só não contávamos com tanto acumulado. Mas as paisagens ajudaram a esquecer as subidas.

Adormecemos a ver a novela...

2.ª Etapa (3 de Maio): Tomar-Lisboa

Esta foi a etapa do recorde de quilómetros num dia. No Alvalade-Porto Côvo-Alvalade tinhamos feito 130. Neste dia fizemos 133 entre Tomar e Póvoa de Santa Iria. Mas desta vez com uma volta bem dura na véspera. Mas com calma tudo se faz. Curiosamente, em ambos os dias pedalámos durante sete horas e meia.

Depois de um bom pequeno-almoço, deixámos a cidade de Tomar cerca das 8 horas. Por alcatrão. Íamos tão distraídos que me esqueci de olhar para o GPS e quando vi o track tinha ficado para trás. Foi só um quilómetro. O nosso trilho seguiu por um caminho junto à linha do comboio.



Até Vila Nova da Barquinha ainda apanhámos algumas subidas e descidas bem rápidas. Mas depois foi quase sempre plano.



Claro que fizemos várias paragens para apreciar a fauna e a flora ribatejana, como os este cavalos na Golegã.



Ou até parar o trânsito para tirar uma foto no meio de uma rotunda.



O trilho continuava plano. Por um lado era bom porque não havia subidas mas também não havia descidas para descansar.

As "saudades" das subidas foram desfeitas na subida para Santarém onde comemos uma bifana. E, logo a seguir, uma descida bem rápida em alcatrão.

Seguimos por Ponte Muge, Valada e Azambuja onde atravessámos por dentro da estação de comboios.






Até casa fomos sempre por estrada onde nos aguardava o gato cheio de saudades de rebolar à nossa frente, roçar nas nossas pernas e fazer rumrum.

Resumo: Coimbra-Tomar-Lisboa

Muita coisa terá ficado por dizer. Foi a nossa primeira travessia. Liiiiiiiiindo!

Chamaram-nos "malucos" quando dizíamos de onde vínhamos e para onde íamos. Mas foi giro passar estes dois dias pelos trilhos de Portugal. Encontrámos alguns peregrinos, todos estrangeiros, que respondiam ao nosso cumprimento com um "bonjour" ou um simples abanar de cabeça.

Travessia Coimbra-Tomar-Lisboa

sábado, 6 de dezembro de 2008

Lisboa by Night vestidos de Pai/Mãe Natal

Na quinta-feira comprámos os "fatinhos", mas como estava o tempo até pensou-se que a estreia dos "fatinhos" seria só no ano seguinte, mas como somos muito corajosos ou outra coisa qualquer… lá fomos.

Combinámos ponto de encontro no Parque das Nações com um colega. O céu estava a ameaçar e caso a coisa se complicasse, lá estava o carro em ponto estratégico!

O dilema mantinha-se: vamos já com o “fatinho” ou levamos no Camelback? Nada disso, vamos mas é já vestidinhos com a bela fatiota além do mais ninguém nos conhece assim disfarçados!

Saímos acompanhados do Carlos e logo à frente aguardámos pela Corina que estava atrasada.

A recepção das pessoas, principalmente dos mais pequenos, foi óptima e a nossa inicial timidez acabou por rapidamente desaparecer!

Chegámos aos Jerónimos já em cima da hora. As escadas dos Jerónimos estavam repletas de Pais e Mães Natal, algumas caras conhecidas, e lá estávamos nós a cumprimentar algumas pessoas quando de repente tenho uma jornalista da RTP à minha frente a me colocar questões: estava a ser entrevistada e só me dei de conta no final!

Quando saímos dos Jerónimos já estava a escurecer e foi hora de todos ligarem as luzes: que giro! Houve malta que levou muito a sério e para além do fatinho não se esqueceram de "quitar" a bike. Fica para o próximo ano já tenho algumas ideias!

As subidas à noite não custam tanto que as de dia, as dicas da Carla para nunca olhar para o cimo da subida comprovam-se, como de noite não se vê realmente a inclinação a coisa faz-se sem esforço! Nem a subida para o Castelo, debaixo de uma grande chuvada, o piso escorregadio, o carril, e sem os maravilhosos pedais de encaixe, me custou.

Ponto alto da volta: poder ver as iluminações natalícias da Baixa de Lisboa e devo dizer que o parque Eduardo VII está espectacular com a lindíssima árvore de Natal!

Tudo correu maravilhosamente, com uma óptima reacção calorosa por parte dos automobilistas que foram muito educados e compreensivos (provavelmente não queriam magoar o Pai Natal pois assim não receberiam as prendas! Quem sabe!), e todos os que passavam por nós e assistiam à nossa passagem. Ainda chegámos a ouvir: “estou a ver passar dezenas, centenas de Pais Natal”. Eu e o Miguel desatamo-nos a rir e dissemos: “milhares”!!.

A óptima sandocha na Baixa (os donos dos 2 cafés devem ter ido para casa mais cedo pois nós todos esgotámos o stock).

Resumindo, o companheirismo foi formidável e é das partes mais importantes destes passeios. Para o próximo ano iremos com certeza acompanhar o grupo de Santa Malta.

Pais Natais

domingo, 23 de março de 2008

Monsanto, zona ribeirinha e arredores de Lx

Neste Domingo de Páscoa a volta foi suave pelo Parque das Nações até Algés, alguns singles de Monsanto, Benfica, Telheiras, Lumiar, Odivelas, Frielas e São Julião do Tojal.

Apesar da chuva dos últimos dias, os singles de Monsanto estavam transitáveis. As nossas botas novas só se sujaram um bocadito.

O vento que ajudou até Algés, dificultou o regresso. Mas estávamos protegidos por uns corta-ventos BBB da marca KALENJI. São Bons, Bonitos e Baratos. Já nos protegeram da chuva e das temperaturas mais baixas dos inícios das manhãs e hoje foram muito eficientes a protegerem-nos do vento.

As pernas é que não estavam muito viradas para pedalar. Depois dos sessenta e tal quilómetros de sexta-feira, hoje a força nas pernas era pouca. O pulsómetro não passou das 160 bpm. As pernas não davam para mais.

Aqui estão os cinco magníficos que quebraram com as tradições da época.



Mais uma vez, obrigado Jaime pelas fotos e pela companhia. Um obrigado também ao Hélder que nos acompanha quase até casa.

domingo, 16 de setembro de 2007

Belém-Trancão

Por um corredor verde para Lisboa que poderia chamar-se "Da Lezíria ao Guincho"!



Mais informação em http://www.belemtrancao.org