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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Monsanto

Há uns largos anos (Em 1640, precisamente. Tempos de monarquia.) iniciava-se uma revolta para restaurar a independência de Portugal. Nós agradecemos o feito, porque agora é feriado, e fomos comemorar para Monsanto.

Acho que comemorámos bem a coisa. Não fizemos motins nem desrespeitámos, como se fazia naquela altura, mas pedalámos 70 km com 800 metros de acumulado.

Éramos 10:



Como saímos cedo de Monsanto, ainda fomos ver a nova ciclovia de acesso ao parque de Monsanto. Agora é mais fácil atravessar a cidade.

Cá estamos nós na ciclovia:


(Foto do Carlos)

Ainda fomos ver a árvore de Natal da ZON e depois sempre a descer até ao Marquês de Pombal, Rossio, Rua Augusta, zona ribeirinha e sempre a rolar até casa.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Monsanto e jamor

Hoje tínhamos menos 300g na bike mas assim que chegámos a Monsanto a bike foi ficando progressivamente mais pesada... de lama.

Como a nova corrente não "casava" com a "avozinha" não dava para a usar. Conclusão: ficámos a saber que ainda não podemos remover esse prato da pedaleira como fazem os "prós". Fez-nos muita falta. Era verem-nos a acelerar nas subidas. Não podendo usar a "avozinha" tem de se andar mais depressa para aproveitar a energia cinética.

A volta foi uma Maníacada à antiga, com 17 Maníacos.



Saímos de casa a pedalar até ao ponto de encontro Maníaco, sem tomar café porque o estabelecimento comercial estava fechado. Atravessámos Lisboa pelos Olivais, Rotunda do Relógio, Avenida Brasil, Cidade Universitária e Sete Rios até Monsanto.

Começámos com um single-track, a subir, todo lamacento. Como os trilhos não estavam a colaborar teve de se arranjar alternativas. Ou seja, trilhos mais cicláveis. Isto não quer dizer trilhos sem pedras e raízes. Escorregadias que elas estavam! Já disse que gosto do Nobby Nic?

Ainda fomos até ao Jamor, por Linda-a-Velha, percorrendo a volta da polícia ao contrário. Aí houve mais lama para quem gosta. Ou melhor, para todos. Não havia alternativa.

E "bora lá" para casa que já havia pessoas com o almoço à espera ou à espera de ser confeccionado!

Monsanto e Jamor


Ainda hoje é dia 4 e já fizemos mais de 100km este ano. Vamos lá a acalmar!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Jamor e Monsanto

Gostámos tanto da volta de Vila Nova da Rainha que queríamos repetir na terça-feira. Mas fomos desafiados para um passeio mais 'soft': zona ribeirinha, Jamor e Monsanto. Ou seja, iríamos repetir a famosa volta da polícia.

Optámos por não fazer a parte da Mata do Jamor. Logo que chegámos ao Jamor, virámos para Linda-a-Velha.

Depois subimos para Monsanto à descoberta de trilhos. Após uma pequena escalada com a bike às costas, encontrámos os trilhos.

Os trilhos estavam porreiros, macios e bons para o BTT.

Saímos da mata por Sete Rios. Má opção. Foi uma tortura andar no meio do trânsito. Senti-me aliviado ao chegar ao Parque das Nações. Ufa, enquanto não me esquecer desta não me meto noutra. Andar no meio do trânsito não é para mim!

Mas valeu a pena, pelos trilhos de Monsanto:

JamorMonsanto

domingo, 27 de julho de 2008

Trancão e Monsanto

Hoje fomos descobrir um trilho novo para evitar a descida de Alpriate. Aquela descida lixa-me os travões... Assim, arranjámos um trilho alternativo. Bem fixe.

Já no Trancão encontrámos uma colónia de patos, cavalos e vacas. Mas que engarrafamento. Tivemos que passar "mansinhos" não fosse o cavalo dar um coice. Também tínhamos de ir devagar para não apanharmos de frente um grupos de "duros" dos Maníacos do Pedal. Ainda íamos ao chão com a deslocação do ar.

Seguimos, junto ao Tejo, até Monsanto. Pelo caminho ainda encontrámos dois companheiros: o Lúcio, com a bike de substituição, e o Vitinha. Já estavam de regresso a casa.

Com a pedalada ainda nos distraímos. Já íamos em Algés quando nos lembrámos que para Monsanto não era por aí.

Já em Monsanto, aproveitámos o fresquinho da mata para tirar a "foto de grupo".



Mais fresquinho estava o gelado.



E foi assim. Mais oitenta e tal quilómetros nas pernas.

domingo, 13 de julho de 2008

Trancão e Monsanto

Saímos de casa quase de noite, já havia Sol, vá lá, eram 8 e tal... pelo Trancão. Foi difícil. Aquilo está muito congestionado a esta hora da manhã. Os coelhos é que não vimos. Já era tarde! Era tarde e tínhamos de ter atenção ao trilho. Qualquer descuido e ai ai ui ui. Nunca vi tantos picos à espera para nos ferrar.



Faltava o café da manhã. Onde é que se pode um café por aqui? No ponto de encontro dos Maníacos do Pedal! Vamos até lá. Olhem para a minha cara de sono... Não devia ter tirado os óculos.



Arrancámos, pelo Parque das Nações, em direcção a Algés. Aí iniciámos a subida até Monsanto. Fizemos alguns trilhos rolantes com as inevitáveis subidas até às antenas (zona militar).

Antes da subida às antenas ainda fizemos uma pequena paragem para transferir dois cubos de marmelada do Camelbak para a barriga. Para ajudar à digestão, fomos treinar subidas... curtas e íngremes.





Das antenas, descemos até Belém e voltámos pela zona ribeirinha. Antes de ir para casa tivemos de passar pelos doces da Gare do Oriente.



Hmmm, que saborosos!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Tree Parade 2008

Ontem passei de carro no Terreiro do Paço e como estava um trânsito horrível, estive parado algum tempo a olhar para uma coisa (várias coisas) que me pareceram cogumelos gigantes. Quando cheguei a casa fui pesquisar e descobri que afinal era uma "floresta anã"!

Uma "floresta" de 178 árvores, em escala reduzida criadas por crianças e jovens de escolas de todo o país. A ideia é transmitir a mensagem da importância da preservação das florestas. As árvores da Tree Parade 2008 têm pouco mais de um metro de altura, são feitas de fibra de vidro e representam a visão muito colorida de alunos de cerca de 150 escolas, que de forma criativa expressaram as suas ideias sobre a floresta e os seus recursos.

Uf, isto é que foi um trabalho de pesquisa! Foi um trabalho difícil mas alguém tinha de o fazer...

Então, como achei piada, decidimos ir lá hoje ver a tal "floresta anã". Mas com muita pena nossa só lá estavam quatro exemplares. Não, não secaram nem ocorreu nenhum tornado que as levasse para o rio. Foram transportadas para outra cidade. A exposição em Lisboa terminou, precisamente, ontem. Bolas, isto é que foi pontaria.

Ainda deu para tirar umas fotos:





Aqui ficam umas fotos da "floresta" completa:





A exposição está agora até 22 de Junho na cidade do Porto, no Parque da Cidade.

domingo, 11 de maio de 2008

A primeira vez sem a Tânia :-(

Pela primeira vez, desde que começámos a fazer BTT, fui pedalar sozinho: a Tânia não me podia acompanhar.

Volta madrugadora, levantei-me às 06:30 da manhã, pronto para enfrentar a primeira subida do dia. Mas logo aí comecei a encontrar os companheiros habituais.

O grupo foi aumentando até Belém. Daí seguimos para uma voltinhas na mata do Jamor. Atravessámos Linda-Velha até Monsanto, mais umas voltinhas e regressámos novamente junto ao rio.

Depois de mais de 90km lá cheguei a casa. Foi comer e dormir até o gato começar a reclamar que não eram horas de estar na cama...

Acabei de receber umas fotos...





A Tânia não fez BTT mas não deixou de exercitar os músculos... Foi um estágio para o raid da próxima semana.

domingo, 27 de abril de 2008

Pasteis de Nata, Gelados e... BTT

Hoje fizemos uma voltinha rolante, quase toda em alcatrão. O ponto de encontro era a pala do Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações. Mas não apareceu ninguém. Ainda dei uma voltinha, mas nada. Mais ninguém aceitou o desafio de ir fazer uns quilómetros junto ao Tejo.

Então seguimos para "apanhar", mais à frente, os abençoados Soraia e Vasco e ainda o Bytes. Estavam muito bem acompanhados pelos também abençoados Jaime e Carla. E passaram a ficar ainda melhor acompanhados por nós: Miguel, Tânia e Hélder.

Abençoados, porque estes "meninos" e "meninas" foram fazer Lisboa-Fátima nos dias 25 e 26 de Abril. Estavam fresquíssimos e satisfeitos por uma volta "bonita". Temos pena de não ter ido, mas é a vida!

E então seguimos em direcção ao Jamor, sempre junto ao Tejo.

Após a ingestão da marmelada da praxe regressámos.

Nas rectas ainda deu para treinar no regime anaeróbio.

Estas voltas normalmente não têm história. Fazê-mo-las quando não há nada mais interessante programado. O Hélder ao ver umas velhas conhecidas escadas, em Belém, não resistiu à adrenalina. Eu também tive a minha dose (mini, diga-se) no Parque das Nações. E a Tânia também: ai, ai, ui, ui,... uf cheguei ao fim.

Desta vez a história foram os abastecimentos: pastel de nata na Gare do Oriente e gelado mais à frente.



Hoje, as calorias ficaram a ganhar.

domingo, 13 de abril de 2008

Guiados pela Polícia

Hoje fomos a um passeio organizado pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, ISCPSI. A nossa motivação era conhecer novos trilhos (mata do Jamor) e ajudar a Casa de Protecção e Amparo de Santo António, Instituição Particular de Solidariedade Social que se dedica ao acolhimento e apoio de mães solteiras e seus filhos.

Saímos de casa bem cedinho em direcção ao ponto de encontro com os Maníacos do Pedal em Santa Apolónia, acompanhados pelo Hélder. Pelo caminho ainda passámos por algumas zonas com "animação nocturna".

Na partida, a Tânia talvez estivesse a tentar trocar de posição com um futuro betetista. Mas a criança não se deixou... enganar(?)... e cada um seguiu no seu meio de transporte: a Tânia a pedalar e a criança na sua cadeirinha.



O percurso foi Calvário (partida) > Docas > Belém > Passeio Marítimo > Mata do Jamor > Estádio Nacional > Cruz Quebrada e Dafundo > Espaço Monsanto > Aqueduto das Águas Livres > Alcântara > Calvário.

Momento alto do passeio: a passagem pela ribeira do Jamor. A chuva dos últimos dias aumentou o caudal e era obrigatório molhar os pezinhos. Eu saltei de pedra em pedra sem me molhar.



A destemida Tânia que hoje esteve EM GRANDE!!!



Estreava uns pedais de encaixe e ficou fã. Agora passamos a andar os dois encaixados. Estiveste muito bem Tânia! Parabéns!

São cada vez mais as CANYON nos trilhos.



Passagem pelo Aqueduto das Águas Livres:



Quanto à voltinha, por vezes (muitas) era complicado andar porque éramos muitos: mais de 300. À entrada dos single-tracks havia sempre um tempo de espera.

À chegada ao Calvário, recebemos um pastel de Belém acompanhado por um Red Bull fresquinho para nos dar força no regresso a casa.

No geral, apesar das muitas paragens e peripécias, gostámos da volta. Serviu de treino para as longas distâncias. Foram quase 90km! Às vezes é preciso fazer algo diferente.

Hoje foi a minha segunda volta com a CANYON. Estou super satisfeito: excelente a subir, super confortável, bom andamento. E os pedais de encaixe também se recomendam.

Boa iniciativa da ISCPSI, principalmente a vertente solidária.