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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fomos molhar os pés. Ele gostou, "nas" águas do Dubai também eu!



Esta Páscoa a meteorologia decidiu agradar a gregos e troianos, não fossem eles entrar em guerra por mais dez anos... Chuva, por vezes um dilúvio, a aparecer de forma sorrateira normalmente depois de um breve período de sol quentinho. No domingo o sol apareceu em força mandando o mau tempo lá para quarta-feira.

Nós agradecemos e demos um pulinho até à praia. Não nos estejam para aí a imaginar que fomos aos pulos tal como os rápidos cangurus. Fomos de carro a ouvir a música que ele gosta...

Depois de um cafezinho num belíssimo bar de praia - um café por dia não faz mal a ninguém -, fomos molhar os pés à praia. Fomos molhando os pés numa agradável caminhada à beira mar.

A água estava uma pouco fria. Para nós, porque para ele estava nuns quentinhos 37 ºC, tal como as águas do Dubai. Tentámos fazer uma troca, nós dávamos-lhe um pouquinho de Sol e ele dava-nos um pouquinho de água quentinha. Respondeu com pontapés! Mas desses pontapés gostamos nós...






sábado, 19 de março de 2011

Molhar os pés na praia do Guincho

Praia Grande do Guincho, ou simplesmente Praia Grande ou Praia do Guincho toda a gente sabe onde é. Se não souberem nós damos uma dica, fica próximo do restaurante Fortaleza do Guincho. Ahhh, fez-se luz! Fala-se em restaurantes com estrelas Michelin e talheres banhados a ouro e toda a gente sabe do que estamos a falar...

O que toda a gente também sabe é que, para além do surf, é uma óptima praia para um pequeno passeio à beira mar e molhar os pés.

Este domingo para comemorar a entrada da Primavera, está quase aí, fomos até lá. Andámos por lá a molhar os pezinhos e, no final, ficámos sentados nas rochas simplesmente a ver as ondas a rebentar na areia...





A seguir há mais fotos, onde se incluem paus na boca de cães. Um inédito que este blog preparou para si...

sábado, 5 de março de 2011

À "caça" dos esquilos em Monsanto

Hoje fomos à caça. Calma, calma, não era para capturar os bichos. Era só para admirar os pequenos roedores. E também para os "caçar" e levar para casa numa pequena máquina fotográfica de 3.2 MP.

Mas os malandros irrequietos deviam andar entretidos a ver quem é que conseguia saltar para um pinheiro mais distante e não quiseram nada connosco. Também poderiam andar a apanhar folhas e galhos para o ninho... Coitadinhos, não sabem que deve haver uns ninhos bem giros no IKEA, e vêm naquelas embalagens planas que facilitam o transporte. O IKEA de Alfragide fica ali próximo era só dar lá uma saltada, umas 20 ou 30 árvores, deve dar para fazer numa manhã.



Percorremos todos os carreiros bem conhecidos do BTT e nada, nada de bichinhos saltitantes. Só saudades do BTT! Já faltou mais...

Uma passeata com patos



Para não ter chatices com um primo de um conhecido do meu vizinho do segundo-andar, que está a tirar uma pós-graduação sobre biodiversidade, não vou dizer o nome das espécies de patos que hoje vimos. Ah, e também não sei se, com base no novo acordo ortográfico ou nos anteriores, "segundo-andar" e "pós-graduação" se escrevem com hífen (ou com tracinho). Também não me interessa, este blog é meu. São muitas horas em frente a um pequeno monitor a carregar nas teclas, com as duas mãos! Por isso escrevo como quero, desde que se perceba...

A caminhada foi pequena, logo não levámos nada para comer. Se tivéssemos levado umas barritas do Pingo Doce, partilhávamos com os patos. Eles iriam gostar, as barritas do Pingo Doce são muito boas. Há muito tempo atrás (ou a long long time ago, em estrangeiro) já fizemos um pic-nic com patos ali para os lados do Parque Eduardo VII. Era no tempo que tínhamos duas saudosas bicicletas dobráveis (estas).

E consegui fazer um relato sobre patos sem falar no arroz... Oh não!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Centro de Interpretação Ambiental da Pedra do Sal

Tantas vezes o cântaro vai à fonte, até que parte. Um provérbio Português que hoje se aplicou, tantas vezes já passei na estrada marginal e nunca tinha parado no Centro de Interpretação Ambiental da Pedra do Sal ali para os lados de São Pedro do Estoril e bem perto da, bem frequentada, praia de São Pedro.

Neste local, para além de apreciarem o desfazer das ondas nos rochedos pontiagudos também podem tomar um cafézinho. Podem ainda, através do "Miradouro Virtual" (maquineta produzida pela YDREAMS, fica sempre bem esta referência para o caso de um dia enviar para lá o meu CV) aceder a informação - sob a forma de texto, imagens e vídeo - da biodiversidade e de alguns dos monumentos da Costa do Estoril.





O nosso passeio foi muito agradável aproveitando uma abébia da meteorologia que tem andado mal disposta nos últimos dias. Mesmo assim, durante o nosso passeio esteve um sol bem quentinho.

domingo, 23 de janeiro de 2011

A Madeira no Campo Pequeno



Na Madeira há coisas boas, desde os rebuçados de funcho ao Bolo do Caco passando pela refrescante Brisa. Já há algum tempo que tudo isso está disponível no supermercado SÁ, no centro comercial do Campo Pequeno em Lisboa. Sim, há lá mais "vida" para além dos cupcake.

O caminho para lá já era nosso conhecido. Desta vez, decidimos fazer uma pequena caminhada para compensar (ou descompensar) as coisas boas que iríamos levar para casa. Aproveitámos e ainda fomos tomar um café à Mexicana.

As fotos captadas com o telemóvel vêm já a seguir.

Este post também se podia chamar: fomos às compras à "Madeira". Colocava-se aspas no nome da ilha e percebia-se que havia uma marosca qualquer.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cromeleque e Menir dos Almendres



Segundo as previsões meteorológicas, neste sábado, chovia a norte do sistema Montejunto-Estrela. Com este restringimento, alinhámos a direcção do carro para sudeste. Depois de algumas correcções dessa direcção, devido às curvas (poucas), chegámos a Évora.

No ano novo as caminhadas continuam. Desta vez bem perto de uma cidade emblemática para nós. Fomos reviver velhos (mas bons) tempos passados. Passados junto do chafariz da Praça do Giraldo e da coluna maldita na mesma praça. Ou passados no templo de Diana (que, afinal, parece que é de Escolápio) ou na Kalmaria da rua de Valdevinos.

Ali bem perto, para os lados de Valverde, existem vários monumentos megalíticos que valem a pena uma visita. Hoje caminhámos cerca de 10 quilómetros com partida e chegada de Guadalupe.



A primeira paragem foi no Cromeleque dos Almendres. É o monumento megalítico mais importante da Península Ibérica e um dos mais importantes da Europa. Talvez por isso seja muito visitado, apesar do tempo farrusco muita gente o visitou nesta tarde de sábado. Muitos carros passaram por nós. A pé, que faz bem, só nós.

Das pessoas que hoje andaram por aqueles lados, há algumas que podem dizer que viram um lindo cavalo. Alguns só o viram pelo vidro da janela do carro. Mas nós "falámos" com o cavalito, demos cascas de banana ao animal, fizemos festinhas na sua crina e sentimos o seu cheiro... Garanto que há cheiros piores no metro de Lisboa...



A nossa visita ao Cromeleque dos Almendres foi rápida. Já lá estivemos algumas vezes, a última das quais de BTT. Após alguns minutos de contemplação, regressámos pelo mesmo caminho em direcção ao menir dos Almendres.

O menir dos Almendres é imponente pelos três metros e meio de altura. Está bem conservado e identificado, tal como os cromeleques.



Desde Guadalupe existem várias indicações para estes monumentos megalíticos. Nas principais estradas da região de Évora também é frequente encontrar a sinalética.

Este trilho faz parte dos percursos de Monfurado, ideias para ir explorando...



A seguir ficam as fotos, algumas de formas fálicas...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Caminho do Xisto da Benfeita - Frescura das Cascatas

"Benfeita", aquela palavra que os nossos pais nos diziam quando fazíamos alguma traquinice e nos magoávamos. Era certinho - se brincasse com o gato e ele me arranhasse - é "Benfeita", diriam os meus pais. É "Benfeita" que já de disse para não puxares o rabo ao gato! "Benfeita" por isto e "Benfeita" por aquilo. A partir de hoje fiquei a saber que afinal a Benfeita, sem aspas, existe e é mesmo bem feita. É uma formosa freguesia perdida na serra do Açor, no concelho de Arganil.

Chegámos à Benfeita por volta do meio-dia, procurámos o único café da aldeia mas estava fechado. Deveríamos ter parado em Côja. Sem café, com as mochilas às costas, lá seguimos à descoberta do Caminho do Xisto da Benfeita - Frescura das Cascatas. É um percurso de PR (pequena rota), com 10 quilómetros, marcado e circular. Mesmo assim levámos o GPS com o track que tirámos do site das Aldeias de Xisto.

A primeira cascata apareceu-nos ainda se avistava o povoado da Benfeita. É uma sequência de cascatas e açudes que alimentam um moinho de água. Uma estrutura antiga que permite moer cereais aproveitando a energia cinética da água da ribeira. É um sistema natural e ecológico não provocando alterações no leito do rio, apenas uma pequena parte do caudal do rio é desviado e devolvido pouco depois. Este moinho ainda funciona e imagino o cheirinho da broa que resulta do milho e do centeio moído aqui.



Pelo gráfico da altimetria, a primeira parte do percurso era sempre a subir. Já sabíamos. Só não contávamos que os caminhos fossem tão difíceis. Demorámos mais de uma hora para percorrer dois quilómetros e meio. Sempre a subir, atravessando ribeiros, passando por paredes com água de um lado e um "cama" de silvas do outro... Trepando paredes através de uma espécie de degraus formados por umas pedras mais salientes. Enfim, foi giro mas cansativo.





Mas atenção, durante todo o percurso há vários bancos de madeira para ir descansando. Admito, usá-mo-los algumas vezes. Muitas vezes, vá!





Para além dos banquinhos existem várias construções para tornar este percurso possível em qualquer altura do ano. Cordas para apoio nas zonas mais difíceis e pontes nos locais em que o nível da água das ribeiras possa dificultar a passagem. Tudo bem enquadrado na paisagem.



O percurso passa por duas pequenas aldeias: Sardal e Pardieiros. São mesmo pequenos povoados. Não encontrámos ninguém para dizer bom dia ou boa tarde, neste caso. Portanto, é sempre boa ideia levar alguma comida. Água há por lá muita e bem límpida mesmo fresquinha, vamos passar a andar com um copo na mochila.

Um dos ex-libris da Mata da Margaraça é a Fraga de Pena. É pena este percurso não passar por lá. Mas nós passámos. Antes de chegar à aldeia de Pardieiros, vão ver um estrada de alcatrão à esquerda do trilho. Quando virem um caminho em direcção à estrada de alcatrão, sinalizada com uma seta azul, desçam por aí até à estrada e depois voltem para trás até encontrarem a indicação de Fraga da Pena. No total, ida e volta, faz-se pouco mais de um quilómetro e ficamos a conhecer uma magnífica cascata formada pela queda da água por um acidente geológico. O local está muito bem preservado, vale a pena uma visita. Dá para ir de carro, basta seguir as indicações Fraga de Pena ou Mata da Margaraça.

A nossa visita à Fraga da Pena aqui.

A parte final do percurso do Caminho do Xisto da Benfeita - Frescura das Cascatas - é muito acessível. Quase sem se dar por isso já estávamos na Benfeita a fazer uns bons alongamentos.



Se nos dessem um inquérito e estivesse lá a pergunta: "Aconselhava este trilho a um amigo?", responderíamos logo que sim. Pode-se fazer o ano todo, mas no Inverno tem a magia das cascatas. No Verão a primeira parte pode ser dificultada pelo calor.

E agora as fotos, onde não faltam um burro e uma ovelha negra. Ficam sempre bem num álbum de fotografias.



O track e informação sobre o percurso aqui.

sábado, 4 de dezembro de 2010

PR1 - Trilho das Cascatas - Vila de Rei

Perdeu-se um fim-de-semana na neve, para estrear o equipamento novo. Perderam-se os bonecos de neve, gordos e mal-feitos, desproporcionais, sem pernas, com braços feitos de ramos de árvores e nariz de pedra, fria. Perderam-se várias tentativas de fazer ski, perderam-se várias quedas, também... Perderam-se horas passadas à lareira a rir das quedas que teríamos dado e a tentar aquecer as mãos e os pés que deveriam estar ainda gelados. Perdeu-se muita coisa, mas ganhou-se um excelente dia passado no centro geodésico de Portugal continental.

Mais uma vez não tivemos medo da chuva e do frio e fomos até Vila de Rei, uma rica vila no centro de Portugal. Rica, literalmente, impressiona a quantidade de escolas, jardins de infância, arruamentos, tudo novo, que há e que estão a fazer nesta terra. Quase não se vê ninguém na rua, o que torna tudo isso mais impressionante.

Já tínhamos decidido a caminhada a fazer, trilho das cascatas, mesmo assim passámos pelo posto de turismo/informação. Estava fechado. Não tínhamos folheto da caminhada, por isso avançámos, de carro, pela vila à procura das setas da rota. Junto do mercado municipal (edifício imponente e muito bem conservado, claro) lá estavam as setas de madeira com as cores de pequena rota, amarelo e vermelho, e a indicação do Trilho das Cascatas.

Após breve passagem pelas lindíssimas ruas empedradas da vila, deixámos o povoado e entrámos nos trilhos.



Caminhos muito fáceis, estradões largos, até ouvir o som da água a precipitar-se pelas cascatas do Escalvadouro.



A descoberta destas cascatas é uma surpresa, vamos por um caminho florestal normalíssimo com sobreiros. De repente a vegetação começa a ser apenas rastejante, aparecem as pedras largas e ouve-se a água a cair mas não se vê. Avançamos um pouco até sermos travados pela vertigem da vista espectacular sobre as várias sequências de cascatas.

Esta é uma das partes mais difíceis da caminhada, onde é preciso muito equilíbrio e técnica para trepar entre as pedras estrategicamente colocadas (ou pura coincidência) no leito da ribeira do Lavadouro.



Ao deixar o leito da pequena ribeira, o trilho torna-se novamente fácil, mais uns quilómetros de estradão sempre na companhia de belas paisagens.



A próxima dificuldade, absolutamente secundária dada a sua beleza selvagem, foi a subida por um vale rochoso, com sucessivas cascatas, conhecido por quedas de água de Poios. Esta parte é particularmente difícil, fica o aviso.





Na foto seguinte, o fotógrafo de serviço andou a mexer nos botões da máquina.



Os quilómetros iam passando e depois deste conjunto de cascatas estávamos quase no fim da nossa caminhada. O percurso tem algumas deficiências de marcação, principalmente na parte final. Uma dica: quando não há marcação sigam em frente, excepto na parte final em que junto ao cemitério (novo, claro) em que virámos à direita por alcatrão e entrámos novamente no trilho um pouco mais à frente à esquerda. Sigam pelo estradão e escolham, tal como nós fizemos, o melhor caminho até Vila de Rei.

Almoçámos no restaurante Central, junto do mercado municipal, onde tínhamos iniciado a caminhada. Fomos muito bem atendidos e a comida estava deliciosa e o abatanado quentíssimo, mesmo a calhar depois de quase dois pares de horas ao frio, muito frio.

Aqui a Tânia estava toda contente por ter recuperado o seu bastão que tinha ficado no quentinho.



Para terminar o dia subimos, de carro, até ao topo da serra da Melriça para, aí sim, estar no centro geodésico de Portugal continental. E vimos a serra da Estrela, branquinha...





A seguir as fotos das cascatas e laranjas.

domingo, 28 de novembro de 2010

Serra do Socorro




Este era o último destino que nos faltava na agenda de 2010. Andámos "por aí" desde Santiago de Compostela à Via Algarviana. O calendário não era rígido, pelo meio conseguimos encaixar Picos de Europa, travessia até Vila Velha do Ródão e muitas outras aventuras. Uma canseira... Muitas histórias (e estórias, também) para ir recordando.

Mas agora, que já cumprimos o calendário de aventuras outdoor, vamos ali buscar a mantinha e passaremos os últimos dias de 2010 no quentinho do sofá. Dizem que está frio, chuva e até pode nevar. Queremos lá saber, cá em casa está quentinho, o gato aquece-nos os pés e temos ali um pote cheio de bonbons capazes de nos fazer aumentar dois números no tamanho das calças. Por isso, é capaz não ser boa ideia abdicar dos nossos genes aventureiros...

Este domingo fomos fazer uma caminhada passando pela serra do Socorro, aqui bem perto de Lisboa e um local importante da primeira linha das Linhas de Torres Vedras.

Iniciámos o percurso em Enxara do Bispo, com uma visita à Igreja e algumas ruas da pequena aldeia.

Deixámos as ruas asfaltadas e entrámos nos trilhos ainda com algum orvalho para testar o GORE-TEX. Funciona, os pés estiveram sempre quentes e secos. Ainda não tínhamos aquecido e já víamos pela frente a valente subida até ao topo da serra do Socorro. E é só isto que há a dizer da subida, valente subida. Fotos, há poucas, só quando atingimos uma cota que nos permitia avistar o Oceano Atlântico. O céu tinha algumas nuvens mas mesmo assim as fotos ficaram boas, dá para perceber o que subimos.



Antes de chegar ao topo - é a única pista que damos, não contem connosco para spoilers - relaxámos um pouco a descobrir uma geocache, deixámos lá a nossa pegada respeitando o novo acordo ortográfico. Atchim...



A Serra do Socorro é uma antiga chaminé vulcânica com uma paisagem a perder de vista. A capela em honra de Nossa Senhora do Socorro e o centro interpretativo também valem a pena uma visita, pode-se ir de carro. Mas de BTT ou a pé é mais giro...



Para descer dava jeito uma BTT ou de downhill como por lá vimos. Mas desceríamos demasiado rápido e não víamos uns moinhos do outro lado da A8 onde iremos brevemente à descoberta.

A próxima "paragem" da nossa caminhada foi nos fortes da Enxara, também das fortificações das Linhas de Torres. Primeiro o Forte Grande (280 homens) e depois o Forte Pequeno (270 homens). Vi estas designações numa sinalética no topo da serra do Socorro, quando passámos pelos fortes pareceram-nos iguais, a investigação levou-nos a este documento, não estavam à espera que eu soubesse o número de homens que faziam a guarnição dos fortes...



O nosso passeio estava a acabar, para evitar alguma lama nada melhor que uma sessão de equilibrismo:



Uma manhã, fresca mas longe dos alarmismos que por aí andam, muito bem passada. As fotos estão já a seguir. Vejam lá se não foi uma manhã fantástica...

sábado, 20 de novembro de 2010

A primeira caminhada molhada



Desde que começámos a fazer caminhadas mais a sério esta foi a nossa primeira caminhada molhada.

Mas se calhar, ainda não fazemos caminhadas a sério! Farta-mo-nos de rir: ou porque um desce cheio de medo enquanto outro enfia as mãos nos bolsos a desce aquilo a assobiar uma música do José Cid...

Cai neve em Nova Iorque
Há sol no meu país
Faz-me falta Lisboa
P'ra me sentir feliz


Não há mais pôr-do-sol
Em Sunset Boulevard
Cai neve em Nova Iorque
Ninguém vai-me encontrar


Não sei se caía neve em Nova Iorque, mas pela Arrábida estava assim para o frescote. O vento estava impiedoso a gelar o nosso suor no cimo das subidas. Não lhe demos hipótese e caminhámos ainda mais rápido para nos mantermos quentinhos. Mas por mais rápido que andássemos o frio perseguia-nos. Mais tarde descobrimos que dentro do carro é que se estava bem...

A chuva que tinha caída nos últimos dias (e de noite acho que também choveu, não dava para ver bem mas penso que sim, ouvia-se a chuva a cair) trouxe a lama para os trilhos e a água para os ribeiros que habitualmente conhecíamos como secos.

Andámos pelos moinhos de Palmela desviando-nos das explorações arqueológicas e pela Serra dos Gaiteiros a apreciar a panorâmica sobre a cidade do moscatel e do choco frito também conhecida por Setúbal.

Apesar do frio, ainda conseguimos tirar umas fotos.

domingo, 14 de novembro de 2010

Marcha pela Diabetes

Afinal não "marcho" mal, deve ter sido pelo facto de ir no "cone de vento" da Rosa Mota e do Carlos Lopes! Ok, eu às vezes ia ao lado!

Mas com tudo isto quem diria que chegaria em 1º que o Miguel?!

Ah e ainda apareci na TV a cruzar a meta :)



sábado, 13 de novembro de 2010

Caminhada pelo litoral do Guincho

Este sábado avizinhava-se um dia diferente: ia a uma caminhada que conhecia os trilhos do Btt.

Já tinha saído da Lagoa Azul em direcção ao ponto de encontro e oiço o telemóvel tocar, não vou parar o carro pois o telemóvel está na mochila que se encontra na bagageira, olhei para o relógio e ainda eram 8:40m, bem a tempo. Quando cheguei ao ponto de encontro já lá estavam quase todos e ainda faltavam uns 10 minutos para a hora da saída. Depois de estacionar fui ter com os guias, todos devidamente identificados, que me informaram que me tinham ligado para saberem se estava a dar com o sitio. Não lhes expliquei que conhecia muito bem aquele percurso. De qualquer forma foram muito cuidadosos em nos telefonarem para darem indicação do percurso até ao ponto de partida. Nas maratonas e passeios organizados (Btt) pagos nunca me ligaram para saber se estava a encontrar o local da partida!




Este passeio esteve a cargo do http://www.omundodacorrida.com

Esta associação é responsável por muitos eventos na sua maioria ligados à corrida.

Fazem percursos de maratonas 42 Km (quase), trial, orientação, etc. Em conversa tive conhecimento que fazem mais de 100km a correr até Fátima pelos caminhos do Tejo!

Ok, também já fiz!

Está bem, foi de bike, a correr chegava aí ao km 7 e deitava-me para o chão a ver se alguém me levava até à meta de carrinho!

Foram muito interessantes as conversas que tive com variadíssimas pessoas, algumas da organização e outras participavam na caminhada como eu. O tempo passa depressa, percorremos a zona da praia do Abano, está tudo queimado, é uma pena. Da última vez que lá passei achei que daria um pelo percurso para uma caminhada, assim como está dá para ver as falésias. Talvez na próxima Primavera já não hajam vestigios dos monstrinhos que fazem estas coisas. Deviam estar todos numa ilha deserta rodeada de tubarões! Ok, estou a ser mazinha, mas este tipo de gente (se é que assim podemos denominá-los) são dementes.

Entramos em alguns percursos que não conhecia, estão todos devidamente assinalados, caso não tenham GPS podem se aventurar pois as marcações são recentes e estão lá todas! Ao fim de 6km tínhamos o nosso 1º abastecimento: mesa posta com bananas, laranjas, maçãs, águas, bolos.

Recuperadas as forças lá continuamos para os restantes 6km. A paisagem é lindíssima e lá terminamos a nossa caminhada a percorrer o parque de merendas. Chegamos ao fim da caminhada, mas voltamos a ter mesa posta?

Ah! pois é, não é só no Btt, nas Caminhadas também temos vários abastecimentos, isto de caminhar abre o apetite, não é só a pedalar. Também temos subidas!

No 2º abastecimento havia tudo o que o anterior tinha (as laranjas eram muito boas) mas ainda fomos presenteados por um bolo feito por uma das guias. Estava realmente muito bom! Esqueci de pedir a receita, fica para a próxima porque eles têm muitos passeios!

Após o abastecimento tínhamos uma secção de Yoga ao ar livre, toca de ir buscar o tapete (apesar de já o ter comprado há muito tempo e de pensar mas porque fui comprar uma coisa destas, gostei tanto que com certeza será utilizado, tenho que ver onde me posso inscrever no Yoga)!



A caminhada foi excelente muito bem organizada mas a secção de Yoga foi espectacular! Deviam adoptar esta modalidade pois, para alongar e relaxar, após o esforço não há nada melhor!

Sem dúvida a repedir.

sábado, 6 de novembro de 2010

Caminhada Gastronómica em Bucelas

Este sábado fomos a uma caminhada gastronómica em Bucelas. A Associação Empresarial de Bucelas arranjou um percurso de 15 quilómetros um pouco exigente para o pessoal ganhar apetite para o almoço num dos restaurantes que aderiram ao festival gastronómico. Havia várias opções, consoante o gosto de cada um, por apenas 10 Euros a refeição completa.

A caminhada começou no largo do coreto, seguindo depois para os trilhos ainda com o orvalho da manhã fresca de Outono.

Quando passámos numa pequena ponte, acho que toda a gente pensou: "se houver arroz de pato não quero!". Os patitos assistiram bem serenos à nossa passagem, nem um quá-quá fizeram...



Quanto a nós, logo esquecemos os patos e arroz de pato. Era a subir. A subir muito até ao topo do monte Serves.

Aproveitámos para conhecer o forte da Aguieira, das fortificações das Linhas de Torres.





Com a ajuda da GNR, cruzámos a estrada para fazermos o abastecimento: fruta, sumos e barras. Para o valor que pagámos, 5 Euros, foi muito bom.

Seguimos em direcção a Vila de Rei, não no coração de Portugal, logo ali ao pé de Bucelas. Pelo caminho passámos pelo Forte do Arpim, está actualmente com obras de conservação e restauro.



Até Bucelas ainda apanhámos mais umas subiditas, mesmo a calhar para abrir o apetite para as entradas, o prato gastronómico, a sobremesa e o café.

Quando chegámos ao fim, depois de uma sessão de alongamentos, e vimos os pratos disponíveis não tivemos dúvidas. O polvo à lagareiro deixou-nos de água-na-boca. Pegámos no mapa e, depois de alguns erros de navegação, chegámos ao restaurante. Pedimos uma mesa para duas pessoas e aguardámos 5 minutos! Sim, esperámos 5 minutos que nos arranjassem uma mesa. Não era por falta de mesas vazias, havia muitas. Como era óbvio não queriam os nossos 20 Euros! Virámos costas e fomos procurar outra restaurante. Decidimos ir experimentar o bacalhau à minhota no restaurante O Menino, onde fomos muito bem atendidos por gente muito simpática. Recomendo este restaurante, fica na estrada principal mesmo em frente ao jardim do coreto.

O bacalhau estava óptimo, e em parte foi acompanhado do Apita o Comboio. O festival gastronómico incluía animação musical.

Apito comboio que coisa tão linda.
Apito comboio perto de Coimbra.
Apito comboio que coisa tão linda.
Apito comboio perto de Coimbra.

Por falar em Coimbra, sabem onde é que se come um óptimo polvo à lagareiro? Estão a ver aquela rua que vai desde a Igreja de Santa Cruz até ao Banco de Portugal? Esqueçam não é aí, é próximo da Lousã. Um dia destes vamos lá fazer uma caminhada e depois tiro uma foto do almoço!

Apito comboio, lá vai apitar.
Apito comboio, à beira do mar.
À beira do mar, mesmo à beirinha.
Apito comboio, no centro da linha.

E lá vai mais uma batata frita e um pedaço de bacalhau. Hmmmm, delicioso. E depois foi uma pêra bêbeda, divinal.

E foi assim a nossa manhã de sábado: desporto e gastronomia.

À beira do mar, debaixo do chão,
Apito comboio lá na estação.
À beira do mar, debaixo do chão,
Apito comboio lá na estação.

Continua aqui.

domingo, 17 de outubro de 2010

Pelas falésias de Armação de Pêra ao Carvoeiro

O dia de ontem foi desgastante com uma longa caminhada pela Via Algarviana. O jantar também foi pesado, nada saudável mas muito saboroso. Era isso que precisávamos depois de um dia alimentados a sandes e fruta. Apesar disso tudo, o nosso pequeno-almoço mais parecia uma almoço. Estávamos mesmo cheios de fome... Talvez a pensar nisso, escolhemos um local para pernoitar onde não houvesse comentários negativos sobre o pequeno almoço. Acho que provámos de tudo, excepto os típicos ovos mexidos mal passados para inglês ver comer.

Acordámos cedo, o dia teria uma agenda preenchida: caminhada de Armação de Pêra até ao Carvoeiro, sol e piscina e regresso a casa. Ah e tentar encontrar romãs à venda... E encontrámos mas eram iguais às dos supermercados. Os dióspiros é que eram deliciosos. Nunca gostei muito dos dióspiros de roer, depois de hoje vou mudar a minha opinião. Depois de descascados são uma delícia.

A caminhada não teve a extensão inicialmente pensada. Fizemos só uma pequena caminhada sem deixar a piscina muito longe da vista. O track e a logística está preparada, quando voltarmos ao Algarve vamos fazê-la.

Começámos junto da praia da Senhora da Rocha, em Armação de Pêra. Imperdível uma visita à capela da Senhora da Rocha. Um sítio muito bonito e único no contexto paisagístico do Algarve.

Ficámos por ali a observar as gaivotas e tirar umas fotos artísticas com uma garrafa de Carlsberg. Infelizmente, não ficaram as melhores fotos do mundo. Percebe-se a piada alcoólica?!

Seguimos pelas falésias, passando pela praia do Barranco e aproveitando para tirar algumas fotos como as duas seguintes.





Apesar do passeio ter sido pela falésia, dá para fazer em BTT sem qualquer perigo. Há muitas alternativas e não é preciso andar mesmo junto da falésia como fazem os pescadores.

Claro que escolhemos os caminhos mais difíceis mas, ao mesmo tempo, os mais bonitos. É esta a vantagem das caminhadas em relação ao BTT. Sempre que possível optamos por percursos de trekking. Já no BTT nunca fomos adeptos de escolher os "piores" trilhos...



Antes da Praia da Albandeira encontrámos alguns algares. Vistos de cima as fotos não ficam grande coisa. Enquanto não voltarmos lá num dos passeios turísticos de barco ou de kayak vejam algumas fotos aqui.

Enquanto eu ficava para trás à procura de bons enquadramentos para umas fotos, a Tânia fazia uma brincadeiras...





Sempre que passamos de bicicleta junto de algum cão, o raio do animal vem atrás de nós para fincar a dentadura nas nossas pernas. Nas caminhadas é diferente: o cão posa para a foto e segue o seu caminho...



Como "Somos pelos Gatos", haverá algo melhor do que passar a tarde na piscina com um Sol radioso e um simpático gatinho a fazer rumrum?...