Este feriado acordei com uns raios de Sol a entrarem pela janela. Essa energia deu-me forças para me levantar, tomar um rápido pequeno almoço e pegar na bike de estrada para uma voltita.
Pouco depois o Sol ficou encoberto por umas nuvens que não podem ver um gajo a pedalar e o tempo ficou com aquela cara de não-vás-para-longe-senão-molhas-te... E eu não fui, mas mesmo assim molhei-me na mesma!
Subi até ao Forte do Alqueidão, pausa para café e para actualizar o perfil no Facebook, uma exigência da era moderna. Eu ainda sou do tempo em que se pedalava cento e tal quilómetros sem parar...
Quando saí do café, apareceu uma companhia para a pedalada, fresca e roliça: a chuva. Ainda esperei um pouco e fiz-me à estrada. A descer para a Arruda foi sempre a pedalar "em seco" para me manter quente. Sobrevivi, em parte à excelência all-ground dos pneus Continental Grand Prix 4000 S.
Na subida de Arruda, em direcção a Alverca, passou por mim um grupo de ciclistas a descer, dizem que me conheceram e gritaram um "Olá Miguel". Pois, a descer também eu, até um abraço dava, agora a subir há poucos...
A descer para Alverca apanhei o São Pedro muito zangado, que monumental chuvada me caiu em cima do lombo... Até doía!
A água quente, mesmo muito quente, do banho que tomei em casa também doeu, mas um mal necessário para afastar algum bicho deste corpinho...
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Estrada até à Ericeira
Este sábado, aproveitando uma abébia de quem manda chuva cá para baixo - ou para cima (de nós) -, fui ver o mar da Ericeira.
Na companhia do Jaime, da Carla e do Paulo lá fomos em direcção às subidas. Era hoje que ia ver como se sobe com uma bicicleta de estrada. Gostei da experiência, até andei bem e aproveitei para aprender a pedalar de pé.
Depois de muito subir, parámos na Malveira por um bom motivo. Bom, doce e barato. Comi uma trouxa, bebi um café e não paguei nada. Há que saber escolher os amigos com quem se pedala...
Com a barriga composta passámos pelo Convento de Mafra, mas rapidinho pois tínhamos acabado de pecar, a gula é pecado não é?
Acho que depois foi sempre a descer até à praia. Na realidade ficámos por um miradouro, onde tirámos a foto de grupo.


(Foto de Jaime, http://www.pedalandoateasestrelas.blogspot.com)

O regresso foi "sei lá por onde", só sei que fomos dar ao topo do cabeço de Montemor. Óptimo, porque a seguir era sempre a descer até Loures. Despedidas feitas dos meus companheiros e toma lá chuva. Foi giro, passar pelas congestionadas ruas de Loures debaixo de chuva intensa. Toda a gente no conforto dos seus automóveis e eu à chuva, um dilúvio.
Foi por pouco tempo, mal saí de Loures a chuva passou e aí dei ao pedal o máximo que consegui. Cheguei a casa todo "amassadinho", terá sido dos trinta e muitos quilómetros por hora?
Não, foi de tudo. 95 quilómetros com 1150 metros de acumulado de subidas já faz mossa a qualquer ciclista de fim-de-semana.
Se não fossem as corridas estava bem tramado, assim nem me custou muito. Para a semana aumenta-se a parada...
Na companhia do Jaime, da Carla e do Paulo lá fomos em direcção às subidas. Era hoje que ia ver como se sobe com uma bicicleta de estrada. Gostei da experiência, até andei bem e aproveitei para aprender a pedalar de pé.
Depois de muito subir, parámos na Malveira por um bom motivo. Bom, doce e barato. Comi uma trouxa, bebi um café e não paguei nada. Há que saber escolher os amigos com quem se pedala...
Com a barriga composta passámos pelo Convento de Mafra, mas rapidinho pois tínhamos acabado de pecar, a gula é pecado não é?
Acho que depois foi sempre a descer até à praia. Na realidade ficámos por um miradouro, onde tirámos a foto de grupo.


(Foto de Jaime, http://www.pedalandoateasestrelas.blogspot.com)

O regresso foi "sei lá por onde", só sei que fomos dar ao topo do cabeço de Montemor. Óptimo, porque a seguir era sempre a descer até Loures. Despedidas feitas dos meus companheiros e toma lá chuva. Foi giro, passar pelas congestionadas ruas de Loures debaixo de chuva intensa. Toda a gente no conforto dos seus automóveis e eu à chuva, um dilúvio.
Foi por pouco tempo, mal saí de Loures a chuva passou e aí dei ao pedal o máximo que consegui. Cheguei a casa todo "amassadinho", terá sido dos trinta e muitos quilómetros por hora?
Não, foi de tudo. 95 quilómetros com 1150 metros de acumulado de subidas já faz mossa a qualquer ciclista de fim-de-semana.
Se não fossem as corridas estava bem tramado, assim nem me custou muito. Para a semana aumenta-se a parada...
domingo, 9 de janeiro de 2011
Audace: Lisboa - Cartaxo - Lisboa
Nos tempos que correm ninguém dá nada a ninguém. Pagamos impostos, cada vez mais, e depois continuamos a pagar por tudo e mais alguma coisa. E mais não digo, não vale a pena, as pessoas vão percebendo (53,37% dos eleitores nas últimas eleições) que não vale a pena.
Voltando ao início, nos tempos que correm ninguém dá nada a ninguém. Mas a FPCUB deu! Segundo o regulamento, iriamos pedalar durante 110 quilómetros e receber um ponto por cada quilómetro. Acontece que o meu GPS, tal como todos os outros a quem perguntei, só pedalámos 108 km e vamos todos receber 110 pontos. Vamos receber 2 pontos a mais e não tivemos que os pedalar. É bom, principalmente se esses dois quilómetros fossem a subir...
O resultado da minha prestação foi isso, 110 pontos para a conta pessoal. Agora é preciso ir participando para aumentar esta contagem. No final do ano faz-se a contagem total e todos ganham. Ganham o prazer que tiveram em andar por aí a pedalar sozinho ou em grupo em cima das máquinas que escolheram para essas pedaladas.
Esta prova teve um aliciante para mim, iria experimentar - à séria -, a nova máquina cá de casa. Uma CANYON de estrada - modelo ROADLITE - que chega e sobra para aquilo que eu pretendo deste desporto.
Surpreendentemente correu às mil maravilhas. Se as sete maravilhas já é o que é, com votação internacional e espectáculos televisivos (penso que em 07/07/07), agora imaginem o que são mil maravilhas! Foi sempre a pedalar no máximo, não alinhando em "comboios" e muita hidratação.
A tabela seguinte resume os números da minha participação. A média foi de 29.3 km/h, medida pelo GPS, não contabilizando as paragens que foi apenas uma no Cartaxo para abastecimento e descanso.
| Partida | PC1 - Cartaxo (55km) | Chegada (110 km) | Tempo | Pontos | Média a Pedalar |
| 08h00 | 09h52 | 11h55 | 03h55 | 110 | 29.3 km/h |
Resultados oficiais aqui.
O próximo AUDACE já está marcado: saída de Lisboa em direcção a Muge e volta. Eu vou!
domingo, 16 de maio de 2010
Ida e volta a Santarém
Em dia de Alvalade-Porto Côvo, não quisemos ficar atrás e também fomos fazer quilómetros.
Saímos de casa a pedalar em direcção a Alverca, Vila Franca de Xira e Porto Alto. Paragem para o habitual café e pastel de nata. Não sei o que aconteceu ao pasteleiro mas estes pasteis estavam ao nível dos piores que já provei. Como foi lá que comi os melhores, vou dar-lhes uma segunda oportunidade.
Seguimos em direcção a Almeirim com poucas paragens e ritmo controlado. A estrada era plana, plana, plana! Não havia uma inclinaçãozita, que tédio! Próximo de Almeirim o cheiro dos morangais abriu-nos apetite.
Só parámos em Tapada (um pouco antes da Ponte D. Luís em Santarém) para almoçar. E que almoço, duas bifanas em pão-de-quilo.
Com a barriga composta fizemos a subida, da praxe, até Santarém. Fomos pela sombra e até se fez bem.
E regressar a casa, pela margem direita do Tejo. Por aqui já há subidas e descidas o que acabou por tornar o regresso mais agradável.
Parámos num, nosso conhecido, café em Vila Nova da Rainha para abastecer de água fresca.
Fizemos, 134 quilómetros com as Specialized Hardrock, sem Camelbak e com pseudo-atrelado.
Aqui está uma volta a NÃO repetir! Fazer quilómetros, simplesmente porque sim, definitivamente não é a nossa onda.
Saímos de casa a pedalar em direcção a Alverca, Vila Franca de Xira e Porto Alto. Paragem para o habitual café e pastel de nata. Não sei o que aconteceu ao pasteleiro mas estes pasteis estavam ao nível dos piores que já provei. Como foi lá que comi os melhores, vou dar-lhes uma segunda oportunidade.
Seguimos em direcção a Almeirim com poucas paragens e ritmo controlado. A estrada era plana, plana, plana! Não havia uma inclinaçãozita, que tédio! Próximo de Almeirim o cheiro dos morangais abriu-nos apetite.
Só parámos em Tapada (um pouco antes da Ponte D. Luís em Santarém) para almoçar. E que almoço, duas bifanas em pão-de-quilo.
Com a barriga composta fizemos a subida, da praxe, até Santarém. Fomos pela sombra e até se fez bem.
E regressar a casa, pela margem direita do Tejo. Por aqui já há subidas e descidas o que acabou por tornar o regresso mais agradável.
Parámos num, nosso conhecido, café em Vila Nova da Rainha para abastecer de água fresca.
Fizemos, 134 quilómetros com as Specialized Hardrock, sem Camelbak e com pseudo-atrelado.
Aqui está uma volta a NÃO repetir! Fazer quilómetros, simplesmente porque sim, definitivamente não é a nossa onda.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Começámos o ano na estrada
Ora cá estamos nós para mais um ano. Para quem cá anda há algum tempo é também uma nova década que agora se inicia. Nascemos sem pedir, morremos sem querer. Temos de viver o intervalo. Nós cá vamos vivendo à nossa maneira. A passagem de ano foi o costume. Champanhe para todos e a rolha para o gato. Assim todos se divertem. Por isso, o primeiro dia do ano é complicado acordar antes do meio-dia. Este ano a tradição manteve-se.
Dia 2, com o que tem chovido ultimamente, a única alternativa era fazer estrada. E para começar o ano da melhor forma, fomos tirar a ferrugem às Specialized Hardrock. Têm pneus mais adequados à estrada, embora no Verão tenham andando várias vezes no Trancão. Mas há mais novidades. Aproveitámos as prendas dos amigos do Facebook - são uns queridos e todos nos deram dinheiro - e fizemos um upgrade às Specialized. Agora sim, temos bicicletas bem equipadas para todo o tipo de terreno e distâncias. Ficaram lindas. Foram uns fantásticos pedais de encaixe Shimano m520. Usados! Mas já habituados aos pezinhos do menino e da menina. Eram os pedais das CANYON. Agora sim, posso levar as Canyon à balança. Devem pesar menos de 12 Kg. Há é um pequeno pormenor, não têm pedais... Ai, ai... Devo ter bebido champanhe a mais...
Quanto à volta, foi a papel químico (de fraca qualidade) desta.
Começámos na N10, rotunda dos Caniços, Vialonga. Primeira paragem, junta da Central de Cervejas. Não, ainda não estávamos com sede. Além disso, lá em casa bebe-se de outra marca. A ideia era ver a cantina e esplanada decorada pelos "queridos" do "Querido Mudei a Casa". Não conseguimos encontrar a cantina...
Seguimos para Alverca. Apesar da indicação A10/Arruda, optámos por subir em direcção ao Cabeço da Rosa. Preferimos subidas. Na descida para o Calhandriz conseguimos transformar os nossos "abrandadores" em travões. Estavam a precisar de uso. Não travam como os da CANYON mas fazem o serviço.
A paragem principal é... Nos bolos da Arruda. É impossível passar lá à porta e não entrar. Desta vez optámos por miniaturas. Confesso que já ando um bocado farto de doces.

Após esta paragem estratégica seguimos para Sobral de Monte Agraço. Tivemos a companhia de um "amigo" de quatro patas. Apesar de pedalarmos devagar acho que o vencemos pelo cansaço. Tal como apareceu também desapareceu.
Mais uma vez não parámos no Sobral para ganhar fôlego para a subida até à pista de motocross. Estava curioso quanto ao comportamento das bikes numa subida tão inclinada. Deu para fazer sem chamar a avozinha. Yeahhh!
Lá em cima parámos para a foto de grupo.

Vejam as nossas lindas bikes. Com reflectores como manda o código da estrada.


A partir daqui só tínhamos uma subida grande em Montachique. Com a ameaça da chuva e das previsões meteorológicas, só parámos em casa. Fizemos 70 quilómetros com 1200 metros de acumulado positivo.
Como acontece em quase todos os sábados, passámos a tarde a ver os episódios de "As regras do jogo" no MOV, a beber licor Beirão e a comer kiwis com banana.

Bom ano de 2010 para todos nós!
Dia 2, com o que tem chovido ultimamente, a única alternativa era fazer estrada. E para começar o ano da melhor forma, fomos tirar a ferrugem às Specialized Hardrock. Têm pneus mais adequados à estrada, embora no Verão tenham andando várias vezes no Trancão. Mas há mais novidades. Aproveitámos as prendas dos amigos do Facebook - são uns queridos e todos nos deram dinheiro - e fizemos um upgrade às Specialized. Agora sim, temos bicicletas bem equipadas para todo o tipo de terreno e distâncias. Ficaram lindas. Foram uns fantásticos pedais de encaixe Shimano m520. Usados! Mas já habituados aos pezinhos do menino e da menina. Eram os pedais das CANYON. Agora sim, posso levar as Canyon à balança. Devem pesar menos de 12 Kg. Há é um pequeno pormenor, não têm pedais... Ai, ai... Devo ter bebido champanhe a mais...
Quanto à volta, foi a papel químico (de fraca qualidade) desta.
Começámos na N10, rotunda dos Caniços, Vialonga. Primeira paragem, junta da Central de Cervejas. Não, ainda não estávamos com sede. Além disso, lá em casa bebe-se de outra marca. A ideia era ver a cantina e esplanada decorada pelos "queridos" do "Querido Mudei a Casa". Não conseguimos encontrar a cantina...
Seguimos para Alverca. Apesar da indicação A10/Arruda, optámos por subir em direcção ao Cabeço da Rosa. Preferimos subidas. Na descida para o Calhandriz conseguimos transformar os nossos "abrandadores" em travões. Estavam a precisar de uso. Não travam como os da CANYON mas fazem o serviço.
A paragem principal é... Nos bolos da Arruda. É impossível passar lá à porta e não entrar. Desta vez optámos por miniaturas. Confesso que já ando um bocado farto de doces.

Após esta paragem estratégica seguimos para Sobral de Monte Agraço. Tivemos a companhia de um "amigo" de quatro patas. Apesar de pedalarmos devagar acho que o vencemos pelo cansaço. Tal como apareceu também desapareceu.
Mais uma vez não parámos no Sobral para ganhar fôlego para a subida até à pista de motocross. Estava curioso quanto ao comportamento das bikes numa subida tão inclinada. Deu para fazer sem chamar a avozinha. Yeahhh!
Lá em cima parámos para a foto de grupo.

Vejam as nossas lindas bikes. Com reflectores como manda o código da estrada.


A partir daqui só tínhamos uma subida grande em Montachique. Com a ameaça da chuva e das previsões meteorológicas, só parámos em casa. Fizemos 70 quilómetros com 1200 metros de acumulado positivo.
Como acontece em quase todos os sábados, passámos a tarde a ver os episódios de "As regras do jogo" no MOV, a beber licor Beirão e a comer kiwis com banana.

Bom ano de 2010 para todos nós!
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sábado, 19 de dezembro de 2009
Doces, pão-com-chouriço e estrada
Hoje a temperatura estava como os preços do Pingo Doce. Mesmo assim aparecemos 3 em Alpriate. Com muito frio, fizemo-nos à estrada: eu e duas meninas.
Para aquecer subimos até ao Cabeço da Rosa, descemos para o Calhandriz e seguimos para os bolos na Arruda. Saborosos, como sempre.

Com o pequeno-almoço tomado, subimos até ao Sobral. Não parámos para comer bolos. Não parámos para nada. Mas passámos em frente de um sítio onde os há, e bons. Foi sempre a andar até ao pão-com-chouriço. Disseram-me que estava soboroso. Vamos ser clientes em próximas voltas.
O horário estava a apertar e ainda faltava a subida de Montachique. Por esta altura já não havia frio. Descemos para Loures e cada um foi à sua vida.
A voltinha foi sempre por estrada, 75 km com 1200 de acumulado e apenas duas paragens. Estava frio.
Gostei da volta, acho que as meninas também gostaram. Apesar de ser estrada, havia pouco trânsito. A repetir.
Para aquecer subimos até ao Cabeço da Rosa, descemos para o Calhandriz e seguimos para os bolos na Arruda. Saborosos, como sempre.
Com o pequeno-almoço tomado, subimos até ao Sobral. Não parámos para comer bolos. Não parámos para nada. Mas passámos em frente de um sítio onde os há, e bons. Foi sempre a andar até ao pão-com-chouriço. Disseram-me que estava soboroso. Vamos ser clientes em próximas voltas.
O horário estava a apertar e ainda faltava a subida de Montachique. Por esta altura já não havia frio. Descemos para Loures e cada um foi à sua vida.
A voltinha foi sempre por estrada, 75 km com 1200 de acumulado e apenas duas paragens. Estava frio.
Gostei da volta, acho que as meninas também gostaram. Apesar de ser estrada, havia pouco trânsito. A repetir.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Subida à Serra da Estrela (e descida)
Hello! Está por aí alguém? Já foram de férias? Não se esqueçam de levar as bikes para as férias. É que estar o dia inteiro deitado à beira mar ou piscina cansa um bocadito e ainda podem ficar com um escaldãozito... E depois a bike ganha ferrugem na corrente ou humidade nos cubos.
A pensar nisso tudo (ou não) fomos de férias para o interior de Portugal e levámos as bikes para junto da lareira!
A nossa ideia era subir à serra da Estrela desde Seia. Mas se as coisas corressem "mal" escolhemos um local com piscina. Mas o BTT ganhou. Ou melhor, ganhou o BTT de manhã e a piscina à tarde.
No dia anterior fomos fazer o reconhecimento de carro. Aproveitámos para fazer escalada. Tenho aqui uns vídeos engraçados. Parecemos uns quadrúpedes a pedir ajuda à Senhora da Boa Estrela. Mas a ajuda maior veio do restaurante Montes Hermínios (na estrada Covilhã-Torre). Não havia esparguete mas os bifes de novilho, apesar de escrito com caneta em papel branco, fez-me logo abrir o apetite. A Tânia ainda ficou com mais fome e pediu o bife de novilho à casa. Era um bife de novilho igual ao meu mas com a guarnição de uma sandes de queijo/presunto/(e outras coisas) em cima. Gostámos tanto que no dia que viemos para casa passámos por lá novamente para repetir as doses.
A Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental perdendo apenas para o Pico, nos Açores. O ponto mais elevado tem 1993 metros de altitude, tendo sido construída uma torre de 7 metros para completar os 2000 metros.
Fizemos o reconhecimento de carro a descer o que iríamos subir no dia seguinte. Seriam cerca de 30 quilómetros. Os últimos 10 pareciam bastante acessíveis. Até havia descidas. Os 10 do meio seriam muito complicados no início, desde o Sabugueiro. Está lá escrito que é aldeia mais alta de Portugal. Hmmmm, desconfio! Os primeiros 10, de Seia até ao Sabugueiro, seriam os piores. Iríamos subir dos 500 aos 1000 metros de altitude em menos de 10 quilómetros.
Mesmo assim a piscina não nos demoveu e no dia seguinte fizemo-nos literalmente à estrada.

A subida iria ser feita com as nossas bikes de BTT. As super magníficas CANYON. E com pneus de BTT. Não temos outros. Além disso, precisávamos deles para descer.
Os primeiros quilómetros foram para aquecer. Mas mesmo só os primeiros um ou dois. Depois começava logo a empinar e o horizonte a abrir. No museu do pão já tínhamos subido 50 metros. Só faltavam, 1993 menos 50, ora,... Nove e cinco dá 14... é só fazer as contas. Para já não importava.
Cada metro que subíamos era um regalo para a vista. Eram paisagens de perder de vista e nós a devorar alcatrão. Nunca mais chegava a descida para o Sabugueiro. Sabíamos que existia. Apesar de não acreditarmos em bruxas, já estávamos como os espanhóis: que las hay, las hay.
Fizemos uma paragem na Senhora da Espinheira para tomar café. Pouco depois alcançámos a descida que nos levaria até à aldeia do Sabugueiro. A bike não ganhava velocidade. Melhor assim, a descida não será assim tão grande como parece e na volta não custaria a subir.
Os quilómetros a seguir ao Sabugueiro eram bem empinadinhos. Notava-se pela velocidade do nosso conta-quilómetros. Mas se restassem dúvidas alguém colocou lá umas placas com a indicação "Subida Acentuada". Não havia nada a esconder. Tudo às claras como a meteorologia. A temperatura estava bastante agradável. Fizemos o passeio todo com um jersey de manga curta. Não foi preciso vestir o corta-vento. Também não havia nevoeiro nem vento. Tivemos mesmo sorte com a meteorologia.
Aproveitámos a subida para procurar trilhos alternativos para a descida. Vimos vários na zona do Sabugueiro. Na Lagoa Comprida também dava para fazer umas cenas engraçadas.
Estava na altura de fazer mais uma paragem. O pior já tinha passado. Da Lagoa Comprida até à Torre a inclinação já é pouca. Mas a paisagem, meus amigos, até faz cãibras nos dedos de tantas fotos tirar. É mesmo brutal. Quando se passa de carro não se consegue aperceber dos pequenos grandes pormenores desta serra.

Num pulinho estávamos no ponto mais alto de Portugal Continental: no topo da Serra da Estrela. Foram cerca de 30 quilómetros. A média foi de apenas um dígito. É como o ditado: "Devagar se vai ao longe". Sinceramente, pensámos que nos iria custar mais. Com bikes de BTT e com pneus também de BTT foi bem bom.

Ficámos por lá a fazer o nosso pic-nic que carregámos de casa. Ainda sobrou para um velhinho cão Serra da Estrela que por lá deambulava. Antes de nos lançarmos à descida eheh ainda fomos tirar umas fotos na estância de ski da Vodafone.
E bora lá que agora é a descer. Sempre a descer até à Lagoa Comprida. Não deixámos escapar um trilho para BTT mesmo ali ao lado da estrada. Depois de passar sobre um "adrenalizante" trilho sobre um muro, fiquei com as "orelhas bem quentes". Qual era o problema. Até foi giro...

Passámos sobre o paredão com uma vista fantástica da lagoa. A água escura e cintilantemente limpa faz-nos adivinhar o quão profunda deve ser a lagoa.
A seguir entrámos novamente na estrada para descer até avistarmos a aldeia do Sabugueiro. Aí apanhámos um trilho, que escondia algumas pedras, até à aldeia. Foi uma amostra do que poderão ser os trilhos da serra da Estrela: espectacularmente traiçoeiros.

À chegada ao Sabugueiro colhemos a flor que dá o nome à aldeia e fomos comer qualquer coisa. Parámos numa esplanada, pedimos umas bifanas e coca-cola. Foi dificil, tivemos de recusar insistentemente cozido à Portuguesa. Acho que era o prato do dia e estava com pouca saida...
A nossa aventura estava quase a terminar. Faltava uma pequena subida e novamente descer a sério até Seia. Para terminar só faltava mesmo a foto de grupo à chegada. "Ó" para eles tão satisfeitos.

E para acabar o dia em beleza, a piscina estava óptima.
A pensar nisso tudo (ou não) fomos de férias para o interior de Portugal e levámos as bikes para junto da lareira!
A nossa ideia era subir à serra da Estrela desde Seia. Mas se as coisas corressem "mal" escolhemos um local com piscina. Mas o BTT ganhou. Ou melhor, ganhou o BTT de manhã e a piscina à tarde.
No dia anterior fomos fazer o reconhecimento de carro. Aproveitámos para fazer escalada. Tenho aqui uns vídeos engraçados. Parecemos uns quadrúpedes a pedir ajuda à Senhora da Boa Estrela. Mas a ajuda maior veio do restaurante Montes Hermínios (na estrada Covilhã-Torre). Não havia esparguete mas os bifes de novilho, apesar de escrito com caneta em papel branco, fez-me logo abrir o apetite. A Tânia ainda ficou com mais fome e pediu o bife de novilho à casa. Era um bife de novilho igual ao meu mas com a guarnição de uma sandes de queijo/presunto/(e outras coisas) em cima. Gostámos tanto que no dia que viemos para casa passámos por lá novamente para repetir as doses.
A Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental perdendo apenas para o Pico, nos Açores. O ponto mais elevado tem 1993 metros de altitude, tendo sido construída uma torre de 7 metros para completar os 2000 metros.
Fizemos o reconhecimento de carro a descer o que iríamos subir no dia seguinte. Seriam cerca de 30 quilómetros. Os últimos 10 pareciam bastante acessíveis. Até havia descidas. Os 10 do meio seriam muito complicados no início, desde o Sabugueiro. Está lá escrito que é aldeia mais alta de Portugal. Hmmmm, desconfio! Os primeiros 10, de Seia até ao Sabugueiro, seriam os piores. Iríamos subir dos 500 aos 1000 metros de altitude em menos de 10 quilómetros.
Mesmo assim a piscina não nos demoveu e no dia seguinte fizemo-nos literalmente à estrada.

A subida iria ser feita com as nossas bikes de BTT. As super magníficas CANYON. E com pneus de BTT. Não temos outros. Além disso, precisávamos deles para descer.
Os primeiros quilómetros foram para aquecer. Mas mesmo só os primeiros um ou dois. Depois começava logo a empinar e o horizonte a abrir. No museu do pão já tínhamos subido 50 metros. Só faltavam, 1993 menos 50, ora,... Nove e cinco dá 14... é só fazer as contas. Para já não importava.
Cada metro que subíamos era um regalo para a vista. Eram paisagens de perder de vista e nós a devorar alcatrão. Nunca mais chegava a descida para o Sabugueiro. Sabíamos que existia. Apesar de não acreditarmos em bruxas, já estávamos como os espanhóis: que las hay, las hay.
Fizemos uma paragem na Senhora da Espinheira para tomar café. Pouco depois alcançámos a descida que nos levaria até à aldeia do Sabugueiro. A bike não ganhava velocidade. Melhor assim, a descida não será assim tão grande como parece e na volta não custaria a subir.
Os quilómetros a seguir ao Sabugueiro eram bem empinadinhos. Notava-se pela velocidade do nosso conta-quilómetros. Mas se restassem dúvidas alguém colocou lá umas placas com a indicação "Subida Acentuada". Não havia nada a esconder. Tudo às claras como a meteorologia. A temperatura estava bastante agradável. Fizemos o passeio todo com um jersey de manga curta. Não foi preciso vestir o corta-vento. Também não havia nevoeiro nem vento. Tivemos mesmo sorte com a meteorologia.
Aproveitámos a subida para procurar trilhos alternativos para a descida. Vimos vários na zona do Sabugueiro. Na Lagoa Comprida também dava para fazer umas cenas engraçadas.
Estava na altura de fazer mais uma paragem. O pior já tinha passado. Da Lagoa Comprida até à Torre a inclinação já é pouca. Mas a paisagem, meus amigos, até faz cãibras nos dedos de tantas fotos tirar. É mesmo brutal. Quando se passa de carro não se consegue aperceber dos pequenos grandes pormenores desta serra.

Num pulinho estávamos no ponto mais alto de Portugal Continental: no topo da Serra da Estrela. Foram cerca de 30 quilómetros. A média foi de apenas um dígito. É como o ditado: "Devagar se vai ao longe". Sinceramente, pensámos que nos iria custar mais. Com bikes de BTT e com pneus também de BTT foi bem bom.

Ficámos por lá a fazer o nosso pic-nic que carregámos de casa. Ainda sobrou para um velhinho cão Serra da Estrela que por lá deambulava. Antes de nos lançarmos à descida eheh ainda fomos tirar umas fotos na estância de ski da Vodafone.
E bora lá que agora é a descer. Sempre a descer até à Lagoa Comprida. Não deixámos escapar um trilho para BTT mesmo ali ao lado da estrada. Depois de passar sobre um "adrenalizante" trilho sobre um muro, fiquei com as "orelhas bem quentes". Qual era o problema. Até foi giro...

Passámos sobre o paredão com uma vista fantástica da lagoa. A água escura e cintilantemente limpa faz-nos adivinhar o quão profunda deve ser a lagoa.
A seguir entrámos novamente na estrada para descer até avistarmos a aldeia do Sabugueiro. Aí apanhámos um trilho, que escondia algumas pedras, até à aldeia. Foi uma amostra do que poderão ser os trilhos da serra da Estrela: espectacularmente traiçoeiros.

À chegada ao Sabugueiro colhemos a flor que dá o nome à aldeia e fomos comer qualquer coisa. Parámos numa esplanada, pedimos umas bifanas e coca-cola. Foi dificil, tivemos de recusar insistentemente cozido à Portuguesa. Acho que era o prato do dia e estava com pouca saida...
A nossa aventura estava quase a terminar. Faltava uma pequena subida e novamente descer a sério até Seia. Para terminar só faltava mesmo a foto de grupo à chegada. "Ó" para eles tão satisfeitos.

E para acabar o dia em beleza, a piscina estava óptima.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
À descoberta do Ribatejo. O relato. Parte II.
Continuação...
Depois da ponte virámos à esquerda pelo dique de protecção de cheias até à praia fluvial de Valada. Este trilho é do género de single-track, tinha alguns troços mais largos mas outros com gravilha. Foi fixe. Para variar um pouco do excesso de alcatrão que tínhamos feito até ali.

Este trilho levou-nos até à praia fluvial de Valada [vídeo].

A seguir fomos fazer umas séries de subidas e descidas de uma calçada romana para... estragar a média!

Continuámos pelos Caminhos de Fátima. Estes trilhos apresentavam alguma lama. Mas, com um pouco de perícia, seguimos em bom ritmo. Nesta fase andávamos a pedalar por puro prazer. Sem a necessidade de cumprir um trilho pré-definido. Ao longe víamos Azambuja. Seguíamos nessa direcção a escolher o trilho que nos parecia mais interessante.
Mais à frente voltámos a encontrar o alcatrão. Mas assim que vimos uma placa indicando "Palácio" por uma estrada de terra, rapidamente concordámos em seguir por ali. Esta estrada levou-nos ao Palácio das Obras Novas (também conhecido por Palácio da Rainha). À chegada ao palácio, ficámos extasiados com a beleza natural da "Avenida das Palmeiras".

Durante o percurso de ida até ao palácio, não gostei nada de ver um curso de água ao meu lado direito. Desde logo suspeitei que teríamos de voltar para trás. Mas isso pouco interessava. Íamos à aventura. Mais tarde descobri que aquele curso de água era a Vala Real.

Perguntei a um pescador que por ali estava como podíamos ir até Azambuja. E a suspeita confirmou-se. Tínhamos de voltar para trás. Nada que nos incomodasse muito. Afinal eram só dois ou três quilómetros que nos pareceram meia dúzia de metros tal a rapidez com que voltámos à estrada que nos levaria à Azambuja.
Passámos por dentro da estação da CP e estacionámos numa tasca em frente à estação onde comemos uma belas bifanas rapidamente servidas.

Estávamos com tanta fome que desmobilizámos antes da máquina disparar...
Depois do almoço (bifanas) regressámos à estrada. A coisa estava negra. A chuva ameaçava aparecer a qualquer momento.

Mas tivemos sorte. Chegámos secos a casa.
À saída de Vila Nova da Rainha, deixámos a N3 e seguimos por uma estrada, menos movimentada, que passa junto da Central Termoeléctrica do Carregado. Andámos paralelamente à A1.

Passámos junto da estação da CP de Castanheira do Ribatejo e apanhámos a N10 à entrada de Vila Franca de Xira. Aqui passámos rapidamente enquanto os carros se amontoavam em filas. Ou melhor, era só uma fila. Todos paradinhos a ver-nos avançar...
Para concluir a volta, faltava conhecer a ciclovia que liga Vila Franca de Xira até Alhandra. Sabia que começava junto da praça de touros. Chegámos lá e não vimos nenhuma ciclovia. Pedimos ajuda a um segurança e ficámos a saber que existe um elevador para dar acesso à ciclovia. Um elevador não. Dois: um para subir e outro para descer. Isto para ultrapassar a linha férrea. Não havia uma maneira mais barata e com menos manutenção de fazer isto?!!
Quanto à ciclovia. Parabéns Maria da Luz Rosinha. Está espectacular.

Da zona ribeirinha de Alhandra subimos até a N10 onde fizemos os últimos quilómetros desta volta.

Foram quase 117 quilómetros. Iremos certamente repetir esta volta. Da próxima vamos tentar incluir mais trilhos.
Depois da ponte virámos à esquerda pelo dique de protecção de cheias até à praia fluvial de Valada. Este trilho é do género de single-track, tinha alguns troços mais largos mas outros com gravilha. Foi fixe. Para variar um pouco do excesso de alcatrão que tínhamos feito até ali.

Este trilho levou-nos até à praia fluvial de Valada [vídeo].

A seguir fomos fazer umas séries de subidas e descidas de uma calçada romana para... estragar a média!

Continuámos pelos Caminhos de Fátima. Estes trilhos apresentavam alguma lama. Mas, com um pouco de perícia, seguimos em bom ritmo. Nesta fase andávamos a pedalar por puro prazer. Sem a necessidade de cumprir um trilho pré-definido. Ao longe víamos Azambuja. Seguíamos nessa direcção a escolher o trilho que nos parecia mais interessante.
Mais à frente voltámos a encontrar o alcatrão. Mas assim que vimos uma placa indicando "Palácio" por uma estrada de terra, rapidamente concordámos em seguir por ali. Esta estrada levou-nos ao Palácio das Obras Novas (também conhecido por Palácio da Rainha). À chegada ao palácio, ficámos extasiados com a beleza natural da "Avenida das Palmeiras".

Durante o percurso de ida até ao palácio, não gostei nada de ver um curso de água ao meu lado direito. Desde logo suspeitei que teríamos de voltar para trás. Mas isso pouco interessava. Íamos à aventura. Mais tarde descobri que aquele curso de água era a Vala Real.

Perguntei a um pescador que por ali estava como podíamos ir até Azambuja. E a suspeita confirmou-se. Tínhamos de voltar para trás. Nada que nos incomodasse muito. Afinal eram só dois ou três quilómetros que nos pareceram meia dúzia de metros tal a rapidez com que voltámos à estrada que nos levaria à Azambuja.
Passámos por dentro da estação da CP e estacionámos numa tasca em frente à estação onde comemos uma belas bifanas rapidamente servidas.

Estávamos com tanta fome que desmobilizámos antes da máquina disparar...
Depois do almoço (bifanas) regressámos à estrada. A coisa estava negra. A chuva ameaçava aparecer a qualquer momento.

Mas tivemos sorte. Chegámos secos a casa.
À saída de Vila Nova da Rainha, deixámos a N3 e seguimos por uma estrada, menos movimentada, que passa junto da Central Termoeléctrica do Carregado. Andámos paralelamente à A1.

Passámos junto da estação da CP de Castanheira do Ribatejo e apanhámos a N10 à entrada de Vila Franca de Xira. Aqui passámos rapidamente enquanto os carros se amontoavam em filas. Ou melhor, era só uma fila. Todos paradinhos a ver-nos avançar...
Para concluir a volta, faltava conhecer a ciclovia que liga Vila Franca de Xira até Alhandra. Sabia que começava junto da praça de touros. Chegámos lá e não vimos nenhuma ciclovia. Pedimos ajuda a um segurança e ficámos a saber que existe um elevador para dar acesso à ciclovia. Um elevador não. Dois: um para subir e outro para descer. Isto para ultrapassar a linha férrea. Não havia uma maneira mais barata e com menos manutenção de fazer isto?!!
Quanto à ciclovia. Parabéns Maria da Luz Rosinha. Está espectacular.

Da zona ribeirinha de Alhandra subimos até a N10 onde fizemos os últimos quilómetros desta volta.

Foram quase 117 quilómetros. Iremos certamente repetir esta volta. Da próxima vamos tentar incluir mais trilhos.
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| Ribatejo - Até PonteMuge |
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
À descoberta do Ribatejo. O relato. Parte I.
Amélia Luísa Helena de Orleães foi a última rainha de Portugal. Conhecida por rainha Dona Amélia. Era mulher do rei D. Carlos I, uma das vítimas do Regicídio de 1908.
E o que é que os reis e rainhas têm a ver com gatos ou BTT?!! Até vivemos numa República... Ah, mas já foi Monarquia... Não tem nada a ver com isso...
Foi à descoberta de uma ponte sobre o Rio Tejo, com o nome de "Ponte Rainha Dona Amélia", que no Sábado juntou 3 bttistas em direcção ao Ribatejo. Sabíamos que a ponte existia desde 14 de Janeiro de 1904 (inaugurada pelo rei D. Carlos I).
A manhã até estava agradável. Mas, de repente, o nevoeiro desceu e o Sol foi-se... Ligámos as luzes e avançámos, por estrada, até ao Porto Alto. Aí estava combinada a primeira paragem para abastecimento. Demorámos uma hora, certinha!
Depois de comer alguma coisa e tomar uma bebida quente, avançámos, sempre por estrada, por Benavente, Salvaterra de Magos e Muge.
Pelo caminho, fomos fazendo algumas paragens para apreciar as paisagens rurais.
Uma das paragens foi, logo após Benavente, numa ponte sobre um braço do rio Tejo, a Vala Nova.

Mais à frente, numa suposta breve paragem, para diminuir o espaço disponível no cartão de memória da máquina, uns domesticados poldros (ou cavalos) vieram até nós para receberem umas festinhas. Foi um dos momentos da volta!


Daí foi sempre a pedalar até Muge e à Ponte Rainha Dona Amélia. O tráfego automóvel faz-se alternadamente, regulado por semáforos. Existem ainda dois corredores laterais: um para bicicletas e outro para peões. Fizemos uma longa paragem para os automobilistas libertarem o tabuleiro porque queríamos tirar a nossa foto de grupo.

Esta ponte, projectada por Gustave Eiffel, tem uma arquitectura muito particular que nos deixa em silêncio a contemplar a sua beleza. A meio do tabuleiro, fizemos mais uma paragem para apreciar a paisagem envolvente.

Ultrapassada a ponte entrámos nos trilhos. O relato fica para mais tarde...
E o que é que os reis e rainhas têm a ver com gatos ou BTT?!! Até vivemos numa República... Ah, mas já foi Monarquia... Não tem nada a ver com isso...
Foi à descoberta de uma ponte sobre o Rio Tejo, com o nome de "Ponte Rainha Dona Amélia", que no Sábado juntou 3 bttistas em direcção ao Ribatejo. Sabíamos que a ponte existia desde 14 de Janeiro de 1904 (inaugurada pelo rei D. Carlos I).
A manhã até estava agradável. Mas, de repente, o nevoeiro desceu e o Sol foi-se... Ligámos as luzes e avançámos, por estrada, até ao Porto Alto. Aí estava combinada a primeira paragem para abastecimento. Demorámos uma hora, certinha!
Depois de comer alguma coisa e tomar uma bebida quente, avançámos, sempre por estrada, por Benavente, Salvaterra de Magos e Muge.
Pelo caminho, fomos fazendo algumas paragens para apreciar as paisagens rurais.
Uma das paragens foi, logo após Benavente, numa ponte sobre um braço do rio Tejo, a Vala Nova.

Mais à frente, numa suposta breve paragem, para diminuir o espaço disponível no cartão de memória da máquina, uns domesticados poldros (ou cavalos) vieram até nós para receberem umas festinhas. Foi um dos momentos da volta!


Daí foi sempre a pedalar até Muge e à Ponte Rainha Dona Amélia. O tráfego automóvel faz-se alternadamente, regulado por semáforos. Existem ainda dois corredores laterais: um para bicicletas e outro para peões. Fizemos uma longa paragem para os automobilistas libertarem o tabuleiro porque queríamos tirar a nossa foto de grupo.

Esta ponte, projectada por Gustave Eiffel, tem uma arquitectura muito particular que nos deixa em silêncio a contemplar a sua beleza. A meio do tabuleiro, fizemos mais uma paragem para apreciar a paisagem envolvente.

Ultrapassada a ponte entrámos nos trilhos. O relato fica para mais tarde...
sábado, 1 de novembro de 2008
À descoberta do Ribatejo. 2 fotos.
sábado, 11 de outubro de 2008
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