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domingo, 19 de setembro de 2010

Vila Nova da Rainha - Montejunto - Pipa - "Ai que estou tão cansada..."



























ASAP o relato da última aventura em BTT...

sábado, 11 de abril de 2009

Serra de Montejunto

Em Janeiro, a chuva decidiu aparecer à última da hora. E não conseguimos participar no Arruda-Montejunto-Arruda de 2009. Ficámos com muita pena mas com vontade de repetir o track assim que possível. E a data possível era sexta-feira santa. Só que a meteorologia decidiu estragar os planos outra vez. Segundo as previsões, sábado só choveria umas pinguitas de manhã. Fixe! Ao sábado é que é bom...

Sábado, arrumámos as "tralhas" no comboio que nos levou até Vila Nova da Rainha. Iríamos apanhar o track do Arruda-Montejunto-Arruda em Carmarnal. Até lá o track foi desenhado com a ajuda do Google Earth.

O Céu estava escuro, a ameaçar mandar chuva cá para baixo. É de ser cedo, pensámos nós. O tempo estava muito instável. Ora escurecia e caiam umas pequenas gotas ou ficava Sol. A temperatura mantinha-se constante, logo seguíamos com um pequeno impermeável vestido suficiente para nos proteger na chuva.

O início da nossa volta era bastante rolante por alguns trilhos já conhecidos de outras voltas pela zona. Desta vez estávamos a percorrê-los ao contrário. Isso deve ter baralhado os coelhos que em vez de se deixarem estar nas tocas, saiam cá para fora para correrem à nossa frente. Calma, coelhitos bravos. Nós nem gostamos de coelho guisado. Agora, se for assado no forno, bem tostadinho... Mham mham... E coelhos de chocolate... Mham mham...



Este track é muito rolante até São Salvador, no sopé da Serra de Montejunto. Foi aí que fizemos a nossa paragem para abastecimento. Sabíamos que depois era sempre a subir e só se parava no final da subida.



Loooooonga, deve ter chovido e feito sol umas duas ou três vezes. Mas a chuva era pouca e logo evaporava. A nossa roupa mantinha-se seca.



No final da subida fizemos uma pequena pausa para repor energias. A seguir passámos por trilhos fantásticos pelo meio da serra de Montejunto. Com mais ou menos pedra solta, com mais ou menos subidas, com mais ou menos descidas e com o tempo ajudar seguíamos encantados com os trilhos.





Quando chegámos à zona da fábrica do gelo o céu começou a ficar escuro e a ameaçar chover. O nosso almoço teria de esperar. Decidimos ir lá a cima às antenas antes que chovesse. Mal lá chegámos fomos recebidos por rajadas de vento brutais e chuva miudinha a ajudar nas honras de casa. É assim que recebe quem vai de longe? Mas não nos sentimos incomodados, ainda andámos por lá a tirar uma fotos, algumas com zoom provocado pelas gotas de água nas lentes da máquina.



Na verdade, não tínhamos muita pressa em prosseguir. A seguir vinha um longo single-track, a descer, que já tinha lido comentários sobre a sua dureza. Encostámos as bikes ao convento Dominicano de Nossa Senhora Das Neves que, apesar de em ruínas, ainda nos protegia do vento. A nós e mais dois bttetistas que tinham acabado de chegar.

Mas a chuva não passava e nós avançámos. Afinal o single-track não é assim tão duro. Bem, é. É um bocado. Porra, vou desmontar, isto é demais para mim. Isto foi o meu estado de espírito nos primeiros metros.





Algumas partes até a pé foi difícil. Então sentámo-nos e comemos ali o nosso almoço. A bela sandes de ovo.





A partir daí, com a barriga composta, foi sempre a andar e apreciar os vários moinhos de vento. Uns impecavelmente recuperados, outros infelizmente em ruínas :( .



Ainda nos esperavam umas valentes subidas, com bom piso mas a subir bem. A chegada à Arruda foi por um trilho que ainda não conhecia. Não me convidem para o fazer a subir. A não ser que seja na época das vindimas ;). Logo a seguir à Arruda voltámos a subir bem, por alcatrão. A volta teve mais de 1800 metros de acumulado de subidas. Por isso, quando chegámos à zona da subida da "agonia" já não havia pernas para subir mais e fazer o trilho do Sobralinho ao contrário. Foi sempre a descer até Alverca, durante muito tempo a quase 50 km/h...

Em Alverca, encontrámos o Sr. Administrador do fórum dos Maníacos do Pedal que nos disse que tinha andado pelos moinhos da Arruda... de carro. Embraiagem, travão, acelerador, travão, embraiagem, acelerador, travão, embraiagem, travão... Resultado: micro-rotura na coxa. LOL

Estas grandes rotas, a dois, são fantásticas. Agora é esperar até sábado pela próxima.

Vila Nova da Rainha - Montejunto - Arruda


GPSies - Vila Nova da Rainha - Montejunto - Arruda - Póvoa de Santa Iria

domingo, 30 de março de 2008

Azambuja-Montejunto-Azambuja, 90km, 1500m acumulado!

Conseguimos! A 14.14 km/h.



A vontade de participar era grande. Afinal, seria a nossa primeira grande rota com os Maníacos do Pedal.

À última da hora lembrei-me que, na última volta, o carreto da segunda velocidade da bike da Tânia fazia um barulhito. Pensei eu que bastava dar um aperto. Mas não era só isso. Eu bem apertei e desapertei, mas ficou igual ou pior. Isto eram onze e tal da noite. Pensei em duas hipóteses: ou não íamos participar (o que nos poderia custar a expulsão dos Maníacos LOL) ou a Tânia levava a sua magnífica Specialized Hardrock. A Tânia descartou imediatamente a segunda opção. Fiquei a saber que já ninguém a separa da sua CANYON XC! Mas, afinal, havia uma terceira opção. Lembrei-me de pedir ajuda no fórum. E apareceu logo o JMG disposto a ajudar.

Obrigado Jorge.

Depois da resposta do JMG, arrumámos as coisas para que de manhã fosse só levantar e andar.

Às 8 horas já estávamos na Azambuja, tal era a vontade de subir a Montejunto. Parámos num café para a primeira dose de cafeína do dia e seguimos para o ponto de encontro onde apareceu logo o JMG. Como o Jorge percebe daquilo, afinou o desviador num instante.

Com o aproximar da hora foram chegando mais Maníacos e partimos rumo à grande aventura.

Após subidas, descidas e zonas rolantes lá chegámos: ao parque de merendas de Montejunto.

Após o re-abastecimento, rápido devido ao frio, descemos (com algumas subidas) até à localidade de Abrigada. Aí "ocupámos" um restaurante e fizemos uma refeição à séria. A nossa foi chocolates, marmelada, barra ISOSTAR e um refrigerante sem gás fresquinho.

Esta combinação de energias ajudou muito no regresso à Azambuja. O trilho a partir daí também foi mais rolante, mas tanto eu como a Tânia sentimos-nos muito bem. A coisa só piorou nas subidas finais.

Pareceu-me que a Tânia esteve melhor que eu...