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sábado, 10 de abril de 2010

Reconquista dos 3 Castelos (Palmela, Setúbal e Sesimbra) e ainda o Cabo Espichel

Antes de mais parabéns aos organizadores e ao Clube de BTT Vale de Barrios por nos ter proporcionado este excelente passeio. Ao aplicar a palavra "proporcionado" já dá uma certa qualidade ao evento. É umas das chamadas palavras de sete-e-quinhentos, mas agora em Euros não sei quanto é que isso dá.

Esta conquista tinha dois tracks. Um atalhado para os "tenrinhos" marcados com fitas vermelhas e um outro para os "treinados" marcados com fitas verdes. Atenção, quem estava marcado eram as bikers e não os trilhos!

Ora, venho aqui "defender" os "meus" tenrinhos. Como fui nomeado guia dos tenrinhos, posso dizer que andámos sempre juntos. 12 magníficos companheiros sempre com o espírito de entreajuda até ao almoço.

Então, os tenrinhos fizeram 97km com 1750 metros de acumulado. Ui, de tenrinhos não têm nada...

Se hoje vos dói as pernas (ou outras partes do corpo), a "culpa" é destes senhores: Ruddy e Vitor_Vitorino. Mas agradeçam-lhes porque para a próxima, com o treino de hoje, já dói menos.



Seguimos calmamente por alcatrão em direcção à primeira subida do dia, para Palmela. Mas não foi fácil, havia verdes a querem infiltrar-se. Nada que uma ou outra ordem de expulsão não resolvesse.

Primeiro em alcatrão, depois pela calçada-portuguesa lá chegámos à primeira conquista: o Castelo de Palmela.



Entretanto, começaram todos a olhar para o lado:



A seguir era sempre a descer, apesar das dificuldades da calçada Romada, até Baixa de Palmela.



Bem, depois vem a jibóia. Toda a gente se calou e concentram-se na subida. Nem o gajo das fotos cumpriu a sua função...

Depois era a descer, até à estrada de alcatrão que vai para Setúbal. Arranjei um bom local para as fotos.



De repente, ouve-se "olé, olé" e os jerseys diziam o resto. "olé, olé, VPBTT é que é". Fomos apanhados pelos verdes, encabeçados pelo Did.



Daqui seguimos para o castelo de Setúbal, o nosso track não passava pela romana, mas passámos por outra subida mais manhosa. Afinal, a romana já é uma "velha" conhecida...

No castelo fomos, novamente, apanhados pelos verdes que nos tiraram a foto de grupo na nossa segunda conquista. A Arquinha telefonou e o carro de apoio chegou... Estávamos sem água. Adilson, não deve ter sido fácil ver o pessoal a pedalar e tu metido dentro do carro, mas foi uma excelente ajuda. Obrigado.



Depois fomos ver como estavam as construções do tio Belmiro.



De seguida descemos para a Comenda, agrupámos e seguimos pelo trilho das palmeiras. Até que a Beta se lembrou que a voar fazia isto muito mais rápido. O máximo que conseguiu foi saltar para cima de um tronco. Bem deu aos braços mas o corpo continuava imóvel. Tinha de ser mesmo a pedalar...



Pelas minhas memórias, dos primeiros tempos de BTT, estávamos em direcção ao molha-o-pezinho. Era verdade. Com mais ou menos água nos pés, nas pernas ou nos eixos das bikes todos passámos e acelerámos o ritmo. Por esta zona as subidas são poucas.

Depois veio a subida do parque de campismo que parecia não ter fim e, finalmente, o estradão até Casais da Serra.

Quando se almoça não se trabalha, logo fotos não há. Parámos cerca de uma hora para a tradicional coca-cola, néctar e café. A pouco e pouco os mais atrasados iam chegando, ocupámos o espaço comercial e, obviamente, esgotaram as bifanas. Eu ia preparado de casa com uma bifana e uma sandes de ovo...

A partir de agora, seguíamos todos juntos ou pelo menos o track era o mesmo os andamentos é que poderiam ser diferentes. Arranjámos um grupo que queria ir andando e siga para as pedreiras.



No final da subida das pedreiras agrupámos e formou-se um grande grupo que só se partiria na descida do downhill de castelo de Sesimbra.

Antes disso, uma foto de grupo.



E siga para Sesimbra.



Aqui festejava-se a conquista do terceiro castelo. Agora era só ir ali ao Cabo Espichel...



A descer para Sesimbra foi ao estilo downhill mas com bikes de XC, que é muito mais engraçado...



Aqui o grupo partiu-se uns desceram até à lota de Sesimbra, eu incluído, e os restantes devem ter seguido o track. Com este engano, fizemos mais uns quilómetros.

A subida desde Sesimbra foi penosa. Estradão largo, com muito pó, sempre a subir por vezes a empinar, ui. O que valia eram as vistas à medida que subíamos. Muito giro.





Finalmente a coisa planou, seria sempre a rolar até ao Cabo Espichel.



Nada disso, o track mandou-nos descer por um trilho cheio de pedra ora roliça ora afiada...



Depois por single-track algo técnico e novamente a subir. Ufa, estávamos a ficar cansados...



Os trilhos a seguir já eram mais rolantes. Só que as meninas puseram-se na conversa e pedalar rápido ficou para outro dia. Quando fiquei para trás para lhes tirar uma foto iam a falar nos tipos de couve: lombarda, portuguesa... Eu sei que é feio andar a ouvir as conversas, mas elas iam a falar alto e eu estava parado a tirar fotos.



E a foto de grupo no Cabo Espichel.



Depois foi sempre rolante até perto do clube. Como o Filipe se tinha atrasado, esperámos por ele e por um companheiro que o foi "rebocar". Fizemos os quatro as últimas subidas porque a Beta já tinha ficado em casa e o restante pessoal empura/puxa os pedais com mais velocidade que nós.

Foi um dia inteiro de BTT num passeio que vai ganhando tradição, pela beleza e dureza dos trilhos.

Para o ano há mais...

Este relato foi uma cópia do colocado em http://www.projectobtt.com com a devida autorização do autor ;)

sábado, 4 de outubro de 2008

Cabo Espichel

Hoje fomos nós que acordámos o gato. Ele deve ter pensado (sim, o meu gato tem essa capacidade) que lhe íamos fazer uma surpresa porque era o Dia Mundial do Animal. O bichano já se devia estar a imaginar num SPA para gatos, rodeado de gatinhas a fazerem-lhe massagens, a cuidarem-lhe do seu sedoso pêlo e aguçar as garras. Mas não foi nada disso. O dia de ontem foi dedicado a nós: um raid de BTT até ao Cabo Espichel.

Apanhámos o Comboio e rumámos até Santa Apolónia onde nos juntámos aos Maníacos do Pedal que tiveram a coragem de se levantar antes do galo cantar. É que às 06:30 da manhã ainda não tinha nascido o Sol.



Seguimos, junto ao rio, com as luzes ligadas até Belém. Aí apanhamos o barco das 07:30 até à Trafaria.





Na Trafaria estava prevista a primeira paragem numa conhecida pastelaria. Estava fechada! Afinal não era assim tão mau, com a barriga mais leve pedala-se mais rápido. Seguimos por São João da Caparica, Caparica e para evitar a estrada que dá acesso às praias virámos à esquerda, por um caminho alternativo onde nem é preciso capacete para andar de mota, aí tivemos o primeiro contacto com a areia. Antes disso, na Caparica, tomámos o pequeno almoço.



A minha experiência com a areia está de acordo com o célebre slogan inventado por Fernando Pessoa: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Ao início estranha-se um bocado mas depois de um pouco de prática até se faz. A volta teve alguma areia mas sem enjoar. Andámos muito pouco com a bike à mão. Aqui os NOBBY NIC ajudaram.

O frio matinal (e da madrugada) obrigava a levar muita roupa vestida. Eu até levei umas calças para proteger os joelhos. Mas à medida que o Sol ia aparecendo o calor fazia-se sentir. Então era preciso libertar alguma roupa. Parámos na Mata da Apostiça.



A presença feminina nos passeios dos Maníacos do Pedal é uma constante.



Olha o sinal de Outros Perigos. Toca a olhar para ver onde eles estão.



Depois de transpor muitos estradões e algum alcatrão chegámos à praia onde fizemos uma pausa para alimentar a barriga.



Avançámos, por trilhos de areia, até à praia do Meco. Foi este o percurso que fizemos com mais areia. Mas foi engraçado. Andámos quase sempre montados na bike. Como era a descer também ajudou.



Aqui dissemos adeus à areia e olá aos trilhos mais técnicos com pedras e valas. Afinal estávamos na aproximação ao Cabo Espichel.





Perto da chegada ao destino o trilho melhorou e rapidamente chegámos ao ponto de encontro com o Maníaco Jaime que aceitou o "convite" de ir ter connosco ao Cabo Espichel e... levar o almoço. Bifanas, entremeadas, sumos, águas e torta de azeitão. Obrigado Jaime.




Estivemos por lá, talvez, mais de uma hora. A almoçar, tomar café e tirar a foto de grupo. Tirar a foto de grupo é sempre complicado e, normalmente, só à segunda tentativa. Cá está ela:




O regresso teve muito alcatrão e a bom ritmo. Fomos escoltados de carro até entrarmos, de novo, no trilho. Desta vez não houve areia. Seguimos um track pelo meio do pinhal e até nos demos bem.

Private Joke: Quando há GPS não é preciso Google Earth.

Mais à frente apanhámos a estrada de alcatrão que nos levaria de volta à Caparica.



Na Caparica fizemos mais uma pausa para ingerir líquidos e "bora lá" apanhar o barco para Belém.

Mas a aventura ainda não tinha acabado. Regressámos a casa a pedalar. Foram 131 km. Correu muito bem, sem incidentes. Depois do Arruda-Atlântico e deste Lisboa-Cabo Espichel estamos rendidos às grandes distâncias. Venha o próximo.

Cabo Espichel

domingo, 20 de abril de 2008

Entre as mulheres no Cabo Espichel (IV PedalaDelas)



A volta de hoje era para motivar o sexo feminino para a prática do BTT. O São Pedro é que não deve gostar muito da ideia de ver os montes mais coloridos e decidiu mandar chuva! E até nos apedrejou com cubinhos de gelo.

O que nos valeu foi um abrigo que nos apareceu pela frente. Mesmo a tempo!!



As paisagens do Cabo Espichel fizeram esquecer as chuvas iniciais.






O pior veio depois: lama, lama e mais lama. Não há pedais de encaixe que resistam:



Bom sítio para andar de BTT mas com lama não me apanham lá mais...

domingo, 24 de fevereiro de 2008

II Passeio PedalaDelas - Lagoa Albufeira - Cabo Espichel

Afinal nem o gato foi à vacina nem nós fomos pedalar.

Mas tentámos. Quando saímos de casa não chovia. Mas passados alguns metros e até chegar ao Cabo Espichel esteve sempre a chover. Curiosamente, quando chegámos parou de chover.

Parabéns à corajosa e aos corajosos que se aventuraram a experimentar os trilhos. Pelas fotos - muito bem conseguidas - ficámos com a ideia que ir de carro até ao café do Meco foi má opção. De bike ia-se melhor. Foi a primeira vez que saímos de casa e regressámos sem tirar as bikes do carro. Espero que não se repita.

Fica para a próxima: pedalar pelos trilhos da zona e participar num evento PedalaDelas!



Cá para mim este mamífero estava aliado ao São Pedro, ou não. Acho que ainda pode ter tido uma crise de diabetes ou alguma cárie dentária devida aos doces que lhe demos.



NOTA: PedalaDelas é a secção feminina do Fórum BTT.