Mostrar mensagens com a etiqueta Montachique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Montachique. Mostrar todas as mensagens

sábado, 5 de junho de 2010

A subida a Montachique pelo lado Norte

Eu eu que só queria ir ali a Montachique pelo lado das subidas menos íngremes...

Foi uma manhã fantástica, começando logo à saída de Bucelas em que, depois de molhar o pezinho no ribeiro, não se podia olhar para a direita por causa das vertigens. Fui sempre a olhar para esquerda e vi, para além de uma vedação sempre em primeiro plano, tomates, pepinos, alface, cebolas e um motor de rega. Ops, não dá para passar...



Depois foi recordar uns bons trilhos ali para os lados da Bemposta e Freixial. Na altura fizemos a descer, a subir também é giro. E desta vez não havia lama. Por caso até havia, mas dava para contornar.

Quando nos preparávamos para descer alguém se lembrou de ir ver uns moinhos. Era já ali. Já ali depois de muitas subidas depois... Algumas bem íngremes, mas valeu a pena. Até tinha uma mesita para o nosso abastecimento. Não estava posta mas tinha bancos.



Aproveitámos para tirar a foto de grupo. Hoje éramos 6.



A seguir fomos fazer uma subida que há muito procurava e que o Almeida conhecia. Subir ao topo do cabeço de Montachique subindo do lado de Lousa, ou seja pela encosta Norte. Excelente trilho, pensei que fosse mais difícil, só desmontei duas vezes... Sou o maior! Da minha rua bla bla bla porque para além de três ou quatro miúdos não há mais quem pedale por lá bla bla bla...

A descida foi inevitavelmente rápida, parámos pouco depois num café para beber qualquer coisa fresca. Não foi bem qualquer coisa, vi por lá néctares e minis...



Seguimos pelo trilho junto à A8 a puxar a quase 50 km/h. Tenho de ver o que se passa com o meu conta km...

Para finalizar, passagem pela Murteira e um trilho que há muito não passava em direcção a Santo Antão do Tojal. Bem, de facto, para finalizar foi a habitual subida para o parque de Santa Iria...

O aparelho diz que fiz quase 70km a uma média de 15 km/h e 1250 m de acumulado. Foi mesmo uma volta rápida. A Tânia também gostou imenso da volta e por isso até pedalou mais depressa...

E agora vou ali comer umas cerejas directamente da árvore e já volto...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Começámos o ano na estrada

Ora cá estamos nós para mais um ano. Para quem cá anda há algum tempo é também uma nova década que agora se inicia. Nascemos sem pedir, morremos sem querer. Temos de viver o intervalo. Nós cá vamos vivendo à nossa maneira. A passagem de ano foi o costume. Champanhe para todos e a rolha para o gato. Assim todos se divertem. Por isso, o primeiro dia do ano é complicado acordar antes do meio-dia. Este ano a tradição manteve-se.

Dia 2, com o que tem chovido ultimamente, a única alternativa era fazer estrada. E para começar o ano da melhor forma, fomos tirar a ferrugem às Specialized Hardrock. Têm pneus mais adequados à estrada, embora no Verão tenham andando várias vezes no Trancão. Mas há mais novidades. Aproveitámos as prendas dos amigos do Facebook - são uns queridos e todos nos deram dinheiro - e fizemos um upgrade às Specialized. Agora sim, temos bicicletas bem equipadas para todo o tipo de terreno e distâncias. Ficaram lindas. Foram uns fantásticos pedais de encaixe Shimano m520. Usados! Mas já habituados aos pezinhos do menino e da menina. Eram os pedais das CANYON. Agora sim, posso levar as Canyon à balança. Devem pesar menos de 12 Kg. Há é um pequeno pormenor, não têm pedais... Ai, ai... Devo ter bebido champanhe a mais...

Quanto à volta, foi a papel químico (de fraca qualidade) desta.

Começámos na N10, rotunda dos Caniços, Vialonga. Primeira paragem, junta da Central de Cervejas. Não, ainda não estávamos com sede. Além disso, lá em casa bebe-se de outra marca. A ideia era ver a cantina e esplanada decorada pelos "queridos" do "Querido Mudei a Casa". Não conseguimos encontrar a cantina...

Seguimos para Alverca. Apesar da indicação A10/Arruda, optámos por subir em direcção ao Cabeço da Rosa. Preferimos subidas. Na descida para o Calhandriz conseguimos transformar os nossos "abrandadores" em travões. Estavam a precisar de uso. Não travam como os da CANYON mas fazem o serviço.

A paragem principal é... Nos bolos da Arruda. É impossível passar lá à porta e não entrar. Desta vez optámos por miniaturas. Confesso que já ando um bocado farto de doces.



Após esta paragem estratégica seguimos para Sobral de Monte Agraço. Tivemos a companhia de um "amigo" de quatro patas. Apesar de pedalarmos devagar acho que o vencemos pelo cansaço. Tal como apareceu também desapareceu.

Mais uma vez não parámos no Sobral para ganhar fôlego para a subida até à pista de motocross. Estava curioso quanto ao comportamento das bikes numa subida tão inclinada. Deu para fazer sem chamar a avozinha. Yeahhh!

Lá em cima parámos para a foto de grupo.



Vejam as nossas lindas bikes. Com reflectores como manda o código da estrada.





A partir daqui só tínhamos uma subida grande em Montachique. Com a ameaça da chuva e das previsões meteorológicas, só parámos em casa. Fizemos 70 quilómetros com 1200 metros de acumulado positivo.

Como acontece em quase todos os sábados, passámos a tarde a ver os episódios de "As regras do jogo" no MOV, a beber licor Beirão e a comer kiwis com banana.



Bom ano de 2010 para todos nós!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Doces, pão-com-chouriço e estrada

Hoje a temperatura estava como os preços do Pingo Doce. Mesmo assim aparecemos 3 em Alpriate. Com muito frio, fizemo-nos à estrada: eu e duas meninas.

Para aquecer subimos até ao Cabeço da Rosa, descemos para o Calhandriz e seguimos para os bolos na Arruda. Saborosos, como sempre.



Com o pequeno-almoço tomado, subimos até ao Sobral. Não parámos para comer bolos. Não parámos para nada. Mas passámos em frente de um sítio onde os há, e bons. Foi sempre a andar até ao pão-com-chouriço. Disseram-me que estava soboroso. Vamos ser clientes em próximas voltas.

O horário estava a apertar e ainda faltava a subida de Montachique. Por esta altura já não havia frio. Descemos para Loures e cada um foi à sua vida.

A voltinha foi sempre por estrada, 75 km com 1200 de acumulado e apenas duas paragens. Estava frio.

Gostei da volta, acho que as meninas também gostaram. Apesar de ser estrada, havia pouco trânsito. A repetir.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Loures, Montemor e Montachique...

... E Sacavém, Unhos, Frielas, Fanhões, Vialonga e mais uma quantas lá pelo meio.

Mais um feriado, desta vez religioso (festa da Imaculada Conceição), mais uma voltinha pelos montes e vales em BTT. Começámos por estrada, primeiro a rolar, depois a empinar bem até ao cabeço de Montemor. Ali para os lados de Loures. Subimos até um santuário, não me recordo do nome. Mas hei-de lá voltar só para tirar uma foto. Tem uma vista fenomenal. Dá para ver a capital, Sintra e a margem sul. Vê-se bem o Cristo Rei. Com um bocadinho (grande) de imaginação até dá para ver um grupo de turistas Japoneses com as últimas novidades em máquinas fotográficas da SONY a fotografar tudo e todos...

A seguir andámos por alguns trilhos, pesados da chuva que tem caído, e depois novamente a subir, e bem, até Montachique. Trilhos até Fanhões e bora lá para casa que já é meio-dia e meia...

Fotos? Bem, só uma e à chegada:


Na volta, apesar de algum entra e sai, chegámos a ser 10.

Com tantas subidas, o acumulado já se está mesmo a ver: atingiu os quatro dígitos!

domingo, 18 de outubro de 2009

Mata do Paraíso - Pneus - Central Eléctrica - Fanhões - Montachique - Loures

Enquanto não chega a época das chuvas é precisa aproveitar todos os "bocadinhos" para pedalar. Este fim-de-semana aproveitámos o sábado e o domingo.

A voltinha começou pela Mata do Paraíso, em versão simplificada. Descer a abrir para ganhar balanço para a subida dos Pneus. Na segunda curva virámos à direita e upa upa até à Central Eléctrica de Fanhões. Mais uma subidita e já estávamos a embalar na descida para Fanhões. Seguiu-se a subida até ao sopé do cabeço Montachique. O jvmh comparou aquele trilho aos da zona de Minde. Dá para perceber a existência de pedrinhas?
Subimos até ao topo do cabeço. Depois da descida (está um pouco estragada pela chuva) passámos por cima da A8 e fomos fazer uma descida ainda pior. Voltámos a subir em alcatrão e depois sempre a descer, ao lado da A8, até à ribeira sem água da GR do Oeste. Mais uma pequena subida e novamente a descer até ao Infantado. Rolar até Alpriate e empinar por ali acima.

À hora marcada - uns minutos antes das 13h - estávamos em casa.

Estatística:
Distância: 43.69 km
Tempo a pedalar: 3:35
Acumulado positivo: 1026 m

domingo, 2 de agosto de 2009

Duas amoras aqui, três acolá e muitas subidas pela frente.

Há dias fomos fazer umas subidas para os lados da Mata do Paraíso e central eléctrica de Fanhões. Gostámos tanto que hoje fomos repetir tudo isso e acrescentar a subida até ao Cabeço de Montachique. Foram pouco mais de quarenta quilómetros com mil e tal de acumulado. Ainda bem que o tempo ajudou mas ainda deu para transpirar.

Na subida e descida à Mata do Paraíso não há nada para contar. Já conhecíamos o trilho da volta recente e por isso foi sempre a andar, apesar de alguns locais mais traiçoeiros.

No início da subida dos "pneus" o canito, que apareceu da outra vez, hoje atrasou-se. Quando deu por nós já tínhamos passado à porta dele. E não lhe apeteceu vir atrás de nós. Era a subir. Ainda nos incentivou. Acho eu. "Ão, ão, ão" latia o pequenote!

Ainda bem que não veio atrás de nós. Se não apanhava-nos alguns metros acima a fazer o nosso abastecimento. De... Amoras. É verdade, esta foi a volta das amoras. Só apareciam nas subidas. Que chatice LOL, vamos ter de parar para descansar... Ops, comer umas amoras. É caso para dizer: as silvas são nossas amigas. Vá,... Só um bocadinho! Sem exageros.



Depois de várias paragens para comer amoras, chegámos à central eléctrica de Fanhões. Fazia algum vento lá em cima, por isso decidimos subir ainda mais para a descida, para Fanhões, ser maior. Foi giro. Valeu a pena.

De Fanhões, subimos o trilho que sempre fiz a descer. Fico sempre com dores nos pulsos. Posso confirmar que é melhor de fazer a subir. Pelo menos, não ficamos com dores.

Após um sobe e desce divertido chegámos ao sopé do cabeço de Montachique. Como íamos subir até lá a cima, parámos e fizemos um abastecimento de amoras. As bananas hoje voltaram para casa. Foi uma volta Low-cost.

O cabeço de Montachique está bom e recomenda-se principalmente os últimos metros da subida... Para quem gosta de subir com grandes declives. A descida também se recomenda para quem domina a técnica do desviar das pedras.







Depois foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão e a habitual subida para chegar a casa. Foi uma volta amorosa, que é como quem diz, com muitas amoras.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Montemor e Montachique

Hoje fomos com um grupo de Maníacos tentar fazer uma volta com algumas subidas e sem lama.

Saímos de casa a pedalar até ao ponto de encontro. Quando chegámos perguntaram-me: "Vieram por trilhos?" Não, fomos por estrada. Mas como fui na roda da Tânia fiquei todo cheio de lama. Eram só uns pinguitos...

Após o café estava toda a gente pronta para as subidas. Éramos 6. Saímos de Sacavém, depois Unhos, Frielas e por aí acima até Montemor. Pelo meio uma paragem num café. Mas não entrámos! Acho que não.



Em Montemor apanhámos uns trilhos a descer. Tinha alguma pedra solta e molhada o que tornava a coisa mais... engraçada?

Como ainda era cedo, voltámos a subir até Montachique.



Depois, na descida, havia algumas poças de água que era preciso contornar. Mas sempre a pedalar.

Já nas margens do Trancão em dois ou três metros ficámos com as rodas presas no quadro tal a quantidade de lama que por lá havia. Depois das limpezas fomos logo para casa porque as bikes precisavam de um banho.

E amanhã é que é o dia da lama!

Montemor e Montachique