domingo, 11 de novembro de 2012

Meia Maratona Internacional da Nazaré

Parece que esta é mãe das meias maratonas em Portugal.

Já conto como foi...

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

20 kms de Almeirim

Hoje foi dia de ir até Almeirim e não foi para comer sopa da pedra! Foi para participar na conhecida corrida de estrada organizada pela Associação 20kms de Almeirim.

Uma prova exemplarmente organizada e rica gastronomicamente.

Se calhar não vale a pena falar da corrida, é um pé à frente do outro e repetir o mais rápido possível, falemos então da gastronomia. Ou seja, falemos de pedras na sopa, felizmente não me calhou nenhuma... Deliciosa, maravilhosamente calórica, acompanhada das típicas caralhotas (na minha opinião é pão normalíssimo).

Desportivamente o dia foi positivo, a menina levou o S. a percorrer uma percurso pedestre e eu fui correr 20 quilómetros pelas estradas da região, acompanhado por cerca de 1000 atletas.

Fiz uma corrida certinha, a ritmo constante, tendo conseguido terminar os 20kms em 1h39m49s, correspondente a uma passada inferior a 5 minutos por km. À primeira vista parece ter sido um grande resultado, pessoalmente foi. Mas relativamente aos restantes participantes foi uma bela treta... Falhei um dos objetivos que tenho sempre que é ficar classificado do meio da tabela para cima, o que não foi o caso!

Resumo:

Tempo oficial: 1h39m49s
Classificação geral: 542/870
Classificação escalão: 205/284

Curiosidade: correram melhor que eu: 6 homens com mais de 65 (sim, sessenta e cinco) anos!

Com um treinador a crescer, só tenho de melhor as minhas prestações...


domingo, 30 de setembro de 2012

Vodafone Meia Maratona RTP Rock 'n' Roll

Já sou, oficialmente, metade de alguma coisa. Concluí a Vodafone Meia Maratona RTP Rock 'n' Roll.

Tempo Final 1:55:07
Tempo Chip 1:54:47

Classificação por Escalão (M35): 359/796
Classificação Geral: 2027/4894

Não foi a prestação pretendida, foi a possível. Mas ficou o gosto pela experiência, a repetir.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Há sinais de trânsito que tendem a desaparecer

Parece que este sinal de trânsito, à entrada de Beirã (concelho de Marvão), vai desaparecer.

 

A linha de caminho de ferro vai ser encerrada. É pena, já andámos por aqueles lados e a zona bem merecia uma linha de comboios para que mais pessoas a pudessem visitar. Não sendo possível, resta-nos ir de bicicleta...





Fotos daqui.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Temos artista

Temos artista! Vê-se pela sensibilidade com que desenha e pela leveza com que segura no lápis. Já para não falar na selectividade da escolha do papel, podia ser umas folhas grandes e coloridas que comprámos no IKEA, mas não, foi mesmo numas folhas importantes do trabalho. Ah, mas repare-se que deu largas à sua veia criativa apenas na parte branca, não quis riscar o texto! Obrigado S. está lindo...



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Não vás para longe senão molhas-te...

Este feriado acordei com uns raios de Sol a entrarem pela janela. Essa energia deu-me forças para me levantar, tomar um rápido pequeno almoço e pegar na bike de estrada para uma voltita.

Pouco depois o Sol ficou encoberto por umas nuvens que não podem ver um gajo a pedalar e o tempo ficou com aquela cara de não-vás-para-longe-senão-molhas-te... E eu não fui, mas mesmo assim molhei-me na mesma!

Subi até ao Forte do Alqueidão, pausa para café e para actualizar o perfil no Facebook, uma exigência da era moderna. Eu ainda sou do tempo em que se pedalava cento e tal quilómetros sem parar...


Quando saí do café, apareceu uma companhia para a pedalada, fresca e roliça: a chuva. Ainda esperei um pouco e fiz-me à estrada. A descer para a Arruda foi sempre a pedalar "em seco" para me manter quente. Sobrevivi, em parte à excelência all-ground dos pneus Continental Grand Prix 4000 S.

Na subida de Arruda, em direcção a Alverca, passou por mim um grupo de ciclistas a descer, dizem que me conheceram e gritaram um "Olá Miguel". Pois, a descer também eu, até um abraço dava, agora a subir há poucos...

A descer para Alverca apanhei o São Pedro muito zangado, que monumental chuvada me caiu em cima do lombo... Até doía!

A água quente, mesmo muito quente, do banho que tomei em casa também doeu, mas um mal necessário para afastar algum bicho deste corpinho...

terça-feira, 20 de março de 2012

Só me falta escrever um livro...

Diz-se que para a realização pessoal, um homem - durante a sua vida (não é a do caro leitor do blog, é a do homem no geral) - deve escrever um livro, fazer um filho e plantar uma árvore.

Ora, eu comecei pelo fim: pelas árvores. Já plantei muitas. A mais fácil das três tarefas. Foi pegar na planta de viveiro e depositá-la na terra, regá-la e já está. A árvore lá ficou, sozinha, a crescer. Nunca mais precisará da nossa ajuda.

Escrever um livro também será fácil, não poderá ser cientifico que não se venderia e o retorno com direitos de autor seriam nulos (o pessoal gosta é de fotocopiar, copiar. Como a música, como o software, e se toda a gente fizesse assim? Quem faria a música ou o software para copiar?), por isso poderia ser de hestórias que já foram escritas ou que ainda serão vividas por aqui, agora com mais uma personagem a tornar tudo muito mais divertido...

Assim, a segunda tarefa foi a de fazer um filho. Fazê-lo também é fácil e não entro em mais pormenores, ok?!! Criá-lo é muito mais difícil. Nesta fase em que o pequeno S. quer mexer em tudo temos de ter atenção redobrada, qualquer distracção e ele já está a mexer no que não deve, por mais escondido que isso esteja. Lá em casa parece que só moram bebés, há brinquedos por todo o lado, mas para o pequeno S. isso não chega, ele quer mais. Ainda não anda, mas já se põe em bicos de pés para tentar apanhar coisas de cima da mesa. Fez isso hoje, 19 de Março de 2012: o meu primeiro dia de pai, com direito a presente, assinado (LOL), e tudo a que tenho direito. Mas o mais importante é o sorriso, super expressivo, que só faz para os pais. É simpático com toda a gente mas aquele sorriso é só para os pais, e nós gostamos que seja assim.

Não irei gostar se algum ano te esqueceres desta data, não precisarás de oferecer nada, basta ligares-me, perguntar como correu o meu o dia, desejares-me saúde, tal como eu fazia, ao meu pai, e que este ano já não o poderei fazer...