Este feriado acordei com uns raios de Sol a entrarem pela janela. Essa energia deu-me forças para me levantar, tomar um rápido pequeno almoço e pegar na bike de estrada para uma voltita.
Pouco depois o Sol ficou encoberto por umas nuvens que não podem ver um gajo a pedalar e o tempo ficou com aquela cara de não-vás-para-longe-senão-molhas-te... E eu não fui, mas mesmo assim molhei-me na mesma!
Subi até ao Forte do Alqueidão, pausa para café e para actualizar o perfil no Facebook, uma exigência da era moderna. Eu ainda sou do tempo em que se pedalava cento e tal quilómetros sem parar...
Quando saí do café, apareceu uma companhia para a pedalada, fresca e roliça: a chuva. Ainda esperei um pouco e fiz-me à estrada. A descer para a Arruda foi sempre a pedalar "em seco" para me manter quente. Sobrevivi, em parte à excelência all-ground dos pneus Continental Grand Prix 4000 S.
Na subida de Arruda, em direcção a Alverca, passou por mim um grupo de ciclistas a descer, dizem que me conheceram e gritaram um "Olá Miguel". Pois, a descer também eu, até um abraço dava, agora a subir há poucos...
A descer para Alverca apanhei o São Pedro muito zangado, que monumental chuvada me caiu em cima do lombo... Até doía!
A água quente, mesmo muito quente, do banho que tomei em casa também doeu, mas um mal necessário para afastar algum bicho deste corpinho...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Só me falta escrever um livro...
Diz-se que para a realização pessoal, um homem - durante a sua vida (não é a do caro leitor do blog, é a do homem no geral) - deve escrever um livro, fazer um filho e plantar uma árvore.
Ora, eu comecei pelo fim: pelas árvores. Já plantei muitas. A mais fácil das três tarefas. Foi pegar na planta de viveiro e depositá-la na terra, regá-la e já está. A árvore lá ficou, sozinha, a crescer. Nunca mais precisará da nossa ajuda.
Escrever um livro também será fácil, não poderá ser cientifico que não se venderia e o retorno com direitos de autor seriam nulos (o pessoal gosta é de fotocopiar, copiar. Como a música, como o software, e se toda a gente fizesse assim? Quem faria a música ou o software para copiar?), por isso poderia ser de hestórias que já foram escritas ou que ainda serão vividas por aqui, agora com mais uma personagem a tornar tudo muito mais divertido...
Assim, a segunda tarefa foi a de fazer um filho. Fazê-lo também é fácil e não entro em mais pormenores, ok?!! Criá-lo é muito mais difícil. Nesta fase em que o pequeno S. quer mexer em tudo temos de ter atenção redobrada, qualquer distracção e ele já está a mexer no que não deve, por mais escondido que isso esteja. Lá em casa parece que só moram bebés, há brinquedos por todo o lado, mas para o pequeno S. isso não chega, ele quer mais. Ainda não anda, mas já se põe em bicos de pés para tentar apanhar coisas de cima da mesa. Fez isso hoje, 19 de Março de 2012: o meu primeiro dia de pai, com direito a presente, assinado (LOL), e tudo a que tenho direito. Mas o mais importante é o sorriso, super expressivo, que só faz para os pais. É simpático com toda a gente mas aquele sorriso é só para os pais, e nós gostamos que seja assim.
Não irei gostar se algum ano te esqueceres desta data, não precisarás de oferecer nada, basta ligares-me, perguntar como correu o meu o dia, desejares-me saúde, tal como eu fazia, ao meu pai, e que este ano já não o poderei fazer...
quinta-feira, 15 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
A descoberta das cebolas...
Vamos ter que partilhar a cozinha com o pequeno S., já se nota as suas aptidões para a cozinha. Na primeira visita ao local mais perigoso da casa, logo mais interessante para ele, bem agarradinho para não cair, foi logo em direcção à gaveta das cebolas. Está visto que gostará de um bom refogado...
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Co-sleeping, sim o S. gosta e nós também
Se o "co-sleeping" divide especialistas, a nós só nos une mais. Somos adeptos, gostamos, o S. adora. Passamos grande parte do dia afastados porque não passar a noite juntinhos? Além disso é menos uma cama para fazer...
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Oh meus Deus, vou correr 21km
Oh meu Deus, ajudai-me e, no futuro, dai-me juízo nesta mona que carrego em cima do pescoço há uma catrafada de anos. Podia estar quietinho, na minha zona de conforto, no sofá ou na caminha... Mas não, vejam lá que, numa acto irreflectido, absurdamente irreflectido, decidi inscrever-me na meia maratona de Lisboa! Sim, leram bem, inscrevi-me na meia maratona de Lisboa. Vou mesmo correr mais de 21 quilómetros!
E os objectivos? Para agravar o desvario, os propósitos são altíssimos. Não faço ideia se dará para cumprir, mas já que é para correr que seja com convicção. Gostava de terminar com um tempo à volta de 1h55m e, se possível, do meio da tabela para cima.
Nos próximos dias, entre colinhos ao pequeno S., a minha vida vai ser corridas longas, acelerações, corridas lentas e alongamentos, muitos alongamentos. A bike vai continuar a apanhar pó...
E tu? Também vais?
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