sábado, 1 de novembro de 2008
À descoberta do Ribatejo. 2 fotos.
Hoje fomos fazer estrada. Estava prevista uma volta com 100km. Acabámos por fazer um pouco mais. Por estradas, trilhos e ciclovias. Mais pormenores em breve. Para já, ficam duas fotos.

domingo, 26 de outubro de 2008
Sintra, nas pistas de Downhill
A Maníacada desta semana foi até Sintra. Olhem para nós a disfarçar o cansaço de ter subido aquilo tudo:

A volta começou pela habitual subida. E depois... seguimos pelo trilho errado. E apanhámos uma descida que nos levou... até meio da subida que já tínhamos feito. Resultado: voltar a subir aquilo tudo. Eu, a Tânia, o nosso guia (Nuno) que veio ao nosso encontro e um colega novo nestas andanças. Mas compensou pela excelente descida!
O resto da volta foi parecida com outras até entrarmos nas pistas de downhill. Foi giro. Estávamos habituados a descer da Peninha, por estradão, até à Barragem. Desta vez, também encontrávamos o estradão, mas na transversal...
Consequência, tivemos de subir muito mais em direcção aos carros.
Foi uma volta muito fixe. Não foi Tânia?!!!



A volta começou pela habitual subida. E depois... seguimos pelo trilho errado. E apanhámos uma descida que nos levou... até meio da subida que já tínhamos feito. Resultado: voltar a subir aquilo tudo. Eu, a Tânia, o nosso guia (Nuno) que veio ao nosso encontro e um colega novo nestas andanças. Mas compensou pela excelente descida!
O resto da volta foi parecida com outras até entrarmos nas pistas de downhill. Foi giro. Estávamos habituados a descer da Peninha, por estradão, até à Barragem. Desta vez, também encontrávamos o estradão, mas na transversal...
Consequência, tivemos de subir muito mais em direcção aos carros.
Foi uma volta muito fixe. Não foi Tânia?!!!
![]() |
| Sintra |
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
IV Trilhos da Raia.
Foi a nossa segunda participação nos Trilhos da Raia. O ano passado, há pouco tempo convertidos ao BTT, ficámos pela volta mais pequena. Ficou a intenção de voltar para a volta maior, onde se incluía a subida a Monsanto.
Fomos de véspera e pernoitámos no Parque de Campismo de Idanha-a-Nova. Assim, dormimos até mais tarde. Tão tarde que chegámos ao recinto mesmo em cima do apito de partida. Apito?? Talvez tenha sido um megafone. Tanto faz...
Deixámos o carro junto do local dos banhos e arrancámos para o local da concentração. "Ai, esqueci-me das luvas." Lá tive de subir aquilo tudo até ao carro...
Quando voltei, a Tânia já tinha arranjado companhia. Acho que conhecemos mais pessoas em Idanha-a-Nova do que na zona onde vivemos.
À chegada ao local da concentração mais uma paragem para cumprimentos. Estava difícil chegar ao recinto...
Apressá-mo-nos a ocupar o último lugar no "garrafão". Mas ainda não era desta. Faltava cumprimentar dois Maníacos do Pedal que nos chamavam do meio da multidão.
O Paulo Alves, representante da CANYON em Portugal, também veio até nós para se apresentar. Obrigado Paulo, pelas fotos. Tomarei a liberdade de as usar neste blog...
E, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Não era bem este o som, mas só tenho aqui este... Era o toque de partida.
Os quilómetros iniciais foram em alcatrão, para dispersar o pelotão. Como íamos para os 75km e para evitar congestionamentos tentámos seguir um pouco à frente.
Mais à frente entraríamos nos trilhos. Recordo-me do ano passado terem ocorrido por aqui alguns furos. Este ano, pelo que vi, foi sempre a andar.
Voltámos a entrar no alcatrão, para fazer uma descida bastante inclinada onde o ano passado houve uma queda. Fizê-mo-la devagar para evitar problemas.
Após a descida, um grande susto. Passou um grupo por nós e um dos elementos usou uma corneta para sinalizar a passagem pela esquerda. Ao ouvir a corneta encostei-me um bocadinho para a direita e quase era embatido por um elemento desse grupo que passou a toda a velocidade pela direita. Estava a ver que estes senhores, que transformam passeios em maratonas, nos iriam estragar o fim-de-semana... É por estas e por outras razões que não gostamos de maratonas.
Repostos do susto, logo chegámos às margens da barragem. Este ano o nível de água está um pouco acima do ano passado e obrigou (penso eu) a uma alteração ao trilho. Aí foi o único congestionamento do dia. Era preciso descer por um "caminho de cabras" próximo de um dos "braços" da albufeira.
E depois veio uma grande subida, precedida do primeiro single-track. Fininho! Para recuperar forças a organização colocou um ponto de água no final da subida. E a acompanhar, um "borrachão". Um bolo típico da região.
Um pouco antes, separei-me da Tânia... Para atender o telemóvel... Com isto hipotequei a hipótese de ganhar a maratona o passeio. LOL
Quando apanhei a Tânia, estava a pôr a conversa em dia... Mas aquilo não era um abastecimento, para isso tínhamos de subir até Monsanto.
Antes de iniciar a subida fomos presenteados com um RED-BULL.


Vamos lá subir estes pedregulhos de granito gigantes.


Depois disto apanhámos a célebre calçada Romana. Grande parte foi feita a pé. Vamos ver se o Pedro (fotógrafo de serviço da ACIN), entre as mais de mil fotos, nos conseguiu apanhar pedalar pela calçada Romana. Sim, porque ainda tentámos.
Ultrapassada a Romana, só faltava mais um pouco da Portuguesa (calçada):

E, finalmente, chegámos ao abastecimento de Monsanto.
Mais uma simpatia de recepção pelas meninas da ACIN. Após o merecido descanso, seguimos viagem. A descer. De volta à calçada Romana. Mas agora veio a vingança. Não desmontámos em lado nenhum. Nunca nos sentimos inseguros, apesar de alguns saltos. Aqui as CANYON FS ajudaram...

E lá seguimos em direcção a Idanha-a-Velha.

Aqui fizemos a nossa última grande paragem e avançámos para Idanha-a-Nova porque já se fazia tarde.
Voltámos a encontrar a albufeira da barragem Marechal Carmona, mas por pouco tempo. Ainda teríamos de subir, passar por uns single-tracks e regressar novamente à albufeira.
Passámos no nosso resort - parque de campismo de Idanha-a-Nova - a caminho do paredão da barragem. Daí foi quase sempre a subir até Idanha. Passámos por algum pessoal mais cansadito mas estávamos com fome. Tivemos de acelerar...
A chegada ao recinto foi fenomenal. Um single-track com um drop, à frente do pessoal que já almoçava, e a passagem por um palco. Lindo! Uma calorosa recepção à Tânia e umas palmitas para mim...
Estava cumprido o objectivo. 70km, 1200m de acumulado e a satisfação por percorrer trilhos fantásticos apoiados por uma organização incansável.
Para o ano há mais.
Fomos de véspera e pernoitámos no Parque de Campismo de Idanha-a-Nova. Assim, dormimos até mais tarde. Tão tarde que chegámos ao recinto mesmo em cima do apito de partida. Apito?? Talvez tenha sido um megafone. Tanto faz...
Deixámos o carro junto do local dos banhos e arrancámos para o local da concentração. "Ai, esqueci-me das luvas." Lá tive de subir aquilo tudo até ao carro...
Quando voltei, a Tânia já tinha arranjado companhia. Acho que conhecemos mais pessoas em Idanha-a-Nova do que na zona onde vivemos.
À chegada ao local da concentração mais uma paragem para cumprimentos. Estava difícil chegar ao recinto...
Apressá-mo-nos a ocupar o último lugar no "garrafão". Mas ainda não era desta. Faltava cumprimentar dois Maníacos do Pedal que nos chamavam do meio da multidão.
O Paulo Alves, representante da CANYON em Portugal, também veio até nós para se apresentar. Obrigado Paulo, pelas fotos. Tomarei a liberdade de as usar neste blog...
E, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Não era bem este o som, mas só tenho aqui este... Era o toque de partida.
Os quilómetros iniciais foram em alcatrão, para dispersar o pelotão. Como íamos para os 75km e para evitar congestionamentos tentámos seguir um pouco à frente.
Mais à frente entraríamos nos trilhos. Recordo-me do ano passado terem ocorrido por aqui alguns furos. Este ano, pelo que vi, foi sempre a andar.
Voltámos a entrar no alcatrão, para fazer uma descida bastante inclinada onde o ano passado houve uma queda. Fizê-mo-la devagar para evitar problemas.
Após a descida, um grande susto. Passou um grupo por nós e um dos elementos usou uma corneta para sinalizar a passagem pela esquerda. Ao ouvir a corneta encostei-me um bocadinho para a direita e quase era embatido por um elemento desse grupo que passou a toda a velocidade pela direita. Estava a ver que estes senhores, que transformam passeios em maratonas, nos iriam estragar o fim-de-semana... É por estas e por outras razões que não gostamos de maratonas.
Repostos do susto, logo chegámos às margens da barragem. Este ano o nível de água está um pouco acima do ano passado e obrigou (penso eu) a uma alteração ao trilho. Aí foi o único congestionamento do dia. Era preciso descer por um "caminho de cabras" próximo de um dos "braços" da albufeira.
E depois veio uma grande subida, precedida do primeiro single-track. Fininho! Para recuperar forças a organização colocou um ponto de água no final da subida. E a acompanhar, um "borrachão". Um bolo típico da região.
Um pouco antes, separei-me da Tânia... Para atender o telemóvel... Com isto hipotequei a hipótese de ganhar a maratona o passeio. LOL
Quando apanhei a Tânia, estava a pôr a conversa em dia... Mas aquilo não era um abastecimento, para isso tínhamos de subir até Monsanto.
Antes de iniciar a subida fomos presenteados com um RED-BULL.
Vamos lá subir estes pedregulhos de granito gigantes.
Depois disto apanhámos a célebre calçada Romana. Grande parte foi feita a pé. Vamos ver se o Pedro (fotógrafo de serviço da ACIN), entre as mais de mil fotos, nos conseguiu apanhar pedalar pela calçada Romana. Sim, porque ainda tentámos.
Ultrapassada a Romana, só faltava mais um pouco da Portuguesa (calçada):
E, finalmente, chegámos ao abastecimento de Monsanto.
Mais uma simpatia de recepção pelas meninas da ACIN. Após o merecido descanso, seguimos viagem. A descer. De volta à calçada Romana. Mas agora veio a vingança. Não desmontámos em lado nenhum. Nunca nos sentimos inseguros, apesar de alguns saltos. Aqui as CANYON FS ajudaram...
E lá seguimos em direcção a Idanha-a-Velha.
Aqui fizemos a nossa última grande paragem e avançámos para Idanha-a-Nova porque já se fazia tarde.
Voltámos a encontrar a albufeira da barragem Marechal Carmona, mas por pouco tempo. Ainda teríamos de subir, passar por uns single-tracks e regressar novamente à albufeira.
Passámos no nosso resort - parque de campismo de Idanha-a-Nova - a caminho do paredão da barragem. Daí foi quase sempre a subir até Idanha. Passámos por algum pessoal mais cansadito mas estávamos com fome. Tivemos de acelerar...
A chegada ao recinto foi fenomenal. Um single-track com um drop, à frente do pessoal que já almoçava, e a passagem por um palco. Lindo! Uma calorosa recepção à Tânia e umas palmitas para mim...
Estava cumprido o objectivo. 70km, 1200m de acumulado e a satisfação por percorrer trilhos fantásticos apoiados por uma organização incansável.
Para o ano há mais.
![]() |
| IV Trilhos da Raia |
sábado, 18 de outubro de 2008
IV Trilhos da Raia. O dia antes.
Os Trilhos da Raia é dos poucos eventos que faz parte do nosso calendário betetista. Ou talvez o único. Vale a pena pelos trilhos, pelas paisagens e pelas pessoas que fazem deste evento excelente em todos os aspectos.
Saímos de casa no sábado pela manhã. Não muito cedo, tínhamos ideia de almoçar em Castelo Branco e assim foi. A Tânia levava impresso o itinerário até ao alojamento. Quando nos aproximávamos de Castelo Branco começou a ler os papeis. "Siga pela A1 durante x kms. Ao km y tome a saída A23 e siga durante z kms. [...]" E depois dizia também "Já está a andar há duas horas. Está na altura de fazer uma pausa.". Ops, mas não se pode parar na auto-estrada. Tudo bem, aguentámos mais um pouco (espero que o senhor que escreveu aquelas instruções não se tenha importado) e parámos em Castelo Branco para almoçar. Foi rápido e em conta. Prato, pão, azeitonas, sobremesa e café: 7 Euros por pessoa. Bem bom. Restaurante "O PIPO".
A seguir demos uma voltinha pela cidade e rumámos até Idanha-a-Nova. Estávamos avisados que iríamos encontrar um troço de estrada em obras. Mas não estava à espera que fosse assim. Andámos alguns quilómetros a 20km/h...
A coisa só animou quando vimos:
Estávamos a chegar à "Catedral do BTT". Brevemente estaríamos no nosso resort: o parque de campismo de Idanha-a-Nova.
E, antes que anoitecesse, fomos dar um passeio pela albufeira da barragem Marechal Carmona.
"Ei Miguel, estás a fotografar o quê?!! Estou aqui!!"
"OK OK"
Agora a minha vez...
Avançámos até ao paredão da barragem onde vimos o trabalho da ACIN a abrir trilhos... Ainda nos lembrámos em ficar no Bungalow até ao meio-dia e depois ir apanhar o trilho aqui. Mas isso não tinha graça nenhuma...
Estava na hora de ir levantar os dorsais. Fomos presenteados com a habitual t-shirt, bidon para água e uns "posinhos" doping free. Vimos a preparação para a demonstração de Bike Trial e falámos com alguns companheiros de pedaladas. Entre eles o Pedro. Nosso vizinho na capital - e leitor do blog ;) - mas que só o vemos em Idanha-a-Nova. Ficámos contentes por também ter leitores no Entroncamento - Beta ;). Continuem a visitar a nossa humilde "casinha" que nós por cá iremos dando novidades.
Como ainda faltava algum tempo para a demonstração de Trial, regressámos ao parque de campismo de onde só saímos na manhã seguinte para o nosso segundo Trilhos da Raia. E como correu? Lindamente! Em breve, o relato dos 75km.
Saímos de casa no sábado pela manhã. Não muito cedo, tínhamos ideia de almoçar em Castelo Branco e assim foi. A Tânia levava impresso o itinerário até ao alojamento. Quando nos aproximávamos de Castelo Branco começou a ler os papeis. "Siga pela A1 durante x kms. Ao km y tome a saída A23 e siga durante z kms. [...]" E depois dizia também "Já está a andar há duas horas. Está na altura de fazer uma pausa.". Ops, mas não se pode parar na auto-estrada. Tudo bem, aguentámos mais um pouco (espero que o senhor que escreveu aquelas instruções não se tenha importado) e parámos em Castelo Branco para almoçar. Foi rápido e em conta. Prato, pão, azeitonas, sobremesa e café: 7 Euros por pessoa. Bem bom. Restaurante "O PIPO".
A seguir demos uma voltinha pela cidade e rumámos até Idanha-a-Nova. Estávamos avisados que iríamos encontrar um troço de estrada em obras. Mas não estava à espera que fosse assim. Andámos alguns quilómetros a 20km/h...
A coisa só animou quando vimos:
Estávamos a chegar à "Catedral do BTT". Brevemente estaríamos no nosso resort: o parque de campismo de Idanha-a-Nova.
E, antes que anoitecesse, fomos dar um passeio pela albufeira da barragem Marechal Carmona.
"Ei Miguel, estás a fotografar o quê?!! Estou aqui!!"
"OK OK"
Agora a minha vez...
Avançámos até ao paredão da barragem onde vimos o trabalho da ACIN a abrir trilhos... Ainda nos lembrámos em ficar no Bungalow até ao meio-dia e depois ir apanhar o trilho aqui. Mas isso não tinha graça nenhuma...
Estava na hora de ir levantar os dorsais. Fomos presenteados com a habitual t-shirt, bidon para água e uns "posinhos" doping free. Vimos a preparação para a demonstração de Bike Trial e falámos com alguns companheiros de pedaladas. Entre eles o Pedro. Nosso vizinho na capital - e leitor do blog ;) - mas que só o vemos em Idanha-a-Nova. Ficámos contentes por também ter leitores no Entroncamento - Beta ;). Continuem a visitar a nossa humilde "casinha" que nós por cá iremos dando novidades.
Como ainda faltava algum tempo para a demonstração de Trial, regressámos ao parque de campismo de onde só saímos na manhã seguinte para o nosso segundo Trilhos da Raia. E como correu? Lindamente! Em breve, o relato dos 75km.
sábado, 11 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
Cabo Espichel
Hoje fomos nós que acordámos o gato. Ele deve ter pensado (sim, o meu gato tem essa capacidade) que lhe íamos fazer uma surpresa porque era o Dia Mundial do Animal. O bichano já se devia estar a imaginar num SPA para gatos, rodeado de gatinhas a fazerem-lhe massagens, a cuidarem-lhe do seu sedoso pêlo e aguçar as garras. Mas não foi nada disso. O dia de ontem foi dedicado a nós: um raid de BTT até ao Cabo Espichel.
Apanhámos o Comboio e rumámos até Santa Apolónia onde nos juntámos aos Maníacos do Pedal que tiveram a coragem de se levantar antes do galo cantar. É que às 06:30 da manhã ainda não tinha nascido o Sol.

Seguimos, junto ao rio, com as luzes ligadas até Belém. Aí apanhamos o barco das 07:30 até à Trafaria.

Na Trafaria estava prevista a primeira paragem numa conhecida pastelaria. Estava fechada! Afinal não era assim tão mau, com a barriga mais leve pedala-se mais rápido. Seguimos por São João da Caparica, Caparica e para evitar a estrada que dá acesso às praias virámos à esquerda, por um caminho alternativo onde nem é preciso capacete para andar de mota, aí tivemos o primeiro contacto com a areia. Antes disso, na Caparica, tomámos o pequeno almoço.

A minha experiência com a areia está de acordo com o célebre slogan inventado por Fernando Pessoa: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Ao início estranha-se um bocado mas depois de um pouco de prática até se faz. A volta teve alguma areia mas sem enjoar. Andámos muito pouco com a bike à mão. Aqui os NOBBY NIC ajudaram.
O frio matinal (e da madrugada) obrigava a levar muita roupa vestida. Eu até levei umas calças para proteger os joelhos. Mas à medida que o Sol ia aparecendo o calor fazia-se sentir. Então era preciso libertar alguma roupa. Parámos na Mata da Apostiça.

A presença feminina nos passeios dos Maníacos do Pedal é uma constante.

Olha o sinal de Outros Perigos. Toca a olhar para ver onde eles estão.

Depois de transpor muitos estradões e algum alcatrão chegámos à praia onde fizemos uma pausa para alimentar a barriga.

Avançámos, por trilhos de areia, até à praia do Meco. Foi este o percurso que fizemos com mais areia. Mas foi engraçado. Andámos quase sempre montados na bike. Como era a descer também ajudou.

Aqui dissemos adeus à areia e olá aos trilhos mais técnicos com pedras e valas. Afinal estávamos na aproximação ao Cabo Espichel.


Perto da chegada ao destino o trilho melhorou e rapidamente chegámos ao ponto de encontro com o Maníaco Jaime que aceitou o "convite" de ir ter connosco ao Cabo Espichel e... levar o almoço. Bifanas, entremeadas, sumos, águas e torta de azeitão. Obrigado Jaime.

Estivemos por lá, talvez, mais de uma hora. A almoçar, tomar café e tirar a foto de grupo. Tirar a foto de grupo é sempre complicado e, normalmente, só à segunda tentativa. Cá está ela:

O regresso teve muito alcatrão e a bom ritmo. Fomos escoltados de carro até entrarmos, de novo, no trilho. Desta vez não houve areia. Seguimos um track pelo meio do pinhal e até nos demos bem.
Private Joke: Quando há GPS não é preciso Google Earth.
Mais à frente apanhámos a estrada de alcatrão que nos levaria de volta à Caparica.

Na Caparica fizemos mais uma pausa para ingerir líquidos e "bora lá" apanhar o barco para Belém.
Mas a aventura ainda não tinha acabado. Regressámos a casa a pedalar. Foram 131 km. Correu muito bem, sem incidentes. Depois do Arruda-Atlântico e deste Lisboa-Cabo Espichel estamos rendidos às grandes distâncias. Venha o próximo.
Apanhámos o Comboio e rumámos até Santa Apolónia onde nos juntámos aos Maníacos do Pedal que tiveram a coragem de se levantar antes do galo cantar. É que às 06:30 da manhã ainda não tinha nascido o Sol.
Seguimos, junto ao rio, com as luzes ligadas até Belém. Aí apanhamos o barco das 07:30 até à Trafaria.
Na Trafaria estava prevista a primeira paragem numa conhecida pastelaria. Estava fechada! Afinal não era assim tão mau, com a barriga mais leve pedala-se mais rápido. Seguimos por São João da Caparica, Caparica e para evitar a estrada que dá acesso às praias virámos à esquerda, por um caminho alternativo onde nem é preciso capacete para andar de mota, aí tivemos o primeiro contacto com a areia. Antes disso, na Caparica, tomámos o pequeno almoço.
A minha experiência com a areia está de acordo com o célebre slogan inventado por Fernando Pessoa: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Ao início estranha-se um bocado mas depois de um pouco de prática até se faz. A volta teve alguma areia mas sem enjoar. Andámos muito pouco com a bike à mão. Aqui os NOBBY NIC ajudaram.
O frio matinal (e da madrugada) obrigava a levar muita roupa vestida. Eu até levei umas calças para proteger os joelhos. Mas à medida que o Sol ia aparecendo o calor fazia-se sentir. Então era preciso libertar alguma roupa. Parámos na Mata da Apostiça.
A presença feminina nos passeios dos Maníacos do Pedal é uma constante.
Olha o sinal de Outros Perigos. Toca a olhar para ver onde eles estão.
Depois de transpor muitos estradões e algum alcatrão chegámos à praia onde fizemos uma pausa para alimentar a barriga.
Avançámos, por trilhos de areia, até à praia do Meco. Foi este o percurso que fizemos com mais areia. Mas foi engraçado. Andámos quase sempre montados na bike. Como era a descer também ajudou.
Aqui dissemos adeus à areia e olá aos trilhos mais técnicos com pedras e valas. Afinal estávamos na aproximação ao Cabo Espichel.
Perto da chegada ao destino o trilho melhorou e rapidamente chegámos ao ponto de encontro com o Maníaco Jaime que aceitou o "convite" de ir ter connosco ao Cabo Espichel e... levar o almoço. Bifanas, entremeadas, sumos, águas e torta de azeitão. Obrigado Jaime.
Estivemos por lá, talvez, mais de uma hora. A almoçar, tomar café e tirar a foto de grupo. Tirar a foto de grupo é sempre complicado e, normalmente, só à segunda tentativa. Cá está ela:
O regresso teve muito alcatrão e a bom ritmo. Fomos escoltados de carro até entrarmos, de novo, no trilho. Desta vez não houve areia. Seguimos um track pelo meio do pinhal e até nos demos bem.
Private Joke: Quando há GPS não é preciso Google Earth.
Mais à frente apanhámos a estrada de alcatrão que nos levaria de volta à Caparica.
Na Caparica fizemos mais uma pausa para ingerir líquidos e "bora lá" apanhar o barco para Belém.
Mas a aventura ainda não tinha acabado. Regressámos a casa a pedalar. Foram 131 km. Correu muito bem, sem incidentes. Depois do Arruda-Atlântico e deste Lisboa-Cabo Espichel estamos rendidos às grandes distâncias. Venha o próximo.
![]() |
| Cabo Espichel |
Subscrever:
Mensagens (Atom)


