Deixei o Miguel debaixo da ponte, literalmente, mas ele foi a correr para casa.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Surpresa... já sei dar gargalhadas
Poucos dias depois de fazer os dois meses, o meu bebé deu a primeira gargalhada. E que gargalhada: bem sonora e prolongada! Adorámos. Pela amostra, parece-me que a produção de gargalhadas vai ser boa para combater as medidas da Troika...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O meu corpo está cheio de veneno...
O meu corpo está cheio de veneno, fui mordido por uma vespa no sábado e hoje, segunda-feira, ainda tenho a zona da picada vermelha e com comichão. Se calhar devia ter experimentado a mezinha caseira de esfregar alho e pressionar com uma faca fria... Mas não o fiz, há que dar o exemplo. Então se o meu filhote apanhou 3 picas (vacinas) de uma vez, uma delas contra o tétano - que costuma dar febre -, e depois do choro inicial portou-se como um homem, sem febres altas nem choros, era o pai que ia ligar a uma picada de vespa?!!!
sábado, 30 de julho de 2011
O Santiago foi à praia
O Santiago foi à praia, dar um passeio. Ora ao colo do pai, ora ao colo da mãe. Não foi bem ao colo, foi num pano - também chamado de Sling - que ele adora. A relação do bebé lá de casa e este pano merece um post inteirinho dedicado ao assunto. Este post serve apenas para registar a primeira ida do Santiago à praia, à praia que os pais gostam. E também para dizer que depois de 9 meses a ser carregado pela mãe, agora tem sido o pai a transportar o pequeno Santiago. Como não segui o conselho da Dr.ª Isabel (Mamãs e Companhia) de andar com um garrafão de cinco litros preso à barriga, só soube agora - depois de termos o nosso filhote nos braços - qual a sensação de ter um bebé na barriga e ter de viver o dia-a-dia com um peso extra. O Santiago é extra querido, que veio fazer companhia extra à extra mãe e ao extra pai (e ao extra gato, vá!), agora somos extra felizes lá em casa. Olhem, um bom titulo para este post podia ser "Extra extra"...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
As primeiras férias com o bebé

O meu bebé teve as suas primeiras férias, com direito a piscina e tudo! Claro que não foi à água, os pais deram umas braçadas por ele. Adorou as sonecas na espreguiçadeira, à sombrinha e à beira da piscina. Não estranhou a cama nova, talvez porque levei a roupa lavada com o detergente dele. Também não se queixou (muito) da banhoca que lhe demos no lavatório... Mais pequenino que a sua banheira cá de casa mas ficou na mesma bem lavadinho e relaxado para uma noite descansada.
Comeu bem estes dias, tal como a mãe! Não se queixou do leitinho com sabor a migas de espargos...
As viagens também correram bem, há qualquer coisa naquele carro que lhe dá sono. Pode ser a condução dos pais, as cores cinzentas do interior ou, o mais certo, umas musiquinhas para bebés que tocam há uns bons meses. Já nos acompanham desde a gravidez.
Tivemos de regressar a casa porque hoje foi dia de vacinas. Três picas, uma crueldade necessária... Agora está ali na caminha dele a recuperar da "tortura". Ainda bem que a vacina do Rotavírus era de beber, e o meu bebé bebeu tudo, ainda é pequenino e já sabe que não se pode mandar dinheirinho fora...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Santiago
quinta-feira, 7 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
E às 40 semanas...
E às 40 semanas lá fez as malas e o checkout do pequeno T0. Pequeno mas confortável, com temperatura sempre constante, piscina com água a 37 graus, comidinha da boa sem ser preciso mexer um dedo, tudo de bom, portanto. Tudo não, ele não devia gostar dos vizinhos. Havia um que estava (e está! E que esteja por muitos e bons anos!) sempre a bater, cerca de 80 batidas por minuto, às vezes mais. Depois havia também os outros vizinhos que competiam pelo espaço ocupado pelo T0 dele, aumentavam de tamanho consoante eu bebia ou comia e lá ficava o pequeno com menos espaço para nadar na piscina. Havia também os "fantasmas" que lhe tocavam nos pés e falavam para ele sem que ele os (nos) visse. Ele deve ter pensado, "façam-me cócegas agora, façam, deixem-me crescer que já vou aí para fora! Depois queixem-se que não dormem, deixem-me dormiiiiir...".
Certo dia, certa tarde - mais precisamente -, comecei a sentir que tinha chegado o dia de conhecer o meu filhote. Continuei a trabalhar, como sempre fiz durante toda a gravidez, saí no horário normal, fui para casa jantar e tomar banho. Só quando as contracções ficaram mais fortes e frequentes é que fomos para a maternidade. Ou melhor, para junto da maternidade. Antes de entrar ainda fomos dar uma caminhada lá no quarteirão... Foi um parto normal, quase sem dor e lindo! Sentir o meu bebé nos braços. Ouvir o choro dele que deve ter chegado a toda a maternidade, ver a sua carinha - afinal os bebés não nascem feios e ensanguentados - linda, os seus grandes olhos abertos, a cabeçinha alongada (eheheh) com muito cabelo e grande. Cinquenta e quatro centímetros, um bebé espadaúdo com quase quatro (!) quilos. Vai ser um atleta... E pormenores do parto ficamos por aqui, ok?
Só mais uma coisa, sempre me senti à vontade em todo o trabalho de parto e para isso agradeço à Dr.ª Isabel Ramos de Almeida, do Centro de preparação para o Parto Mamãs e Companhia. Adorei o curso e, depois do parto do meu pequenote, reconheço que foi uma mais valia. Também agradeço às várias equipas da Maternidade Alfredo da Costa, pelo carinho e profissionalismo que me transmitiram durante todo o internamento. Li muita coisa sobre trabalhos de parto, o que se faz na MAC é exemplar e do melhor que há em Portugal. Obrigada por tudo!
Muito mais havia para escrever, mas tenho de ir ali ver do meu pequeno...
Ah, só mais uma coisa, já tenho saudades da minha barriguinha e, principalmente, de sentir os pontapés dele...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Anda cá para fora...

... Queremos conhecer-te.
Sabemos que estás bem, no quentinho. Cá fora também está quente e temos um quartinho só para ti. Lindo, azul. Com bonequinhos de cores garridas para fixares o teu olhar com esses teus olhos lindos que irão ser parecidos com os da mãe ou com os do pai, ou com os dos avós também.
Queremos olhar para ti, rir para ti e dar umas palmadas nesses pezinhos. Sabemos que és forte, a mãe sabe, sente os teus fortes pontapés. E o pai também. E ficamos preocupados quando ficas umas horitas sem dar esses pontapés.
Queremos ver-te, sem ser pelo ecrã de um computador, queremos ver essas bochechas rechonchudas e dar mimos, muito mimos.
Queremos ouvir-te, inicialmente vais chorar mas depois vais palrar e falar com os teus pais, com o teus avós, com os teus primos, com os teus amigos, contigo próprio.
Queremos vestir-te umas roupas lindas que comprámos para ti, a pensar em ti, que os nossos amigos ofereceram para ti.
Queremos dar-te banhinho e, mais tarde, levar-te à praia. Molhar-te os pés na água salgada e refrescante do mar e dizer-te que quando andavas na barriga da mãe fizemos muitos passeios junto ao mar. O barulho do mar, do rebentar das ondas na praia, estimulavam-te e comunicavas sempre connosco.
Queremos levar-te a passear, mostrar-te coisas lindas que conhecemos e novos locais que iremos descobrir contigo.
Queremos que nasças, saudável, forte e que tudo corra bem.
Estamos à espera...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Com ou sem azeite...
Hoje podia escrever para aqui linhas e linhas de texto sobre a Beatificação de João Paulo II, sobre o casamento do príncipe William e de Kate Middleton, sobre a morte de Bin Laden ou, ainda, sobre o Barcelona - Real Madrid de ontem.
Até podia publicar fotos do Papa mais carismático de sempre, da irmã da Kate também. Do Bin Laden ainda há quem tenha dúvidas sobre se foi capturado ou não, na dúvida passávamos à frente nas fotos, ok? E o futebol também é uma grande seca, não colocávamos fotos... Eu ainda sou do tempo em que só havia uma canal de televisão, ou seriam 2?!! Quando havia futebol tiravam-me sempre os "bonecos" do "ar". Era o futebol e os discursos políticos, tipo comemorações do 25 de Abril, detestava. Esses dias eram tristes para uma criança com eu. Tiravam-nos as personagens animadas e cheias de cores - a tv era a preto e branco mas isso agora não interessa nada - e impunham-nos uns senhores de fato e gravata, pela casa a dentro, a dizerem coisas que não entendíamos. Será que se não nos tivessem tirado os desenhos animados da tv também teríamos a "ajuda" do FMI três vezes em 30 anos?...
Hoje as coisas estão diferentes, se não estamos a gostar de um canal podemos fazer zapping por uma panóplia de canais onde qualquer programa de variedades russo pode ser melhor do que um discurso polichinelo da política. Isto é mesmo verdade, quando estamos no café podemos dizer "Lembras-te daquele programa que deu no canal russo?". Aí passamos a falar da mesma coisa, toda a gente sabe do que estamos a falar. Se falarmos de um discurso de um político, temos sempre de precisar a data e hora das declarações. É que elas mudam mais rápido que o tempo que o gatito lá de casa demora a dar uma volta de 360 graus atrás do próprio rabo...
Mas tudo isso, cá em casa, é absolutamente secundário. O que queremos saber é se o terceiro pratinho, pequeninino, será com ou sem azeite...
Até podia publicar fotos do Papa mais carismático de sempre, da irmã da Kate também. Do Bin Laden ainda há quem tenha dúvidas sobre se foi capturado ou não, na dúvida passávamos à frente nas fotos, ok? E o futebol também é uma grande seca, não colocávamos fotos... Eu ainda sou do tempo em que só havia uma canal de televisão, ou seriam 2?!! Quando havia futebol tiravam-me sempre os "bonecos" do "ar". Era o futebol e os discursos políticos, tipo comemorações do 25 de Abril, detestava. Esses dias eram tristes para uma criança com eu. Tiravam-nos as personagens animadas e cheias de cores - a tv era a preto e branco mas isso agora não interessa nada - e impunham-nos uns senhores de fato e gravata, pela casa a dentro, a dizerem coisas que não entendíamos. Será que se não nos tivessem tirado os desenhos animados da tv também teríamos a "ajuda" do FMI três vezes em 30 anos?...
Hoje as coisas estão diferentes, se não estamos a gostar de um canal podemos fazer zapping por uma panóplia de canais onde qualquer programa de variedades russo pode ser melhor do que um discurso polichinelo da política. Isto é mesmo verdade, quando estamos no café podemos dizer "Lembras-te daquele programa que deu no canal russo?". Aí passamos a falar da mesma coisa, toda a gente sabe do que estamos a falar. Se falarmos de um discurso de um político, temos sempre de precisar a data e hora das declarações. É que elas mudam mais rápido que o tempo que o gatito lá de casa demora a dar uma volta de 360 graus atrás do próprio rabo...
Mas tudo isso, cá em casa, é absolutamente secundário. O que queremos saber é se o terceiro pratinho, pequeninino, será com ou sem azeite...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Ainda sobre a Corrida do Tejo 2010.
O ano passado fui todo lampeiro participar na mais que conhecida Corrida do Tejo. Embalado pela sensação de ver como era correr com a brisa do Tejo, que também corria mesmo ali ao lado, a bater-me na mona.
Vim de lá com lesões nos mamilos, nada de grave comparado com algumas pessoas que vi, provocadas pela t-shirt que a organização obrigou a vestir.
Hoje, depois de uma corridinha pela manhã, soube finalmente a razão de não me ter dado bem com a t-shirt Nike.
T. Foste correr com essa t-shirt? Isso não te magoa?
M. Foi só meia hora...
T. Pois, a Corrida do Tejo era para fazer em meia hora. Porque demoraste mais tempo?
M. [silêncio]
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Fomos molhar os pés. Ele gostou, "nas" águas do Dubai também eu!

Esta Páscoa a meteorologia decidiu agradar a gregos e troianos, não fossem eles entrar em guerra por mais dez anos... Chuva, por vezes um dilúvio, a aparecer de forma sorrateira normalmente depois de um breve período de sol quentinho. No domingo o sol apareceu em força mandando o mau tempo lá para quarta-feira.
Nós agradecemos e demos um pulinho até à praia. Não nos estejam para aí a imaginar que fomos aos pulos tal como os rápidos cangurus. Fomos de carro a ouvir a música que ele gosta...
Depois de um cafezinho num belíssimo bar de praia - um café por dia não faz mal a ninguém -, fomos molhar os pés à praia. Fomos molhando os pés numa agradável caminhada à beira mar.
A água estava uma pouco fria. Para nós, porque para ele estava nuns quentinhos 37 ºC, tal como as águas do Dubai. Tentámos fazer uma troca, nós dávamos-lhe um pouquinho de Sol e ele dava-nos um pouquinho de água quentinha. Respondeu com pontapés! Mas desses pontapés gostamos nós...


domingo, 17 de abril de 2011
Arrábida, o melhor que sei e posso.
Quem me conhece sabe que eu faço sempre o melhor que sei e posso! Quando não faço ronha, claro. No BTT tenho duas modalidades: passeio, grandes passeios que dou com a Tânia onde se pára por tudo e por nada, e voltinhas (ou voltitas) onde se pedala com convicção tentando tirar o máximo prazer da bicicleta e dos trilhos.
Hoje tivemos uma voltinha na Arrábida, quarenta e cinco quilómetros do melhor que há na Arrábida. Muitos trilhos, muitas subidas, algumas descidas (muitas também) e até uma ligação em alcatrão para podermos conhecer outros trilhos dentro do horário que tínhamos disponível.
A nossa foto de grupo, xiiii tantos! Estão a ver quem são?

Não?!! E agora?

Éramos poucos mas bons, as paragens foram poucas e, assim, conseguimos fazer muitos quilómetros por trilhos exigentes como é o caso da Arrábida. Chamam-lhe a "serra mãe", eu não sei se é a mãe ou o pai, mas que aquilo não é fácil toda a gente sabe. E para quem não sabe eu digo, aqueles trilhos são manhosos. Claro que há por lá muitos estradões, ainda cheios de lama do Inverno, mas nós optámos pelas grandes subidas e ainda maiores descidas.
Começámos por subir um pouco por Palmela para apanhar a descida da "romana".

Está cada vez pior, ou melhor. Chegámos lá a baixo com as inevitáveis dores nos pulsos de tamanho abananço que é aquela descida. Feita "a frio" também não ajuda. Também ainda "a frio" subimos a "jibóia" em direcção ao topo da serra de São Luís.

As descidas continuavam complicadas, agora em direcção a Setúbal. Não para visitar a indústria conserveira, que essa já fechou há uma mão cheia de décadas, mas para pedalar.

Apanhámos um trilho meio lavrado, mas para a frente é que é o caminho porque eu gosto de carreiros, e à frente eu lembrava-me que havia um!

Nos ingredientes de hoje havia uma segunda estrada romana, desta vez a subir. O dia era para passar pelo melhor da Arrábida. O melhor não quer dizer que sejam os trilhos mais fáceis, de todo!

A meio da descida para o Sado, fomos ver Tróia por um canudo... Canudo não, foi mesmo a olho nú. Oportunidade para o primeiro abastecimento do dia. A vista poderia parecer de um restaurante caro, o menu é que era fraco: bananas. Também não foi boa ideia termos feito um abastecimento a meio da descida. Nas descidas quanto mais peso melhor... Ah, lembrei-me agora, tiramos a comida da mochila para a barriga. Portanto o peso manteve-se, excepto a casca. Andamos a carregar um casca de banana pesadíssima para depois a dar aos cabritos! Quando há cabritos, às vezes são ovelhas ranhosas. E outras nem isso, fica por ali a casca a torrar ao Sol.. Olhem se os fabricantes de barritas inventam um invólucro de casca de banana! Não queiram meus senhores, não queiram. Ninguém as ia comprar... As nossas mochilas já vão cheias com câmaras de ar e ferramenta. Não temos mais espaço.

Depois de uma breve passagem na Comenda para abastecer de água, subimos logo quinhentos metros de acumulado (ou parecido) em direcção ao heliporto. E as subidas, tipo duracel (e duram e duram, e duram!) continuavam...

E agora o momento fofo (para não lhe chamar outra coisa) do dia.


O segundo abastecimento foi numa zona fresquinha, ninguém quis molhar o pezinho por isso passámos pelo pontão. Não confundir com o Pontal que isso mais para sul e vamos voltar a ouvir falar dessa localidade lá para meados de Agosto, isto se o FMI não fizer "estragos"...

Depois do momento fofo e do momento fresquinho tivemos uma aceleração em alcatrão até ao parque de campismo e nova subida até ao trilho do "Chico das Saias". Depois de servir de cicerone na cabana onde ele vivia, procurei um bom spot. Saíu-me este na carteirinha...


Por esta altura já estávamos a pedalar em direcção ao carro, não quer dizer que tivéssemos escolhido o trilho mais fácil. Depois do carreiro da vedação, junto do restaurante que serve umas óptimas sandes de choco frito (só não digo o nome porque não chegámos a acordo com o número de sandes a oferecer em troca de publicidade), subimos pelo estradão que vai dar à estrada do clube BTT Vale de Barrios. Podíamos ter seguido por essa estrada e num instante estávamos em Palmela. Mas como somos fortes e gostamos de um bom trilho, subimos o fio-dental. Sim, subimos o fio-dental, virámos as costas ao cai-de-costas e seguimos em direcção aos moinhos na serra do Louro. Eheheh, ou seja, fizemos o contrário do que os maioria dos mortais fazem...



No trilho dos moinhos escolhemos sempre os carreiros no topo da serra, estávamos com tempo e é sempre mais engraçado. Também é bom para as lojas de bicicletas porque a probabilidade de bater com os discos ou desviador nas pedras é grande. Não tão certa como o Natal ser a 25 de Dezembro mas é grande... Não, hoje não foi o dia!
Apesar dos trilhos manhosos (já tinha dito) por onde andámos não tivemos nenhum azar. Nem quedas nem problemas mecânicos, um mimo de volta. Até houve fotos com florzinhas...
O momento se-eu-avisasse-não-ficava-uma-boa-foto:

Uma private joke para o Nuno, conjuntamente com o Rui foram os meus companheiros desta manhã.
Coisa rara nas nossas voltas, tínhamos apontado chegar às 12:45 mas chegámos 15 minutos antes. Excelente manhã de BTT e um obrigado especial ao Rui pela boleia no seu "bus".
O resto da tarde, depois do peixinho grelhado, foi passado com as pernas esticadas a dar mimos... Ao gato.
Sabem onde é que há mais fotos? Mesmo mesmo boas, sabem? No meu picasa. Mas coloco mais tarde, tá? Agora já têm aqui muito para ler...
Hoje tivemos uma voltinha na Arrábida, quarenta e cinco quilómetros do melhor que há na Arrábida. Muitos trilhos, muitas subidas, algumas descidas (muitas também) e até uma ligação em alcatrão para podermos conhecer outros trilhos dentro do horário que tínhamos disponível.
A nossa foto de grupo, xiiii tantos! Estão a ver quem são?
Não?!! E agora?
Éramos poucos mas bons, as paragens foram poucas e, assim, conseguimos fazer muitos quilómetros por trilhos exigentes como é o caso da Arrábida. Chamam-lhe a "serra mãe", eu não sei se é a mãe ou o pai, mas que aquilo não é fácil toda a gente sabe. E para quem não sabe eu digo, aqueles trilhos são manhosos. Claro que há por lá muitos estradões, ainda cheios de lama do Inverno, mas nós optámos pelas grandes subidas e ainda maiores descidas.
Começámos por subir um pouco por Palmela para apanhar a descida da "romana".
Está cada vez pior, ou melhor. Chegámos lá a baixo com as inevitáveis dores nos pulsos de tamanho abananço que é aquela descida. Feita "a frio" também não ajuda. Também ainda "a frio" subimos a "jibóia" em direcção ao topo da serra de São Luís.
As descidas continuavam complicadas, agora em direcção a Setúbal. Não para visitar a indústria conserveira, que essa já fechou há uma mão cheia de décadas, mas para pedalar.
Apanhámos um trilho meio lavrado, mas para a frente é que é o caminho porque eu gosto de carreiros, e à frente eu lembrava-me que havia um!
Nos ingredientes de hoje havia uma segunda estrada romana, desta vez a subir. O dia era para passar pelo melhor da Arrábida. O melhor não quer dizer que sejam os trilhos mais fáceis, de todo!
A meio da descida para o Sado, fomos ver Tróia por um canudo... Canudo não, foi mesmo a olho nú. Oportunidade para o primeiro abastecimento do dia. A vista poderia parecer de um restaurante caro, o menu é que era fraco: bananas. Também não foi boa ideia termos feito um abastecimento a meio da descida. Nas descidas quanto mais peso melhor... Ah, lembrei-me agora, tiramos a comida da mochila para a barriga. Portanto o peso manteve-se, excepto a casca. Andamos a carregar um casca de banana pesadíssima para depois a dar aos cabritos! Quando há cabritos, às vezes são ovelhas ranhosas. E outras nem isso, fica por ali a casca a torrar ao Sol.. Olhem se os fabricantes de barritas inventam um invólucro de casca de banana! Não queiram meus senhores, não queiram. Ninguém as ia comprar... As nossas mochilas já vão cheias com câmaras de ar e ferramenta. Não temos mais espaço.
Depois de uma breve passagem na Comenda para abastecer de água, subimos logo quinhentos metros de acumulado (ou parecido) em direcção ao heliporto. E as subidas, tipo duracel (e duram e duram, e duram!) continuavam...
E agora o momento fofo (para não lhe chamar outra coisa) do dia.
O segundo abastecimento foi numa zona fresquinha, ninguém quis molhar o pezinho por isso passámos pelo pontão. Não confundir com o Pontal que isso mais para sul e vamos voltar a ouvir falar dessa localidade lá para meados de Agosto, isto se o FMI não fizer "estragos"...
Depois do momento fofo e do momento fresquinho tivemos uma aceleração em alcatrão até ao parque de campismo e nova subida até ao trilho do "Chico das Saias". Depois de servir de cicerone na cabana onde ele vivia, procurei um bom spot. Saíu-me este na carteirinha...
Por esta altura já estávamos a pedalar em direcção ao carro, não quer dizer que tivéssemos escolhido o trilho mais fácil. Depois do carreiro da vedação, junto do restaurante que serve umas óptimas sandes de choco frito (só não digo o nome porque não chegámos a acordo com o número de sandes a oferecer em troca de publicidade), subimos pelo estradão que vai dar à estrada do clube BTT Vale de Barrios. Podíamos ter seguido por essa estrada e num instante estávamos em Palmela. Mas como somos fortes e gostamos de um bom trilho, subimos o fio-dental. Sim, subimos o fio-dental, virámos as costas ao cai-de-costas e seguimos em direcção aos moinhos na serra do Louro. Eheheh, ou seja, fizemos o contrário do que os maioria dos mortais fazem...
No trilho dos moinhos escolhemos sempre os carreiros no topo da serra, estávamos com tempo e é sempre mais engraçado. Também é bom para as lojas de bicicletas porque a probabilidade de bater com os discos ou desviador nas pedras é grande. Não tão certa como o Natal ser a 25 de Dezembro mas é grande... Não, hoje não foi o dia!
Apesar dos trilhos manhosos (já tinha dito) por onde andámos não tivemos nenhum azar. Nem quedas nem problemas mecânicos, um mimo de volta. Até houve fotos com florzinhas...
O momento se-eu-avisasse-não-ficava-uma-boa-foto:
Uma private joke para o Nuno, conjuntamente com o Rui foram os meus companheiros desta manhã.
Coisa rara nas nossas voltas, tínhamos apontado chegar às 12:45 mas chegámos 15 minutos antes. Excelente manhã de BTT e um obrigado especial ao Rui pela boleia no seu "bus".
O resto da tarde, depois do peixinho grelhado, foi passado com as pernas esticadas a dar mimos... Ao gato.
Sabem onde é que há mais fotos? Mesmo mesmo boas, sabem? No meu picasa. Mas coloco mais tarde, tá? Agora já têm aqui muito para ler...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
8.ª Corrida de Solidariedade ISCPSI / APAV e marcha das Famílias
Hoje acordámos lá em casa com a sensação que faltava qualquer coisa... Faltava mesmo, faltava uma hora de sono porque o relógio deu um pulo da uma para duas da manhã. Um pulo tão rápido que no momento era uma da manhã mas, afinal, já eram duas. Fomos roubados, portanto!
Com esta sensação de perda, saímos da cama, tomámos o pequeno almoço e fomos até Belém para fazer o primeiro aquecimento. Deixámos o carro em Belém e caminhamos até Alcântara. A partida era no Instituto Superior de ciências Policiais e Segurança Interna.
Apesar da hora perdida durante a noite, ainda chegámos cedo. Aproveitei para fazer o aquecimento para corrida.
A partida foi dada às 10h30m, correr até ao Cais do Sodré e dar a volta até à Praça do Império, em Belém. Sempre plano, uma canseira. Nunca tinha feito uma corrida deste tipo e não fiquei fã, não me importo de subir desde que haja uma descida a seguir.
Durante as corridas não costumo verificar os meu tempo parcial, controlo apenas a frequência cardíaca. Também não ligo ao facto de ser ultrapassado. Normalmente, passou por muita gente ao início, passa muita gente por mim no meio da corrida e passo mais uns tantos no final. Avistar a meta dá-me energia, talvez a pensar nas laranjinhas fresquinhas que vou comer ou será de pensar que vou ouvir "Então só agora?" ou, daqui a algum tempo, "... ganhaste?". A primeira pergunta será apenas uma provocação, já a segunda será certamente genuína, mas eu depois explico-lhe que ganhei, à minha maneira.
Quando passei em frente aos Pasteis de Belém, apesar de correr na marginal, acho que me cheirou aos deliciosos pasteis de nata quentinhos com canela. Optei por continuar a correr...
À chegada tinha a minha fotógrafa particular à espera, já a recuperar da caminhada.
O resultado foi bom, o melhor até agora, 48m15s para completar os 10 quilómetros. Fazendo as contas, dá um ritmo de 4m49s/km. Fiquei no lugar 286 entre 823 participantes, acima do meio da tabela como eu gosto.
Como estava por lá o Vasco Palmeirim, ficámos um pouco a aguardar que o rapaz pegasse na sua guitarra e cantasse algum dos êxitos da Radio Comercial. Não, a única coisa que disse foram nomes, nomes dos vencedores da corrida. Ah, e também andava por lá uma famosa blogger na nossa praça...
Nestes eventos todos se divertem, cada um à sua maneira...
Um dia viro a Polícia ao contrário. Hoje foi o dia...
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