terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Loures, Montemor e Montachique...

... E Sacavém, Unhos, Frielas, Fanhões, Vialonga e mais uma quantas lá pelo meio.

Mais um feriado, desta vez religioso (festa da Imaculada Conceição), mais uma voltinha pelos montes e vales em BTT. Começámos por estrada, primeiro a rolar, depois a empinar bem até ao cabeço de Montemor. Ali para os lados de Loures. Subimos até um santuário, não me recordo do nome. Mas hei-de lá voltar só para tirar uma foto. Tem uma vista fenomenal. Dá para ver a capital, Sintra e a margem sul. Vê-se bem o Cristo Rei. Com um bocadinho (grande) de imaginação até dá para ver um grupo de turistas Japoneses com as últimas novidades em máquinas fotográficas da SONY a fotografar tudo e todos...

A seguir andámos por alguns trilhos, pesados da chuva que tem caído, e depois novamente a subir, e bem, até Montachique. Trilhos até Fanhões e bora lá para casa que já é meio-dia e meia...

Fotos? Bem, só uma e à chegada:


Na volta, apesar de algum entra e sai, chegámos a ser 10.

Com tantas subidas, o acumulado já se está mesmo a ver: atingiu os quatro dígitos!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Cabeço da Rosa, Calhandriz, "Agonia" e Bucelas

Mais um dia em que a previsão de chuva era para a tarde e às 9 da manhã já chovia. Ninguém percebe nada disto... Ou o "tempo" é mais esperto e troca as voltas às previsões!

Nunca tinha andando com tanto nevoeiro. A 5 metros de distância já não se via nada. Por isso evitámos andar por estrada o mais possível. Fizemos uns trilhos porreiros lá para os lados do Calhandriz. Mas quando o tempo secar é que vai ser giro ;)

Demos meia volta, subimos a "Agonia" e mais um pouco até que apanhámos a descida para Bucelas. Num "pulinho" já lá estávamos. Felizmente o nevoeiro levantou porque agora seguíamos por alcatrão.



Foi uma voltinha curta, com muitas subidas, dificultada pelo nevoeiro e pelo terreno pesado.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Monsanto

Há uns largos anos (Em 1640, precisamente. Tempos de monarquia.) iniciava-se uma revolta para restaurar a independência de Portugal. Nós agradecemos o feito, porque agora é feriado, e fomos comemorar para Monsanto.

Acho que comemorámos bem a coisa. Não fizemos motins nem desrespeitámos, como se fazia naquela altura, mas pedalámos 70 km com 800 metros de acumulado.

Éramos 10:



Como saímos cedo de Monsanto, ainda fomos ver a nova ciclovia de acesso ao parque de Monsanto. Agora é mais fácil atravessar a cidade.

Cá estamos nós na ciclovia:


(Foto do Carlos)

Ainda fomos ver a árvore de Natal da ZON e depois sempre a descer até ao Marquês de Pombal, Rossio, Rua Augusta, zona ribeirinha e sempre a rolar até casa.

domingo, 29 de novembro de 2009

Somos por isto e por aquilo e agora também pelas Caminhadas!

Hoje, depois de um saboroso e nutritivo almoço (espetada à moda da ilha da Madeira, com banana frita e tudo!) fomos ver como estavam os trilhos dos Moinhos na serra da Arrábida. Só que as bikes ficaram em casa. Fomos fazer caminhada.





Foram cerca de 5 quilómetros a andar por trilhos técnicos (LOL). A caminhar é que é giro, sente-se a envolvência dos trilhos onde pudemos recuar na história e testemunhar o modo de vida das populações anteriores, através de um importante conjunto de achados arqueológicos.

sábado, 28 de novembro de 2009

O IC19 levou-nos à luz... De Sintra!

Acordámos com o despertador. Mas quem é que colocou o despertador para esta hora da madrugada?!!! Pensei eu. Ops, fui eu! Pior foi levantar, ir à janela, e não se via absolutamente nada com tanto nevoeiro. Mas pelo BTT, ainda por cima em Sintra, fazemos qualquer coisa.

O IC19, desta vez, deu-nos uma boa notícia. Apesar do nevoeiro intenso em Lisboa, em Sintra estava um lindo dia de Sol.

Antes de chegar ao azul da lagoa, parámos no verde da estação da BP, antes do arco do Ramalhão, para tomar o pequeno almoço: um café e uma queijada. Mesmo assim ainda chegámos a horas.

Quanto aos trilhos, nada a dizer. Espectacular, como sempre. Maníacos do Pedal e Sintra é sempre um espectáculo.

A chuva, por aqueles lados, quando cai não estraga muito e é sempre uma alternativa para os dias de Inverno que se aproximam.

Trilho dos jipes, maravilha, Capuchos, Monge e muitos mais que não sei o nome mas garanto que são fixes. Por vezes apareceram umas "paredes" mas a pé ou a pedalar fizemos aquilo tudo e chegámos ao carro felizes.





sábado, 21 de novembro de 2009

Pelos trilhos da Tomada dos Fortes

Este sábado fomos andar pelos trilhos da Tomada dos Fortes. Atalhámos na zona de A-do-Mourão (já conhecíamos) mas fizemos o trilho todo na zona de Arranhó, A-dos-Arcos, (atalhámos nas eólicas), A-de-Camondes, Bemposta e Freixial. Como começou a chover, apanhámos o track de fuga - também da Tomada dos Fortes - até Bucelas e pedalámos o mais que pudemos porque estava a ficar frio.

Trilhos muito bons, alguns à prova de lama (calçada militar ou romana, não sei), poças de água, descidas técnicas e trilhos sabotados...

Mas começando pelo início. Estava com algum receio de encontrar os trilhos estragados pela lama. Mas o vento dos últimos dias secou a lama e em alguns locais parecia alcatrão.

Uma subida, algo técnica, no inicio das voltas para estes lados também estava muito melhor. Com a passagem da trupe da Tomada dos Fortes, as pedras foram todas afastadas do trilho. É uma pena. Assim já não tem tanta graça.

Hoje também era dia da Transconcelhia. Um passeio de BTT organizado pela câmara municipal de Vila Franca de Xira. Este ano com o tema: "Invasões Francesas. Tenente Coronel Richard Fletcher - A cronstrução secreta das Linhas de Torres".

Claro que quando vimos o senhor coronel parámos logo as burras. Afinal o coronel era de... Papel.

Aproveitámos e tirámos a foto de grupo:



A ideia inicial era ir só até A-de-Camondes. Mas as meninas ainda queriam subir mais e, então, fomos até às eólicas a avistar Sobral de Monte Agraço. Começou a chover... Que chatice, as previsões diziam que só chovia depois das 13 horas.

Começámos a descer, por uma calçada (a tal militar ou romana, não sei) traiçoeira.

A chuva ora parava ou chateava. Os trilhos também começavam a ficar mais pesados. Por vezes quase impossíveis. Apanhámos duas descidas... Interessantes. As poças de água começavam a ser mais frequentes e maiores. O trilho até ficou "picante". Decidimos apanhar a estrada e regressar à base (casa).



Ah, ainda apanhámos um trilho sabotado por uma enorme árvore caída a ocupar todo o trilho.

sábado, 14 de novembro de 2009

Challenge Series - "Tomada dos Fortes"


(Foto dos TNT)



Lá em casa aguardávamos com alguma expectativa o dia 14 de Novembro. Seria para nós um grande, enorme desafio: a 4.ª etapa do Challenge-Series - "Tomada dos Fortes". Este nome épico é alusivo às linhas de Torres Vedras, um conjunto de linhas fortificadas construídas para defender Lisboa das invasões Francesas.

O tempo tinha andado farrusco durante a semana, mas na noite de sexta para sábado choveu durante cinco horas, hipotecando o sucesso deste evento. As inscrições já tinham esgotado há muito, mas na manhã de sábado compareceram menos de metade. Quando cheguei ao palácio da Quinta da Piedade, na Póvoa de Santa Iria, pensei que já tinham partido. Quando olhei com mais atenção lá estavam, os resistentes, todos juntos num cantinho. Ufa, afinal chegámos a tempo...

Como chegámos em cima da hora, só tivemos tempo de comer qualquer coisa, ouvir o briefing e "bora lá". Ah, ainda houve tempo para despir o impermeável, o céu estava nublado mas a temperatura era bem amena.

A primeira descida foi engraçada, parecia que em vez um evento de BTT tínhamos ido a um baile (Como se alguma vez tivesse ido a algum!!!). Na descida da Póvoa de Santa Iria para o viaduto sem saída a bike fugia de frente, de traseira, de lado, eu sei lá... O trilho também não era fácil, tinha duas ou três curvas apertadas. Fizemos tudo sem desmontar. Somos os maiores! Pelo menos da nossa rua somos, ninguém de lá faz BTT!

Depois uma subidita jeitosa para aquecer e deixar passar os prós. Logo a seguir uma valente descida, até parecia fácil. Sempre a direito. Talvez apareçam por aí umas fotos, mas digo já que só desmontei para não aleijar nenhum fotógrafo. Se não, fazia aquilo tudo montado e a cantar o... Qualquer coisa!

Os trilhos seguintes já conhecia, excepto um fabuloso single-track. Estão a ver o fio-dental da Arrábida? Não tem nada a ver. Neste só cabe mesmo a roda. Quem tiver pneus largos (para cima de 2.25) terão de pisar mato para passar lá. Mas não desanimem, eu hei-de lá passar frequentemente para o alargar. Prometo.

Continuámos a subir e... Bem, depois foi lama aos molhos. Como a outra música: "Alecrim, alecrim aos molhos": Lama, lama aos molhos, por causa de ti choram os meus olhos.

Aguentámos até onde pudemos. Mas depois começou a ser desconfortável ouvir os chupões da corrente e as pedrinhas a serem esmagadas nos metais da transmissão. Ainda andámos algum tempo com um pessoal do Norte, pedimos para lavar as bikes a um senhor que estava a tratar do jardim, mas chegámos a um ponto em que concluímos que as nossas bikes valem mais do que fazer este desafio até ao fim. Apanhámos uma estrada, ainda fizemos alguns trilhos da recente ida até ao Sobral e fomos para casa. Fizemos cerca de 60km com 900 metros de acumulado.

Gostei de conhecer os trilhos na zona de A-do-Mourão, quando me apetecer ir ziguezaguear por esta zona já conheço alguns trilhos.

Para a memória deste evento fica o trabalho dos TNT (Todos no Trilho - Grupo de BTT). Era um evento grátis, não pagámos absolutamente nada, e tivemos direito a dorsais (levantado de véspera no secretariado), pequeno almoço, briefing, banhos,... Até soube que foram dar assistência nos trilhos. O pessoal da Póvoa de Santa Iria é um espectáculo...





Fotos da organização:
http://picasaweb.google.pt/ricardojorgegafonso/Challenge

Quando a meteorologia o permitir, olarilolela, aí vamos nós serra acima...