sábado, 19 de setembro de 2009

III Encontro Canyon Owners Club Portugal - Estivemos lá

Pela primeira vez fomos a um encontro do Canyon Owners Club Portugal. O ponto de encontro foi numa simpática localidade - São Fiel - na freguesia de Louriçal do Campo, em plena Serra da Gardunha. Foram cerca de duas horas de viagem até lá e pouco mais de cinco euros pagos à Brisa. É que na A23 não se paga portagem.

Feitas as apresentações, já conhecíamos o Paulo Alves dos Trilhos da Raia, olhámos em redor e... A Tânia era a única menina presente. Nada que a intimidasse.

Estivemos a apreciar as bikes de 2010: uma Grand Canyon, com menos de 10 Kg, e uma Nerve XC. Se pudesse comprava a Ultimate para subir e a Nerve para descer. Vimos também pela primeira vez uma Nerve WXC (?) para mulher. Penso que era tamanho XS, porque era mesmo pequenina.

Pouco depois do briefing do Paulo Alves, arrancámos para os trilhos. Primeiro a rolar na zona de Louriçal do Campo. Estávamos avisados que o passeio era do estilo up and down, mas com algumas paragens.

A primeira paragem para fotos foi numa vista deslumbrandte sobre a albufeira da barragem de Marateca e paisagens de perder de vista.



Continuámos a subir até Casal da Serra onde fizemos uma grande paragem. Era preciso ganhar forças para subir até ao anfiteatro natural de Castelo Novo, onde tirámos a foto de grupo.


(Foto de Nuno Maia)

Ali fizemos ainda o nosso abastecimento oferecido pela Junta de Freguesia de Louriçal do Campo.

Depois foi sempre a descer até à bonita aldeia de Castelo Novo. Após uma pequena paragem foi sempre a "enrolar a corrente" por um trilho paralelo à auto-estrada. Estava toda a gente com pressa de ir tomar banho de... água fria. Soube bem na mesma!

Para a estatística ficam 25 km com 650 metros de acumulado.

O almoço foi na zona industrial de Castelo Branco (Roxo Catering). Após o café, não ficámos muito mais tempo porque tínhamos de entrar em estágio para o segundo dia de BTT no Fundão. Quem diz estágio, quer dizer ir visitar o festival dos Chocalhos em Alpedrinha.



Relato oficial em http://canyon-portugal.blogspot.com/2009/09/iii-encontro-canyon-owners-club-um.html

domingo, 13 de setembro de 2009

"O Oeste é que é giro" aka "O Oeste é que é duro"

Era para ser um fim-de-semana com uma voltinha soft ali para os lados de Coruche. Mas quando vi que o Arruda-Atlântico era já dia 27 mudou tudo. Tinha de arranjar, à pressa, uma volta grande para cansar as pernas. De um momento para outro já tínhamos uma trupe de Maníacos do Pedal para nos acompanhar em mais uma edição de "O Oeste é que é giro". Como éramos muitos, não podia inventar muito no percurso. Por isso, foi juntar tracks que já tinha percorrido. A volta ficou com 70 quilómetros e 1400 metros de acumulado (ou 1600 para assustar)...



O que se disse depois da volta:

http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258

E antes:

http://www.freeforum101.com/maniacosdopedal/viewtopic.php?t=1258

Já viram que estes Maníacos falam falam... E pedalam ainda mais. Eu queria manter o ritmo lento para evitar paragens mas não os consegui abrandar. Deixei-os seguir na dianteira serras acima.

Nas descidas normalmente ia à frente. Aqui não podia haver enganos. Numa dessas descidas, bem enlameada por águas de rega, ouvi a minha roda de trás a fazer fffffffffff. Tou lixado! O raio do pneu rebentou. Consegui controlar a bike e encostei-me a uma parede. Depois disto foi uma hora a resolver a situação. Obrigado a todos pela ajuda. Em casa retirei o acidentado Schwalbe Racing Ralph e voltei aos Nobby Nic. Agora tenho muito mais grip.

A partir daí parece que levava um cesto de ovos na mão. Estava sempre com medo que o rasgão se abrisse mais. Qualquer dia vou lá voltar para me vingar...

A volta continuou até à única ZA prevista. Depois do "almoço", para surpresa minha, só tivemos duas baixas (uma por lesão e outra pelo adiantado da hora). Com o adiantado da hora pensei que toda a gente queria atalhar a volta. Mas estávamos ali para fazer BTT, e como o dia estava reservado, "bora lá" enfrentar as subidas.

Após a dura subida da serra de Montemuro foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão. Estava completa a nossa grande rota que se transformou numa memorável grande rota maníaca.



NOTA: Este relato está um pouco aligeirado devido à falta de tempo. Mais um relato em: http://apedalarequeagenteseentende.blogspot.com/2009/09/o-oeste-e-que-e-giro.html

GPSies - O Oeste é que é giro (V3)

domingo, 6 de setembro de 2009

Da Mata do Paraíso, passando por Bucelas, até ao Sobralinho

Era um tarefa difícil mas, como se costuma dizer, alguém tinha de o fazer. Ligar, por trilhos, a Mata do Paraíso, passando por Bucelas, até ao Sobralinho.



Partimos, os três, logo a subir pela Mata do Paraíso. Após termos conseguido distrair os cães descemos para a estrada que nos levaria a Bucelas. Daí foi sempre a subir até Santiago dos Velhos. Um track marcado através do Google Earth, mas correu bem. Havemos de lá voltar no Inverno. Parece que irá ser giro...

De Santiago dos Velhos, foi quase sempre a descer até à zona da "agonia". Não a descemos. Optámos por fazer um trilho alternativo que tínhamos conhecido na semana passada. Faz-se melhor a descer ou a subir? Que venha o Mafarrico e escolha. Mas foi giro. Passámos com distinção.

Depois voltámos a subir, para depois descer a célebre subida do Sobralinho. Aqui sim, faz-se melhor a descer LOL. Depois foi a rolar pela zona do Trancão, com umas malvadezas lá pelo meio...

Foi uma volta em que elas, as meninas, estavam em vantagem. Mesmo assim, fui eu que escolhi o track e não se queixaram dos quase 1000 metros de acumulado. Parece que só a última subida é que era "desnecessária".



GPSies - Póvoa Santa Iria, Bucelas, Sobralinho, Alverca

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Em destaque no ProjectoBTT

A nossa foto da subida à Serra da Estrela está em destaque no ProjectoBTT.



Qualquer dia ainda aparecemos nas revistas. Ops, já não seria a primeira vez.

Vão ao site http://www.projectobtt.com e projectem o vosso pedalar ;-)

domingo, 30 de agosto de 2009

Trilhos novos pelo Sobralinho e Calhandriz

A subida da "Agonia" que se cuide! É que já arranjámos alternativa, por trilhos. Ou será que temos de ser nós a cuidarmo-nos?!! É que a alternativa ainda é pior...

Do resto da volta há a dizer mais duas coisas. Fomos mostrar uns trilhos novos que descobrimos na zona do Sobralinho e apanhámos uma caloraça que até fez dor-de-cabeça.

Ah, e também fomos presenteados com uma alucinante descida em direcção a Calhandriz. Feita a ritmo de caracol. É que se não acertasse com as rodas no pequeno pontão... Já se está a ver o resto, não?

Fotos?!! Só à chegada a casa. Olhem para este single tão giro!

sábado, 15 de agosto de 2009

De novo na Serra da Estrela...

Começámos com uma subida durinha bastante inclinada, cheia de curvas, desde Vide em direcção a Loriga. Mas nada que os confortáveis bancos e o ar condicionado, do carro, não resolvessem. O pelotão da 71.ª volta a Portugal em bicicleta é que tinha de pedalar por ali a cima. Nós seguíamos, calmamente, atrás de um original carro vassoura.

Pois é, desta vez fomos só ver os outros a subir à serra da Estrela. Enquanto o pelotão seguiu para Seia nós fomos arranjar um lugar próximo da Lagoa Comprida, em plena serra.

Aqui está o video dos primeiros e dos últimos.



Grande Nuno Ribeiro, quem sobe assim merece ganhar!

domingo, 2 de agosto de 2009

Duas amoras aqui, três acolá e muitas subidas pela frente.

Há dias fomos fazer umas subidas para os lados da Mata do Paraíso e central eléctrica de Fanhões. Gostámos tanto que hoje fomos repetir tudo isso e acrescentar a subida até ao Cabeço de Montachique. Foram pouco mais de quarenta quilómetros com mil e tal de acumulado. Ainda bem que o tempo ajudou mas ainda deu para transpirar.

Na subida e descida à Mata do Paraíso não há nada para contar. Já conhecíamos o trilho da volta recente e por isso foi sempre a andar, apesar de alguns locais mais traiçoeiros.

No início da subida dos "pneus" o canito, que apareceu da outra vez, hoje atrasou-se. Quando deu por nós já tínhamos passado à porta dele. E não lhe apeteceu vir atrás de nós. Era a subir. Ainda nos incentivou. Acho eu. "Ão, ão, ão" latia o pequenote!

Ainda bem que não veio atrás de nós. Se não apanhava-nos alguns metros acima a fazer o nosso abastecimento. De... Amoras. É verdade, esta foi a volta das amoras. Só apareciam nas subidas. Que chatice LOL, vamos ter de parar para descansar... Ops, comer umas amoras. É caso para dizer: as silvas são nossas amigas. Vá,... Só um bocadinho! Sem exageros.



Depois de várias paragens para comer amoras, chegámos à central eléctrica de Fanhões. Fazia algum vento lá em cima, por isso decidimos subir ainda mais para a descida, para Fanhões, ser maior. Foi giro. Valeu a pena.

De Fanhões, subimos o trilho que sempre fiz a descer. Fico sempre com dores nos pulsos. Posso confirmar que é melhor de fazer a subir. Pelo menos, não ficamos com dores.

Após um sobe e desce divertido chegámos ao sopé do cabeço de Montachique. Como íamos subir até lá a cima, parámos e fizemos um abastecimento de amoras. As bananas hoje voltaram para casa. Foi uma volta Low-cost.

O cabeço de Montachique está bom e recomenda-se principalmente os últimos metros da subida... Para quem gosta de subir com grandes declives. A descida também se recomenda para quem domina a técnica do desviar das pedras.







Depois foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão e a habitual subida para chegar a casa. Foi uma volta amorosa, que é como quem diz, com muitas amoras.