Começámos com uma subida durinha bastante inclinada, cheia de curvas, desde Vide em direcção a Loriga. Mas nada que os confortáveis bancos e o ar condicionado, do carro, não resolvessem. O pelotão da 71.ª volta a Portugal em bicicleta é que tinha de pedalar por ali a cima. Nós seguíamos, calmamente, atrás de um original carro vassoura.
Pois é, desta vez fomos só ver os outros a subir à serra da Estrela. Enquanto o pelotão seguiu para Seia nós fomos arranjar um lugar próximo da Lagoa Comprida, em plena serra.
Aqui está o video dos primeiros e dos últimos.
Grande Nuno Ribeiro, quem sobe assim merece ganhar!
sábado, 15 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Duas amoras aqui, três acolá e muitas subidas pela frente.
Há dias fomos fazer umas subidas para os lados da Mata do Paraíso e central eléctrica de Fanhões. Gostámos tanto que hoje fomos repetir tudo isso e acrescentar a subida até ao Cabeço de Montachique. Foram pouco mais de quarenta quilómetros com mil e tal de acumulado. Ainda bem que o tempo ajudou mas ainda deu para transpirar.
Na subida e descida à Mata do Paraíso não há nada para contar. Já conhecíamos o trilho da volta recente e por isso foi sempre a andar, apesar de alguns locais mais traiçoeiros.
No início da subida dos "pneus" o canito, que apareceu da outra vez, hoje atrasou-se. Quando deu por nós já tínhamos passado à porta dele. E não lhe apeteceu vir atrás de nós. Era a subir. Ainda nos incentivou. Acho eu. "Ão, ão, ão" latia o pequenote!
Ainda bem que não veio atrás de nós. Se não apanhava-nos alguns metros acima a fazer o nosso abastecimento. De... Amoras. É verdade, esta foi a volta das amoras. Só apareciam nas subidas. Que chatice LOL, vamos ter de parar para descansar... Ops, comer umas amoras. É caso para dizer: as silvas são nossas amigas. Vá,... Só um bocadinho! Sem exageros.

Depois de várias paragens para comer amoras, chegámos à central eléctrica de Fanhões. Fazia algum vento lá em cima, por isso decidimos subir ainda mais para a descida, para Fanhões, ser maior. Foi giro. Valeu a pena.
De Fanhões, subimos o trilho que sempre fiz a descer. Fico sempre com dores nos pulsos. Posso confirmar que é melhor de fazer a subir. Pelo menos, não ficamos com dores.
Após um sobe e desce divertido chegámos ao sopé do cabeço de Montachique. Como íamos subir até lá a cima, parámos e fizemos um abastecimento de amoras. As bananas hoje voltaram para casa. Foi uma volta Low-cost.
O cabeço de Montachique está bom e recomenda-se principalmente os últimos metros da subida... Para quem gosta de subir com grandes declives. A descida também se recomenda para quem domina a técnica do desviar das pedras.



Depois foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão e a habitual subida para chegar a casa. Foi uma volta amorosa, que é como quem diz, com muitas amoras.
Na subida e descida à Mata do Paraíso não há nada para contar. Já conhecíamos o trilho da volta recente e por isso foi sempre a andar, apesar de alguns locais mais traiçoeiros.
No início da subida dos "pneus" o canito, que apareceu da outra vez, hoje atrasou-se. Quando deu por nós já tínhamos passado à porta dele. E não lhe apeteceu vir atrás de nós. Era a subir. Ainda nos incentivou. Acho eu. "Ão, ão, ão" latia o pequenote!
Ainda bem que não veio atrás de nós. Se não apanhava-nos alguns metros acima a fazer o nosso abastecimento. De... Amoras. É verdade, esta foi a volta das amoras. Só apareciam nas subidas. Que chatice LOL, vamos ter de parar para descansar... Ops, comer umas amoras. É caso para dizer: as silvas são nossas amigas. Vá,... Só um bocadinho! Sem exageros.
Depois de várias paragens para comer amoras, chegámos à central eléctrica de Fanhões. Fazia algum vento lá em cima, por isso decidimos subir ainda mais para a descida, para Fanhões, ser maior. Foi giro. Valeu a pena.
De Fanhões, subimos o trilho que sempre fiz a descer. Fico sempre com dores nos pulsos. Posso confirmar que é melhor de fazer a subir. Pelo menos, não ficamos com dores.
Após um sobe e desce divertido chegámos ao sopé do cabeço de Montachique. Como íamos subir até lá a cima, parámos e fizemos um abastecimento de amoras. As bananas hoje voltaram para casa. Foi uma volta Low-cost.
O cabeço de Montachique está bom e recomenda-se principalmente os últimos metros da subida... Para quem gosta de subir com grandes declives. A descida também se recomenda para quem domina a técnica do desviar das pedras.
Depois foi quase sempre a descer até ao vale do Trancão e a habitual subida para chegar a casa. Foi uma volta amorosa, que é como quem diz, com muitas amoras.
domingo, 26 de julho de 2009
Monsanto e Jamor
Sabem a que horas acordei este domingo para ir pedalar? Cedo, muito cedo. Antes do Sol nascer...
Fomos por estrada até ao ponto de encontro com os Maníacos do Pedal lá para os lados da RTP. Já não íamos chegar a horas, para piorar as coisas ainda tive de mandar ar para dentro do pneu porque tive um furo rapidamente selado pelo sistema self-sealing. O pessoal atrasou-se e, afinal, chegámos a tempo.
Começámos por alguns trilhos de Monsanto. Tivemos uma surpresa desagradável. Alguns trilhos estão a ser destruídos. Pelo menos o que liga o antigo Aquaparque ao heliporto. Depois de Sintra e Jamor agora a destruição chegou ao Monsanto. Se vão cortar as árvores também podiam levar os ramos. É uma das regras básicas na protecção contra incêndios florestais.
Dali seguimos para o Jamor. Magnificamente guiados pelo João Afonso nos trilhos da margem direita da ribeira. Passámos por alguns trilhos manhosos mas muito fixes, principalmente quando se chega ao fim inteiro... LOL
O regresso foi feito junto ao rio Tejo e com o... Já sabem... Refrescante gelado. Nunca falha.


(Fotos de Carlos)
Fomos por estrada até ao ponto de encontro com os Maníacos do Pedal lá para os lados da RTP. Já não íamos chegar a horas, para piorar as coisas ainda tive de mandar ar para dentro do pneu porque tive um furo rapidamente selado pelo sistema self-sealing. O pessoal atrasou-se e, afinal, chegámos a tempo.
Começámos por alguns trilhos de Monsanto. Tivemos uma surpresa desagradável. Alguns trilhos estão a ser destruídos. Pelo menos o que liga o antigo Aquaparque ao heliporto. Depois de Sintra e Jamor agora a destruição chegou ao Monsanto. Se vão cortar as árvores também podiam levar os ramos. É uma das regras básicas na protecção contra incêndios florestais.
Dali seguimos para o Jamor. Magnificamente guiados pelo João Afonso nos trilhos da margem direita da ribeira. Passámos por alguns trilhos manhosos mas muito fixes, principalmente quando se chega ao fim inteiro... LOL
O regresso foi feito junto ao rio Tejo e com o... Já sabem... Refrescante gelado. Nunca falha.


(Fotos de Carlos)
sábado, 18 de julho de 2009
Subir pela Mata do Paraíso e "pneus".
A volta combinada pelos Maníacos do Pedal para este sábado foi inédita para nós.
Subir a Mata Do Paraíso até ao moinho! Nunca tínhamos feito a subir, só a descer. Mas a subir também é giro.
Descer até aos Pneus! Ah, aqui a descer é bastante mais fácil. Embora aqui a palavra fácil não seja a mais indicada. Porquê? Vão lá ver...
Subir os Pneus até metade! Aqui é que eu estava mais céptico. Mas, sim, é possível subir aquilo que até a descer é difícil.
Depois virámos à direita para um single maravilha. "Maravilha" porque os sapatos não escorregam mesmo em pisos inclinados...
Subimos até à central eléctrica e depois uma descida que trouxe à memória outras voltas.
Daí até casa foi um pulinho. Foram cerca de meia centena de quilómetros com alguma adrenalina.
Subir a Mata Do Paraíso até ao moinho! Nunca tínhamos feito a subir, só a descer. Mas a subir também é giro.
Descer até aos Pneus! Ah, aqui a descer é bastante mais fácil. Embora aqui a palavra fácil não seja a mais indicada. Porquê? Vão lá ver...
Subir os Pneus até metade! Aqui é que eu estava mais céptico. Mas, sim, é possível subir aquilo que até a descer é difícil.
Depois virámos à direita para um single maravilha. "Maravilha" porque os sapatos não escorregam mesmo em pisos inclinados...
Subimos até à central eléctrica e depois uma descida que trouxe à memória outras voltas.
Daí até casa foi um pulinho. Foram cerca de meia centena de quilómetros com alguma adrenalina.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Subida à Serra da Estrela (e descida)
Hello! Está por aí alguém? Já foram de férias? Não se esqueçam de levar as bikes para as férias. É que estar o dia inteiro deitado à beira mar ou piscina cansa um bocadito e ainda podem ficar com um escaldãozito... E depois a bike ganha ferrugem na corrente ou humidade nos cubos.
A pensar nisso tudo (ou não) fomos de férias para o interior de Portugal e levámos as bikes para junto da lareira!
A nossa ideia era subir à serra da Estrela desde Seia. Mas se as coisas corressem "mal" escolhemos um local com piscina. Mas o BTT ganhou. Ou melhor, ganhou o BTT de manhã e a piscina à tarde.
No dia anterior fomos fazer o reconhecimento de carro. Aproveitámos para fazer escalada. Tenho aqui uns vídeos engraçados. Parecemos uns quadrúpedes a pedir ajuda à Senhora da Boa Estrela. Mas a ajuda maior veio do restaurante Montes Hermínios (na estrada Covilhã-Torre). Não havia esparguete mas os bifes de novilho, apesar de escrito com caneta em papel branco, fez-me logo abrir o apetite. A Tânia ainda ficou com mais fome e pediu o bife de novilho à casa. Era um bife de novilho igual ao meu mas com a guarnição de uma sandes de queijo/presunto/(e outras coisas) em cima. Gostámos tanto que no dia que viemos para casa passámos por lá novamente para repetir as doses.
A Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental perdendo apenas para o Pico, nos Açores. O ponto mais elevado tem 1993 metros de altitude, tendo sido construída uma torre de 7 metros para completar os 2000 metros.
Fizemos o reconhecimento de carro a descer o que iríamos subir no dia seguinte. Seriam cerca de 30 quilómetros. Os últimos 10 pareciam bastante acessíveis. Até havia descidas. Os 10 do meio seriam muito complicados no início, desde o Sabugueiro. Está lá escrito que é aldeia mais alta de Portugal. Hmmmm, desconfio! Os primeiros 10, de Seia até ao Sabugueiro, seriam os piores. Iríamos subir dos 500 aos 1000 metros de altitude em menos de 10 quilómetros.
Mesmo assim a piscina não nos demoveu e no dia seguinte fizemo-nos literalmente à estrada.

A subida iria ser feita com as nossas bikes de BTT. As super magníficas CANYON. E com pneus de BTT. Não temos outros. Além disso, precisávamos deles para descer.
Os primeiros quilómetros foram para aquecer. Mas mesmo só os primeiros um ou dois. Depois começava logo a empinar e o horizonte a abrir. No museu do pão já tínhamos subido 50 metros. Só faltavam, 1993 menos 50, ora,... Nove e cinco dá 14... é só fazer as contas. Para já não importava.
Cada metro que subíamos era um regalo para a vista. Eram paisagens de perder de vista e nós a devorar alcatrão. Nunca mais chegava a descida para o Sabugueiro. Sabíamos que existia. Apesar de não acreditarmos em bruxas, já estávamos como os espanhóis: que las hay, las hay.
Fizemos uma paragem na Senhora da Espinheira para tomar café. Pouco depois alcançámos a descida que nos levaria até à aldeia do Sabugueiro. A bike não ganhava velocidade. Melhor assim, a descida não será assim tão grande como parece e na volta não custaria a subir.
Os quilómetros a seguir ao Sabugueiro eram bem empinadinhos. Notava-se pela velocidade do nosso conta-quilómetros. Mas se restassem dúvidas alguém colocou lá umas placas com a indicação "Subida Acentuada". Não havia nada a esconder. Tudo às claras como a meteorologia. A temperatura estava bastante agradável. Fizemos o passeio todo com um jersey de manga curta. Não foi preciso vestir o corta-vento. Também não havia nevoeiro nem vento. Tivemos mesmo sorte com a meteorologia.
Aproveitámos a subida para procurar trilhos alternativos para a descida. Vimos vários na zona do Sabugueiro. Na Lagoa Comprida também dava para fazer umas cenas engraçadas.
Estava na altura de fazer mais uma paragem. O pior já tinha passado. Da Lagoa Comprida até à Torre a inclinação já é pouca. Mas a paisagem, meus amigos, até faz cãibras nos dedos de tantas fotos tirar. É mesmo brutal. Quando se passa de carro não se consegue aperceber dos pequenos grandes pormenores desta serra.

Num pulinho estávamos no ponto mais alto de Portugal Continental: no topo da Serra da Estrela. Foram cerca de 30 quilómetros. A média foi de apenas um dígito. É como o ditado: "Devagar se vai ao longe". Sinceramente, pensámos que nos iria custar mais. Com bikes de BTT e com pneus também de BTT foi bem bom.

Ficámos por lá a fazer o nosso pic-nic que carregámos de casa. Ainda sobrou para um velhinho cão Serra da Estrela que por lá deambulava. Antes de nos lançarmos à descida eheh ainda fomos tirar umas fotos na estância de ski da Vodafone.
E bora lá que agora é a descer. Sempre a descer até à Lagoa Comprida. Não deixámos escapar um trilho para BTT mesmo ali ao lado da estrada. Depois de passar sobre um "adrenalizante" trilho sobre um muro, fiquei com as "orelhas bem quentes". Qual era o problema. Até foi giro...

Passámos sobre o paredão com uma vista fantástica da lagoa. A água escura e cintilantemente limpa faz-nos adivinhar o quão profunda deve ser a lagoa.
A seguir entrámos novamente na estrada para descer até avistarmos a aldeia do Sabugueiro. Aí apanhámos um trilho, que escondia algumas pedras, até à aldeia. Foi uma amostra do que poderão ser os trilhos da serra da Estrela: espectacularmente traiçoeiros.

À chegada ao Sabugueiro colhemos a flor que dá o nome à aldeia e fomos comer qualquer coisa. Parámos numa esplanada, pedimos umas bifanas e coca-cola. Foi dificil, tivemos de recusar insistentemente cozido à Portuguesa. Acho que era o prato do dia e estava com pouca saida...
A nossa aventura estava quase a terminar. Faltava uma pequena subida e novamente descer a sério até Seia. Para terminar só faltava mesmo a foto de grupo à chegada. "Ó" para eles tão satisfeitos.

E para acabar o dia em beleza, a piscina estava óptima.
A pensar nisso tudo (ou não) fomos de férias para o interior de Portugal e levámos as bikes para junto da lareira!
A nossa ideia era subir à serra da Estrela desde Seia. Mas se as coisas corressem "mal" escolhemos um local com piscina. Mas o BTT ganhou. Ou melhor, ganhou o BTT de manhã e a piscina à tarde.
No dia anterior fomos fazer o reconhecimento de carro. Aproveitámos para fazer escalada. Tenho aqui uns vídeos engraçados. Parecemos uns quadrúpedes a pedir ajuda à Senhora da Boa Estrela. Mas a ajuda maior veio do restaurante Montes Hermínios (na estrada Covilhã-Torre). Não havia esparguete mas os bifes de novilho, apesar de escrito com caneta em papel branco, fez-me logo abrir o apetite. A Tânia ainda ficou com mais fome e pediu o bife de novilho à casa. Era um bife de novilho igual ao meu mas com a guarnição de uma sandes de queijo/presunto/(e outras coisas) em cima. Gostámos tanto que no dia que viemos para casa passámos por lá novamente para repetir as doses.
A Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental perdendo apenas para o Pico, nos Açores. O ponto mais elevado tem 1993 metros de altitude, tendo sido construída uma torre de 7 metros para completar os 2000 metros.
Fizemos o reconhecimento de carro a descer o que iríamos subir no dia seguinte. Seriam cerca de 30 quilómetros. Os últimos 10 pareciam bastante acessíveis. Até havia descidas. Os 10 do meio seriam muito complicados no início, desde o Sabugueiro. Está lá escrito que é aldeia mais alta de Portugal. Hmmmm, desconfio! Os primeiros 10, de Seia até ao Sabugueiro, seriam os piores. Iríamos subir dos 500 aos 1000 metros de altitude em menos de 10 quilómetros.
Mesmo assim a piscina não nos demoveu e no dia seguinte fizemo-nos literalmente à estrada.

A subida iria ser feita com as nossas bikes de BTT. As super magníficas CANYON. E com pneus de BTT. Não temos outros. Além disso, precisávamos deles para descer.
Os primeiros quilómetros foram para aquecer. Mas mesmo só os primeiros um ou dois. Depois começava logo a empinar e o horizonte a abrir. No museu do pão já tínhamos subido 50 metros. Só faltavam, 1993 menos 50, ora,... Nove e cinco dá 14... é só fazer as contas. Para já não importava.
Cada metro que subíamos era um regalo para a vista. Eram paisagens de perder de vista e nós a devorar alcatrão. Nunca mais chegava a descida para o Sabugueiro. Sabíamos que existia. Apesar de não acreditarmos em bruxas, já estávamos como os espanhóis: que las hay, las hay.
Fizemos uma paragem na Senhora da Espinheira para tomar café. Pouco depois alcançámos a descida que nos levaria até à aldeia do Sabugueiro. A bike não ganhava velocidade. Melhor assim, a descida não será assim tão grande como parece e na volta não custaria a subir.
Os quilómetros a seguir ao Sabugueiro eram bem empinadinhos. Notava-se pela velocidade do nosso conta-quilómetros. Mas se restassem dúvidas alguém colocou lá umas placas com a indicação "Subida Acentuada". Não havia nada a esconder. Tudo às claras como a meteorologia. A temperatura estava bastante agradável. Fizemos o passeio todo com um jersey de manga curta. Não foi preciso vestir o corta-vento. Também não havia nevoeiro nem vento. Tivemos mesmo sorte com a meteorologia.
Aproveitámos a subida para procurar trilhos alternativos para a descida. Vimos vários na zona do Sabugueiro. Na Lagoa Comprida também dava para fazer umas cenas engraçadas.
Estava na altura de fazer mais uma paragem. O pior já tinha passado. Da Lagoa Comprida até à Torre a inclinação já é pouca. Mas a paisagem, meus amigos, até faz cãibras nos dedos de tantas fotos tirar. É mesmo brutal. Quando se passa de carro não se consegue aperceber dos pequenos grandes pormenores desta serra.

Num pulinho estávamos no ponto mais alto de Portugal Continental: no topo da Serra da Estrela. Foram cerca de 30 quilómetros. A média foi de apenas um dígito. É como o ditado: "Devagar se vai ao longe". Sinceramente, pensámos que nos iria custar mais. Com bikes de BTT e com pneus também de BTT foi bem bom.

Ficámos por lá a fazer o nosso pic-nic que carregámos de casa. Ainda sobrou para um velhinho cão Serra da Estrela que por lá deambulava. Antes de nos lançarmos à descida eheh ainda fomos tirar umas fotos na estância de ski da Vodafone.
E bora lá que agora é a descer. Sempre a descer até à Lagoa Comprida. Não deixámos escapar um trilho para BTT mesmo ali ao lado da estrada. Depois de passar sobre um "adrenalizante" trilho sobre um muro, fiquei com as "orelhas bem quentes". Qual era o problema. Até foi giro...

Passámos sobre o paredão com uma vista fantástica da lagoa. A água escura e cintilantemente limpa faz-nos adivinhar o quão profunda deve ser a lagoa.
A seguir entrámos novamente na estrada para descer até avistarmos a aldeia do Sabugueiro. Aí apanhámos um trilho, que escondia algumas pedras, até à aldeia. Foi uma amostra do que poderão ser os trilhos da serra da Estrela: espectacularmente traiçoeiros.

À chegada ao Sabugueiro colhemos a flor que dá o nome à aldeia e fomos comer qualquer coisa. Parámos numa esplanada, pedimos umas bifanas e coca-cola. Foi dificil, tivemos de recusar insistentemente cozido à Portuguesa. Acho que era o prato do dia e estava com pouca saida...
A nossa aventura estava quase a terminar. Faltava uma pequena subida e novamente descer a sério até Seia. Para terminar só faltava mesmo a foto de grupo à chegada. "Ó" para eles tão satisfeitos.

E para acabar o dia em beleza, a piscina estava óptima.
domingo, 12 de julho de 2009
III Passeio BTT de Arraiolos
Regresso a Arraiolos para um passeio à moda antiga. Ou seja, guiado. Não podíamos perder esta oportunidade de passear pelos trilhos da zona depois da experiência da maratona.
Apesar de ser um passeio guiado, o ritmo era homogéneo não existindo muitas paragens. Deu para bater recordes de "dar à língua". Foram prai uns 15 a 20 quilómetros seguidos. E não fui eu...
A primeira paragem foi na Barragem da Carrasqueira, próximo de Santa Justa.

Depois de uma breve passagem pela aldeia da Igrejinha, chegámos ao abastecimento na margem da barragem do Divor. Para além do habitual neste tipo de eventos, havia também melão da zona. Fresquíssimo e saboroso.
A partir daqui foi ao estilo "salve-se quem puder". Ou seja, o passeio deixou de ser guiado para seguirmos as marcações no terreno.

(Foto de Mamede Nazaré)
O almoço foi muito bem servido, ao estilo da maratona. Com direito a várias entradas para além do magnífico almoço.
No final, houve um sorteio de prémios. Não nos calhou nada. Mas a Tânia veio de lá toda satisfeita com o seu troféu da maratona.

(Foto de Núcleo Cicloturismo de Arraiolos)
Como habitualmente, esta volta também teve gelado.
Apesar de ser um passeio guiado, o ritmo era homogéneo não existindo muitas paragens. Deu para bater recordes de "dar à língua". Foram prai uns 15 a 20 quilómetros seguidos. E não fui eu...
A primeira paragem foi na Barragem da Carrasqueira, próximo de Santa Justa.

Depois de uma breve passagem pela aldeia da Igrejinha, chegámos ao abastecimento na margem da barragem do Divor. Para além do habitual neste tipo de eventos, havia também melão da zona. Fresquíssimo e saboroso.
A partir daqui foi ao estilo "salve-se quem puder". Ou seja, o passeio deixou de ser guiado para seguirmos as marcações no terreno.

(Foto de Mamede Nazaré)
O almoço foi muito bem servido, ao estilo da maratona. Com direito a várias entradas para além do magnífico almoço.
No final, houve um sorteio de prémios. Não nos calhou nada. Mas a Tânia veio de lá toda satisfeita com o seu troféu da maratona.

(Foto de Núcleo Cicloturismo de Arraiolos)
Como habitualmente, esta volta também teve gelado.
sábado, 11 de julho de 2009
As avestruzes são nossas amigas
Este sábado subimos até ao Cabeço de Montemor com os Maníacos do Pedal. Se da última vez apanhámos alguma lama, desta vez os trilhos estavam bem secos convidativos a largar os travões nas descidas.
O pior foi a avestruz a complicar a foto de grupo. Estavam todos com medo de ser "picados". Mas ela foi nossa amiga.
O pior foi a avestruz a complicar a foto de grupo. Estavam todos com medo de ser "picados". Mas ela foi nossa amiga.
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