domingo, 22 de março de 2009

I Maratona de Tomar - DROPZONE

Lindo, lindo, lindo... Foi assim esta maratona. Muitos single tracks a romper por paisagens maravilhosas. Os trilhos deste passeio são um sério candidato aos melhores do ano.

O passeio foi especial. As mulheres estavam em maioria no nosso grupo: 3 (Tânia, Beta e Lídia) contra 2 (Miguel e Manel). Mas haviam muitas mais. Parece que as mulheres da zona aderiram ao BTT.

Após a partida, junto do parque desportivo da cidade, seguimos pela ruas de Tomar até entrarmos na Mata Nacional dos Sete Montes. Dentro da mata fizemos 2km quase sempre a subir.



Ainda não tinhamos recuperado totalmente do esforço inicial e já nos mostravam o monumental Aqueduto de Pegões.



Logo a seguir uma pequena descida daquelas onde não é possível parar a meio... Era um aviso para as muitas iguais ou piores que iríamos apanhar.

O abastecimento estava montado na Quinta dos Azinhais. Muito bom. Fui buscar um pastel de nata mas não resisti a dar metade a um lindíssimo canzarão que por lá estava a fazer as honras da casa.

A seguir apanhámos um trilho mais técnico. Mais um. Apesar de termos feito só 30km apanhámos umas descidas matreiras.





Já na parte final percorremos um longo e espectacular single track junto ao rio Nabão. A densa vegetação ainda deixava apreciar o rio e os seus açudes.



Chegámos cedo, logo não tivemos problemas em tomar um banho quentinho e a saborear uma magnífica sopa de peixe. Cada vez gosto mais desta sopa. O almoço, para quem chegou cedo, correu bem. Tivemos a companhia do Bruno que conhecemos numa volta memorável. Quando chegámos já ele tinha tomado banho e foi aos 60km. Valente!

Sabem quanto custou? 10 Euros.

Companheiros do pedal, foi giro fazermos este passeio juntos. Não foi? Beijinhos e abraços e até à próxima. Miguel e Tânia.

Maratona de Tomar - DROPZONE

sábado, 21 de março de 2009

Um café e um pastel de nata em Arruda dos Vinhos

Este sábado fomos tomar um café e um pastel de nata a Arruda dos Vinhos. Mas para que a balança lá de casa não começasse a "dizer" disparates, deixámos o carro em casa e fomos de bike. E para termos a certeza que a balança se vai continuar a "portar bem" fomos pelos trilhos do Sobralinho.

Para não enjoar dos trilhos da zona, desta vez houve novidades. Evitámos uma descida mais manhosa mas ganhámos uma zona mais técnica com muita pedra e... cobras. A Tânia vinha mais a trás e assustou-se com o meu grito! Sim, tive de gritar. Ouvi qualquer coisa ao meu lado direito. Eu a pensar que ia ver mais um (sim já tinha visto vários) coelhito a querer fazer competição comigo mas o que vi foi uma cobra, preta e bem grande. A correr ao meu lado em arco. Só parei um quilómetro à frente mas ainda era bem visível os meus pêlos todos arrepiados. É a chamada pele de galinha. Agora percebo porque é que o pessoal "pró" depila as pernas...



Continuámos a explorar trilhos novos e virámos, literalmente, as costas à subida da agonia e seguimos para Arruda. Trepámos cercas, dissemos "olá" a uns cavalitos e respectivas crias, apanhámos uns trilhos mais manhosos mas lá chegámos a Arruda para o prometido café e pastel de nata. Deliciosos.

A seguir ainda descobrimos um trilho junto à ribeira de Arruda mas depois apanhámos o alcatrão para casa. Como a tentação de explorar trilhos é grande ainda fizemos algumas incursões pela terra e até por ciclovias.

Ainda deu tempo para explorar uns trilhos entre Alverca e Póvoa de Santa Iria.



Pelo Sobralinho até Arruda

sábado, 14 de março de 2009

O Oeste é mesmo giro





O Oeste é mesmo giro. É verdade. E quando percorrido com os companheiros de pedalada, melhor ainda. Foi assim em 14 de Março de 2009.

Raid pelo Oeste

domingo, 8 de março de 2009

"À vassourada" em Vila Velha de Ródão

Este domingo fomos pela primeira vez aos Trilhos da Açafa, em Vila Velha de Ródão. O ano passado era para termos ido mas não foi possível. Desta vez inscrevemos-nos bem cedo.

A viagem para lá foi complicada por causa dos frequentes bancos de nevoeiro e com a minha paranóia de poder chocar com alguém porque é frequente encontrar pessoas com as luzes desligadas.

Já perto da saída da A23 para Vila Velha de Ródão o nevoeiro desapareceu e o Sol começou a raiar. Aí começámos a pensar "não traremos roupa a mais?". Mas já próximo de Vila Velha de Ródão o nevoeiro regressou e não deu para apreciar a paisagem que nos rodeava.

Com isto tudo chegámos um pouco tarde, mas ainda a tempo de levantar os dorsais, tomar o pequeno-almoço, preparar as bicicletas e vamos lá.

Na fila para levantar os dorsais encontrámos a nossa companheira para a volta dos 65km. A Beta. Queria ir fazer a despedida da Mondraker na volta dos 35km. Nada disso. Conseguimos convencê-la a vir à volta maior.



A organização dedicou a edição deste ano dos Trilhos da Açafa às mulheres. Por isso, para além das inscrições terem sido gratuitas para elas ainda tiveram ofertas. Mel da região, produtos de beleza e uma florzinha na despedida (depois do almoço). Então e eu?!! Pois também tive ofertas: presunto. Bem saboroso! Ah, e a habitual t-shirt também não faltou. Desde que começámos a fazer BTT deixámos de comprar pijamas ;).



A Tânia e a Beta seguiam na conversa. Afinal não é todos os dias que a Tânia tem companhia feminina nos trilhos. Iam na conversa mas a bom ritmo, cheias de força a subir pelas estradas de Vila Velha de Ródão.

Até que o raio da espanhola tramou o nosso passeio. A nossa amiga Beta teve um "problemazito" com a Mondraker. Mas percebe-se. Era a sua despedida e então zangou-se com a Beta e mandou-a ao chão. Não se faz. Ainda por cima numa descida! Felizmente sem grandes consequências para a Beta. Já a espanhola vai ser substituída por uma americana. Força Beta.

Depois de verificarmos que a Beta estava bem e acompanhada pela organização, pegámos na vassoura e seguimos para os trilhos. A organização ainda nos tentou convencer a alinhar pelo passeio de 35km. Mas quando a Tânia disse que tínhamos farnel eles perceberam que tinham companhia até ao final. Nós também ficámos contentes por eles levarem a "bucha". Assim não tínhamos de partilhar a nossa.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

Já não se via ninguém nos trilhos. Melhor assim, tínhamos os single tracks só para nós. Uns mais técnicos que outros mas todos espectaculares e devidamente sinalizados os locais de perigo.

Esta organização está de parabéns. Foi do melhor que já vi. Até pequeno almoço nos ofereceram. Vejam o link das fotos no final deste relato.

No primeiro abastecimento ficámos a conhecer o presidente da junta de freguesia que nos deu a conhecer um pouco da história da região.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

Por esta altura começámos a ouvir pessoal no trilho. Boa. Vamos ter companhia. Mas não. Era no monte em frente na volta dos 35km, porque entretanto já estávamos nos trilhos da volta dos 65 km.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

Até que um lindo lagarto se atravessou no nosso caminho como que a dizer: "eheheh os outros já passaram aqui há mais de uma hora. Suas lesmas....". Ainda tentei pegar na máquina fotográfica mas o bicho deve ter problemas de fotogenia e pirou-se.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

Não sei onde fui ver que a volta tinha cerca de 1000 metros de acumulado. Não vi. De certeza. Porque estava escrito que eram 1350 metros.

O GPS chegou aos 1000 metros e ainda faltavam muitos kms. Depois apareceu o calor e a moleza.

Mas a culpa da moleza era das paisagens. Então mostram-nos isto e depois querem que pedalemos depressa?



Só não ficámos ali mais tempo porque o carro da organização chegou. Aqui a organização também me surpreendeu pela positiva, claro. Nos locais onde o carro não passava, um elemento da organização percorria os trilhos a pé para se certificar que ninguém tinha ficado para trás nos trilhos.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

Agora era a descer. Íamos ganhando terreno ao carro da organização. LOL.

Chegados ao último abastecimento disseram-nos que o pior ainda estava para vir. Sinceramente não acreditei. Mas era mais ou menos verdade. Ainda nos faltavam umas grandes subidas e uns single tracks manhosos.

Mas fez-se, vassourada aqui e acolá lá continuámos...

A partir daqui por vezes tínhamos dois jipes colados à roda. Foi a altura em que o ânimo faltou um pouco. Talvez provocado pelo calor ou pelo barulhos dos jipes que seguiam atrás de nós, esta parte foi a que custou mais.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

E chegámos ao último posto de controlo. Faltavam 8 quilómetros e a promessa de se aproximar a parte mais bonita do percurso, segundo a organização.

Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

E começámos a avistar um imenso espelho de água. Era o rio Tejo. Depois de uma alucinante descida demos de cara com um grupo de elementos da Cruz Vermelha. Alguns com máquinas fotográficas apontadas para nós. Eu pensei: "Olha pessoal com máquinas fotográficas. A parte bonita deve ser aqui.". E era. Mais uma vez a organização a pensar na nossa segurança ao colocar apoio médico nas zonas mais perigosas.

A partir daqui o trilho era um single track pela margem direita do rio Tejo até Vila Velha de Ródão.

Mas como a Cruz Vermelha se foi embora de barco, nós aproveitámos para parar numa sombrinha a descansar e tirar umas fotos.



Vassourada aqui e acolá lá continuámos...

E chegámos. Finalmente. Fui autorizado a tomar banho num dos balneários reservado às meninas. A água estava bem quentinha. Parece que não foi assim para todos. Vantagens de chegar em último...

Vassourada aqui e ac... Não. Entretanto, entregámos a vassoura e pegámos no carro e fomos almoçar. Obrigado Beta e Manel por terem esperado por nós. Até breve.

Trilhos da Açafa 2009


Mais Fotos da organização.

domingo, 1 de março de 2009

CANYON XC da Tânia. Há um ano nos trilhos.

CANYON XC da Tânia. Há um ano nos trilhos.

Se alguma vez me dissessem, há um ano e meio atrás, que iria passar um ano a gastar os meus fins-de-semana a levantar de madrugada para ir pedalar diria que estavam a sonhar.

Pois é, este ano que passou assim foi do melhor. Vamos ver o próximo.

Obrigada ao Miguel por me convencer a comprarmos as CANYON. Pois se não fosse com ela com certeza que os meus fins-de-semana iriam ser ocupados com coisas fúteis (idas ao centro comercial, etc. etc.) e tudo o que se faz ao fim-de-semana.

Um beijinho para o Miguel e obrigada por me incentivares e nunca me deixares para trás.

Tânia.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Extreme pelo Oeste: 80km/1910m de acumulado

Esta volta foi mesmo até aos nossos limites. Não aguentamos muito mais de 80 quilómetros com 1910 metros de acumulado. Chegámos a casa bem cansaditos. Pensámos que no outro dia não nos conseguiríamos levantar com dores. Mas não. O domingo até correu bem. Foi estranho. Talvez do gel energético que tomámos durante a volta. Mas, apesar de termos ido quase até ao limite, não ficámos empenados.

Esta volta foi desenhada no Google Earth e aproveitando alguns troços de tracks que encontrei. Resultado: uma volta gira pela região do Oeste. A ideia era fazer uma volta "dura" com pouco alcatrão e sem trilhos complicados. Como a volta é grande e para fazer em autonomia não vale a pena complicar o que é fácil: passear de bicicleta.



Olhando para o track, a maior subida está no Sobralinho. Mas como é a primeira não custa nada fazê-la. Depois vem a "agonia": uma pequena grande subida. Esta soube a vingança para a Tânia. Foi a primeira vez que a Tânia a conseguiu subir. Penso que à terceira foi de vez!

Não me vou alongar muito em pormenores da volta porque este relato está a ser feito tarde e a más horas (a volta foi no dia 21FEV e hoje é 03MAR) e em breve lá voltaremos com os Maníacos. Embora numa versão mais fácil.

Mais fácil porque não me vou meter numa subida enorme acompanhada por uma descida demasiado técnica (feita à mão!). Desenhar tracks no Google Earth tem alguns inconvenientes: não se vêm as pedras e as valas dos trilhos!

No final deste relato está o link para o track GPS. Se têm gatos em casa que rebolam à vossa frente sempre que chegam a casa, evitem a parte junto do parque eólico de Fanhões. É uma descida brutal e perigosa.

Voltando um pouco atrás. Quando começámos a subir para Montachique o trilho do track tinha alguma lama e seguimos por estrada. Por mim não subia ao Cabeço de Montachique mas a Tânia olhou lá para cima e disse "claro que vamos". E fomos. Depois, lá em cima, a Tânia não me ligou nenhuma:



Com a motivação de ter subido ao Cabeço de Montachique ganhámos ânimo para cumprir todo o track que tinha desenhado: subir ao parque eólico de Fanhões e Mata do Paraíso.

A subida para a Mata do Paraíso foi feita por um estradão que parecia nunca mais acabar. Depois foi sempre a descer até Alpriate. Mas isso não quer dizer que tenha sido fácil. Os nossos pulsos já estavam esgotados.

A breve passagem pelo zona do Trancão obrigou-nos a ir lavar as bikes. Aquilo está cheio de lama.

Chegámos a casa quase às seis da tarde. Mas felizes por mais um dia passado a fazer BTT.

Track GPS: http://www.gpsies.com/map.do?fileId=rprowawhbyaclbqr

Grande Rota pelo Oeste (Reconhecimento)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Grande rota pelo Ribatejo até Coruche

A semana solarenga estava mesmo a pedir... uma grande rota pelo campo.

Pegámos no Google Earth e começámos a desenhar a volta sempre a fazer as contas aos quilómetros. Cada vez que se adicionava mais um pouco de trilho pensava-se "Ainda dá para fazer num dia. Avançamos mais um pouco". E, de tanto avançar, já estávamos próximo de Coruche. Save as GPX and send to GPS. Done.

O sábado não quis fazer a desfeita e amanheceu também com Sol. Apanhámos o comboio até Vila Franca de Xira porque andar na N10 logo ao amanhecer não é das coisas mais agradáveis e seguras para fazer.

O início da volta tem o incontornável alcatrão sempre embelezado pela travessia da ponte de Vila Franca de Xira e depois uma interminável recta até ao Porto Alto. Esta recta só não custou mais porque tínhamos um objectivo: saborear uns pasteis de nata quentinhos que estariam à nossa espera.

Tomado o pequeno almoço, seguimos até Benavente. Esta parte tem de ser feita por alcatrão. Há alternativas por terra mas é preciso um cartão que não temos. Esta zona também ainda deve ter alguma lama, por isso fomos por estrada.

Mal entrámos nos trilhos, parámos para uns registos fotográficos:



Nesta fase do trilho seguíamos junto ao canal de distribuição de água. Um grande single-track... É um trilho muito fácil de percorrer. Só é preciso ter um pouco de equilibrio pois à esquerda temos o canal e à direita um precipício.

Por vezes saíamos do trilho junto ao canal para estradões onde já podíamos ir mais descontraídos. Só era preciso desviar das auto-estradas. Apesar de vazias de carros, as infra-estruturas estão lá.



A nossa viagem continuava agradável a admirar as paisagens verdejantes semi-inundadas de água. Aproveitámos uma sombra e fizemos uma pausa para abastecimento. Chocolates e bananas.



Aproveitámos também para descansar um pouco. A próxima paragem seria em Coruche. Mas não é possível avançar sem parar para apreciar os animais que se atravessam à nossa frente ou simplesmente nos olham como se fossemos estranhos. Um dos momentos do dia foi ver a Tânia a atirar pedras a um rebanho de ovelhas só porque um cordeirinho estava deitado junto da sua progenitora. A Tânia pensava que o bichinho poderia estar doente. Mas nem com pedras ele se moveu. Quando a Tânia lhe começou a mandar beijinhos ele lá se mexeu como que dizendo que estava a apreciar o Sol. Preguiçoso...

Já próximos de Coruche a Tânia descobriu uns veados. Mais uma vez eu ia distraído.



Na foto não dá bem para ver. Os maganos disfarçam-se bem na paisagem. Mas pode-se ver o macho com as suas galhadas (hastes) rodeado pela fêmea e as crias. Quando nos viram esconderam-se por detrás de umas silvas. Mas não tínhamos pressa e esperámos. A pouco e pouco foram aparecendo e deu para tirar umas fotos. Acho que nunca mais vamos comer carne de veado...

Chegámos a Coruche antes do meio-dia. Como ainda não era hora de almoço fomos dar uma volta à vila e tirar umas fotos.



Passámos pela igreja onde estava a decorrer um casamento. Se não estivéssemos vestidos com roupa de ciclista ainda nos podíamos infiltrar no "copo de água" e não precisávamos de ir a um restaurante...

O restaurante escolhido foi o primeiro que vimos ao chegar a Coruche. Muito bem situado junto da zona ribeirinha/praia fluvial. Mesmo ao lado da ciclovia. Sim, em Coruche também há ciclovias!

O almoço foi o sempre rápido bitoque, magnificamente bem servido.

Depois de almoçar e com a praia ali mesmo ao lado o que é que vamos fazer? Pedalar para casa, claro. A saída de Coruche foi pelo "trilho" das pontes:



Com o cheiro a primavera que já se sentia em alguns locais e com paisagens tão relaxantes por vezes apetecia largar as bikes e ficar ali a apreciar a paisagem. A flora e fauna como um um lindo pónei que nos "obrigou" a sair da rota:



Mais à frente, o barulho dos motores de uns aviões ultra-leves levou-nos até uma história do programa de televisão Nós por Cá (SIC). Encontrámos uma escola de pilotagem (campo de voo de Benavente) vedada, a Sul, por uma edificação de vários postes. Desavenças entre vizinhos, segundo consta.



Para nós foi mais um momento de paragem a olhar para o ar... perdão, para os aviões. E a ver se não nos caía nenhum em cima. Aqueles objectos voadores vistos de perto, parecem tão frágeis! Ainda pensámos em ir dar uma volta num deles. Mas nenhum tinha suportes para bikes...

A nossa volta estava a chegar ao fim. Pelo menos a parte mais divertida. Até casa ainda nos esperavam alguns quilómetros de estrada.

Apesar de ter algum alcatrão (bastante) é uma volta que iremos repetir. Os quase 130 km deixaram-nos satisfeitos e com vontade de regressar na Primavera.

Ah, que saudades que tínhamos de chegar a casa com as bikes cheias de pó!

Pelo Ribatejo até Coruche (e volta)