terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Jamor e Monsanto

Gostámos tanto da volta de Vila Nova da Rainha que queríamos repetir na terça-feira. Mas fomos desafiados para um passeio mais 'soft': zona ribeirinha, Jamor e Monsanto. Ou seja, iríamos repetir a famosa volta da polícia.

Optámos por não fazer a parte da Mata do Jamor. Logo que chegámos ao Jamor, virámos para Linda-a-Velha.

Depois subimos para Monsanto à descoberta de trilhos. Após uma pequena escalada com a bike às costas, encontrámos os trilhos.

Os trilhos estavam porreiros, macios e bons para o BTT.

Saímos da mata por Sete Rios. Má opção. Foi uma tortura andar no meio do trânsito. Senti-me aliviado ao chegar ao Parque das Nações. Ufa, enquanto não me esquecer desta não me meto noutra. Andar no meio do trânsito não é para mim!

Mas valeu a pena, pelos trilhos de Monsanto:

JamorMonsanto

domingo, 21 de dezembro de 2008

Passeio de Natal dos Maníacos do Pedal

A volta de hoje já é uma clássica dos Maníacos do Pedal: Vila Nova da Rainha.

Desta vez era para mandar fora algumas calorias ingeridas em excesso no jantar de Natal da noite anterior. Mas mais parecia que era para comemorar a entrada no Inverno, tal o frio que se fazia sentir!

Muitas caras novas presentes e uma oportunidade para rever outra menina dos Maníacos: a Soraia. Já não a víamos desde... nem me lembro. Certamente muito antes do Verão. Desta vez eram duas meninas no pelotão.

A volta teve mais um pouco de "pimenta" do que na última vez que lá tínhamos ido. Desta vez houve mais subidas e, logicamente, mais descidas. Boa zona para pedalar...

No regresso poupámos no CO2 e nos € e viemos a pedalar até casa!

As fotos foram todas "roubadas" do Picasa do Carlos ;).




VilaNovaDaRainhaPasseioDeNatal

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Sobralinho sem Agonia

A chuva deu uma trégua e nós aproveitámos para rumar até ao Sobralinho. Mas os estragos, provocados por uma semana de chuva, estavam lá.

Descobrimos trilhos novos e optámos por não subir a Agonia.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Lisboa by Night vestidos de Pai/Mãe Natal

Na quinta-feira comprámos os "fatinhos", mas como estava o tempo até pensou-se que a estreia dos "fatinhos" seria só no ano seguinte, mas como somos muito corajosos ou outra coisa qualquer… lá fomos.

Combinámos ponto de encontro no Parque das Nações com um colega. O céu estava a ameaçar e caso a coisa se complicasse, lá estava o carro em ponto estratégico!

O dilema mantinha-se: vamos já com o “fatinho” ou levamos no Camelback? Nada disso, vamos mas é já vestidinhos com a bela fatiota além do mais ninguém nos conhece assim disfarçados!

Saímos acompanhados do Carlos e logo à frente aguardámos pela Corina que estava atrasada.

A recepção das pessoas, principalmente dos mais pequenos, foi óptima e a nossa inicial timidez acabou por rapidamente desaparecer!

Chegámos aos Jerónimos já em cima da hora. As escadas dos Jerónimos estavam repletas de Pais e Mães Natal, algumas caras conhecidas, e lá estávamos nós a cumprimentar algumas pessoas quando de repente tenho uma jornalista da RTP à minha frente a me colocar questões: estava a ser entrevistada e só me dei de conta no final!

Quando saímos dos Jerónimos já estava a escurecer e foi hora de todos ligarem as luzes: que giro! Houve malta que levou muito a sério e para além do fatinho não se esqueceram de "quitar" a bike. Fica para o próximo ano já tenho algumas ideias!

As subidas à noite não custam tanto que as de dia, as dicas da Carla para nunca olhar para o cimo da subida comprovam-se, como de noite não se vê realmente a inclinação a coisa faz-se sem esforço! Nem a subida para o Castelo, debaixo de uma grande chuvada, o piso escorregadio, o carril, e sem os maravilhosos pedais de encaixe, me custou.

Ponto alto da volta: poder ver as iluminações natalícias da Baixa de Lisboa e devo dizer que o parque Eduardo VII está espectacular com a lindíssima árvore de Natal!

Tudo correu maravilhosamente, com uma óptima reacção calorosa por parte dos automobilistas que foram muito educados e compreensivos (provavelmente não queriam magoar o Pai Natal pois assim não receberiam as prendas! Quem sabe!), e todos os que passavam por nós e assistiam à nossa passagem. Ainda chegámos a ouvir: “estou a ver passar dezenas, centenas de Pais Natal”. Eu e o Miguel desatamo-nos a rir e dissemos: “milhares”!!.

A óptima sandocha na Baixa (os donos dos 2 cafés devem ter ido para casa mais cedo pois nós todos esgotámos o stock).

Resumindo, o companheirismo foi formidável e é das partes mais importantes destes passeios. Para o próximo ano iremos com certeza acompanhar o grupo de Santa Malta.

Pais Natais

Viram a Tânia na televisão?



Click na imagem para ver o vídeo.

sábado, 29 de novembro de 2008

I Entroncamento - Fátima - Entroncamento. Ao ritmo da amizade.

Este passeio já estava combinado há algum tempo. A meteorologia até tinha andado "porreira". Mas assim que a data se começou a aproximar, alguém "lá em cima" abriu as torneiras e a chuva apareceu acompanhada pelos amigos: frio, granizo e vento. Vieram todos! Só faltou o piriquito...

Na sexta-feira criámos um "fórum", com uma acesa troca de e-mails. Mas não era para desistir. Era para dar mais força. Falava-se da meteorologia, em tempo-real, em Lisboa, Torres Novas e Ourém. Chovia por todo o lado. As imagens de satélite não deixavam mentir. A conversa acabou com um incrível "até amanhã". Ou seja, não havia desistências.

Sábado, saímos de casa às 7 e tal da manhã. Não chovia. Mas apanhámos uma valente chuvada pelo caminho. À chegada ao Entroncamento também começou a chover. Era para ir habituando o corpo.

Fomos os primeiros a chegar, mas rapidamente se compôs o grupo e às 9 horas já estávamos prontos para o I passeio Entroncamento - Fátima - Entroncamento, ao ritmo da amizade.

Os primeiros quilómetros fizeram-se bem. Até não chovia.

Depois apareceram as dificuldades. Primeiro a lama. Ou melhor, barro. Andávamos um bocadinho e parávamos logo a seguir para tirar o barro das rodas.

Depois veio a chuva, o granizo e o frio. Apesar de ser desconfortável pelo menos não tínhamos de parar para limpar as rodas.

Fotos, houve poucas. Os dedos quase que congelaram e "transformaram" as nossas bikes numas single-speed ;)

Aqui a Tânia, apesar da chuva, ainda mantinha o sorriso. Já vi por aí uma foto sem o sorriso ;).



E o mais parecido com uma foto de grupo é isto:



Foi tirada quando uma simpática senhora nos deixou lavar a transmissão das bikes. Só falto eu na foto.

Um pouco antes de Fátima, apanhámos uma grande subida. Deu para aquecer e ganhar apetite para o almoço. Estava cá com uma fome... Comi quase 3 bifanas.

O local do almoço foi previamente escolhido pelos organizadores do passeio. E muito bem. Mesmo ao lado do Santuário de Fátima. As bifanas estavam excelentes. E as meias de leite deliciosamente quentinhas! Para beber e repetir!

Por baixo da nossa mesa parecia que passava um rio, tal a quantidade de água que escoava da nossa roupa e sapatos. A Tânia foi espremer as meias à casa de banho e lembrou-se de um novo item para colocar no CamelBak: umas meias. Dariam muito jeito. Tal como deram uma luvas extra que levámos.

O Manel ainda deu várias hipóteses de trilhos para regressar ao Entroncamento. Mas ao falar na opção "sensata" ninguém quis ouvir mais nada. Voltámos por estrada. Mas ainda apanhámos um ou outro trilhosito.

Foi duro, devido à chuva, granizo, frio e lama. Mas o grupo manteve-se unido e nunca se falou em desistir. As 3 meninas presentes mostraram que elas andam aí. Se a chegada a Fátima foi um pouco difícil, o regresso foi sempre a bom ritmo.

Para ser perfeito, entre aspas claro, só faltou a neve!

À chegada tivemos direito a lembranças (muito obrigado Luís) e um banho muiiiiito quente.

Obrigado Beta e Manel pelo convite. Ficamos à espera do próximo. Seco, como disse a Tânia.

I_EntroncamentoFatima_AoRitmoDaAmizade

domingo, 23 de novembro de 2008

Castelo dos Mouros (Sintra)

O parque de estacionamento, junto dos Arcos do Ramalhão, encheu-se esta manhã por um grupo de bttetistas dispostos a "conquistar" o castelo de Sintra aos Mouros. O Clube BTT Lisboa lançou o repto e ninguém ficou com medo. Apareceram mais de 40 bravos prontos para o "combate". E bravas...

Os guias delinearam a melhor estratégia de aproximação à fortaleza. Decidiram que era melhor separar os combatentes em dois grupos, consoante o andamento de cada um. Não sei o que o andamento tem a ver com combate a Mouros mas OK. Também não sei porque fomos incluídos no grupo avançado (hihihi).

E aí vamos nós. Sobe, sobe, sobe, uffff, sobe, sobe...

Não sei se foi do cansaço, mas pareceu-me ter visto uma aparição de Nossa Senhora e, tal como na lenda de Melides, nos disse:

"Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte."

Chegados à fortaleza, encontrámos a porta aberta. Entrámos sem pedir licença. Um a um, subimos os íngremes caminhos interiores da fortaleza do castelo dos Mouros.

Chegados ao topo gritámos:

"Vinde a nós se tenhais coragem, Mouros!".

E os Mouros: nada.

Esperámos um pouco e repetimos a ameaça. Mas dos Mouros nem rasto. Alguém se lembrou de ecoar um grito de guerra. Mas aquilo mais parecia um grito tirolês. Ganhámos por falta de comparência do adversário. Como o castelo já era nosso, aproveitámos e tirámos a foto de grupo.

[BREVEMENTE A FOTO DE GRUPO]



Mais tarde descobri que o castelo já era nosso desde 1147. E foi conquistado pelo culpado de não sermos Espanhóis: D. Afonso Henriques.

A história do castelo de Sintra (ou castelo dos Mouros) está na Wikipedia.

FONTE: Wikipedia

A seguir ao castelo apanhámos uma grande descida com folhas soltas até à estrada do Palácio da Pena. Depois de um sobe e desce por alguns trilhos já conhecidos e novidades chegámos à ZA.



Hoje também foi o dia das descidas. Como andam a fazer limpeza na mata, os trilhos estão cheios de paus e folhas. Nunca se sabe o que vamos encontrar. Quando não havia folhas, havia pedras. Também houve outras descidas mais técnicas, onde não é possível parar.

Já disse que também houve descidas?! Mas foi muito giro. Só desmontei umas... duas vezes...



No regresso, gostei do trilho à volta da lagoa azul. Mesmo ali à mão e nunca lá tinha passado!