quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O IV Trilhos da Raia, a Tânia e o Pato Donald

Descubra as diferenças semelhanças.



domingo, 19 de outubro de 2008

IV Trilhos da Raia.

Foi a nossa segunda participação nos Trilhos da Raia. O ano passado, há pouco tempo convertidos ao BTT, ficámos pela volta mais pequena. Ficou a intenção de voltar para a volta maior, onde se incluía a subida a Monsanto.

Fomos de véspera e pernoitámos no Parque de Campismo de Idanha-a-Nova. Assim, dormimos até mais tarde. Tão tarde que chegámos ao recinto mesmo em cima do apito de partida. Apito?? Talvez tenha sido um megafone. Tanto faz...

Deixámos o carro junto do local dos banhos e arrancámos para o local da concentração. "Ai, esqueci-me das luvas." Lá tive de subir aquilo tudo até ao carro...

Quando voltei, a Tânia já tinha arranjado companhia. Acho que conhecemos mais pessoas em Idanha-a-Nova do que na zona onde vivemos.

À chegada ao local da concentração mais uma paragem para cumprimentos. Estava difícil chegar ao recinto...

Apressá-mo-nos a ocupar o último lugar no "garrafão". Mas ainda não era desta. Faltava cumprimentar dois Maníacos do Pedal que nos chamavam do meio da multidão.

O Paulo Alves, representante da CANYON em Portugal, também veio até nós para se apresentar. Obrigado Paulo, pelas fotos. Tomarei a liberdade de as usar neste blog...

E, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Não era bem este o som, mas só tenho aqui este... Era o toque de partida.

Os quilómetros iniciais foram em alcatrão, para dispersar o pelotão. Como íamos para os 75km e para evitar congestionamentos tentámos seguir um pouco à frente.

Mais à frente entraríamos nos trilhos. Recordo-me do ano passado terem ocorrido por aqui alguns furos. Este ano, pelo que vi, foi sempre a andar.

Voltámos a entrar no alcatrão, para fazer uma descida bastante inclinada onde o ano passado houve uma queda. Fizê-mo-la devagar para evitar problemas.

Após a descida, um grande susto. Passou um grupo por nós e um dos elementos usou uma corneta para sinalizar a passagem pela esquerda. Ao ouvir a corneta encostei-me um bocadinho para a direita e quase era embatido por um elemento desse grupo que passou a toda a velocidade pela direita. Estava a ver que estes senhores, que transformam passeios em maratonas, nos iriam estragar o fim-de-semana... É por estas e por outras razões que não gostamos de maratonas.

Repostos do susto, logo chegámos às margens da barragem. Este ano o nível de água está um pouco acima do ano passado e obrigou (penso eu) a uma alteração ao trilho. Aí foi o único congestionamento do dia. Era preciso descer por um "caminho de cabras" próximo de um dos "braços" da albufeira.

E depois veio uma grande subida, precedida do primeiro single-track. Fininho! Para recuperar forças a organização colocou um ponto de água no final da subida. E a acompanhar, um "borrachão". Um bolo típico da região.

Um pouco antes, separei-me da Tânia... Para atender o telemóvel... Com isto hipotequei a hipótese de ganhar a maratona o passeio. LOL

Quando apanhei a Tânia, estava a pôr a conversa em dia... Mas aquilo não era um abastecimento, para isso tínhamos de subir até Monsanto.

Antes de iniciar a subida fomos presenteados com um RED-BULL.





Vamos lá subir estes pedregulhos de granito gigantes.





Depois disto apanhámos a célebre calçada Romana. Grande parte foi feita a pé. Vamos ver se o Pedro (fotógrafo de serviço da ACIN), entre as mais de mil fotos, nos conseguiu apanhar pedalar pela calçada Romana. Sim, porque ainda tentámos.

Ultrapassada a Romana, só faltava mais um pouco da Portuguesa (calçada):



E, finalmente, chegámos ao abastecimento de Monsanto.

Mais uma simpatia de recepção pelas meninas da ACIN. Após o merecido descanso, seguimos viagem. A descer. De volta à calçada Romana. Mas agora veio a vingança. Não desmontámos em lado nenhum. Nunca nos sentimos inseguros, apesar de alguns saltos. Aqui as CANYON FS ajudaram...



E lá seguimos em direcção a Idanha-a-Velha.



Aqui fizemos a nossa última grande paragem e avançámos para Idanha-a-Nova porque já se fazia tarde.

Voltámos a encontrar a albufeira da barragem Marechal Carmona, mas por pouco tempo. Ainda teríamos de subir, passar por uns single-tracks e regressar novamente à albufeira.

Passámos no nosso resort - parque de campismo de Idanha-a-Nova - a caminho do paredão da barragem. Daí foi quase sempre a subir até Idanha. Passámos por algum pessoal mais cansadito mas estávamos com fome. Tivemos de acelerar...

A chegada ao recinto foi fenomenal. Um single-track com um drop, à frente do pessoal que já almoçava, e a passagem por um palco. Lindo! Uma calorosa recepção à Tânia e umas palmitas para mim...

Estava cumprido o objectivo. 70km, 1200m de acumulado e a satisfação por percorrer trilhos fantásticos apoiados por uma organização incansável.

Para o ano há mais.

IV Trilhos da Raia

sábado, 18 de outubro de 2008

IV Trilhos da Raia. O dia antes.

Os Trilhos da Raia é dos poucos eventos que faz parte do nosso calendário betetista. Ou talvez o único. Vale a pena pelos trilhos, pelas paisagens e pelas pessoas que fazem deste evento excelente em todos os aspectos.

Saímos de casa no sábado pela manhã. Não muito cedo, tínhamos ideia de almoçar em Castelo Branco e assim foi. A Tânia levava impresso o itinerário até ao alojamento. Quando nos aproximávamos de Castelo Branco começou a ler os papeis. "Siga pela A1 durante x kms. Ao km y tome a saída A23 e siga durante z kms. [...]" E depois dizia também "Já está a andar há duas horas. Está na altura de fazer uma pausa.". Ops, mas não se pode parar na auto-estrada. Tudo bem, aguentámos mais um pouco (espero que o senhor que escreveu aquelas instruções não se tenha importado) e parámos em Castelo Branco para almoçar. Foi rápido e em conta. Prato, pão, azeitonas, sobremesa e café: 7 Euros por pessoa. Bem bom. Restaurante "O PIPO".

A seguir demos uma voltinha pela cidade e rumámos até Idanha-a-Nova. Estávamos avisados que iríamos encontrar um troço de estrada em obras. Mas não estava à espera que fosse assim. Andámos alguns quilómetros a 20km/h...



A coisa só animou quando vimos:



Estávamos a chegar à "Catedral do BTT". Brevemente estaríamos no nosso resort: o parque de campismo de Idanha-a-Nova.



E, antes que anoitecesse, fomos dar um passeio pela albufeira da barragem Marechal Carmona.



"Ei Miguel, estás a fotografar o quê?!! Estou aqui!!"



"OK OK"



Agora a minha vez...



Avançámos até ao paredão da barragem onde vimos o trabalho da ACIN a abrir trilhos... Ainda nos lembrámos em ficar no Bungalow até ao meio-dia e depois ir apanhar o trilho aqui. Mas isso não tinha graça nenhuma...



Estava na hora de ir levantar os dorsais. Fomos presenteados com a habitual t-shirt, bidon para água e uns "posinhos" doping free. Vimos a preparação para a demonstração de Bike Trial e falámos com alguns companheiros de pedaladas. Entre eles o Pedro. Nosso vizinho na capital - e leitor do blog ;) - mas que só o vemos em Idanha-a-Nova. Ficámos contentes por também ter leitores no Entroncamento - Beta ;). Continuem a visitar a nossa humilde "casinha" que nós por cá iremos dando novidades.

Como ainda faltava algum tempo para a demonstração de Trial, regressámos ao parque de campismo de onde só saímos na manhã seguinte para o nosso segundo Trilhos da Raia. E como correu? Lindamente! Em breve, o relato dos 75km.

sábado, 11 de outubro de 2008

Na rota dos pasteis de nata...

... do Porto Alto.

sábado, 4 de outubro de 2008

Cabo Espichel

Hoje fomos nós que acordámos o gato. Ele deve ter pensado (sim, o meu gato tem essa capacidade) que lhe íamos fazer uma surpresa porque era o Dia Mundial do Animal. O bichano já se devia estar a imaginar num SPA para gatos, rodeado de gatinhas a fazerem-lhe massagens, a cuidarem-lhe do seu sedoso pêlo e aguçar as garras. Mas não foi nada disso. O dia de ontem foi dedicado a nós: um raid de BTT até ao Cabo Espichel.

Apanhámos o Comboio e rumámos até Santa Apolónia onde nos juntámos aos Maníacos do Pedal que tiveram a coragem de se levantar antes do galo cantar. É que às 06:30 da manhã ainda não tinha nascido o Sol.



Seguimos, junto ao rio, com as luzes ligadas até Belém. Aí apanhamos o barco das 07:30 até à Trafaria.





Na Trafaria estava prevista a primeira paragem numa conhecida pastelaria. Estava fechada! Afinal não era assim tão mau, com a barriga mais leve pedala-se mais rápido. Seguimos por São João da Caparica, Caparica e para evitar a estrada que dá acesso às praias virámos à esquerda, por um caminho alternativo onde nem é preciso capacete para andar de mota, aí tivemos o primeiro contacto com a areia. Antes disso, na Caparica, tomámos o pequeno almoço.



A minha experiência com a areia está de acordo com o célebre slogan inventado por Fernando Pessoa: "Primeiro estranha-se, depois entranha-se". Ao início estranha-se um bocado mas depois de um pouco de prática até se faz. A volta teve alguma areia mas sem enjoar. Andámos muito pouco com a bike à mão. Aqui os NOBBY NIC ajudaram.

O frio matinal (e da madrugada) obrigava a levar muita roupa vestida. Eu até levei umas calças para proteger os joelhos. Mas à medida que o Sol ia aparecendo o calor fazia-se sentir. Então era preciso libertar alguma roupa. Parámos na Mata da Apostiça.



A presença feminina nos passeios dos Maníacos do Pedal é uma constante.



Olha o sinal de Outros Perigos. Toca a olhar para ver onde eles estão.



Depois de transpor muitos estradões e algum alcatrão chegámos à praia onde fizemos uma pausa para alimentar a barriga.



Avançámos, por trilhos de areia, até à praia do Meco. Foi este o percurso que fizemos com mais areia. Mas foi engraçado. Andámos quase sempre montados na bike. Como era a descer também ajudou.



Aqui dissemos adeus à areia e olá aos trilhos mais técnicos com pedras e valas. Afinal estávamos na aproximação ao Cabo Espichel.





Perto da chegada ao destino o trilho melhorou e rapidamente chegámos ao ponto de encontro com o Maníaco Jaime que aceitou o "convite" de ir ter connosco ao Cabo Espichel e... levar o almoço. Bifanas, entremeadas, sumos, águas e torta de azeitão. Obrigado Jaime.




Estivemos por lá, talvez, mais de uma hora. A almoçar, tomar café e tirar a foto de grupo. Tirar a foto de grupo é sempre complicado e, normalmente, só à segunda tentativa. Cá está ela:




O regresso teve muito alcatrão e a bom ritmo. Fomos escoltados de carro até entrarmos, de novo, no trilho. Desta vez não houve areia. Seguimos um track pelo meio do pinhal e até nos demos bem.

Private Joke: Quando há GPS não é preciso Google Earth.

Mais à frente apanhámos a estrada de alcatrão que nos levaria de volta à Caparica.



Na Caparica fizemos mais uma pausa para ingerir líquidos e "bora lá" apanhar o barco para Belém.

Mas a aventura ainda não tinha acabado. Regressámos a casa a pedalar. Foram 131 km. Correu muito bem, sem incidentes. Depois do Arruda-Atlântico e deste Lisboa-Cabo Espichel estamos rendidos às grandes distâncias. Venha o próximo.

Cabo Espichel

sábado, 27 de setembro de 2008

Solidariedade com o Paulo Pedro. Lezírias de Vila Franca de Xira

O passeio de hoje foi solidário para com um colega do BTT que sofreu um acidente numa maratona em 2005: o Paulo Pedro. O Paulo tem a possibilidade de recuperar totalmente das lesões que sofreu através de tratamentos a realizar em Cuba. Desde que tivemos conhecimento deste caso que temos ajudado, na medida do possível. A nossa presença e o valor da inscrição foi mais uma pequena ajuda para esta família. Toda a história do Paulo Pedro em http://www.paulopedro.info

Quanto ao passeio, foi descontraído. Nós sabíamos disso, por isso convidámos uma vizinha nossa que está a começar a dar umas pedaladas e rumámos de comboio até Vila Franca de Xira. Já lá estavam outros Maníacos e colegas de pedaladas com quem fizemos o percurso todo.







Saímos da praça de touros de Vila Franca de Xira, passando pela ponte Marechal Carmona, em direcção à lezíria.

Depois do almoço, regressámos a pedalar. Deixámos a Sónia "em casa" e fomos "levar" a Corina e o Luís ao Parque das Nações e acelerámos para casa!



Foi uma volta dura. Como não havia descidas foi sempre a pedalar. Consequência: domingo ficámos na caminha...

Solidariedade Paulo Pedro - Vila Franca de Xira

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Arruda-Atlântico-Arruda. O relato!

Então cá vai o aguardado relato.



Desde que vimos a referência a este evento que ficámos de olho... Tentámos arranjar companhia mas não conseguimos. Seria a nossa primeira aventura em autonomia. Porque não? Vamos lá. Estava decidido.

Domingo, 21 de Setembro, rumámos à Arruda. Localidade já conhecida de outros trilhos, nada fáceis mas espectaculares.

Fomos dos primeiros a chegar. Entretanto foi chegando mais pessoal. Seriam cerca de 40 pessoas. Entre os participantes estavam 3 meninas.

Começámos a "tirar a pinta" ao pessoal e confirmava-se a nossa suspeita. O nosso carro estaria muito sozinho quando regressássemos do Atlântico...

Pouco depois da hora combinada, arrancámos para os prometidos 95 km com 1300m de acumulado. Calmamente, todos juntos, a aquecer os músculos pelas ruas da Arruda. E eis que surge o momento infeliz do dia. Um automobilista a buzinar constantemente e depois conseguiu dar um encosto a um colega provocando uma queda. Nada de grave mas fica a atitude desta gentinha.

A partir daí foi sempre a subir. De início começámos a ficar só os dois. Já se sabe que a Tânia sobe devagar. Mas sobe.

Até que apanhámos algumas desciditas e umas zonas rolantes. Aí fomos encontrando mais pessoal.

Os primeiros 30 km (aproximadamente) foram muito duros. Muitas subidas e algumas descidas técnicas que não dava para descansar. Fiz algumas à mão, claro. Ainda por cima depois de ter visto um colega cair à minha frente. Não valia a pena arriscar. Era uma descida com um trilho de 30cm rodeado de 2 valas. O mínimo descuido e...

Já disse mas volto a dizer, os primeiros 30km eram muito duros. Quase que não dava para descansar. Nem fotos tirei.

À medida que nos aproximávamos do Atlântico as subidas já não eram tão prolongadas e havia mais zonas rolantes.

Na foto seguinte estávamos no última subida antes de chegar ao Atlântico.



No cimo da subida estava uma placa a dizer "até que enfim". Dá para imaginar a subida, não dá?

Daí para a frente já se sentia a brisa do Atlântico. Estava um tempo muito agradável. Sem vento e muito ameno.

E avistámos água. Ainda não era do mar. Era do rio Alcabrichel. Mas a satisfação não foi muito grande porque entrámos num trilho de calhaus. Durante cerca de 400 metros tivemos de aumentar o ritmo para nos mantermos equilibrados em cima da bike. FS power!

A seguir, uns dos momentos fotogénicos do dia.



Daqui até à Praia de Porto Novo e Santa Rita foi um instante. Apanhámos a ciclovia a subir! Estava difícil chegar ao restaurante... Depois virámos para um trilho fantástico pela falésia até ao local onde tomámos uma pequena refeição.





Aqui está o grupo que chegou quase ao mesmo tempo ao Atlântico.



Estivemos ali parados mais de uma hora a recuperar energias.

E foi aí que a Tânia se lembrou: "Miguel, não parámos em lado nenhum!!". Pois foi, eheh, sempre a andar. Estávamos ansiosos por ver o mar... Como o trilho era, apesar de exigente, muito diversificado nem nos lembrámos de fazer uma pausa. Por vezes íamos em grupo, outras vezes só os dois, e nem demos pelo passar do tempo.

Após do almoço, regressámos todos junto em direcção à Arruda. Éramos cerca de 15 pessoas a pedalar. Como vínhamos em grupo foi muito agradável e até parecia que não tínhamos feito tantos quilómetros até aí.



Ah, também estávamos muito contentes por termos chegado ao Atlântico com 1000 metros de acumulado. Significava que o regresso seria canja.

Mas eis que começa a chover. Paragem para vestir o impermeável.



Mas a chuva foi pouca e pouco depois foi preciso voltar a tirar roupa porque as subidas estavam de regresso.

Depois veio o pior. Tinha chovido bastante por aqueles lados, provocando o aparecimento de lama. Ora, os NOBBY NIC 2.25 e a lama amam-se. Assim que se encontram não há quem os separe. Foi muito complicado transpor algumas zonas. Tive que parar imensas vezes para tirar a lama dos pneus. Até tive de lavar a corrente com água Luso e lubrificar. A Tânia lá se conseguia desviar da zonas piores.

Ainda deu para provar 3 castas diferentes da região do Oeste. Preferi a branca...

Olhando para a altimetria no GPS pensei: "O raio do aparelho está maluco! Dei tanto dinheiro por isto e não vale um caneco!". É que já tínhamos ultrapassado os prometidos 1300 metros de acumulado e continuávamos a subir. Ah, e a Arruda ainda estava longe. Mas, afinal, todos os GPS excederam - em muito - os 1300 metros de acumulado.

O grupo reagrupou-se no santuário de Nossa Senhora dos Milagres. Onde fizemos uma pequena pausa. Que belo alperce que me ofereceram! Onde será que se compram? Vou cuscar...



A partir dali foi sempre a descer (mais ou menos) até à Arruda. Ainda houve tempo para eu quase cair para dentro de uma enorme poça de água. Mas foi só o pé.

Chegámos à Arruda, cerca das 17:30, com 100km feitos e 1550 metros de acumulado. Cumprimos todo o track e chegámos cansaaaaaaaaaaados mas satisfeitos. Muito satisfeitos.

Foi a melhor volta que fizemos até hoje. Foi memorável. Um grande desafio à partida, confirmado pela exigência dos primeiros 30km e agravado pela lama no regresso. Mas foi liiiiiiiiiiiiindo.

Nós fomos dos últimos a passar pelos trilhos e não vimos lixo no chão. Foi o primeiro evento a que fomos em que vimos os trilhos limpos. Muito bem.

Queremos agradecer aos organizadores pelo excelente dia de BTT que nos proporcionaram e, em especial, ao César pela companhia no regresso à Arruda. Na ida para Santa Cruz, fomos-nos cruzando com ele várias vezes o que nos transmitia uma grande confiança. Afinal, havia alguém por perto que conhecia bem a zona.

Ah, afinal o nosso carro ainda estava acompanhado quando chegámos à Arruda.

Arruda-Atlântico