sábado, 13 de setembro de 2008

Passeio pela Beatriz - Quinta do Conde

Hoje fomos a um passeio solidário, pela Beatriz.

A Beatriz desde os dois anos de idade que vive uma luta constante contra as sequelas de uma doença chamada meningoencefalomielite aguda disseminada. Mais detalhes em http://bttconde2.googlepages.com/home

Foi um passeio de BTT simples pelas ruas de Quinta do Conde e incursões por alguns trilhos da região.

Deu para sentir o apoio da população, motards, amigos e de pessoas que, tal como nós, se disponibilizaram para ajudar.

domingo, 7 de setembro de 2008

Para que é que eu quero um GPS em Monsanto?

Para ficar em casa, claro! Irra!

A voltinha de hoje foi suavezinha até ao Parque das Nações para tirar umas fotos:





Acham que foi só isto???? Nãaaa, foi muito mais!

Saímos de casa cedinho em direcção ao comboio. Mas era tão cedo que fomos a pedalar até ao ponto de encontro. Foi um aquecimento de 10 km.

Do ponto de encontro seguimos para Monsanto. À chegada, apanhámos uns "velhos" conhecidos dos Maníacos que nos guiaram por uns trilhos espectaculares. Muitas descidas compensadas por uma enoooorme subida.

Os últimos metros da subida tinham piso de caruma. Bom, não é? Maciozinho e tal. Mas não gostei daquilo. Parece que me iam a puxar para trás. Não gosto de caruma. Pelo menos nos trilhos. Se for para fazer um magusto até gosto.

As descidas foram mesmo espectaculares. Íngremes, em algumas era preciso alguma técnica mas não que assustasse. Posso dizer que a Tânia fez mais uma descida que eu! Ai a minha vida...

Agora que me lembro, houve mais subidas. Umas mais simples, outras com pedras e raízes. Que belo passeio pedestre...

Não conhecia este Monsanto. Maganão, hem! Mas foi muito fixe. Adorámos. O raio do GPS é que ficou em casa... A minha memória não conseguiu guardar a volta toda.

Algumas fotos:





A mais radical de todas:


Eu costumava dizer que nas descidas tinha medo duas vezes: por mim e pela Tânia. Mas agora só tenho medo uma vez: por mim. A Tânia desce muito bem...

Para os mais radicais, estava guardada uma surpresa. Vejam estes dois corajosos. Valentes!



E para terminar: escadas.



Ainda houve mais junto à Torre de Belém, onde tirámos a foto de grupo.



Hoje éramos 18! Na foto falta o grande "chefe" dos Maníacos.

Já no Parque das Nações encontrámos o Jaime que está a recomeçar a pedalar. Força companheiro.

Depois de 80km, não houve forças para fazer o almoço...



Monsanto

domingo, 31 de agosto de 2008

Obrigaram-me a levantar cedo para ir pedalar.

"Miguel, Miguel, levanta-te. Já são 7 horas". Hoje acordei assim. Sem vontadinha nenhuma de ir pedalar. Mas a Tânia foi mordida por algum bicho que não lhe dá sono aos domingos de manhã. Ainda para mais, depois de um sábado complicado.

A muito custo lá tive de me levantar e ir preparar as bikes: verificar a pressão dos pneus, estado das pastilhas ("Que pena, ainda não estão gastas!", pensei eu) e retirar as luzes do nocturno. Esqueci-me de retirar a de trás. Por isso me custou tanto fazer as subidas...

Ainda fui ao fórum ver se cancelaram a volta. Mas não. Pelos vistos tinha mesmo de ir para as Bragadas.

Saímos de casa e começámos a subir. Nas calmas, claro. No mais leve possível, a ver se chegávamos atrasados ao ponto de encontro e o pessoal já ter zarpado. Mas quase todos chegaram atrasados... Hoje não era o meu dia de sorte. Nem as frases que pronunciava faziam sentido.

O grupo foi aumentando até 14, penso eu. E partimos em direcção ao empeno. Rolar ao encontro das subidas.

Fizemos, a subir, trilhos que habitualmente fazemos a descer. Trilhos muito técnicos tanto a subir como a descer. Maioritariamente com pedras. Mas também havia raízes. E cobras! Isso mesmo, cobras rastejantes. Rastejantes não. Aquela dava saltos na vertical. Eu vi-a toda enroladita e fiquei mais a cima a avisar. Então o raio da cobra, quando a Tânia ia a passar, deu um salto na vertical. Ainda bem que não lhe conseguiu acertar. Nunca tinha visto coisa igual... Foi a primeira vez que vi a Tânia a pedalar tão rápido. E era a subir!

Ainda em relação aos trilhos, foi uma reedição da versão curta do Raid das Bragadas. As subidas eram demasiado técnicas para mim. A certa altura, farto de desmontar, montei-me e lá fui eu serra acima decidido a não desmontar. Consegui. Passei por pedras, valas e mais pedras mas lá me consegui equilibrar. Gostámos muito de uns singles-tracks na Mata do Paraíso. Muito fixe. As descidas também eram fixes. Talvez por isso, a Tânia tenha dito "Gostei, gostei, gostei.".

Chegámos a casa cansados mas satisfeitos. Ainda bem que não ficámos em casa, pois foi uma volta muito porreira. Bons trilhos com pessoal 5 estrelas.

Aqui estava a Tânia a chegar à ZA:



Vejam os malandros dos cabritos a fazerem-nos pirraça em cima das pedras. Deviam estar a querer dizer: vejam como é fácil!

A descer em direcção à Mata do Paraíso:



E aqui vou eu num single-track antes da descida para o restaurante dos pneus.



São estas paisagens que nos tiram o sono:



Mini-Bragadas

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

BTT nocturno powered by Sigma Powerled Black

Hoje foi o dia: a estreia num nocturno a sério.

Apanhei boleia de uns Maníacos enrolas e andei por aí. Não sei por onde andei mas que foi fixe foi. Muito fixe mesmo. Fiquei fã. Cheguei a casa após 40km com uma média de 20,66 km/h. Acho que amanhã vou acordar todo empenado.

A lanterna é uma Sigma Powerled Black. Aprovadíssima. Andei sempre no mínimo e é mais que suficiente.

Fiquei com a sensação que à noite se anda mais depressa e até parece mais fácil fazer as subidas.

Apesar de ter levado a máquina, não houve tempo para tirar fotos.

domingo, 24 de agosto de 2008

Sobralinho

Voltinha pelo Trancão, Vialonga, Alverca, Sobralinho e Calhandriz.

Com muita gente! Éramos 11 bbtetistas dispostos a enfrentar a subida do Sobralinho.



E mais tarde a subida da Agonia. Fixe, consegui! Aquilo empiiiiiiiina... A Tânia vai ter de continuar a comer esparguete e broa de milho. Mas não vai descansar enquanto lá não voltarmos. Desta vez fiquei com o track.

Sobralinho

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Um ano de pedaladas

Após um ano a fazer BTT é altura de parar… para pensar e fazer um relato de um ano de aventuras.

Começámos com umas Specialized Hardrock, andámos pela Arrábida, pela zona de Lisboa e até fomos a Idanha-a-Nova. As nossas "prestações" eram fraquinhas. Ainda nos recordamos o quanto esperaram por nós no passeio QVG/ACIN na Arrábida. Mas não nos desmotivámos. Voltámos várias vezes à Arrábida para umas voltinhas com o Clube de BTT de Vale de Barrios. Quando fomos a Idanha-a-Nova já andávamos um bocadinho melhor e aquelas paisagens davam-nos força para continuar.

O vício pegou.

Entretanto chegou o Inverno e a vontade de pedalar não era muita… até conhecermos os Maníacos do Pedal. A partir daí foi sempre a andar. Quase nunca faltamos. E a partir daqui evoluímos mais um bocadinho mas as Specialized não acompanhavam a evolução. Eram pesadas e com uma transmissão fraquíssima. Aos poucos renovámos a frota lá de casa. Primeiro para a menina e depois para o menino antes que se esgotassem. Foram umas Canyon Nerve XC. Bem, que diferença! Após a adaptação à suspensão total agora estamos convencidos que valeram o dinheiro. A evolução continuou, e após muita insistência do Jaime e da Carla (a quem agradecemos também muitas das voltinhas que demos com eles e queremos mais) passámos a andar com os pezinhos presos. Outra grande evolução e zero quedas de adaptação (excepto com uns pedais que experimentámos que era muito difícil desencaixar).

A maior aventura deste ano foi o Alvalade-Porto Côvo-Alvalade. 130km num dia. Chegámos a uma altura que as dores eram tantas que parece que já não doía nada. Mas chegámos ao fim. A subida à serra de Montejunto também fica guardada no nosso álbum de memórias deste ano.

Para quem faz este desporto para emagrecer, vou desfazer esse mito. É mentira. Nós estamos exactamente com o mesmo peso de há um ano! Se calhar devíamos comer menos cubos de marmelada…

Como ponto negativo neste ano há apenas a registar uma queda da Tânia em Montemor-o-Novo que lhe provocou alguns arranhões e duas semanas sem andar de bike.

Obrigado a todos os companheiros pela vossa excelente companhia e espero que continuem a esperar por nós no final das subidas. Da nossa parte, prometemos diminuir esse tempo de espera. Não, diminuir não. Tentar diminuir, assim é que é.

E para finalizar, um pequeno vídeo dos melhores momentos do nosso primeiro ano a fazer BTT.

domingo, 17 de agosto de 2008

Voltinha digestiva

Depois da chanfana, sopa de feijão, doces de todo o tipo e termos sido "corridos" pela chuva, nada melhor que uma voltinha digestiva.

Fomos desafiados pelo Lúcio para uma voltinha até Santa Apolónia com regresso por Unhos.

A foto de grupo foi tirada na torre da Galp, no Parque das Nações.



No Parque das Nações encontrámos o edias e o David que nos fizeram companhia no regresso.

Chegados a Alpriate começaram os palpites por onde subir para a Póvoa. Eu queria fazer a subida do raid das Bragadas. Depois começou-se a falar em subir a descida de Alpriate. Exactamente, subir a descida. Eu sempre conheci aquilo como descida. Nunca pensei que fosse possível subi-la montado numa bike de BTT. Até a descer é difícil...

Mas fizê-mo-la. E nem custou muito. Foram 600 metros sempre a subir com uma inclinação considerável que a bike quase levantava de frente. Só o Vitinha desmontou já quase lá em cima porque ia num ritmo muito elevado.

Para mim e para a Tânia parecia intransponível! Pensei que não fosse possível mas conseguimos...iuuupi!!!!!!!